Tópico Torres de Antena.

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~Diogovsky

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Torre da Esquerda:



Torre da Direita:




Torre do Centro Oval.





Para Hackers sobreviventes, aqui é um local que eles vão querer dominar, as Torres fornecem o nível de sinal, e funcionamento da energia elétrica da cidade, como câmeras, e se tiver um GPS seria perfeito, para localizar tudo, se as três torres forem ligadas, poderão ser arrumadas o sinal e tudo que funciona a energia pela contra-mão do controle neutro central, mas um Hacker não pode fazer isso, pois precisa escalar as torres e arrumar o sinal, mas se esse Hacker tiver um outro alguém para fazer isso, poderá melhorar comunicações, chamadas, e arrumar inúmeras coisas, como conseguir materiais mais fácil.

Local: Cercado por cercas elétricas, mata uns 30 Zumbis por dia, é bem difícil entrar já que não há porta, e não tem como Hackear, mas pelo chão por dentro há alguns zumbis ainda, por fora nada de zumbi fica vivo e é no meio de floresta então não há nada, por dentro, há quatro locais alevantados, e um deles é o centro-neutro, bem os outros há alguns materiais que podem ser úteis para Hacker, como câmeras e coisas do tipo.

Hoje em dia:
Cercado por cercas elétricas que funcionam, barreiras de espinhos para eliminar zumbis, proteções, e energia a carvão e madeira. O local é bem protegido, que se liga a uma floresta, também protegida, virou uma base militar de um soldado apenas Oliver, que espera encontrar Diogo e Light. O local é super seguro, possui poucos zumbis nas proximidades, e duas das antenas estão sendo usadas.
Com muita comida, muita água, suprimentos e tudo de melhor qualidade. O local, está como um forte supremo.


~Diogovsky

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Oliver Grand Phantom, Ninguém.


Havia então recebido a mensagem do governo. ''Por falta de suprimentos, alimentação e água, e custo de energia, todos os veteranos ou soldados de menor nível, serão mandados para expedientes de eliminação de zumbis e limpezas da cidade, caso consigam, eliminar toda a cidade, serão promovidos e trazidos de volta, caso o contrário. Ficarão lá e morreram, o objetivo verdadeiro, é eliminar o máximo de soldados 'Inúteis', o mais rápido possível, para a resolução de equipamentos, fazendo, apenas a Elite, o profissional, e o especial, ficar com a cidade que o governo domina, a ultima cidade inteira do planeta. Todo o planeta foi devastado, e para que conseguimos restaurar toda a paz no mundo, procuramos uma cura, e ao mesmo tempo, tentamos vencer todos os zumbis, e rebeldes, que não quiseram se juntar ao governo. E blablablabla...'' — Diogo. — disse a min mesmo, percebendo a burrada que havia de ter feito, e Light ainda foi atrás, agora está ótimo! — Comandante! — disse me posicionando, para entrar ao Helicóptero. Então logo o comandante disse, como ultima mensagem. ''Lembre-se, sua missão é resgatar Diogo, e Light, eles não vão ser punidos nem nada. Aqueles novatos que trocaram com eles de lugar, foram para a areá de testes da cura. Para servirem de algo, e sim eles concordaram ''.

Ouvindo isso, partimos, fui deixado por escadas, na areá de Torres de antena, para ter melhor sinal, minhas missões eram restabelecer para eles a melhor comunicação. Mas eu ia restabelecer o cacete deles. — Até logo, senhor! — disse descendo, enquanto, a equipe, eliminava todos os zumbis de dentro da areá, e de fora, e limparam também, deixando sem inimigos, após algumas horas, organizando tudo por dentro. E conseguindo ligar as cercas elétricas. Tive de ligar uma das antenas para eles, melhorando sua comunicação e tudo mais, a outra antena, deixei para min, Light e Diogo, e outros novatos, principiantes, veteranos, e cargos menores. Que foram mandados para a morte.

Após mais algumas horas, eu tinha comida estocada, água estocada, três camas, para nós três. E por fim, estava tudo bem guardado na casinha que tinha ali dentro com as três antenas, naquela areá cercada de cercas elétricas, e segurança, estava muito mais do que bem. Possuía algumas armas. Como Duas Desert Eggle; Uma Famas G2; P90; Muita munição mesmo, e por fim uma arma branca, um machete.

