Tópico Europa.

37 Respostas

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
Führer
Administrador do Grupo


O Continente Europeu é um dos menores, no entanto, é o mais rico e desenvolvido do ponto de vista econômico mundial. Está fisicamente ligado a Ásia e ocupa uma área territorial de 10.530.751 quilômetros quadrados, que correspondem a 7% das terras emersas do planeta.
No continente europeu existem muitos países, dentre esses o de maior território é a Rússia, com 40% da área total, o restante abriga 40 países. Apesar de muitos países europeus possuírem territórios relativamente restritos, tornaram-se verdadeiras potências políticas e econômicas mundiais, tais como Reino Unido, Alemanha, França e Itália, que fazem parte do G-8 (grupo dos países mais ricos do mundo). Além disso, é lá que fica a Grécia, e por sua vez, o Santuário de Atena.

Ele também é um continente muito rico de variedades culturais e etnias. Dentre outros países estão a Islândia, a Dinamarca, Suécia, Vaticano, Luxemburgo, Polônia, Irlanda, Espanha, Lituânia e muito mais.


Assim como no tópico da Ásia, conforme o avanço da trama, os lugares exatos utilizados (Países, cidades e etc) no continente serão citados e descritos pelo Narrador.

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
Führer
Administrador do Grupo


Tendo-se encontrado com a Amazona de Bronze cujo o acompanharia para a missão, Pollux tratou de se preparar para se transportar junto à menina até a Islândia. Após a aproximação da mesma, o fez com naturalidade, distorcendo o espaço ao seu redor até ele mudar.

Reykjavík, a capital da Islândia. Passou o olhar pelos arredores, admirando a cidade notoriamente bela a sua forma única. Parecia ser um lugar longe de problemas; Mas apenas parecia, mesmo.

Respirou fundo, passando a mão pelo tecido fino de seu traje. Arrumando a gravata, tornou a caminhar. Tinha que, junto a ela, achar ao menos algumas pistas sobre onde o Tribunal estava.

Era impossível saber a sua localização exata, mesmo que por meio de habilidades de rastreamento. Tudo o que tinham era um lugar aproximado, logo, teriam que dar seus jeitos de encontrá-lo.

Caminhou, então, para fazer o reconhecimento da área e quem saiba achar alguma pista. E assim permaneceram, transitando pelas ruas, até serem parados por uma criança.

Pollux estranhou, apesar de não exibir nada além de um sorriso gentil, mesmo que falso. Ela parecia saber que não eram do país; Algo lógico para um morador, mas ainda estranho vindo de uma criança. Alguma coisa estava errada. Deixou que a Amazona lidasse com a jovem, parecendo muito gentil e bondosa, como costume dela. Enquanto esperava, procurava pensar em um jeito rápido de achar o Tribunal, antes que fosse tarde.

~Allen-

Usuário: ~Allen-
CAP - FUNEMAC

Bang "Ban" Ryou/Cavaleiro de Taça
Mostrar Spoiler: Armadura de Taça


"Taça, você deve seguir até o Vaticano onde encontrará o cavaleiro de Libra e juntos devem destruir o Tribunal que ali foi erguido. Que Nikè os guie."

Foram aquelas as palavras recebidas pelo cavaleiro de Taça, além de um discurso de Athena. E então ali se encontrava. Demonstrava tédio, talvez por já ter estado ali em algum momento, apesar de não se lembrar.

Em suas costas: A Urna de Taça, a qual pousou no chão, abrindo-a e revelando a Armadura montada, com água em seu interior. Ficou de Joelhos a frente da Taça gigante, em meio do Vaticano, à ponto de ser confundido com algum religioso pagão, mas o mesmo não ligava.

- Certo, estou aqui...Agora aonde está Libra? Deveria encontrá-lo...- Disse, olhando para o interior da Taça, com o intuito de ver o futuro daquele encontro, saber onde estava o cavaleiro de Ouro. Para encontrá-lo estava animado, afinal ele finalmente recebera uma missão de Athena.

Ficou ali, com pessoas lhe olhando torto, passando de um lado para o outro, esperando encontrar no futuro a resposta para sua dúvida: Onde está Libra?

~Harleewise

Usuário: ~Harleewise
Sem futuro pra você.
Administrador do Grupo

Maxwell "Maxie" Corona. || Cavaleiro de Libra. || Vaticano.


