Tópico Doze Casas Zodiacais {Templo do Grande Mestre e Templo de Atena}.

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~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
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Passando pelos diversos obstáculos impostos pelo Santuário, chega-se finalmente ao Zodíaco Dourado: As Doze Casas, famosas por serem intransponíveis desde tempos mitológicos devido a sua defesa. São 12 moradas para seus respectivos guardiões, os Cavaleiros dourados, que tem o dever de barrar qualquer intruso. Cada Casa é diferente da outra e com sua beleza única, seguindo uma mistura diferentes estilos arquitetônicos, estando presente principalmente o Dórico, Jónico e Coríntia.

As Casas tem uma ordem que jamais fora alterada, sendo esta: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

É impossível mover-se de uma casa a outra por métodos paranormais, sendo imposto a todos cruzá-las a pé, devido a barreira de Atena.

Depois de passar pelos templos, chega-se finalmente ao Salão do Grande Mestre, o maior dos templos. É lá que reside e trabalha o Grande Mestre, servindo como salão de reuniões também. As armaduras douradas cujo estão vagas ficam por lá também.

E após as cortinas que ficam atrás do trono do Grande Mestre, encontra-se o Templo de Atena. É lá que fica a Estátua de Atena com Niké em sua mão, e também o altar que a Deusa renasce durante as Eras. A própria Deusa reside no Templo, protegida pelo Grande Mestre.


Apenas os Cavaleiros Dourados podem transitar pelas Doze Casas e o Templo do Grande Mestre; Qualquer um além dos Cavaleiros de Ouro deve ser barrado e morto, até mesmo outros Cavaleiros sem autorização. E já no Templo de Atena, nenhum Cavaleiro tem a permissão de entrar, apenas tendo esse direito o Grande Mestre.

Cabe a cada Dourado descrever o seu próprio Templo, assim como especificar onde está.

~Blaziken - Clan Dragon

Usuário: ~Blaziken
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Casa de Aries



A primeira das doze casas zodiacais permanecia tranquila apesar da guerra iminente . As paredes da parte interna da construção refletiam perfeitamente a luz esmeralda dos cristais. A arquitetura era muito bem trabalhada. Algumas das colunas que seguravam as paredes eram feitas inteiramente de cristais. Tais colunas emitiam um brilho por toda a casa de Aries. Os cristais das colunas e do teto geralmente brilhavam em branco, mas, por algum motivo, estavam esverdeados.

Ao fundo do salão, um sofá feito de cristal, denunciava que aquela casa sagrada não estava completamente vazia. Descansado sobre as almofadas macias, estava o guardião daquela casa, O cavaleiro de Aries.

Seus cabelos extremamente vermelhos se destacavam em meio a luz esverdeada do ambiente. Os fios espetados dançavam conforme o vento, um rabo de cavalo se escondia em meio as almofadas. O rosto liso e belo era quase angelical, As sobrancelhas substituídas pelas tipicas marcas da raça dos muvianos.




Adormecido com uma das mãos em seu peitoral, por dentro da camisa branca semi aberta. O casaco pendia dos ombros. A outra mão estava atrás de sua cabeça, se encontrando com os cabelos escarlates.

Em seus sonhos, Asriel sonhava com um local de paz, um campo florido de margaridas. Local este onde não haveria nenhuma guerra, apenas a mais plena paz. Ele esperava ir para algum lugar assim algum dia, mesmo depois de sua morte.

Uma figura luminosa interrompeu seu sonho tranquilo, a menina conhecida como a deusa Atena. Asriel cumprimentou a deusa com uma reverencia.

" Proteja a casa de Aries, meu cavaleiro. A guerra chegou para o santuario, não podemos deixar que ela o destrua."

Com isso, ela se aproximou e lhe deu um beijo na testa, e todo o corpo e mente de Asriel se encheu de determinação. E então, a deusa se desfez em margaridas, voando com a corrente de vento daquele campo florido.

Ao abrir lentamente os olhos, as orbes esmeraldas brilharam com tamanha determinação, e o cavaleiro se levantou, retirando o casaco dos ombros, e o jogando para o lado. Naquele movimento, o sofá, juntamente com a peça de roupa desapareceram em uma luz verde.

"Bem...Chega de dormir. É hora de lutar." Um sorriso se formou em seu rosto, enquanto dizia com a mais plena calma:



- Venha, Aries.

E atrás do cavaleiro, uma grande explosão de luz materializou um carneiro, feito de ouro e cristal, que corria com os chifres apontados para Asriel. Mas, ao invés de ataca-lo, uniu-se a ele.

A sensação da Armadura de Aries encobrindo seu corpo era boa. Dava a ele uma grande sensação de poder. Tal poder usado apenas para fazer a justiça e proteger o santuario e a deusa Atena.

