Tópico [Game] The Begin of the Game

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~Kousan

Usuário: ~Kousan

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The Begin of the Game
O Começo do Jogo

Game


Era um dia de semana comum para os humanos, a costumeira "segunda-feira" para os jovens, que acordavam cedo e iam para o colégio resmungando irritados. Para os mais velhos, o trabalho era o que mais os incomodava, e dependendo do chefe, eram despedidos mais de cem por dia por todo o mundo. Mas também temos os...Hackers? É, eles são um caso interessante, escondidos da sociedade, se esgueirando pelo mundo com suas metas e sonhos, pensando em um lugar melhor ou até mesmo pior, eles são algo difícil de se explicar, não podemos nem mesmo imaginar o que eles pensam, teclando rapidamente em seus computadores ou notebooks sem parar, num nível incrível que alguns nem imaginam chegar. A vida para eles nem sempre é boa, mas quem sabe? Não somos eles, não podemos dizer o que eles viveram nem o que viram.

O dia fazia sol em muitos países, em alguns ao contrário, chovia sem parar. Dependendo de onde viviam, o lugar estava cheio de neve ou extremamente abafado. Nunca é fácil medir o clima de todo o mundo num só. Mas o que é fácil de saber é que, as vidas de certas pessoas pelo mundo inteiro estavam prestes a mudar, como num clique através de um controle remoto, um, ou uma certa deusa faria com que pessoas com uma inteligência a cima da média -ou não- começassem a ter suas vidas em risco por um prêmio muito maior, ser um deus.

50. 50 pessoas especiais -hackers- iriam desafiar seus alcances e disputarem pelo trono de deus da calamidade, iria ser algo difícil, mas com ajuda de um Guardião, seria possível eles chegarem até o fim.

--

A deusa já tivera criado a Central onde os jogadores seriam teletransportados, e como se ela esperasse por isso, se ajustou no centro do círculo -um tanto grande- criado para todos os jogadores ficarem cada um em um certo metal onde em sua circunferência possuía alguma barreira poderosa feita de magia, fazendo com que eles não pudessem atravessar a mesma. O chão? Não possuía. Estavam simplesmente flutuando no céu de algum mundo alternativo criado pela deusa.

E então, como num passe de mágica e um estalar de dedos da deusa, todos os 50 hackers escolhidos por olho foram transportados para lá, interrompendo qualquer coisa que eles estivessem fazendo, possuindo apenas o que estavam segurando e suas vestes.

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Regrinhas básicas!

- Espere a interpretação da deusa, antes de perguntar qualquer coisa em voz alta.

- Após o primeiro desafio ser postado, este post estará proibido de ser usado.

- Respeite.

- Comece a interpretar somente se tiver o guardião pronto em sua ficha.

~Okami-

Usuário: ~Okami-
Just a lamacorn

Kim SunHee – BluE Destruction


Minha cabeça iria explodir a qualquer instante. A xícara razoavelmente grande de café não estava surtindo efeito algum, e isso além de me irritar profundamente, estava me fazendo perder a concentração na minha lição de casa. Meu professor particular chegaria a qualquer momento e eu ainda não havia acabado de fazer minhas obrigações. Massageei minhas têmporas quando ouvi baterem na porta do meu quarto.

- Entre.

Falo um pouco ríspido. Uma de minhas empregadas entrou com uma bandeja cheia de guloseimas e deixou em cima da mesa onde eu estava estudando. Agradeci e ela saiu. Parece que ainda tenho um tempo para terminar minhas coisas. Ignorei a comida e comecei a trabalhar com um pouco mais de afinco. Abro o notebook e me controlo ao máximo para apenas fazer apenas uma pesquisa e não ir atrás de nenhuma coisa mais, por enquanto.

Sinto uma pontada da dor de cabeça e fecho meus olhos, quando os abro novamente não estou mais em meu quarto. Na verdade, não estou em lugar algum. Olho para os lados e a única coisa que vejo é escuridão total. Tento me mexer mas percebo que não há chão, estou flutuando. Aperto o notebook(que percebi estar comigo) contra meu peito e me encolho totalmente. Onde estou?

