Tópico Ásia.

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~Saiph - Clan Dragon

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A Ásia é um continente cujas terras estão localizadas, em maior parte, no hemisfério norte. Ela é, ao norte, banhada pelo Oceano Ártico; ao sul pelo Oceano Índico; ao leste pelo Oceano Pacífico e a oeste faz fronteira com a Europa e África. O maior continente do mundo: A área do continente asiático é de incríveis 44.482.000 km, com 29,4% das terras emersas. Curiosamente, possui o ponto mais alto e o ponto mais baixo da Terra, que são, respectivamente, o Monte Everest e o Mar Morto.

É um continente que abriga enorme variedade de culturas, etnias, variedades culturais, climas e etc. Dentre Países deste continente, estão Afeganistão, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Índia, Israel, Japão, Nepal, Tailândia, Síria e muito mais. Uma enorme parcela dos Cavaleiros são originados deste continente.

Conforme a trama do RPG avança, os lugares exatos utilizados (Países, cidades e etc) no continente serão citados e descritos pelo Narrador.

~Shui

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The Fallen

Utilizando da velocidade agraciada aos cavaleiros pelos intensos e constantes treinamentos, Mikhail e Temuri não demoraram a chegar à Rússia, seu país natal. Era de certa forma nostálgico o simples fato de uma vez mais estar ali, respirando o ar frio da Sibéria. O idioma local também não lhe seria qualquer problema, compreendendo-o perfeitamente mesmo após os anos que passara na Grécia, vivendo no Santuário.

"Este lugar não mudou praticamente nada."

O pensamento correu em sua mente enquanto observava os arredores, atentando principalmente na arquitetura das casas e construções, assim como na paisagem constantemente agraciada pelo branco imaculado da neve.

A baixa temperatura do lugar definitivamente lhe dava a agradável sensação de estar em casa, ao que o cavaleiro não pode evitar esboçar um sorriso de canto.

Ajustou novamente a urna em sua costa e continuou a segurar a alça com uma das mãos, continuando a observar o lugar.

— A julgar pela temperatura e arquitetura, provavelmente estamos na região siberiana da Rússia. — Se pronunciou sem desviar o olhar da paisagem — Imagino aonde o templo poderia ter sido erguido...

Não esperava de fato ser respondido e, talvez, pouco se importasse se o seria. Apenas acreditou ser adequado quebrar o silêncio no intuito de, quem sabe, amainar a sensação constante de que algo semelhante a uma parede existisse entre a dupla.

Julgava aquilo como algo necessário para o bom andamento da missão; afinal, uma comunicação fluida poderia se mostrar deveras importante em uma batalha.

~Sapphire- - Clan Blakenburg

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— Moonlight Lion.

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Finalmente, Coréia do Norte.


Roselia admitia que preferia a Coréia do Sul por inúmeros fatores, mas era extremamente excitante ter a oportunidade de explorar outro local que não fosse o Santuário. Ela e Peach caminhavam lado a lado, e a ruiva concentrava-se em observar cada detalhe dali. Aliás, encontrava-se atenta; havia grande possibilidade de ser atacada à qualquer momento. Bem, por ser de origem alemã e ter crescido em tal país, a Ásia ainda lhe era um tanto estranha. Porém, tinha esperanças de que logo logo se acostumaria com o local, por isso, não se deixou desanimar. Ela sorriu de canto, um misto de felicidade e malícia, sorriso único de si. Voltou-se para a companheira, novamente analisando-a, algo que fazia sem ao menos perceber.

- Por onde começamos? - Indagou, animada. - Ah, o tribunal. Precisamos encontrá-lo.

Comentou, despojada. Logo, Roselia desfez-se de sua armadura dourada, voltando a trajar somente o vestido floral e a máscara. Colocou a urna dourada nas costas, suspirando um tanto desapontada, talvez por já estar achando algo complicado. Ah, ela gostaria de não chamar a atenção, mas era impossível quando se tinha uma urna dourada nas costas e uma máscara cobrindo o rosto. Por Ares! Ela ainda tinha esperanças de que um dia as máscaras e as urnas gigantes seriam abolidas.

Ela sorriu, movimentando a cabeça em sinal para que a amazona de Águia a acompanhasse. Ela observou ao redor, imaginando onde diabos poderia estar o tal tribunal que destruiria.

- Eu tenho a leve impressão de que estarão a nos aguardar neste tribunal. Excitante, não acha? - Ironizou a frase, sorrindo maliciosa em seguida.

~RockerSoul

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Saint Doo

Rússia


O clima gélido trazia uma sensação excitante para a Amazona, o vento carregava todo aquele frio que ela sentia bater em suas mãos, apesar do incômodo da roupa quente, ela se sentia como se estivesse na Casa de Aquário, mas o frio era menor.