Além disso, havia comida e bebida para algumas semanas, mas eu não pretendia voltar, eu iria ficar por ali, com Light e Diogo, e iriamos sobreviver montando um plano e destruir o governo, e nós mesmo, com os 'Rebeldes' pessoas que nem tiveram chances de escolher, montar um novo mundo. Mas, por enquanto. Eu me estabeleci por ali. Eu sei que Diogo e Light vão perceber a melhora nas redes, então modifiquei meu rádio para falar com eles, mas apenas Light estava ligado, Diogo, deveria ter tido algum problema, eu soube que apenas ele sobreviveu, onde se encontrava, não se sabe. Mas, eu ia o localizar, e salva-lo.

Fiquei então, o esperando, pois sabia que Diogo iria vir para esse lado, tentar arrumar seu rádio, tenho muitas coisas para construção aqui, equipamentos de Hacker, e energia, pois há, dez geradores, na parte inferior da casa que estou, e eles funcionam perfeitamente, com energia a carvão, ou madeira, e por sorte, eles cercaram uma floresta para min, onde posso extrair madeira por meses. Realmente, estava perfeitamente bem. Mas, sozinho, poderia perder o lugar fácil, e isso seria um problema, pois sei, que, além dos amigos, há sempre inimigos.

~Diogovsky

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Diogo Lawliet Freitas / 20 Anos.


Estava dirigindo há algumas horas novamente, agora eram 15:22, tinha dado a volta na cidade, e demorou muito para chegar ali. Bati em alguns zumbis, e tive de sair do carro algumas vezes para me livrar de alguns zumbis. Estava com sono novamente, e um pouco de fome; E finalmente depois de muito tempo chegamos, até o local. O Sinal, para Camila, deve estar no máximo já, pois alguém tinha ligado as antenas, duas delas pelo menos, coloquei o carro um pouco longe e disse — Não façam barulho, nem contato, nem chamem atenção. Fiquem quietas, e cuidem uma da Outra. — disse, e saí do carro. Estava com a Kukri e com a Famas G2.

Não havia um zumbi se quer, e ouvi conforme fui chegando perto uma voz.



Oliver Grand Phantom, Ninguém.


Estava fazendo as coisas normais de sempre, como construção, quando percebi a presença de pessoas. — Droga! — disse, pegando a Famas G2 e me posicionando na parte de cima, tinha levado as chaves para abrir o portão, caso fosse um conhecido. Como o Diogo, mas, como eu e ele, não vamos olhar para o rosto um do outro, quando estivermos nos matando, vamos ver quem é quem; — Apareça, coloque as mãos para cima e... — antes de terminar a frase, em cima da cerca, levei um tiro, na barreira que fazia o local de base, que me erguia, cair, e caí ao lado de fora junto. Atirei, após rolar rápido contra o chão. E atirei, por mais incrível que pareça, a minha bala, e a bala do maldito, se bateram uma contra a outra. Mas como atirei três vezes e ele também, as ultimas balas, pegaram uma na minha arma e outra na dele. Parti para cima do maldito, com a Kukri, não vi seu rosto, nem ele o meu. Não sou de perceber alguém na hora da luta. Com um golpe forte direto de cima baixo, ele conseguiu defender usando outra Kukri, o maldito tinha as mesmas armas que eu. Ele chutou meu estomago, e rolei para trás, pulei e parti para cima de novo, chutei sua perna e ele me socou no rosto, e chutou minha Kukri, dei uma rasteira ao chão, e joguei longe sua arma também. Havia poeira demais, mas, nada que atrapalha-se demasiado. Chutei seu rosto, e pulei, ficando em guarda, assim como ele, porém, ele chutou meu joelho esquerdo, e caí com ele no chão, ele subiu no joelho com outra perna, e com a outra perna girando, acertou meu rosto, voei rolando ao ar, mas, só uma pessoa sabia esse golpe...Diogo! — Diogo!? — disse caindo ao ar no chão.



Diogo Lawliet Freitas / 20 Anos.