~Crai_IV

Usuário: ~Crai_IV
GIMMIE SOME OFTHAT COLD CA$H

~Cereza O'Hara – Accord~


Os dedos barulhentos sobre a tecla do computador era isso que tirava o silencio de casa naquele momento onde os relógios marcavam um número sem valor algum nas contas de matemática que aprendi, meia-noite havia chegado, normalmente, as pessoas solitárias costumam dormir essa hora, mas eu estava bem. Talvez fosse o café que me mantivesse acordada, não sei, apenas consigo afirmar que não é a primeira das noites que ultrapasso o horário natural de dormir da sociedade, apenas por entretenimento que a tela brilhante do computador me trazia, o café ajudava muito, sem duvida alguma.

Depois de alguns minutos escrevendo um artigo para a faculdade, fiz uma pequena pausa encarando meu trabalho e pegando a xícara de café ao meu lado para dar um gole, que triste, a xicara está vazia.

Sem muita vontade de sair dali retirei o notebook do colo e peguei o tablete desconectando o mesmo do carregador me dirigindo para a cozinha enquanto procurava pedir alguma informação extra sobre o trabalho com meu professor, sem sucesso, pois pelo visto ele não estava mais acessível. Deixei o tablet sob a mesa vendo se ainda havia café pronto e para minha infeliz surpresa não tinha, eu teria de fazer outro. Ergui o rosto bufando em protesto, queria terminar logo meu trabalho e meu vicio estava atrapalhando.

De forma um tanto bruta comecei a prepara o café pairando em cima dele o queimando com os olhos na esperança que ele ficasse mais quente e por um segundo eu quase senti que estava dando certo, mas a logica não quis que eu tivesse superpoderes então, não, eu não esquentei o café com o poder da mente, infelizmente. Minutos depois da minha tentativa falha de desenvolver pirocinese o café já estava pronto, finalmente. Adocei e coloquei em minha xicara pegando o tablete voltando para a sala.

Por um segundo eu senti uma dor na nuca, pensei que fosse apenas devido a falta de café então levei a xicara até a boca dando um gole curto, aproveitando o gosto do café até finalmente abrir meus olhos me vendo em um cenário completamente diferente de minha casa e quase instantaneamente a xicara de café escorregou de minhas mãos caindo no nada, o que contribuiu ainda mais para minha expressão de surpresa e para o grande circulo que eu formei com meus lábios.

~0O0K

Usuário: ~0O0K
Hacker


Mashiro Youkuzai - User3301



O sol surgia pelas nuvens, era segunda porém o meu domingo ainda não havia acabado.

- Droga! Onde ele está?!

- Esqueça isso, vamos voltar para a viatura e rondar umas quadras.

Escondido por entre os jovens de um bar, recuperava o fôlego tirado por uma perseguição. Já não estava mais com o meu traje de corvo e com isso me misturei com facilidade com a pessoas do bar.
O dono do bar e os jovens são seguidores do User3301, e por isso aquele era o único bar aberto em plena manhã de segunda.
Alguns perguntavam se eu era o tal User3301, claramente desmenti e segui o caminho de casa. Diante a um início de dia agitado, tudo o que queria era voltar pra casa e dormir o máximo possível.
Não sei se veio como pancada ou como um sopro, apenas sei que já não estava em lugar algum. Ao menos foi o que pude deduzir diante as imagens que vinham aos meus olhos.
Não podia sair, me comunicar ou até mesmo ligar pra alguém, não sei em que lugar estava e isso me deixava louco, louco de saber sobre tudo ali. Se estava morto ou não apenas sabia que iria ser contemplado por novas informações.

~Crai_IV

Usuário: ~Crai_IV
GIMMIE SOME OFTHAT COLD CA$H

~Cereza O'Hare – Accord~


Olhei ao redor um tanto assustada, havia pessoas, não queria contar simplesmente por indisposição, mas chuto que havia mais de trinta e nove pessoas por ali. Tentei me locomover, mas havia algo barrando minha passagem algo como uma parede invisível.

