Tópico Trem Voador;

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~seiyadenatal

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Pousado em uma parte desocupada dos terrenos de Hogwarts, às margens do lago, o enorme trem voador de Ilvermorny mostrava-se imponente, com seus inúmeros seres luminosos que auxiliavam nos voos. O trem possuía cinco grandes vagões, além da cabine do condutor. Em cada um dos quatro vagões, nas suas portas, existem pequenas estátuas que simbolizam os animais mágicos símbolos das casas de Ilvermorny. Para adentar o vagão-dormitório, o aluno deve tocar a estátua e, caso tenha sido escolhido para aquela casa na sua cerimônia de seleção, poderá adentrar. A única falha do sistema é que, caso o aluno tenha sido escolhido para mais de uma das casas, também poderá entrar nestes dormitórios.

~Abaddon- - Clan Sídhe

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Ao chegar no território que se encontrava o grandioso trem Voador de sua escola, Geneviève se sentiu aliviada, afinal poderia descansar a mente em seu próprio canto, afastada de toda a barulheira que havia presenciado enquanto estava no enorme salão.

Se aproximou do vagão que era de sua casa em Ilvermorny, levantando a pequena e delicada mão, em direção da estátua da Serpente Chifruda. Foi em questão de poucos segundos que recebeu a resposta, vendo assim as medianas portas de madeira se abrirem. No entanto, antes de subir no vagão, a ruiva fitou o vagão seguinte, percebendo assim que o mesmo também havia aberto. Suspirou com aquilo; sabia que aquele casa também havia à aceito, todavia, preferiu escolher a casa à qual se identificava mais. Pelo menos era o que achava.

Sem pestanejar, resolveu subir no vagão logo, seguindo pelo estreito corretor, passando por algumas cabines para então chegar na qual tinha o próprio nome cravado em tamanho médio na porta. Ao abrir pode sentir o ambiente que tanto a agradava. Sentou-se na cama de solteiro, depositando em cima do coxão a pequena bolsa que levará para a cerimônia de boas vindas, para então se deitar e fechar os olhos.

Mesmo que tenha feito pouco tempo que chegará, já sentia saudades do ambiente escolar de Ilvermorny, nunca imaginou que sentiria falta, mas tinha que confessar que, abandonar a zona de conforto nunca foi algo que a agradece.

— Já estou sentimental demais. — resmungou se levantando.

Nunca havia ficado longe dos pais, talvez essa era a razão de estar se sentindo estranha, ou melhor dizendo, incompleta.

— Sinto a falta de vocês. — falou em um sussurro ao pegar o pequeno caderno de anotações e fitando a foto dos pais entre as folhas.

Talvez aquele vazio passasse logo, talvez não. No entanto, a ruiva acabou por preferir dormir e esquecer aqueles pensamentos. Precisava se manter firme, e sabia que a melhor forma de conseguir, era portanto todo o tipo de sentimentalismo que quisesse a dominar.

~seiyadenatal

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NARRADOR
{everyone}

~Abaddon- - Clan Sídhe

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Ao acordar, Geneviève fez toda a costumeira rotina e agora se encontrava fazendo os últimos retoques. Pegou um laço da cor vermelha e amarrou o cabelo, deixando a franja solta e o rabo baixo. Vestiu por último o uniforme da própria escola e então se pôs a descer do vagão, indo em direção do saguão de entrada, afinal, não poderia chegar atrasada para a cerimônia que iria acontecer.

~Niebla

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Alguém gentil
Isora V. Storm -- Ilvermorny -- Pássaro-trovão

Isora acordou meio confusa e sentou-se bruscamente na cama, a pior coisa que poderia ter feito, todo o enjoo voltou, a sensação terrível que sempre lhe vinha quando entrava em um trem como aquele. Ele não estava em movimento, mas só de se lembrar disso… O estômago gemia, mas tudo o que ela queria era um copo cheio de água.
Ela pega a varinha debaixo do travesseiro e desce do beliche com cuidado e olha pela janela vendo que já estava claro. O lago cintilava do lado de fora alaranjado como os raios do sol tímido de outono, o dormitório estava vazio, o que era bom, sem conversas, apenas calma matinal. Tinha perdido toda a abertura do evento e francamente não se importava muito com isso, formalidades não a atraiam e com certeza comentariam caso perguntasse.
Aguamenti. — Ela conjura tocando a varinha na pequena taça que trazia na própria mala e bebe o líquido como se fosse a melhor coisa do mundo.
Sentindo-se muito melhor, Isora se arruma e sai do vagão perguntando-se o que viria.