Grupo Imperium Magnum - A Nova Era



Grupo Imperium Magnum - A Nova Era
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Origem dos Drakons

Os Drakons são a geração anterior aos dragões só que são milênios mais velhos e muito maiores e perigosos alguns tem asas, e todos são venenosos, alguns não cospem fogo (embora a maioria o faça), todos são imensamente fortes e parecem com serpentes gigantes, seus olhos amarelos semelhantes a holofotes são tão assustadores que são capazes de paralisar uma pessoa, seu rugido é tão forte que é capaz de ser ouvido a quilômetros e quebrar mil janelas , ele se estende por 70 metros e é Largo como um ônibus escolar , tem dentes muito afiados suficientes para mastigar elefantes e suas escamas são mais fortes que titânio. O veneno de um Drakon é ácido e é capaz de derreter qualquer matéria.
Drakons viviam em um planeta chamam Halya, mas eles não eram Animais, eram somente espíritos. Houve a chuva de meteoros que exterminou os antigos seres da terra. Quando as grandes pedras caíram na terra, as pedras, lava e magma se uniram a seus corpos e alma deles que os fortaleceu. Nasceram então os Drakons. Eles viram o desenvolvimento do planeta, a evolução de todas as espécies desde os pequenos Procariontes até os primeiros homens na terra.
Os Drakons, se interessaram muito pela raça humana, a maneira que eles conseguiam viver em determinas condições e sobreviverem em tempos tão hostis e aquilo era fascinante na opinião deles, os Drakons então resolveram testar a raça humana, e ensinaram os humanos a usar o fogo para forjar o metal e fazer armas, por um tempo Drakons e humanos conviveram em paz e harmonia, até que alguns milhares de anos depois, os seres humanos decidiram que não queriam mais que Drakons imperassem e que assim, eles seriam a raça mais poderosa do planeta, e eles caçaram e mataram milhões de Drakons, levando a espécie a chegar próxima da extinção.

O contra ataque Drakon

A revolta dos seres humanos começou por volta do ano 383 a.C, a raça humana após anos adquirindo mais inteligência criou armas que machucavam gravemente os Drakons, mesmo com o imenso poder da espécie eles eram uma raça que não viviam em grupos e eram mortos pelos milhares de humanos que se uniam para destrui-los, raramente um Drakon conseguia sobreviver aos ataques humanos, e quando sobreviviam saiam gravemente feridos.
Os Drakons eram tão populosos quanto os humanos ou até mais, e em pouco tempo foram reduzidos a milhares e foram forçados a se esconder e formar grupos. Porém os humanos ficavam cada vez mais poderosos, com a quantidade de Drakons sendo tão reduzida suas aparições eram mais raras, e exércitos maiores eram enviados para eliminar os seres, os Drakons se esconderam por cerca de 500 anos, fugindo dos humanos até que um dia, um grupo de Drakons fez um contra ataque à uma base militante de humanos, os humanos que já estavam comemorando a vitória e nunca esperavam um contra-ataque, foram exterminados um a um em menos de uma hora, e todos as casas, fortalezas da cidade foram destruídos exceto um, o palácio que os sete Drakons tomaram como seu lar junto de sua líder, Titania.
Os Drakons decidiram que os seres humanos não tinham mais o direito de existir e eles iniciaram o contra ataque em massa tomando uma das capitais. Por 500 anos os Drakons se esconderam nas sombras evoluindo devagar e se adaptando, mas pelos próximos anos os Drakons vão atacar todos que ameacem sua espécie. A raça humana enviou vários exércitos cada vez maiores até essa cidade, nenhum dos exércitos retornou, e todas as noites uma coluna de fogo era vista na cidade, um recado dos Drakon dizendo "Ainda estamos vivos e ainda iremos lutar"

O Clan Dragone

O Clan Dragone é regido por Titania Dragone, uma dragão elemental que juntou outros drakons para o contra-ataque aos humanos, sendo a única dragão a manipular mais de um elemento. Mesmo sendo mulher, ela foi para a guerra onde ainda no campo foi nomeada Rainha, com a queda da humanidade aos seus pés, ela tem diversas conquistas. Seu clã é formado por outros drakons também elementais. Hoje em dia, ela aceitou a rendição dos humanos e agora vive em apenas um lugar, em Olegon. Todo dia nascem novos dragões, que durante a guerra permaneceram escondidos.