-Cada vez mais curiosa. – Murmurei pressionando a parede com o palmo testando sua resistência. Ergui o rosto olhando o teto do lugar, não passava de um mero nada escuro, no chão havia uma placa de metal e no centro parecia haver uma... Garota?

- Parece bem real... Hum... Meus sonhos estão ficando muito estranhos... É muita glicose... – Ouvi do garoto ao meu lado, um ruivo com a boca espumante. Arqueei a sobrancelha recostando as costas no nada e cruzando os braços com o tablete atrás deles.

-Isto com certeza não é um sonho – Digo corrigindo uma mecha de cabelo –Eu estava muito acordada quando vim parar aqui – Digo olhando para o garoto, se ele respondesse da forma que eu esperava minha tese de que aquilo estava acontecendo em tempo real seria confirmada.

~RockerSoul

Usuário: ~RockerSoul
Saint Doo

Viktor Diefork - Black Knight


Fazia horas que ele estava na mesma posição, em frente a sua grande máquina de hackear seja lá o que fosse, seus dedos iam de uma tecla a outra em uma velocidade muito descomunal para qualquer um, eram códigos e mais códigos que apareciam naquela tela em que passou o dia inteiro observando, nem sequer olhava para o teclado, sabia exatamente onde ficava cada letra e número.

Após um pequeno tempo excluído informações suas que havia encontrado em um pequeno banco de dados de sua antiga base militar, mas isso era a coisa mais fácil, como tirar doce de criança.

Sentiu a necessidade de que deveria sair de seu conforto para uma grande necessidade pessoal. Suas vestes foram deixadas em um canto do banheiro, a água quente caía sobre seu corpo, isso o deixava tranquilo e esquecia um pouco de seu trabalho. Seu cabelo perdia um pouco a tonalidade laranja com o tempo, fazia meses que havia pintado, e deveria fazê-lo novamente.

Ao sair e colocar suas vestes de costume, pegou a tinta no armário, já não havia mais um tom castanho, o laranja agora preenchia tudo. Para não esquecer, colocou a caixa de cigarro e um isqueiro no bolso da jaqueta, na calça um coldre com uma pistola que nunca esquecia antes de sair.


Sua cabeça parecia que iria explodir de tanta dor que sentia, ele não conseguia se quer tentar imaginar onde estava, a dor não deixava.

Aquilo era um tanto estranho para ele, um lugar desconhecido, ele não sabia onde estava, mas notou que não era o único presente naquele local desconhecido para ele.

~Crai_IV

Usuário: ~Crai_IV
GIMMIE SOME OFTHAT COLD CA$H

~Cereza O'Hare – Accord~


“Deus” repeti a palavra em minha mente um tanto desconfortável, a teoria de que havíamos sido trazidos aqui por uma força superior parecia plausível, afinal nenhum ser humano seria capaz de elaborar algo como aquilo, mas a ideia de ser trazida aqui por um deus me incomodava, pois no fundo no fundo havia um pouco de ceticismo em mim, coisas de criação.

Encarei o tablete dentre meus braços, ele estava com uma interferência estranha e seu funcionamento um tanto mais confuso, respirei fundo reiniciando o tablete, em sua volta ele continuava da mesma forma. De forma rápida e discreta fui bem sucedida em corrigir os defeitos do tablet com poucos códigos, ele voltara ao funcionamento, porem havia perdido boa parte de seus recursos por não estar mais em terra... Ou por ter algo de interferência.

Respirei fundo expelindo todo ar pelas narinas quase instantaneamente, voltando a cruzar os braços passando a analisar os presentes no espaço. Todos tinham notáveis feições juvenis, estudantes ao redor dos 15 a 19 anos, poderia ser muito bem algo em relação a escola, mas um deus não perderia seu tempo com algo tão fútil.

-Todos aqui parecem estudantes. – Digo um algo em comum incentivando os outros pensarem em teorias –Mas não é nada relacionado a escola, com certeza. – Bufo voltando a analisar os presentes, muitos magros, com marcas de uma vida caseira quase mórbida.

