Tópico Arkham City

10 Respostas

~Sithis

Usuário: ~Sithis
• Underoos •
Administrador do Grupo


Arkham City (Também conhecida como Velha Gotham) é uma Super-Prisão fundada pelo Prefeito Quincy Sharp e dirigida por Jeremiah Arkham. A prisão foi construída para abrigar os ex-prisioneiros da Blackgate e do Arkham Asylum, tendo enormes muros impenetráveis que só poderiam ser acessados por meio das diversas portas de alta segurança ao redor das instalações e dos mais variados dispositivos de segurança para que torne a escapatória dos prisioneiros algo que beirasse o impossível. A Super-Prisão ocupa quase metade de Gotham, incluindo diversas construções anteriormente importantes para a história da cidade, tendo como exemplo o Primeiro Banco Nacional de Gotham City, ou as Indústrias Químicas ACE. A única regra de Arkham City é "Não escapar da prisão", o que posteriormente tornou a cidade em uma completa anarquia, tendo também a formação de diversas gangues que brigavam por dinheiro, armas e territórios.


Localizações

• Park Row
• Amusement Mile
• Subway
• Bowery
• Wonder City
• Wonder Tower

Pontos de Interesse

• Antiga Delegacia do DPGC
• Indústrias Químicas ACE
• Banco Nacional de Gotham City
• Tribunal de Solomon Wayne
• Igreja/Centro Hospitalar
• Distrito Industrial (The Joker's Funland)
• Instituto Cyrus Pinkney de História Natural
• Clube Iceberg

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
King
Administrador do Grupo


Distrito Industrial.

Arkham City parecia afundada o suficiente na loucura quando longe da tal Joker's Funland. Uma tática inteligente do governo; Aproveitar-se da insanidade e do sadismo dos piores moradores de lá, jogando-os em uma cela com certa liberdade para jogarem-se uns contra os outros. Poupariam os gastos e os esforços daqueles que poderiam lidar com coisas mais importantes, ou não. E todo aquele lugar parecia brincadeira de criança perto do local onde o Palhaço normalmente ficava, que por sua vez, era o alvo de um certo alguém que queria tirar satisfações.

Seus homens estavam de guarda no armazém — armados até os dentes, como de costume, usando máscaras de palhaço para ocultar seus rostos. Pareciam extremamente despreocupados, afinal, quem ousaria adentrar naquele lugar? Ou melhor, quem conseguiria? Até chegarem no quarto do Coringa, já estariam destruídos ou com algumas balas alojadas nos seus corpos, então raramente precisavam se preocupar com arruaceiros baratos. O que não era o caso.

Dos tubos de ventilação, algumas bolinhas caíram no chão, semelhantes a bolas de gude. Feitas aparentemente de metal, rolaram pra debaixo dos homens, que observaram por um tempo enquanto se perguntavam o que eram estas coisas. Logicamente, não eram tão inofensivas quanto pareciam: Após dois toques audíveis, explodiram, liberando uma cortina fumaça não-tóxica. Todas estas esferas continham nitrato de potássio, açúcar mascavo e bicarbonato de sódio, que explodiram quando o homem que as fez acionou um simples botão.

Uma explosão maior destruiu o teto do local, fazendo com que destroços caíssem junto de uma pessoa. Demolisher. Aproveitando-se da distração que ele mesmo criou, nocauteou os homens com poucos golpes e de mãos limpas, como se aquilo fosse a coisa mais simples do mundo de se fazer. Desta forma, um a um iam caindo no chão, onde a cortina de fumaça tornava impossível fitar o que estava acontecendo, se não ouvir os ossos quebrando. E quando a fumaça abaixou, o único de pé sobre os corpos dos mercenários era Demolisher, sem arma alguma em mãos.

Alguns tiros acertavam as suas costas, ricocheteando algumas vezes. Um último soldado atirou na esperança de derrotá-lo, de um jeito estranho que se assemelhava ao de um "cowboy" duelando. Apenas não descarregou o pente em Demolisher por culpa do mal funcionamento da arma, que agarrou a munição, e mesmo assim não causou dano algum. — Você aprendeu isso nos filmes? — A voz robótica do homem, outrora silencioso, soou de um jeito ameaçador enquanto fitou-o sobre o ombro. Em uma velocidade imensa, se aproximou do homem que tremia de medo, socando-lhe o rosto de um jeito com que acabou o jogando contra a parede.

