Tópico [LOJA/MORADIA] Le Boutique Bar.

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~AnnieBeaumont

Usuário: ~AnnieBeaumont
Ann
Administrador do Grupo
Está cansado depois de um dia de expediente e precisa desestressar? Sim, você veio ao lugar certo! Este majestoso bar que encontra-se de frente ao Palácio Real é um dos mais famosos por toda Paris, e agora temos uma filial aqui. Conheça as variadas bebidas e batidas que só a família Le'Bleu pode proporcionar à capital inglesa...

~ScarletBeaumont

Usuário: ~ScarletBeaumont

Moderador do Grupo

Faziam exatos quinze minutos que eu havia saído da Scotland Yard. Não aguentava ver tanto defuntos, mas o quê, por Deus estaria acontecendo em Londres? Muitas pessoas não morrem assim por acaso. O mais intrigante foram suas duas marcas encontradas no pescoço de três vítimas, sendo que elas também tinham menos sangue ao que aparentava. Pedi ao garçom um vinho tinto, do mais caro, apenas para começar a minha noite. Não era sempre que eu saía bebendo por aí, minha irmã realmente detesta, pois quando chego na mansão eu sempre me esqueço de como se sobe a escada. Mas hoje é uma situação especial, não estou com muita cabeça para ouvir desaforos do chefe... Aliás, ele já foi meu cunhado também. Tomei a taça toda em apenas um gole enquanto todos me encaravam. Em minha mente, as concepções que eu tinha disto eram: "Ou me olham porque sou nobre, ou então porque sou bela... Não, quem sabe seja os dois." Sorri de canto dos lábios, deixando espairecer-me discretamente com um parcial sentimento de satisfação. Então a porta do bar de abre, e uma figura qual eu nunca havia visto por ali resolve aparecer. Fiquei curiosa para saber se aquilo em suas vestes eram realmente sangue, mas quando a ouvi dizer aquilo, meus olhos saltaram e um sorriso se formara em meus lábios, foi a hora que resolvi me manifestar. Sentei-me ao lado dela e pedi:
- Garçom, ela disse que quer vinho tinto também! - gritei, o garçom parecia bem ocupado, pois mal a ouvira. Voltei meu olhar para o dela com um sorriso alegre, como se fosse apenas uma nobre bêbada dando uma de generosa.

~Lisune

Usuário: ~Lisune
Passing by here.
Nem mesmo adentrei direito meu estabelecimento e já avistei duas figuras peculiares. Uma dama que não se comportava como tal, e um ser encapuzado.
Sinceramente, tipos assim espantam meu comércio, e não tenho muita paciência com os mesmos.
Mas, são clientes. Tenho que pensar nestes apenas como clientes.

Circundei com o olhar a situação do local, e por hora, meus criados haviam feito um bom trabalho.
Disseram algo estranho sobre a pessoa de capuz pedir por sangue. Não pude deixar de rir disso.

- Boa noite, pessoal! - Fui saudada com uma euforia de cumprimentos. Muitos dos clientes eram freqüentadores do bar. Podia até dizer que tinha certa intimidade com os mesmos. Essa intimidade me era muito útil, e continuaria sendo. - Já pediram algo para beber? - Perguntei com uma das mãos na cintura, já muito próxima da extravagante dama e do ser encapuzado, que de perto pude notar: era uma garota.


~Lisune

Usuário: ~Lisune
Passing by here.
Estava cada vez mais incomodada.
O que há com a tal garota, pra ela nem mesmo responder olhando para minha face?

Mas, o pior de tudo são suas roupas, sujas e manchadas de sangue. Sangue, que com certeza não era dela.
É verdade que ela tentava escondê-lo, e isso me deixava irritada.
Não deixaria ninguém causar no meu bar.

- Que bom, que bom. - Sorri de maneira gentil. - Estou sempre preocupada com o que os meus clientes. O que pensam sobre o local, se estão confortáveis... Mas acima de tudo, se nada lhes incomoda. - Ainda mantendo o sorriso, mandei-lhe uma indireta. "Saia do local. Sua presença incomoda."

Nem mesmo terminei de falar, e logo adentrou outra.
Emanava tensão. E sua falta de alegria contaminava o ambiente.
É claro que me dirigi a ela. Tinha de pelo menos, observar o que estes encrenqueiros queriam.

- Boa noite, senhorita. - Sorri por educação. - E o que deseja? - De olhos hostis, mantendo uma sorriso simpático, encarava-a quase expulsando.

Por que esta noite tinha que estar tão movimentada?


~Sensei-Miojo

Usuário: ~Sensei-Miojo
ROCK N' ROLL
enquanto caminhava pelas ruas houvi buatos que haviam inaugurado um novo bar,como estava com bastante tempo livre acabei indo visitar o mesmo,cheguei e adentrei o estabelecimento haviam certas figuras curiosas por la mais nao dei importancia,apenas me centei em uma mesa e fiquei observando o local,vejo uma pessoa de capuz,aparentemente aquilo no capuz dela era sangue,sim era sangue o cheiro nao mentia,era sangue fresco pelo cheiro,pego meu cordao e corto meu dedo apenas pela emoção de ver o sangue sair e logo em seguida a carne se regenera.
-alguem pode me atender?-digo educada e fria enquanto via o sangue sair do meu dedo.