Elellon, o Reino Portuário:

Situado na região mais ao Sul, com grande extensão litorânea, Elellon foi erguida sobre os ombros dos humanos que, cansados das guerras contra os Drakons de Titania. Em troca da obediência, a rainha drakon lhes concedeu terras e o direito de se governarem, mas sempre respondendo aos Dragone.
Para evitar conflitos, o povo de Elellon abriu mão, voluntariamente de qualquer grande poderio militar. Preferiam deixar a guarda por conta dos Drakons que preferissem fazê-lo por ordem da rainha. Em compensação, Elellon é o maior centro comercial de todos. Agricultura, comércio, pesca, desenvolvimento tecnológico, alquimia... Tudo que se expande por meios econômicos, se expande em Elellon
Sua capital, Omballond é conhecida por ser a mais rica, culturalmente falando, graças aos conhecimentos e produtos que vem de terras além-mar (ainda que tudo seja sempre controlado pelos Dragones). Contudo, há uma rede do "mercado negro", com a qual os rebeldes fazem comércio. Sendo mercado negro, não há qualquer ética, desde que tenha lucro.

Olegon, o Reino de Titania

Nos grandes campos do Leste, se encontra o poder inabalável do Clã Dragone. Liderado pela grande Rainha Titania, os Drakons de Olegon são a força governante deste mundo. Possuindo ótimas relações com Elellon, ao Sul, o reino tem o controle diplomático e militar, ficando um pouco atrás apenas no meio comercial.
A capital, Enevrad, é famosa por ser um lugar belíssimo, com um suntuoso palácio no centro, guardado pelos melhores guerreiros Drakons sob comando direto da rainha. Nada acontece neste país sem que a rainha Titania descubra e tudo passa por seu aval.

Larastir, o Reino dos Dracos:

As terras montanhosas do Norte escondem perigos além de mistérios. Entre as altas montanhas de sua cordilheira se escondem Drakons que se rebelaram contra o poder da rainha Titania. Avessos a permitir a existência humana, os Dracos anseiam por destruir todos os humanos do mundo e criar o verdadeiro governo supremo dos Drakons, inspirados pelo antigo guerreiro Drakon (pensei de um "segundo em comando" da Titania).
Mesmo assim, não são descuidados, e vivem em cavernas e tunéis escavados nas montanhas. São um povo muito orgulhoso e com uma grande tradição guerreira. Sua capital, Eredhel, possui localização exata desconhecida, estando escondida no cerne das montanhas

Valonde, o Reino das Planícies:

Ostentando seu poder a oeste, é composto por humanos que se negaram a viver sob o julgo dos Drakons, se rebelando e migrando para lá ao longo dos anos. Sem dúvida, é o reino com maior poderio militar humano, e pesquisaram as várias formas antigas de como caçar e matar Drakons, aprefeiçoando-as para destruir as forças de Titania.
Sua capital, Bywood, uma cidade altamente fortificada, se encontra na orla de uma grande floresta, onde seus guerreiros praticam dia e noite, sem parar, se preparando para investir contra todos os Drakons que surgissem.

Clã Aloris: A Força Comercial (Humano)

Logo após o contra-ataque dos Drakons e a formação do Clã Dragone, muitos humanos julgaram que, para sobreviverem, seriam obrigados a aceitar os termos impostos pela rainha Titania, dos Drakons. Subserviência em troca de suas vidas.
Naturalmente, os humanos não poderiam simplesmente aceitar se tornar “gado” para os Drakons. Ainda que oferecessem rendição, não o poderiam fazer sem condições honrosas. Uma série de debates se seguiu entre os humanos, para escolher um representante para negociar com Titania. Alguém influente e de certo renome, diplomático o bastante para cair nas graças da rainha dos Drakons e resgatar os direitos dos humanos.
Após um intenso debate, um homem chamado Frederich Von Aloris foi escolhido para representar a causa. Um comerciante sagaz, com ótima lábia e jeito para diplomata, o Aloris solicitou uma audiência com Titania para discutir sobre o que seria feito dos humanos que aceitassem se render a ela. Para ambos era um tipo de jogo, uma dança e um passo em falso seria o fim. O debate se deu por horas, uma linha cada vez mais tênue entre a convivência pacífica e o total extermínio dos humanos. Mesmo assim, Frederich se mantinha firme em seus argumentos. Cedia pouco, mas nas horas certas. Seu objetivo inicial seria uma trégua entre humanos e Drakons, mas o rancor pelas perdas de ambos os lados ainda era forte demais nas memórias dos vivos, e por isso Titania estava cada vez mais inclinada a destruir Aloris e seu povo.
Por fim, Frederich deu sua última cartada. Seu trunfo. Uma proposta que nem mesmo Titania poderia recusar. Os Drakons deixariam os humanos viverem em paz. Concederiam terras e o direito de se autogovernarem. Em troca, abririam mão de poderio militar e responderiam ao Clã Dragone. Aloris alegou que seria vantajoso para ambos, uma vez que os humanos poderiam seguir com suas vidas e Titania sempre teria um olho entre eles, sem ter, no entanto, que se preocupar em administrar outro território.
A rainha aceitou a proposta, concedendo por escrito todos os direitos que Aloris solicitou, entregando também a maior parte do território ao Sul, de grande extensão litorânea para impulsionar o comércio, troca de conhecimentos e cultura. Como acréscimo pela coragem (ou loucura) de Aloris, Titania o nomeou como vice-rei, tornando-o o líder dos humanos, mas sempre respondendo diretamente a ela.
Assim, nasceu o Clã Aloris, que, sob a liderança de Frederich, promoveu grande crescimento econômico e cultural às suas terras. Contudo, não conseguiu (ou preferiu ignorar) as ações do mercado negro, que crescia ao negociar com inimigos dos Dragones. Naturalmente, nada jamais foi provado.