Se colocou ao centro da casa de Aries, os cristais emitindo a sua luz branca costumeira, em sincronia com a armadura. O elmo com chifres encobriu o rosto do cavaleiro. Asriel de Aries, estava pronto para o combate.

~seiyadenatal

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{Casa de Peixes.

Pinceladas leves atingiam o grande tela já pintada, finalizando com o forte vermelho tão amado pelo pintor. Era um tom mais incandescente que o comum, tornando-o ainda mais vivo e real. Era como se a tinta, a qualquer momento, pudesse saltar da moldura e respingar-lhe com todo o fervor de um vivo sangue. Pendeu a cabeça para o lado, fitando o cenário a sua frente. Era um extenso jardim iluminado, enfeitado com grande quantidade de rosas, em diferentes colorações. Emanavam um doce perfume no ar, dando ainda mais leveza à Casa. O jardim era cortado por um estreito caminho de pedra, no centro havendo um círculo com uma rosa desenhada e, em cima, uma mesinha de mármore branco com duas cadeiras. Sobre a mesa, havia uma bandeja de prata com um bule de chá e duas xícaras de porcelana, decoradas com rosas azuladas. Em volta do jardim, várias colunas brancas eram simetricamente dispostas, segurando o teto do templo decorado com linhas douradas que formavam ondas sem um sentido correto, encobertas pelas rosas que subiam desde a base das colunas até o teto.

O Cavaleiro de Peixes pensava que aquilo tudo era irritantemente extravagante, entretanto, não conseguia deixar de admirar tal paisagem; aquilo era parte de si, aquilo era Alphonse. Ao terminar de pintar a última rosa, deu um largo sorriso, contemplando a beleza da pintura. Levou a mão até a pequena vasilha que continha toda a tinta vermelha, mergulhando a mão direita no líquido pastoso; em seguida esfregou-a na tela, sujando a pintura de cima a baixo com vermelho.

Ah, o vermelho — disse o albino, fitando a tela — tão perfeito. Vermelho é a cor definitiva. Representa o verdadeiro equilíbrio da humanidade. Violento, mas amoroso. É o sangue quente que corre em nossas veias, dando-nos a vida; também é o que foge do nosso corpo, nos levando à morte. É belo e proibido. Hei de espalhar o vermelho pelo mundo.

Um longo suspiro saiu pelos lábios muito brancos e os dedos atravessaram a extensão dos cabelos sem cor, que chacoalhavam-se com a brisa perfumada. Alphonse, o Cavaleiro de Ouro representante da Constelação de Peixes era conhecido por ser o mais belo entre os Cavaleiros, entretanto, aquele título era uma grande mentira. Seu interior era tão podre quanto o de um defunto, apesar das boas intenções. Daria a sua vida por Athena e sua terra, mas não desperdiçaria esforços para ver o quente sangue de seus inimigos derramado pelo seu corpo. Apenas a imagem daquele líquido quente e vermelho jorrando por todos os lados lhe excitava de tal forma que poderia gritar "magnifique!" a qualquer momento. Ansiava por uma boa luta e a oportunidade de massacrar todas as esnobes Virtudes com suas falsas crenças.

~Blaziken - Clan Dragon

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Um momento de reflexão atingiu a mente de Asriel, o muviano temia que por algum motivo, seus esforços não fossem o suficiente para parar o ataque que estava por vir.

Estando na primeira das doze casas, os inimigos estariam em cem por cento de suas forças, queria alertar e se desculpar com alguem, caso chegasse a fracassar.

Caminhou até uma coluna de cristal, os braços atrás das costas, e seu rosto oculto pelo elmo com chifres, e adentrou a passagem secreta que havia ali, exclusiva para os cavaleiros de ouro.

Casa de peixes.

Uma luz esverdeada materializou o cavaleiro de Aries em uma das colunas da ultima das casas zodiacais, Asriel tratou de caminhar diretamente ao seu guardião.

Seu elmo descobriu seu rosto, que estampava uma feição de preocupação. Aries se ajoelhou para o Peixes, em sinal de cumprimento e respeito. Respeito a Alphonse e a casa de peixes.

- Alphonse, cavaleiro de peixes, venho ao seu encontro para pedir um favor. - Se levantou e cruzou os braços, falando com calma e paciencia. - Como sabe bem, somos o primeiro e o ultimo dos cavaleiros de ouro. Eu temo que talvez não consiga segurar um ataque direto a casa de Aries. Eu gostaria de pedir que: Ainda que os inimigos consigam passar por mim, e pelos nossos companheiros que ficaram no santuario, Eu peço que não deixem que passem por você. Você é a ultima barreira antes do grande mestre e de Atena. Poderia me fazer esse favor? O santuario depende de nós.