Recolheu a arma do chão, deixando o cartucho cair e manobrando novamente o ferrolho, ejetando a munição. — É uma automática. Não perca o teu tempo tentando amortecer o coice desse jeito patético, seu imbecil de merda. Isso se faz com um revólver. — E por fim, acertou-o com uma coronhada, o nocauteando na hora. — Você não tem dinheiro pra me pagar, mas aluga os serviços desses imbecis, palhaço?— Jogou a arma ao lado do corpo desmaiado, voltando-se agora para Joker. — Cadê o meu dinheiro? Você tem dez segundos. Ou eu decoro esse lugar com as tuas vísceras.


~Sithis

Usuário: ~Sithis
• Underoos •
Administrador do Grupo

The Joker | Distrito Industrial


É certo de que os dias em Arkham City sempre foram deveras agitados, visto que esta era uma cidade sem leis constituída apenas por criminosos insanos e gananciosos. Mesmo que a paz ainda não estivesse presente naquele lugar, o dia de hoje parecia ser uma exceção, o que preocupava os habitantes de Arkham City pois isso poderia significar planos nefastos vindo à tona. Até mesmo os capangas estranhavam tal comportamento, tendo destaque aos capangas do Coringa. The Joker, ou O Coringa, era conhecido como o chefe de uma das gangues mais perigosas e poderosas de toda Arkham City, não tendo sequer um dia de descanso. A gangue estava sempre causando balbúrdia, ou o próprio Joker pregava peças muitas vezes mortais, tudo por diversão, armamentos e mais poder. Muitos agradeciam pela suposta "pausa" de Joker e sua gangue, enquanto outros rezavam imaginando o que estaria por vir.

Lá estava o palhaço fumando seu charuto com uma taça de vinho tinto na mão, sentado em seu trono antigo e desgastado. Estava aparentemente impaciente, como se estivesse esperando por alguém, enquanto alguns dos guardas por perto cochichavam sobre o comportamento duvidoso de Joker. O silêncio na sala era intimidador, e logo fora interrompido por algumas bolinhas, como bolinhas de gude, saindo dos tubos de ventilação. Os capangas se entreolharam e aguardaram por alguém destemido o suficiente para investigar, e antes que alguém se candidatasse para tal feito, as pequenas bolinhas liberaram uma cortina de fumaça que cobriu todo o local. O Joker permaneceu em seu trono enquanto dava goles em seu vinho e risadas que se tornavam cada vez mais histéricas, até o próprio teto cair sobre a cabeça de seus capangas. Quando a fumaça baixou, reconheceu a figura que estaria em sua frente: Demolisher. Era o mercenário a quem havia contratado, e agora este estava perseguindo o palhaço atrás de seu dinheiro. Quando notou a aproximação do homem, soltou o charuto e a taça de vinho para bater palmas para o homem de forma zombeteira. — Bravo, bravo! Tenho que admitir que você sabe como fazer um show. — Comentou inclinando-se para frente, apoiando os braços sobre as pernas. — Isso seria engraçado. De qualquer forma, dez segundos é o suficiente. Pra começar, você se atrasou, e isso é muito desrespeitoso em primeiros encontros. O Batsy não faz isso. Segundo, você terá seu precioso pedaço de papel em dobro, mas com uma exceção... — Levantou-se, pegando uma maleta prateada que estava sob suas pernas, logo em seguida abrindo a mesma e jogando no chão, assim revelando seu conteúdo, que já era óbvio.

Aproximou-se do homem em passo curtos e abriu um sorriso largo e psicótico enquanto encarava o mercenário. — Você vai me trazer o morcego vivo essa noite, e vai exterminar os seus amiguinhos. Todos eles! — Gargalhou histericamente após a última frase, jogando-se em seu trono com os braços abertos. Em instantes voltou ao normal, apoiando uma perna sobre a outra. — Você tem até a meia-noite, e tente não se atrasar dessa vez. Agora, xô! Tenho outras coisas a fazer. — Ordenou, fazendo gestos com as mãos com seu já tradicional sorriso estampado no rosto.

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
King
Administrador do Grupo


Distrito Industrial.