- Aparentemente, nenhum de nós é de sair de casa, suspeito que sei o porque – Digo relacionando a teoria anterior com o notebook nas mãos de um dos garotos que estava ali. Parei de pensar por poucos segundos analisando a garota no centro me perguntando se ela realmente nos trouxe aqui pelo motivo que eu imagino.

~Crai_IV

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~Cereza O'Hare – Accord~


Voltei meus olhos ao ruivo novamente analisando de cima abaixo, era realmente uma ótima vantagem social estar estudando psicologia na faculdade, eu podia facilmente saber quem era alguém só de olhar para seu rosto. Entrelacei os dedos atrás das costas ainda segurando o tablet, dando uma segunda olhada nas pessoas ao redor para confirmar minha teoria.

-Todos nós temos características presentes em sedentários, e pelo o que eu consigo ver em seus dedos, você meche no computador constantemente. – Digo com pupilas cansadas, o efeito do café estava passando, eu sentia a energia gerada por ele se queimar como lava. –Assim como eu.

-Cavalheiros... – Girei na ponta dos calcanhares erguendo o rosto e encarando o teto por alguns segundos –Todos nós realizamos crimes... Crimes grandes, aos quais eu suponho que não tomaram nenhum esforço de vocês, afinal, vocês tiveram a facilidade de realizar o ato porque... – Fiz uma pequena pausa dirigindo meu rosto até o chão permitindo que algumas mechas de cabelo o escondessem. –...Nenhum de vocês precisou sair de casa, estou certa? – Ergui meu rosto voltando a encarar o ruivo pegando meu tablet novamente procurando alguma utilidade nele.

~Okami-

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Just a lamacorn

Kim SunHee – BluE Destruction


Várias pessoas foram surgindo ao meu lado num passe de mágica. A cada pessoa nova que surgia, mais eu apertava meu notebook contra mim. Tentei me mexer mas me bati numa espécie de ”campo de força“ e resolvi tentar não atravessá-lo mais. Levantei a tampa do computador e tentei o ligar, sem sucesso. Estava com interferência e eu realmente não estou em condições de ajeitá-lo agora. Ouvi a teoria do garoto ao meu lado e pensei que ele poderia estar certo. Não existe uma tecnologia avançada o suficiente para fazer pessoas serem teletransportadas ao mesmo tempo. Se já existisse algo do tipo, eu saberia. Fechei a tampa e suspirei, cansado.

- Como você sabe...? - Encarei a garota loura perplexo. Mas se parássemos para pensar, fazia sentido! Ninguém aqui parece ser muito atlético, ou muito “sociável”. Se alguém tivesse nos apanhado, iríamos sofrer bastante as consequências. Mas como eu e vários outros aqui percebemos, isso não é obra de seres humanos. Me calei e passei a observar todos, eram realmente inúmeras pessoas aparecendo subitamente dentro desse espaço infinito.

~Crai_IV

Usuário: ~Crai_IV
GIMMIE SOME OFTHAT COLD CA$H

~Cereza O'Hare – Accord~


Dirigi meu olhar ao garoto de cabelos azuis voltando a me escorar na parede invisível arrastando minhas costas até o chão e escondendo meus pés cm à manga do suéter, eu estava começando a ficar com frio. Bocejei erguendo o rosto voltando a encara-lo, com uma pequena feição de sono, eu queria café.

-Estou cursando psicologia na sociedade. – Fecho os olhos –Faculdade, digo. – Corrigi –Não precisei nem mesmo de cinco minutos pra descobrir que nosso amiguinho ruivo aqui é um psicopata... – Fiz uma pausa –Ou isso ou ele foi mordido por um cachorro com raiva – Dou um sorriso sem graça, meu tom de voz soava um tanto cansado.

-E você, meu caro amigo smurf, acabou de confirmar minha teoria. – Abri os olhos ainda focada no garoto de cabelos azuis –Então acho que todos aqui são hackers, certo? – Perguntei retoricamente.

-O que vocês fizeram?