Apertou os punhos ao dizer aquelas ultimas palavras. Mesmo sendo cavaleiro de Aries a muitos anos, Asriel nunca foi confiante de seu poder, sempre se achou fraco se comparado aos outros cavaleiros, o muviano daria a sua propria vida para proteger a de Atena se fosse necessario. Mas sempre temeu que talvez, apenas aquilo não seria o suficiente.

~seiyadenatal

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{Casa de Peixes.


O albino continuava sereno em sua casa, observando o tempo passar e como ele agia sobre as suas rosas. Aquelas eram especiais, afinal, floresciam independente do tempo, alimentando-se unicamente do cosmo do Cavaleiro de Peixes. Imaginava que se Alphonse não existisse, tais rosas não poderiam ser capazes de esbanjar toda a sua beleza pela 12ª Casa Zodiacal. Um pequeno sorriso apareceu no rosto alvo quando o som das passadas do Cavaleiro de Áries invadiu a sua casa, ajoelhando e pedindo-lhe aquele singelo favor. Alphonse ergueu-se, voltando-se para o visitante e fitando-o por instantes.

Ah, Asriel — abaixou-se a altura do ruivo, aproximando o seu rosto do dele, enquanto acariciava de leve a sua bochecha, para acalmá-lo — você é um Cavaleiro, merecedor da Armadura de Áries. É merecedor do teu posto e acredito que não deixará nenhum verme passar pela tua casa. Agora levante-se, Cavaleiro de Ouro, e honre a tua Constelação — terminou com um sorriso caloroso, pegando a mão deste e ajudando-o a levantar.

Após a fala, Alphonse finalmente sentiu a perturbação de cosmos ao redor do Santuário, ouvindo o breve comunicado de Athena. O sorriso amigável e acolhedor no rosto do Cavaleiro de Peixes instantaneamente transformou-se em um de prazer. Os olhos brilharam em vermelho por um momento enquanto refletiam as cores das rosas. O francês esperava ansiosamente por aquilo: finalmente poderia mostrar todo o seu poder ao confrontar um dos repugnantes guerreiros que defendiam a tortuosa justiça de Têmis.

"Deusa Athena, peço-lhe que me permita deixar meu posto na Casa de Peixes e encontrar-me com nossos indesejáveis visitantes. Imagino que a minha falta não fará grande diferença, afinal, duvido que alcancem a 12ª Casa vivos", pediu à Deusa, usando o pouco de telepatia que conseguia utilizar. Alphonse estava eufórico. Queria correr o mais rápido possível até Rodorio e manchar as terras da cidadezinha com cada mínima gota de sangue daquelas Virtudes.

~Blaziken - Clan Dragon

Usuário: ~Blaziken
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- Casa de peixes.


Asriel sentiu-se tranquilizado com o toque e as palavras do cavaleiro de peixes, sua pouca confiança que tinha de si mesmo pareceu crescer a grandes escalas. Levantou-se com a ajuda de Alphonse e ficou algum tempo olhando para a casa de peixes.

A ultima casa antes do templo do grande mestre, e de Atena. Não poderia de jeito nenhum deixar que ela fosse destruida.

- Peço desculpas pelo incomodo. Eu vou dar tudo que tenho para proteger o santuario. - Fez uma breve reverencia e caminhou de volta para o cristal de onde saiu. Segundos antes de entrar, deu uma ultima olhada no cavaleiro de peixes e seu elmo cobriu novamente seu rosto.

- Casa de Aries


O elemento surpresa ja tinha sido bolado por Asriel nos segundos que passou na passagem de volta para a casa de Aries, usaria a sua habilidade de esconder a presença, para que os inimigos achassem que aquele local estivesse vazio.

Levantou sua mão e cinco estrelas se formaram de seus dedos, saíram voando e adentraram o cristal do teto, que servia como lustre, todo cuidado era pouco.

~Lucas_Franco - Clan Blakenburg

Usuário: ~Lucas_Franco
Peixinho Dourado
Casa de Touro




A segunda casa zodiacal estava estranhamente silenciosa. Lá dentro, algumas velas iluminavam a parte interna do Templo, proporcionando um ambiente parcialmente iluminado. A arquitetura externa da casa era muito bela, embora intimidadora e rústica. Acima da porta, a imagem de pedra de um touro se destacava. Internamente, o templo era mais um salão ladeado por imensas colunas dóricas, todas com aparências rústicas. O chão era de pedra, e o teto era alto e abobadado. Uma abertura no teto deixava a luz prateada da lua invadir a construção. A única decoração no salão era uma imensa escultura de pedra, esculpida de modo a parecer um grande e imponente touro. O animal estava com sua cabeça voltada para frente, com um olhar fixo e intimidador.