Caminhou lentamente, desviando dos corpos e deixando algumas pegadas de sangue no solo de madeira, enquanto encurtou a distância entre ele próprio e o palhaço. Era muito difícil saber qual era o humor de Demolisher por culpa de sua máscara; O que o tornava ainda mais assustador, pois era impossível saber o que viria dali em diante. A julgar pela mão próxima do coldre, não seria nada bom. — Eu não estou aqui pro teu entretenimento, palhaço. Você tem 4 segundos.

E então, deu ouvidos ao que Joker tinha a dizer, imóvel e em total silêncio, ou pelo menos até o primeiro comentário do palhaço. — Não me compare a aquele vigilante. O atraso se deu porque um escroto de merda não comentou sobre certas partes do trabalho, não é, Jack? Então precisei de mais dois minutos para ter mais de 98% de chances de êxito. E consegui. — Não esperava que Joker fosse entender, logo acompanhou-o com o seu olhar, até chegar na maleta. Era isso sim que lhe interessava; Não interessava como o Coringa tinha tanto dinheiro em mãos, desde que pagasse pelo seu trabalho.

Agachou, pegando algumas das notas para verificar se aquilo não era mais uma das pegadinhas dele, o que era algo constante e extremamente irritante. — O morcego vivo? Qual é a da sua fissuração nele, seu estranho? Ainda não tem culhões para matá-lo ou quer fazer isso por si próprio? — Guardou as notas na maleta, fechando-a para finalmente se levantar. — Não interessa, de todo o jeito, desde que eu tenha o dinheiro na minha mão. É bom que seja verdade, se não eu arranco o seu rosto fora e dou de comer pra Bat-Família. — E finalmente se retirou. Dali para frente, Batman e seus amiguinhos seriam assunto de Demolisher, que teria de dar o seu jeito para derrotá-los.

O dinheiro foi guardado em seu cofre, para que mais tarde servisse para outros... Trabalhos. Era desta forma que conseguia seus equipamentos, de última geração e da melhor qualidade, os quais tornavam Demolisher ainda mais perigoso. E com todo aquele dinheiro devidamente guardado e protegido, teve de começar a preparação para atrair Batman até aquele lugar. Usou-se de alguns prisioneiros, consumidos por extrema fúria e rancor pois seria fácil manipulá-los, ora pois, a maioria dos presos de lá culpavam o morcego por isso. Por tê-los arruinado.

Tomou rumo em direção ao Departamento de Polícia de Gotham, agora abandonado e praticamente em ruínas. Lá seria palco da chacina contra a "Bat-família", logo Demoliser tratou de armar diversas e diversas armadilhas em todo o lugar, para aumentar as chances de sucesso. Sabia o quão ardiloso o Morcego e seus companheiros eram, logo ele mesmo poderia estar em risco se não fosse com tudo o que tinha. Obrigatoriamente, teria que usar suas melhores táticas.

O grupo grande tomou conta do prédio da GCPD, armados e com placas, tudo para chamarem a atenção do morcego. Desta forma, pareciam obstinados por vingança; Venha, Batman, ou sairemos de Arkham City para ir até você. Faltava apenas mais um detalhe para chamar a atenção — Demolisher havia consertado um objeto que fora feito exatamente pra esse intuito, cujo não era usado há muito tempo.




O holofote então refletiu o morcego nas nuvens, como uma forma de desafio para o Cavaleiro das Trevas. O Mercenário ficou por alguns segundos observando o símbolo nos céus, rindo sarcasticamente. — Essa vai ser a última vez que a sua luz vai brilhar no céu, morcego. Teu túmulo vai ser aqui. — Com os preparativos para o embate finalizados, se retirou do prédio, escondendo-se em um não tão distante. De lá, esperaria o momento certo para surgir, e contava que a família inteira aparecesse lá. Não seria problema se apenas um fosse ao local, onde era só questão de matá-lo para atrair os outros feito cães adestrados.

~Blaziken - Clan Dragon

Usuário: ~Blaziken
Blaze your Soul

Haley B. Zephyron - Arlequina

Saltitava enquanto fazia suas atividades diarias, de manter o lugar em ordem. Ou pelo menos tentava. Acabava com discussões e brigas vindas da parte dos capangas do Coringa. Era muito respeitada dentro dos domínios do "namorado".

Usava suas roupas de criminosa. Segurava uma carta de baralho, a rodopiando nos dedos enquanto caminhava pelos corredores. A carta se tratava de um coringa, com uma marca de batom vermelho nela.