Depois de toda essa tenção. Ele chamou meu nome. Sorri, observando que era Oliver — Oliver! Você!? — disse surpreso, ele me explicou, sobre trocar com a equipa dos novatos, o que o governo fez, e o que tinha ali, e como ele estava fazendo o governo perder sua localização, com isso. Ele entrou, estava com alguns roxos e cortes profundos. Ele pegou os equipamentos e armas quebradas. E levei com o carro para dentro. Eu estava super ferido. E ele mais ainda, mas esta vamos sorrindo. Ao, leva-las para dentro, ele fechou os portões elétricos. E saí com elas. — Vou apresentar a vocês, Oliver, o segundo melhor capitão de Elite, que eu conheço, meu irmão amigo! Essas são Chaiane, e Camila. — disse.



Oliver Grand Phantom, Ninguém.


— Bem-vindas, aqui não tem um nome, mas, tem tudo que precisa. Água quente, energia, madeira, materiais, Sinal...e mais. Eu sou Oliver. — disse acariciando a cabeça da pequena. Chaiane...nome bonito, ela tinha o mesmo nome da... de Diogo... — Camila!/ Como você trás uma garota tão bonita assim, e não me avisa, eu nem pude me arrumar, e agora, estou com o olho roxo, por seu golpe. — disse rindo junto com ele. Apertamos as mãos, e os levei para dentro da cabana. — Parece pequeno? mas tem três andares subterrâneos. O primeiro andar esse. É apenas, para pegar materiais que talvez interessem ela Camila, o segundo para baixo, tem água, comida e medicina. O terceiro armas. O quarto é onde ficam os geradores de energia movidos a carvão e madeira. — Expliquei toda a história. A garota se apresentou bem, e acho que Camila, ficou maravilhada com todos os Notebook's, celulares, tablet's que tinha no primeiro andar, e coisa para Hackear, câmeras, e tudo mais. Tudo que ela entendia e e eu não, tantas coisas que nem eu sabia o que era.

Fui então com Diogo e Camila, e Chaiane, até a casa ao lado. — Aqui é a parte da medicina. — disse deitando-me na cama-médica, e Diogo na do lado. — Nós vamos nos curar, vocês podem explorar, só não toquem nas cercas, vocês morreriam na hora. E não me responsabilizo. — disse, e comecei a limpar, e cobrir as feridas e machucados. Como Diogo.

~ShiroKB-chan

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CAMILA TAAGASHI // 16 // Hacker


Chegamos sem muitos problemas, pelo menos, nem eu e nem Chaiane. Novamente a frase "cuidem uma da outra" e ele saiu. Não conversamos muito, eu estava insegura, e ansiosa. Só de estar perto de lá, o sinal ficou mais que bom, ficou ótimo. Só precisava me conectar oficialmente e eu poderia entrar na rede e procurar por algumas plantas ou edifícios que poderiam ser não só um abrigo, como uma base. E com essa cerca elétrica, não teria que ficar me preocupando demais com os monstros.

Depois de algum tempo, Diogo volta todo machucado, e fomos adentramos à cerca elétrica, um garoto, aparentemente muito, muito mesmo, machucado fecha o portão, e saímos do carro. Diogo o apresenta como Oliver. O segundo melhor capitão de Elite, o amigo irmão de Diogo. " Obrigada mundo, se antes já estávamos à salvo, imagina agora?!" sorri. Então Oliver começou a listar as coisas Super interessantes que tinha ali. Ele acariciou Chaiane, não deve ser um cara mau, já que nos recebeu. E então o grande susto. Ele praticamente gritou meu nome antes de me elogiar e começar a zoar consigo mesmo. Sorri meio nervosa. Pessoa interessante. Apertamos as mãos e ele nos levou para dentro da cabana. Ele explicou com era o edifício por dentro e onde acharíamos as coisas se precisássemos.

Quando entramos no primeiro andar, meus olhos brilharam e meu coração disparou. Tive que me segurar para não babar. Tablet's, Notebook's, Celulares, Câmeras, Comunicadores, CARREGADORES!! Finalmente eu iria carregar, não só meu celular, como meu notebook e meu fone. Estou começando a agradecer por esse apocalipse ter acontecido. De uma coisa eu tinha certeza. Aquilo tudo, iria me dar tanta alegria que me falou em anos de Hacker só com um notebook.