A máscara não incomodava a visão maravilhosa que estava a observar, tanto que, neste pequeno espaço de tempo, esqueceu-se da missão, voltando ao objetivo assim que o lembrou.

- Tem razão. Mas um friozinho desses não impedirá nosso objetivo não? - disse a Amazona olhando para seu parceiro. - Você conhece bem a Sibéria não? Tem alguma ideia por onde iremos começar?

Para a italiana, a Rússia era um território desconhecido, apesar do frio lhe deixar confortável, não havia tempo para ficar parados enquanto seus pés afundavam na neve.

As roupas que trajava deixava seu corpo mais quente, mas este era um dos sacrifícios que tinha que fazer para realizar a missão.

- A urna. Ela está visível para qualquer um, sendo até mesmo nosso inimigo. Se tiver algo que possa cubri-la, seria de uma grande ajuda...

Voltou a olhar para frente, em meio ao breu branco que se formava o horizonte, possivelmente estaria o local que lhe foram destinados a destruição, mas primeiro, tinham que encontrar aquilo que buscavam, em meio a neve.

~Saiph - Clan Dragon

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As duas amazonas prosseguiram um caminho extenso, sem sinal algum do tribunal que almejavam destruir. Muitos poucos civis eram vistos transitando pela rua; O que não era tão estranho na região em que estavam, com casas pequenas e humildes, cercadas por uma floresta. Era um tanto tenebroso. Tornou-se ainda mais quando as ruas, em certa parte, se esvaziavam quase por completamente se não fosse pela presença delas. As únicas pessoas que rondavam pelas redondezas eram as duas Amazonas, que ainda assim, não tinham pista alguma de onde eram os tribunais. Tudo era muito estranho.

Foi então que finalmente avistaram uma pessoa. Um homem, vestindo roupas de frio totalmente escuras e ostentando uma estranha cartola na cabeça, escorado na parede e de braços cruzados. Um largo sorriso abriu-se em seus lábios, de ponta a ponta, cujo somado a pele pálida do homem o tornava ainda mais estranho. Tirou a cartola, revelando seus fios prateados e olhos fechados, curvando-se frente as mesmas e reverenciando ambas.



Então vocês estão aí! Eu estou tão feliz em vê-las, Amazonas! — Disse o homem esquelético, em uma felicidade incomum. Parecia absurdamente entusiasmado. — Me disseram para matar vocês de imediato, sem dar chance alguma. Mas seria tão mal-educado de minha parte...! Hah. Decidi não fazê-lo, que diversão teríamos nisso?

Ele então tornou a ficar ereto, abrindo os braços enquanto voltou o rosto para o céu, rindo descontroladamente. — Céus. Isso vai ser tão divertido! — E então cessou a crise de risos, respirando fundo e se recompondo. — Pardon, pardon... Permitam-me que eu me apresente devidamente. Eu sou Louis, a Heresia. É um prazer imenso conhecê-las.

Tendo se apresentado devidamente, girou a cartola, pondo-a em sua cabeça novamente. Louis era uma figura curiosa, e parecia estar sendo espontâneo. E não menos medonho. — Eu odiaria vê-las por aí, rondando perdidas. Então acompanhem-me, levarei vocês até o tribunal. E lá resolveremos nossos... Probleminhas? Né? Hahahaha. — E simplesmente se virou, tornando a caminhar. Cabia a elas decidir o que fazer diante daquilo.

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Certo, estava estranho.


Primeiro porque Roselia ainda não encontrara algo ou alguém que pudesse divertí-la. Segundo, por estar demorando tanto para encontrar o tal tribunal. Terceiro e último: à cada passo que dava, a Coréia do Norte se tornava mais, hn, intrigante. Por Athena, admitia que o lugar chegava a ser até mesmo assustador, principalmente quando chegara o momento em que somente as duas amazonas encontravam-se presentes ali, vagando sem rumo, à procura do que lhes fora designado. Roselia mantinha-se concentrada e atenciosa, principalmente por sentir que algo estava muito errado. Seus sentidos aguçados estavam prontos para alertá-la caso fosse atacada.

Como se não houvesse como piorar, eis que lhe surge uma figura peculiar. O homem de pele pálida, roupas de frio e uma cartola na cabeça era cabuloso. Quando sorrira animado as cumprimentando e ditara tais palavras, Roselia engoliu em seco, analisando-o da cabeça aos pés. Heresia. Louis. Então, ele seria a sua diversão? Huh... Interessante.

A ruiva sorrira maliciosa, de canto, reverenciando o rapaz sutilmente. Talvez tal ato fizesse com que Peach a estranhasse, afinal, estava agindo normalmente perante o inimigo.