Reparou que alguns capangas estavam caidos no chão, e partes do local estavam quebradas, mas simplesmente ignorou isso e continou caminhando para ver o seu "pudinzinho". Chegou na sala no momento exato em que outro homem saiu. Correu até o trono do coringa e o abraçou, dando-lhe um beijo na bochecha.

- Olá pudinzinho! O que o Demolisher estava fazendo aqui? Está aprontando algo? Hihi - Disse sorrindo, se sentando na lateral do trono dele, colocando os braços cruzados em cima do braço da cadeira. Seu olhar misturava uma falsa inocência e admiração. Ninguem no mundo sabia explicar o por que de Haley gostar tanto daquele homem, nem ela mesma.

~Sithis

Usuário: ~Sithis
• Underoos •
Administrador do Grupo

The Joker | Distrito Industrial


Após a retirada do mercenário, o palhaço encarava o vão e arquitetava seus próximos passos mentalmente. Notou a repentina aproximação da Arlequina, que lhe recebeu com um abraço e um beijo na bochecha, mas permaneceu sem reação até suas próximas perguntas. — Harley... Nós temos a faca e o queijo. — Retrucou, dando breves risadas ao final da frase. Levantou-se de seu trono e caminhou com passos curtos até um dos corpos em meio aos destroços, em seguida retirando seu revólver da cintura. — Olha só pra essa bagunça... — Sussurrou o palhaço, agachando-se em frente ao corpo do capanga que anteriormente tomou uma bronca do próprio Demolisher.

Ainda com sua arma em mãos, ficou cara-a-cara com um de seus capangas desnorteados, em seguida dando-lhe um tapa no rosto. O capanga abriu seus olhos lentamente, ainda confuso sobre o que teria acontecido naquele lugar, e quando se deu conta de que o palhaço estava em sua frente, lhe encarando com seu simbólico sorriso macabro, o homem por pouco não entrou em pânico. — Seja bem vindo de volta ao mundo real, cowboy. Espero que tenha tido uma boa noite de sono. — Disse Joker, divertindo-se com o desespero do homem, que arregalou os olhos enquanto se contorcia para escapar dali. Joker botou a mão sobre seu queixo e o apertou levemente, ainda sorrindo. — Calma, calma. Eu sei que precisa de alguns segundos para processar isso tudo, mas não há motivos para entrar em pânico. — Encostou o cano de seu revólver na cabeça do capanga, que parou de se contorcer mas permaneceu em choque. Revirou os olhos por um instante, mas logo voltou a encarar o tal. — Me desculpe, eu me equivoquei. É claro que há. — Puxou o gatilho, notando que a arma era falsa. Dela saiu um mastro que atravessou completamente a cabeça do homem, deixando aparente somente a bandeira ensanguentada que havia a onomatopéia "BANG!". Botou a mão sobre sua testa e balançou a cabeça negativamente, voltando a se levantar e desferindo um chute na cabeça do capanga. — Quando eu digo pra você matar o mercenário, você vai e mata a merda do mercenário! — Berrou aparentemente irritado, voltando-se à Arlequina e abrindo seu largo sorriso novamente.

Por que essas porcarias são tão reais?! — Disse em meio a algumas risadas. Arqueou uma das sobrancelhas e esfregou a sola de seu sapato no chão, limpando parte do sangue que havia nela. — Harley, nós teremos um convidado especial essa noite, e eu aposto que já possa imaginar quem seja. Espalhe a notícia e junte todos no pátio principal... Hoje vai ser um dia produtivo. — Ordenou, dando gargalhadas breves.

~Blaziken - Clan Dragon

Usuário: ~Blaziken
Blaze your Soul

Haley B. Zephyron - Arlequina

Arlequina observou e ouviu atenta as palavras do coringa. retirou a embalagem de um pirulito de cereja e o colocou nos labios. Observou toda a conversa que o Joker teve com um de seus capangas, balançando os pés inocentemente enquanto via a cena. Bateu palmas quando o homem caiu morto com um mastro enfiado na testa.

- Okaaay! - Disse animada em um tom de voz doce. Se levantou e começou a saltitar pela sala, saindo rodopiando a carta coringa nos dedos.

Haley saltitou um pouco pelo local, até encontrar um homem grandalhão e armado, que exibia seu corpo aos outros, se gabando. Todos os capangas proximos se endireitaram quando arlequina se aproximou.