"Ah, o Mediterrâneo. Esta maravilhosa área agraciada por uma grande generosidade solar. Atena não poderia ter me mandado para um local melhor... Ora... Claro que poderia... Houve uma dupla que se deslocou para a Islândia, onde há a sublime cidade em que, no verão, o Sol nunca vai embora... Que desgraça! Hei de passar paradisíacos dias num divino local assim, após todos todos os Templos da falsa justiça estiverem despedaçados em pó... Ha, ha, ha..."

Por mais que a apreciação do agradável calor mediterrâneo estivesse perfeita, não foi distração para impedir que Maxie notasse que, em bom tempo após a ordem do Grande Mestre, seu comapanheiro de missão havia atingido o Vaticano, a pequena terra de concentração católica no mundo. Turistas e religiosos andando de um lugar para o outro compensavam a uniformidade do local.
Pequeno ou não, ainda havia locais para se esconder, e Maxie não havia tardado a encontrar um naquele dia, onde foi capaz de observar as movimentações e possíveis investidas do inimigo. Era um descanso, após tantas investigações e conflitos extenuantes naquela semana.
"Para a sorte de Atena, nenhuma chuva ocorreu nesses últimos dias. Ha!"
Cansado de assistir os transeuntes comuns, Maxie não viu outra opção senão agilizar a missão. Iria encontrar o Cavaleiro de Taça, um desconhecido. Deveria ser simpático e espontâneo para facilitar a situação.
Deslocando-se como luz, visualizou o companheiro no meio da cidade, sem se importar com como era singular o fato de olhar atentamente a uma gigante taça de material incógnito. Animado com a confiança do rapaz, Maxie teve certeza do que fazer.
A água da Taça tinha propriedades clarividentes. Então, como o prateado tinha pedido, a localização do Libra apareceu. A face radiante e assustadoramente sorridente moldou-se na água, e parecia estar mais próxima que uma simples visão...
Foi uma supresa quando, de dentro da taça, a figura física de Maxie surgiu e pulou para fora, respingando muito da água sagrada para fora, no prateado e nele próprio. Parecia mais animado do que qualquer um estaria ao estar encharcado.

- É minha parceria de missão, não? Ha, ha, ha! Espero que também pense que esse clima seco força refrescos como esse, com certeza. Nada mal para uma água mágica. Não se precoupe, se depender do magnífico Astro-Rei daqui, estaremos secos de novo em breve, muito em breve. Pois bem, já rogo que me chame de Maxie, por favor. Agora, rumemos para nosso palco de destruição, sim? Tenho certeza que dois homens excêntricos parados no meio do Vaticano atrairão masi atenção do que desejamos, seja de civis, seja de possíveis espiões. Posso passar minhas descobertas, que é quase todo o conhecimento do Santuário sobre o cenário atual na íntegra, nesse meio tempo. Partamos, então?

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
Führer
Administrador do Grupo




As suspeitas de Pollux, que tinha o costume de remoer em sua mente qualquer coisa que lhe fosse apresentava, rapidamente se concretizou. A garotinha realmente tinha algo problemático.

Ela tinha a inocência de uma criança; Brincava e agia feito uma, e o Geminiano teria de admitir que ela era impecável nisso caso estivesse mesmo atuando. No entanto, ainda tinha o seu tom dramático e ela parecia saber muito mais do que exibia aos Cavaleiros. Uma criança era facilmente manipulável, já que geralmente não era presa ao mundano senso comum e suscetível a abraçar mais facilmente os mais diversos ideais. E no momento, não tentaria convencer a baixinha a adotar outra forma de ver o mundo. Que continuasse acreditando numa ilusão, uma hora, aprenderia.

Mas não podia nem afirmar com total certeza de que ela era tão jovem assim. Nesse caso, ele quem estaria sendo ingênuo. Se tratando daquela Deusa, podia esperar tudo.

Você é uma menina muito espertinha, não é? — Respondeu, rindo um pouco e cruzando os braços. Ele e Andrômeda não tinham muito ao seu favor; Estavam em território inimigo e ainda não sabiam o que se passava por lá ou quem poderiam encontrar. Talvez a garota fosse útil, e ao menos sabia que podia tirar alguma informação dela.

Okay. Se não for incômodo, por favor. Eu quero ver essa justiça pessoalmente.— E então assentiu positivamente para Andrômeda, sinalizando que deveriam seguir a pequena ao lado da doce Amazona, para então seguí-la.

~Allen-

Usuário: ~Allen-
CAP - FUNEMAC
||Vaticano
Bang "Ban" Ryou/Cavaleiro de Taça
Mostrar Spoiler: Armadura de Taça


O Prateado salta para trás após Libra sair de sua Taça, caindo sentado, surpreso, mas não com medo. Assistiu a apresentação, encharcado, porém satisfeito, o sol o incomodava mesmo, com todo aquele calor.