- Louis. - Disse-lhe o nome, em um tom calmo, deixando sua sensualidade e provocação expostas naquela palavra. - Bonito nome. É um prazer conhecê-lo, sir. Demoramos muito? Ah, eu sinto muito por deixá-lo esperando. - Sorriu de canto, enrolando uma madeixa de seu cabelo no dedo indicador. - Cabe ao senhor descobrir meu nome. Aliás, bela cartola.

Quando Louis virou-se e iniciara a caminhada rumo ao tribunal, Roselia voltou-se para Peach, assentindo calmamente com a cabeça, decidida à seguí-lo. Bem, era perigoso. E se Louis estivesse a levá-las para uma armadilha? Porém, haviam poucas chances de que ele as guiasse até o tribunal, o que seria ótimo. Provavelmente, se permanecessem ali sozinhas, demorariam um século para encontrar o local designado pelo Grande Mestre; sendo assim, não havia escolha à não ser seguí-lo. Ela suplicou internamente para que Athena e Ares a auxiliassem naquilo, nem que fosse por meio da intuição.

~Saiph - Clan Dragon

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De fato, as Amazonas haviam se envolvido em uma situação muito estranha. Após minutos rodando pela pequena cidade quase vazia, haviam encontrado em seu caminho uma das Virtudes de Têmis, de índole certamente duvidosa. Seu entusiasmo era até estúpido, para alguém em seu lugar.

Após se apresentar, iniciou sua caminhada em meio a passos largos, saindo da pequena cidade. Riu novamente de forma histérica, após ouvir o comentário das duas acompanhantes.

—  Esperando? Hah! Negativo, Amazona. Eu sou muito paciente, ainda mais quando sei que vai valer a pena. — Respondeu primeiramente a Rosélia, sem desviar o seu olhar. Os três finalmente adentraram na tal floresta, cujo estranhamente também não mostrava a presença de nenhum pássaro ou animal.—  Oh. Então gosta de segredos é? Muito bem, te chamarei de... Ruiva. Fácil. — Respondeu, em um tom provocativo equivalente. Mostrou-se contente em resposta ao elogio, para depois se voltar para a outra Amazona.

— Tenho certeza que nós três vamos nos divertir muito! Vamos, estamos chegando! — Ainda extasiado, aumentou o passo, quase correndo. Ao longe já era possível fitar o enorme obelisco, criado pela Deusa Têmis; Realmente era o Tribunal. Louis abriu os braços, finalmente parando em frente ao monumento.— Não é lindo?! Ao menos para isso os Deuses prestam... É quase tão lindo quanto a limpa que fiz na cidade. Pois bem, senhoritas. — A última parte fora proferida em um tom muito mais macabro.

Sua roupa então ardeu em uma chama azul que reduziu tudo a cinzas, exceto sua cartola, revelando a sua gloriosa armadura branca feito sua própria pele. Em sua mão, segurava firme um tipo de báculo que relembrava uma serpente. — Vamos brincar aqui! Mas se não se importam eu vou equilibrar o jogo... Afinal, dois contra um não é tão legal. E como eu dito as regras... Vamos começar!

Bateu o báculo contra o chão, propagando uma onda de cosmo no solo. Ao lado de Louis, o chão era quebrado por algumas mãos humanas; Eram mortos se erguendo. Todos eles exibiam o mesmo sorriso macabro de Louis, com os olhos ardendo em chamas azuis. Eles vestiam armaduras que cobriam apenas algumas partes, sendo essas o lado esquerdo do peito, braços, pernas enquanto ostentando uma tiara na cabeça.

— Esses são os amigos que eu fiz naquela cidade patética! Eles vão equilibrar o jogo... E tornar vocês duas as minhas amigas também! Pra sempre!

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E lá estava o Tribunal


Roselia não ligou para o fato de ter sido guiada até uma floresta completamente macabra. Na verdade, a animação e a excitação voltaram ao finalmente avistar o Tribunal, ali, em sua frente. Bem, se não fosse por Louis e e os mortos se erguendo, aquele Tribunal já estaria destruído. Admitia que isso a atrapalhava, mas por outro lado lhe proporcionava diversão; ah, estava louca para socar o estranho da cartola. O pensamento insano de vê-lo sangrar a fez sorrir maliciosamente, já afoita para partir para cima e fazer o que mais desejava. Infelizmente, precisava acalmar-se. Qualquer movimento em falso resultaria em ferimentos no mínimo graves.

- Sua amiga? Olha, sir, você é até interessante e tem um bom gosto para cartolas, mas... Sinto muito. Tenho mais o que fazer, e você está me atrapalhando. E se não irá sair por bem, sairá por mal.

Riu baixo, mordendo o lábio inferior em seguida. Em poucos segundos, a armadura dourada de Escorpião lhe envolvera o corpo, logo dando-lhe a chance de iniciar os ataques contra o inimigo. Poderia começar com movimentos básicos, mas a ruiva encontrava-se sem paciência alguma; logo, em um movimento rápido, concentrara seu cosmo no dedo indicador, apontando diretamente para o peito de Louis.