Clã Vinande: A Espada Vingadora (Humano)

Quando Aloris subiu ao poder, nomeado por Titania, não foi algo visto com muito entusiasmo por alguns de seus compatriotas, sobretudo para os guerreiros humanos. Claro, seu povo continuaria vivo, mas a que custo? Jogar fora seu orgulho e baixar a cabeça aos malditos lagartos? Nunca!
Muitos já se mostravam insatisfeitos com tal situação e abandonaram as terras cedidas pelo Clã Dragone antes mesmo que o reino de Elellon se formasse em efetivo. Uma rebelião silenciosa, como uma nascente que brotava por sobre a terra. Quem encabeçava este grupo era uma mulher chamada Mikaela Vinande, descendente de uma nobre família de guerreiros e considerados por muitos como heróis da guerra contra os Drakons. Mikaela cresceu, alimentando desde o berço um profundo desprezo pelos antigos dragões e um gigantesco orgulho pela tradição combativa de sua família.
Agora, Mikaeala, como tantos outros, sentia-se traída pelos humanos que haviam se tornado, aos seus olhos, servos dos Dragone. Seus pais haviam morrido, lutando contra a ameaça que era Titania, bem como seus avós, os pais de seus avós e tantas outras gerações da família Vinande (fato este que Mikaela muito se orgulhava). Era uma guerreira, uma lutadora implacável, fruto de vários anos de treinamentos e aperfeiçoamento de técnicas para matar Drakons.
Claramente furiosa pela posição de Aloris e os que o seguiam, Mikaela convocou pessoalmente outros insatisfeitos com a situação e coordenou uma retirada daquelas terras. Iriam buscar um lugar onde pudessem ser realmente livres. Onde pudessem se preparar devidamente. E onde poderiam esperar o estouro da nova guerra contra os malditos Drakons.
Mikaela e seus seguidores rumaram para o Oeste, além de onde Titania pudesse procura-los, e lá se assentaram. Um acampamento que se tornou um vilarejo. De vilarejo, em cidade. Com os anos, um reino começava a se formar. A nascente agora se transformara num rio caudaloso.
Inspirados pelo espírito de liderança de Mikaela, o povo da região a clamava como rainha, dando origem ao Clã Vinande, e todos diziam que ali nasceriam os grandes heróis que derrubariam as forças de Titania.

Clã Eron: Antigos Caçadores (Drakons)

Quando os Drakons realizaram seu contra-ataque, um dos principais guerreiros que estavam ao lado de Titania era um Drakon selvagem e brutal, Diácon Eron. Diácon tinha uma sede insaciável pelo combate e por caçar os humanos.
Então, não foi surpresa sua indignação quando Titania aceitou a rendição dos humanos. Como aceitar isso? Humanos não passavam de vermes sem importância, que serviam apenas para ser esmagados pelo poder dos Drakons. Diácon discutiu fervorosamente com Titania, ansiando o retorno das batalhas contra os humanos, mas a rainha já estava decidida. Os humanos haviam se rendido ao Clã Dragone e as guerras estavam terminadas.
Diácon não aceitou aquela decisão e enfurecido se reuniu com outros Drakons que compartilhavam de sua mesma visão radical e quase fascista. Eles deixaram as terras de Olegon e rumaram para as montanhas do Norte. Lá, eles se instalaram, em cavernas e túneis, escavados por eles ou pela natureza. E lá aguardariam a chance de voltar ao mundo para destruir tanto os humanos quanto os Drakons que, sob regime de Titania, teriam ficado mais fracos e moles.
Liderados por Diácon, nasceu o Clã Eron, um bando terrivelmente selvagem e combativo, muito mais do que qualquer força da natureza conhecida. Entre eles, jamais haveria lei, jamais haveria ordem. A única lei seria a lei do mais forte.


{RPG em construção - Mas aberto <3}


Manhã: 12ºC






Inspirado em Game of Thrones

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