- Ajoelhe-se! - O tom de voz fofo e gentil fez o homem grandão se abaixar, ficando na altura dela. Retirou uma fita cor de rosa do bolso e gentilmente, a amarrou nos cabelos dele. Segurou-lhe o rosto e continuou a falar - Avise todos que teremos uma visita importante. Reúnam-se no pátio principal. O morceguinho vem para jantar!

Começou a saltitar novamente, porém, assim que deu as costas, o grandão levou as mãos aos cabelos para retirar a fita. Haley se virou e lançou a carta em seus dedos na direção da mão dele. Ele soltou um grito de dor quando seus dedos decepados cairam sobre sua cabeça, a carta navalha cravada na parede.

- Eu não me lembro de ter mandado você tirar! - Deu uma risadinha fofa e fez um coração com as mãos. Todos os três sairam correndo, avisando a todos os outros o que estava para acontecer.

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
King
Administrador do Grupo


Departamento de Polícia - Prédio ao lado.


Demolisher mantinha uma distância a qual considerava segura, afastado do prédio onde pensava ser o túmulo de Robin e do resto dos Bat-Cães. Não tinha a intenção nenhuma de matar o morcego; Não interessava o que Coringa faria com ele, mas nem por isso se limitaria a ataques não letais. Ele e Joker estariam quites, e não se daria ao dispôr de não levar o combate a sério.

No parapeito de um prédio, Demolisher permaneceu atento a qualquer movimentação. Sabia que a Oráculo o veria: Pouco se importava. Batman iria levar a sério o Mercenário caso falasse algo sobre a sua verdadeira missão, onde não era a vida dele que corria tanto risco assim. Para o homem, matar uma menina presa a uma cadeira de rodas era tão fácil quanto preparar o café da manhã.

Sacos de merda. — Referiu-se aos homens que rapidamente beijaram o chão. Não esperava muito mais do que isso, no entanto, ainda era frustrante meia dúzia de homens sequer conseguirem fazer o morcego cansar. Por isso estavam presos: Não deviam culpá-lo. Que culpassem a sua própria inutilidade. — Onde estão os seus cães, Batman? Eles valem um dinheiro. Você também, mas a sua cabeça tem que estar colada ao corpo. — Alguns alto-falantes pelo local ecoaram a voz robótica do mercenário, que não estava presente no local. — A sua sim. Desista. E eu posso repensar se entrego eles ou não; Sabe que seria fácil rastreá-los. Eu já fiz isso, você não pode escondê-los de mim.

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
King
Administrador do Grupo


Distrito Industrial.




Uma risada quase inaudível escapava pelos lábios de Demolisher, que fitou Batman saindo da demolição do prédio; Aquilo era fácil. Serviu mais para livrar-se daqueles inúteis do que ferir o homem morcego, coisa que o Mercenário podia fazer por muito menos. E enquanto Batman balançava-se com o seu gancho, Demolisher despreocupadamente conferia a munição de suas pistolas, no aguardo do homem.


— Covardia, vigilante? Não acha que está trocando os lugares? Alguém como você, mesmo que inferior a mim, devia entender que seus métodos são… — Iniciou a discursar, ainda virado de costas para Batman enquanto seu olhar permanecia no gatilho de sua pistola. — Ineficientes. Você é o covarde que não consegue terminar o trabalho que começa. Não se pode travar uma guerra sem mortes… Já esteve em uma Guerra? — Foi então que guardou a arma em seu coldre, virando-se para o vigilante e finalmente o fitando, frente a frente. E mesmo com a máscara ocultando as suas expressões, a sua frieza e despreocupação era clara.


— Suas motivações pouco me importam, mas como eu disse, você vale uma grana… Mas eu sei que, no fundo dessa sua máscara, sabe que está a um dia ruim de virar algo como eu. E se esse dia for hoje? — Estava apenas brincando com o psicológico de Batman; Analisando-o, testando-o para ver onde chegaria. Sabia que provocações não o levaria a lugar algum contra aquele homem, mas o vigilante sentiria o peso caso Demolisher acertasse no lugar certo. E já tinha seus alvos. De seu cinto, retirou um pequeno objeto que tornou-se um bastão após o mercenário apertar o lugar certo, se preparando para lutar. — Diga pra si mesmo que eles estão a salvo. Você acha mesmo que estão? E quanto a você? —