Fomos então para a casa ao lado, a parte médica, Oliver e Diogo se 'deitaram' nas camas médicas e nos falaram que iriam se cuidar. Para irmos explorar. E avisou sobre a cerca elétrica. Aquilo era mais do que eu precisava.

- Obrigada e boa sorte. - disse antes de sair (praticamente correndo) para o primeiro andar novamente. Não sei nem vi para onde Chaiane foi, apenas que precisava voltar para o primeiro andar.

Aquele tanto de coisas, escondida em um lugar assim. Peguei meu fone de ouvido e o liguei, ele se conectou em uma rede segura transmitida do meu novo server, que foi enviado para o meu celular, que estava carregando no canto de uma mesa, próxima a parede, comecei a ouvir "We don't talk anymore".

Se o mundo não tivesse mudado, eu poderia fazer tantas coisas! Poderia destruir o casamento da minha tia Luciel com aquele malfeitor que traficava drogas. Eu poderia ter ganhado muito dinheiro fornecendo imagens e vídeos reveladores às mulheres que se sentissem traídas... Mas agora, a única coisa que posso fazer é comunicação, achar informações, procurar sobreviventes e espionar a parte inferior do governo. Me sentei em uma das mesas que tinha ali ao lado, uma caixa meio velha, com dois notebook's jogados, um da Megaware e outro da Sansung. Os dois, amassados, as telas rachadas, algumas teclas faltando, inclusive os carregadores e alguns botões. " Que desperdício" pensei enquanto pegava os dois. O meu não tinha marca registrada, eu mesma tinha montado, com as peças que comprava, das melhores empresas. O meu tinha um pouco de tudo. O que ajudava em não ser rastreada facilmente. Liguei os dois, o sistema de iniciação tinha sido comprometido. Me levantei e procurei algum cabo USB ou simplesmente o Cabo negativo e o positivo, daria certo apenas se eu tivesse uma CPU, coisa que não tinha visto, ainda. Peguei um cabo de compartilhamento de dados móveis e conectei, o meu com o do Megaware. Podia ter alguns dados úteis lá. Abri o teclado padrão de comandos e fui colocando os comandos para começar a importação, daquele notebook comprometido, para o meu com mais que dois gigas de Memória, tanto RAM quanto ROM. A minha CPU também não era tão mau, mas a melhor de todas, era a Memória HD. Consegui desviar os arquivos e recuperar algumas coisas que alguns militares, podem não ter conseguido apagar antes da evacuação. Conectei também, o web can daquele notebook com a memória, salvando assim, alguns dos últimos momentos gravados pelo notebook antes de ser desligado pela última vez. Iria salvar. Não tinha tempo para ver aquele vídeo de uns 20 minutos sozinha. Eu não iria entender quase nada. Precisa-se conhecer muito bem os humanos para poder saber os motivos de alguma pessoa para deixar aquilo daquele jeito. Enquanto os arquivos carregavam, comecei a entrar na rede, procurando qualquer comunicação que tenha sido feita em 48 horas. O que seria complicado, mas não mata tentar. Só continuar segura e não ser pega, um dos lemas dos Hackers.

~Diogovsky

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Diogo Lawliet Freitas / 20 Anos.


Após nos curarmos, percebi que Chaiane ficou observando a floresta, e Camila, foi ver as coisas de Hacker's; Eu me curei, e dormi logo em seguida, a cama era confortável, e eu fiquei contente de certa forma, como Oliver também; Oliver, pegou outra Famas G2, e ficou pelas cercas, em cima, observando se alguém chegava perto.

Eu logo, ao acordar, me dirigi ao banheiro, fiz outra higiene normal. E agora ele tinha um veículo, algo que não tinha. Eu coloquei no carro uma FAMAS G2, minha Barret M82; Um pouco de comida, e eu já tinha organizado nosso material com o dele. Seguido disso.
Arrumei o carro, entrei dentro, e convidei Camila para ir comigo. — Camila, o que acha de sairmos para achar sobreviventes? — perguntei, vendo ela empolgada com todo o material.