~Lisune

Usuário: ~Lisune
Passing by here.
Mas que dia horrendo está sendo.
Por que isso tinha que estar acontecendo logo no meu bar?
Malditos seres!

Clamei por meus três criados, logo dois deles imobilizaram o vampiro para eu conseguir estacar meu punhal em seu pescoço. Com um grito de dor, o ser liberta sua presa e meu último criado amarra-lhe a boca.

- Já havia avisado, não? - Torci o punhal, rasgando o local em formato de um círculo. - Deveria ter saído daqui o quanto antes. - Desci com a lâmina, trançando um caminho até o coração, parando bem próximo deste. O profundo ferimento jorrava sangue e o ser tentava se debater em busca de liberdade. - Você sabe o que acontece a um vampiro sem seu precioso sangue? - Pressionei ainda mais o corte. - Podemos descobrir juntas, antes de você ser desmembrada. - Sussurrei com um breve sorriso. Não deixaria que escapasse. Não depois do prejuízo que me causou.

Era claro para mim que vários dos clientes daquele dia não voltariam mais, mas tinha que me lembrar dos que voltariam, e isso estava explícito na face de cada um. Como esperado, muitos estavam paralisados de medo, alguns haviam desmaiado, mas os mais peculiares tinham uma expressão diferente. A garota a qual havia acabado de me dirigir parecia estar ainda mais tensa, faltava pouco para perder sua consciência, podia notar isto também, na suposta vítima cujos ferimentos já haviam se regenerado. Por que tantos vampiros haviam se reunido hoje, justo aqui?

Sinalizei para meu terceiro criado "cuidar" da suposta vítima, enquanto um dos dois que me ajudavam a imobilizar o ser, se dirigia ao último monstro.

- Gin e Kin podem guiar estas duas damas para saída. - Sorri com simpatia no rosto. - Tenham uma boa noite, senhoritas. - E não voltem mais.

Já estava cansada disso.
Era horrível só o fato de ter que falar inglês todos os dias e Londres agora me vem com essa de seres lendários.
Ah! Por favor, podiam ter ficado só nas estórias.

- Vamos fazer o teste? - Dirigi-me de volta a minha presa. Ela mais do que nunca havia se debatido em movimentos inúteis buscando liberdade. Talvez houvesse pensado ter alguma chance pela saída de meu criado. - Que tal começarmos com o coração? - Punição àqueles que me atrapalhassem, e talvez a morte seja a mais apropriada delas.




(OFF: Peço que por favor joguem sem depender e abusar de suas raças e poderes. Senão, a história simplesmente não flui.)

~Lisune

Usuário: ~Lisune
Passing by here.
Ah, que maldita força!
Havia quebrado uma costela e fraturado algumas, sem dúvida.
Enquanto analisava minha situação, logo a vi em minha frente, ameaçando-me com meu punhal. Tinha um sorriso maligno no rosto.
Simplesmente um monstro.

Agarrei a lâmina encostada em meu pescoço com a mão mais próxima, e logo o sangue começou a escorrer.
Como esperado, o ser não agüentou, tentando abocanhar a ferida. Aproveitei-me do resultado para cravar com força outro punhal em seu pescoço com a mão livre.

Pude ver o ser rolar sem jeito pelo local e ser imobilizado por Gin e Kin, que haviam acabado de adentrar o bar. Corri da forma que pude, sentindo os ossos quebrados roçarem entre si. Maldição! Como aquilo doía.

Já próxima, lancei-lhe outro punhal mirando o coração, e ainda de pé, pisei sobre este.
Tinha a certeza de que havia alcançado o órgão esperado, assim como sabia que aquilo não a mataria.
Passei então, a torturá-la. Fazia-lhe cortes profundos, atingindo principalmente os nervos e para que não se recuperasse tão rápido, mantinha as lâminas no local atingido.
Logo, ela não conseguia nem mesmo se debater, apenas gritava de dor. E claro, não demorou muito para eu privá-la disso também, fazendo Gin amarrar-lhe a boca.

Abaixo do ser, havia se formado um enorme poça de sangue.
Ela vem causar aqui, e ainda deixa presentes. Vai dar muito trabalho limpar isso, se secar e endurecer.

- Ouça-me bem, monstro. - Falei o mais alto e claro que minha feridas permitiam. - Irei poupar sua vida hoje, mas não retorne nunca mais a este local, nem mesmo pense em fazer a gracinha de tentar matar qualquer um que aqui freqüenta. - Não consegui notar se havia escutado ou entendido, pois não podia se mexer devido aos cortes, mais do que isso, a falta de sangue havia deixado-a muito fraca.