- Sejamos honestos, Louis. Não se encara um escorpião dessa maneira, a não ser que esteja querendo morrer. - Sorriu, sínica. - Agulha Escarlate!

Ditou tais palavras, tendo a chance de observar o raio de energia vermelha na direção do inimigo, com o intuito de "ferroá-lo" e lhe causar danos internos. Rapidamente, Roselia voltou-se para os mortos, correndo na direção dos mesmos e, finalmente, podendo usufruir de suas habilidades corpo à corpo. Iniciara contra os mesmos uma série de golpes, concentrando uma pequena parcela de cosmo em seus ataques, afim de que surtissem um efeito maior. Por um instante, pensou em Peach; Roselia desejou internamente que esta estivesse bem e que tivesse alguma estratégia em mente.

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Louis estava apelando.


Quando viu o fogo se alastrar pelo local, Roselia suspirou fundo. Sentiu a raiva invadir-lhe o peito após as palavras do rapaz, mas teve de se concentrar para não perder a calma e muito menos o foco. Por alguns instantes, ela continuou com a série de socos e chutes nos corpos, logo afastando-se dos demais, observando tudo ao seu redor e analizando rapidamente a situação.

- Ah, mas que regras são essas? - Esbravejou. - Sir... Eu vou fazer do nosso encontro um verdadeiro inferno.

Quando deparou-se com as crianças, seu peito apertou. Elas simplesmente mereciam descansar em paz, e não passar por todo esse tormento, o que definitivamente irritou a ruiva, que viu-se obrigada em usar a Agulha Escarlate em umas dez crianças. O problema, ali, era a Heresia; ele era a peça fundamental para toda a destruição. Não adiantava concentrar-se nas demais ameaças, pois elas só iriam cessar quando Louis fosse devidamente derrotado. Ela voltou-se para Peach por alguns instantes, já imaginando o que deveria fazer ali. Se ataques à curta distância no momento já não lhes servia, precisavam apelas para as técnicas. Uma das duas deveria cuidar dos corpos erguidos; a outra, deveria focar-se em Louis.

- Restrição! - Concentrou seu cosmo, logo liberando ondas de energia em direção aos corpos mortos, com intuito de fazê-los paralisar e de dar a oportunidade para que Peach pudesse atacar Louis à distância.

~Saiph - Clan Dragon

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A tal brincadeira teve o seu início de forma explosiva, com as Amazonas lançando suas técnicas especiais em Louis sem pestanejar ou pensar muito. Tudo o que o homem fez foi esconder-se atrás de um dos seus sarcófagos e utilizar métodos cruéis de contra ataque.

O cheiro de cadáveres putrefatos tornou-se mais forte quando as crianças apareceram, um método cruel e covarde que visava abalar a consciência das duas amazonas.

Viram, senhoritas. É isso que os Deuses nos obrigam a fazer! — Esboçou um tom mais melancólico durante a fala, como se realmente estivesse tocado por tamanha maldade. No entanto, logo foi substituído por seu característico e aterrador sorriso.— Venham, Amazonas, juntem-se a mim! Vamos derrubar os Deuses e construir um mundo novo! Eu não sou desprezível... O mundo que é. Os Deuses tornaram ele um inferno!

A reação de ambas foi, parcialmente, o esperado. Ardiam em fúria, logicamente repudiando a índole de Louis enquanto combinavam seus poderes de forma efetiva. Escorpião restringia os movimentos dos cadáveres enquanto Águia realizou um ataque poderoso.

Louis fora pego em cheio, levado aos ares, para cair violentamente de cabeça no chão. O som do estalar de sua coluna foi audível de um jeito agoniante, com o corpo pálido por fim se estirando no chão. Por pouco tempo.

Sua boca se abria, enquanto o maxilar alargou-se de forma anormal. Duas mãos pálidas saíam de suas entranhas, abrindo ainda mais a boca de Louis, cujo acabou regurgitando novamente algo; O próprio Louis, coberto por um tipo de gosma nojenta. Ele era mesmo uma cobra.

Não queria que vissem isso, mas fui obrigado... Pois bem, então, suas malditas! Vão pagar por isso! — Tomou o centro em mãos novamente, o batendo contra o solo e levantando mais dois caixões.— Vocês vão ser minhas peças, seja por bem ou mal! Punição Divina!

Os caixões então se abriram, revelando um tipo de imagem cujo relembravam em muito o inferno: Tudo ardia em meio a chamas azuis. E feitas desse mesmo fogo, correntes saíram do tal portal, visando se emaranhar nas duas e puxá-las para aquele destino cruel.