Nathaniel de Touro//Casa de Touro

O guardião do Templo de Touro encontrava-se sentado no centro do salão, em vestes normais, olhando a lua com um semblante pensativo. Ele refletia sobre suas recentes atitudes como cavaleiro, como homem e como pessoa. Refletia sobre a guerra, e se indagou se realmente a justiça estava ao lado de Atena:

"Não, que besteira a minha. Atena pode não estar defendendo a justiça verdadeira, mas certamente está defendendo o ideal mais próximo de tal. O que Têmis quer, é uma tirania hipócrita e decadente. E um tirano nunca estará ao lado da justiça verdadeira", dizia para si mesmo. E acreditava de fato nisso. Tinha sua total convicção nesse ideal.

Foi então que ouviu a mensagem de Atena e sorriu em pura excitação.

-Finalmente, tirar o pó da armadura-

Nathan entrou em sua casa, e viu sua armadura de Ouro montada em sua forma taurina. Deu dois tapinhas na armadura, com os olhos brilhando:

-Finalmente, velha amiga. Vamos poder aniquilar as existências sem propósito dos malditos opositores da justiça. Será que tem alguém forte lá? Espero que sim, porque sentir o crânio de um fraco sendo esmagado não proporciona a mesma excitação que o crânio do mais forte. Finalmente, depois de tanto tempo na seca, vou poder testar a minha força. Que noite gloriosa-

Com uma luz dourada, a armadura de Touro o vestiu. Nathan sorriu ao ouvir a voz de sua armadura concordando com ele. Era bom para Nathan sentir sua armadura tão animada quanto ele.

-Lutar, vencer, perder, viver, matar e morrer... palavras tão opostas e ainda assim tão conectadas entre si. Certamente que esta noite algumas dessas vão se aplicar a mim e a meus inimigos. Mas quais?-

Nathan sorria animadamente. Logo, ele se colocou no centro de seu templo. Depois de esticar braços e pernas se alongando, e respirar fundo algumas vezes, Nathan se preparou para a batalha: cruzou os braços, firmou os pés no chão e olhou para o horizonte com uma expressão firme e animada. Atrás dele, o touro de pedra parecia estar pronto para lutar também. Então, por último, o taurino enviou uma mensagem telepática para Atena:

"Minha Senhora, Magnânima Atena. Eu, Nathaniel de Touro, humildemente me dirijo a Vossa Santidade para lhe agradecer a oportunidade de lutar pela justiça na Terra. E venho também lhe pedir, em humilde oração, que me dê vossa bênção nessas lutas, mesmo eu não sendo merecedor de vossa piedade. E já peço perdão, caso falhe em deter meus inimigos. Mas lhe peço, se me permite, que, caso eu falhe, Vossa Santidade não falhe em proteger os mais fracos, da forma que a Senhora nunca falhou. Muito obrigado, desculpe incomodá-la com minhas vãs palavras e uma ótima noite"

Embora Nathan odeie formalismo, com Atena ele sempre foi muito respeitoso e digno na hora de se dirigir a ela. Depois dessa oração a Atena, Nathaniel se sentiu revigorado e incentivado a vencer. E venceria, por Atena, e principalmente, pelas pessoas da Terra que não têm condição de se protegerem sozinhas.

O cavaleiro arrumou a posição de batalha, e deixou a brisa noturna lhe atingir, enquanto aguardava ansiosamente seus inimigos.

-A sorte está lançada-

~Lucas_Franco - Clan Blakenburg

Usuário: ~Lucas_Franco
Peixinho Dourado

Nathaniel de Touro//Casa de Touro

Ao ouvir a resposta da deusa, Nathan sorriu em silêncio. Em seguida, pôde sentir alguns cosmos se elevando em Rodorio, o que atraiu sua curiosidade:

-Ué, parece que as lutas já começaram. Esse cosmo... parece ser o cavaleiro de Peixes...-

Caminhando lentamente, Nathan foi até a porta do templo e observou o horizonte

-Realmente, é Alphonse de Peixes. Puxa vida, aquele lá já começou a massacrar os idiotas que servem a Temis e eu aqui, sem fazer nada. Droga, quero esmagar alguns crânios-

Em seguida, Nathan gargalhou. Então se recompôs e disse:

-Só espero que Alphonse não mate todos eles. Eu queria muito brincar com um deles-

Nathan explodiu seu cosmo por um mísero segundo e, expondo seu poderoso cosmo, lançou uma rajada de cosmo para o céu. No céu, aquilo se converteu em um enorme touro dourado, em um claro sinal de provocação aos adversários que agora subiam as Doze Casas.

Logo o taurino, com um enorme sorriso, virou as costas para a entrada do templo e voltou a sua posição, novamente cruzando os braços e aguardando, ansiosamente, pela primeira batalha.

(OFF: Cadê a galera? Kkkkkkk o grupo morreu)