~ShiroKB-chan

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CAMILA TAAGASHI // 16 // Hacker


Enquanto eu mexia em algumas coisa, Diogo apareceu, já melhor, mais descansado, e me chamou para acharmos sobreviventes. Sorri. Codifiquei a minha senha e bloqueei meu notebook.

- Claro, vamos lá. Vamos precisar de alguma coisa daqui? - perguntei olhando em volta enquanto me levantava.

~Diogovsky

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Diogo Lawliet Freitas / 20 Anos.


— Eu peguei o que é necessário. Não se preocupe. — disse, enquanto, a esperava entrar no carro. — Você pode abrir o portão pelo seu notebook... — disse, como se tive-se lhe feito uma surpresa. Esperei então ela abrir o portão, Já havia avisado Oliver sobre isso.

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CAMILA TAAGASHI // 16 // Hacker


Sorri e entrei no carro com meu celular que já tinha carregado. Então a notícia que eu poderia abrir o portão pelo meu notebook. Sorri quase maliciosamente.

- Ah... Inocente... Não preciso de um notebook... Deixa eu tentar com isso... - ri um pouco antes de desbloquear meu celular com alguns códigos, abri a aba da rede e consegui entrar. - Agora só apertar e... - apertei o botão e o portão abriu. Dei um mini pulinho batendo palmas enquanto sorria. Depois me acalmei ~meio bruscamente ~e olhei para Diogo meio envergonhada. - Hehe... Já sabe o destino?

~Diogovsky

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Diogo Lawliet Freitas / 20 Anos.


— Está empolgada, então desculpe acabar com sua empolgação, e se eu te deixar mal, me perdoe. — disse e acelerei o carro, de zero a cem, em poucos segundos, a velocidade assustava até a min, mas freei na frente, e disse. — Quando estiver assim, vai ser rápida e usa-lo? Ou quando isso acontecer. — disse e fui para o lado, coloquei a kukri no seu pescoço. — Você não será rápida, entende!? — disse a assustando, mas logo retirei do seu pescoço, coloquei minha mão no seu rosto e disse com minha boca a dois ou um centímetros da boca dela... — E isso...você vai suportar? e ser mais rápida? — disse e me afastei. Liguei o carro novamente, e fui mais devagar, acho que destruí sua empolgação.

~ShiroKB-chan

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CAMILA TAAGASHI // 16 // Hacker


Meu sorriso desapareceu. Ele se desculpou, antes mesmo de eu ter tempo para perguntar o "por quê?" ele acelerou, incrível a velocidade daquele carro, de zero a cem em alguns segundos. Me assustei, mas não forte o suficiente para ficar sem palavras. Então ele freou, quando eu fui olhar para ele, ele estava ao meu lado e colocou a kukri em meu pescoço, nem a salíva descia naquele momento. Meus olhos estavam arregalados, isso sim me assustou, eu estava quase sem reação. Ele tira a kukri do meu pescoço. Coloca sua mão em meu rosto e aproxima nossos rosto, sua boca estava, novamente, a centímetros da minha. E então a pergunta: "E isso... você vai suportar?", depois ele se afastou, ligou o carro, desta vez foi devagar.

Finalmente pude respirar, abaixei a cabeça e olhei para as minhas mãos, trêmulas. Mordi meu lábio superior e franzi o cenho. Respirei fundo.

- Voc...você não podia deixar eu viver em ... outro mundo ... não é mesmo? - perguntei com a voz trêmula, sem olhar para ele. Apenas encarando minhas mãos que agora, agarravam a saia xadrez que eu vestia. Olhei para ele tentando mostrar firmeza. Ainda sim, segurando o choro, tentando não demonstrar isso. - Voc...Você... Não podia me ver feliz daquel....e jeito, não é?! Tinha que mostrar que ... Tudo mudou! Que eu posso morrer a qualquer instante! Eu sei! Eu não sou uma... pessoa forte como você mas... eu tento! Ainda assim... tão de repente...- virei para a janela e apoiei minha cabeça em minha mão.

- Eu vou estar preparada... para "isso"... - murmurei ainda trêmula.