Acompanhei Gin e Kin que a carregavam.
Jogamos-a no rio mais próximo, para então retornar ao bar, que a esta hora com certeza já estaria vazio.
Ao adentrá-lo ordenei aos dois que limpassem e arrumassem o sofrido local.

E eu, passei a curar Jin, meu único criado atingido.
Ele tinha um corte muito profundo no abdômen e havia perdido muito sangue. Da forma que pude, enfaixei-o e deixei que descansasse.
Estava em uma situação crítica, sem dúvida, mas tanto ele quanto eu não morreríamos. Afinal, tínhamos visto infernos piores do que este.




(Obs: Não se aproveite de informações que sabe, mas seu personagem não. Seja coerente com a estória.)

(OFF: Perdoe meu apelo, mas chega de lutas.)

~Sensei-Miojo

Usuário: ~Sensei-Miojo
ROCK N' ROLL
(off:tudo entre * sao os pensamentos dela ok?)
ver aquela cena toda havia me deixado enfurecida,mas como sempre digo escolha suas lutas,*elas sao boas...aliadas.* peguei uma garrafa de alguma bebida e deixei algum dinheiro la,sai a procura daquela mulher que me mordeu.

~KaneBeaumont

Usuário: ~KaneBeaumont

Moderador do Grupo
(Primeiramente queria pedir para que me perdoem por entrar do nada na história. Não, não sou um ser do além. Apenas me inscrevi há pouco tempo e não peguei o ritmo de vocês, portanto vou entrar assim mesmo e, com o tempo, me adaptando.)

Kane havia acabado, praticamente, de chegar a Londres. Estava em uma viagem de negócios por conta da empresa de sua família e não aguentava mais falar sobre economia e seus derivados. Assim que pôde sentir o cheiro de sua terra natal, o primeiro pensamento que teve foi o de ir ao seu bar preferido: Le Boutique. “Parece que não bebo vinho há trezentos anos. Estou quase chegando ao patamar da pobre Maria Parda”, pensou consigo mesmo enquanto pedia para seu mordomo pessoa, David, levar suas cinco malas de volta para a mansão Beaumont. Respirou fundo, como um alívio, quando viu a carruagem partindo.
Estava quase chegando ao bar quando percebeu que o movimento não andava lá essas coisas. Tudo estava tão parado e com uma atmosfera pesada... O garoto, então, parou ali e ficou observando aquele local. “Luz acesa... Óbvio. Pessoas” , disse, quase de modo inaudível. Deu mais alguns passos e tocou a maçaneta. Aquele silêncio o assustava, e esperava não assustar quem ali dentro estivesse. Finalmente criou coragem para abrir a porta de vez e, ao fazer, deparou-se com uma mulher cruelmente ferida e um homem enfaixado, quase do mesmo modo que ela. Arregalou um pouco os olhos e tapou a boca para abafar seu grito. Adentrou o local, enfim, e segurou a mulher para que não caísse. Ela havia perdido muito sangue e continuava a perder. Algo precisava ser feito e Kane, com seu coração mole, não podia deixar de ajudar, embora não soubesse nada sobre o acontecido e sem ter sido convidado.
Tirou os sapatos e puxou as meias longas – bem homossexuais, por sinal –, rasgando-as um pouco na parte superior. Enfaixou os ferimentos da moça para que pudesse controlar a perda de sangue e pediu, com delicadeza, água urgentemente. Se algo ela havia falado, ele não percebera, apenas ficou analisando seu corpo para encontrar qualquer outro corte que houvesse. Enquanto isso pensava em como aquilo poderia ter acontecido. Briga com algum outro cliente? Bem provável. No entanto, não julgaria ninguém, até porque nem falar o pobre garoto queria. Estava demais envergonhado, principalmente por só então perceber o quão inconveniente havia sido. Pediria desculpas por isso depois, claro.

(Pelo amor de Jah, se houver algum erro, podem corrigir. Seja ele gramatical ou relacionado à história. Tentei ao máximo me enquadrar nos padrões e seguir a linha de pensamento de vocês, e espero ter conseguido.)

~PastelPinky - Clan Ashmir

Usuário: ~PastelPinky
Who is you?


Katharine Schitff

Estava tonta, cambaleando, meus pés e mãos tremiam, cheguei em frente ao bar talvez quem sabe eu possa melhorar entrando aqui e tomando algo... Comecei a andar, devagar, não conseguia andar muito rápido, matar aquela pessoa foi realmente difícil tsc... Preciso melhorar se quero assassinar a rainha, abro a porta do bar e sinto aquele cheiro horrível torci e me escodei na parede, caminhei até um banco e me sentei nele, se podia ver bêbados gordos no final do bar soltando gargalhadas altas, estúpidos... Direciono meu olhar para o balconista e peço uma garrafa de vodca inteira, queria esquecer algumas coisinhas.