- Ora, pelo menos é um cavaleiro com bom humor...- Disse se recompondo, falando mais para si que para o dourado - Sou Ban, e vamos sim, quanto mais rápido terminarmos, mais cedo retornamos, ou partimos para outra missão...Nos escolheram como dupla por um motivo, né? Algo de nós dois vai trazer vantagem...- Falou, mais como uma forma de reflexão. Afinal por que estaria com Maxie?

Ban apenas acompanhou o dourado, mas antes estalou os dedos, fazendo a urna da armadura se fechar. Pegou-a com facilidade tremenda e rumou ao lado do Libra. Por que não revelou sua personalidade completamente? Bom, de que adiantaria? Não havia tempo para brincadeiras, ele queria a diversão do Santuário de volta.

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
Führer
Administrador do Grupo




Seguindo a mocinha de fios brancos feito a neve, Pollux e Shyugi foram extremamente pacientes com ela, continuando a seguir o caminho ditado. O maior esbanjava interesse, prestando atenção a cada palavra como se aquilo fosse a coisa mais interessante do mundo, por vezes balançando a cabeça positivamente na tentativa de mostrar que estava caindo no seu jogo.

Ah, entendo... Muito interessante. Esse lugar guarda muitos segredos, não concorda? — Comentou, realmente parecendo um turista. Sua atuação também era impecável; Para alguém que reconhecia todos os "sinais" típicos humanos, era fácil tornar uma mentira algo mais atraente do que a própria verdade.

E continuou, jogando o seu jogo por mais algum tempo antes de tomar providências. Horas e horas se esvaíram nesta brincadeira, no entanto, por fim chegaram em algum lugar. Ainda não era o Tribunal, mas a presença de um quarto elemento denunciava a proximidade em que estavam do objetivo.

Fitou o homem de cima a baixo, sentindo certa aura calma que o homem tinha. Parecia despreocupado e preparado; Não apresentava medo, tensão, ou algo do gênero.

Pôs a mão na frente da Amazona de Andrômeda, sinalizando para que no momento ela não entrasse diretamente na luta e procurasse uma brecha para achar o Tribunal. Os Cavaleiros travavam seus combates sempre, ou quase, em um contra um. Na sua visão pouco arrogante e prepotente, já era injusto para o servo de Têmis batalhar justo com o tal Cavaleiro de Gêmeos, quem diria contra mais um.

Pollux abriu um sorriso escarnecedor, em uma clara zombaria com o seu adversário. — Vejam só o que temos aqui! Você fala bonito, garoto. É só uma pena ter seguido esses ideais patéticos de uma falsa verdade absoluta. Justiça, perfeição... Chega a ser engraçado, mas não surpreendente. — Uma leve elevação de seu cosmo podia ser sentida, convocando a sua Armadura.— Já que falhou em nascer, ou em teu caso "renascer", é natural que morra. Não acha?



A armadura subitamente apareceu em frente ao seu dono, se dividindo em peças que encaixaram-se perfeitamente no corpo de Pollux. De brilho, beleza e majestosidade única, a armadura era inconfundível e parecia ter sido feita à imagem do homem. Era como se ambos se completassem em extrema harmonia.

Sabe, Guerreiro. Nós, os seres vivos, somos muito engraçados. Depositamos nossa fé em alguém mais poderoso pra então vivermos a sua sombra, o que é o nosso caso... — Começou a falar, dando alguns passos para frente em direção ao adversário. A capa de sus armadura tremulava sutilmente, enquanto o Cavaleiro tornava a discursar.— Essa pessoa então procura alguém para depositar a sua fé; A fim de escapar da pressão, aqueles seres procuram uma ainda maior entidade em que acreditar, e aqueles seres maiores também procuram ainda maiores, ainda mais fortes para seguir. Assim nascem os reis... Os Deuses. É um ciclo vicioso e interminável.

Seu cosmo, outrora calmo, tornou-se muito mais agressivo e inundou a região. O Cosmo de Pollux era tão pesado e poderoso que a sensação dada era a de um mar caindo sobre aqueles que estavam próximos. Sua máscara então se fechou, ocultando o rosto de Pollux, pronto pra lutar.— Mas não tenha pressa, Guerreiro sábio, e nem medo. Por agora vou ensinar-lhe lentamente que o Deus em que você colocou a sua fé, vem apenas depois de mim. E aí sim pode começar a rezar. A sentir medo.

~seiyadenatal

Usuário: ~seiyadenatal
.starchaser.
Administrador do Grupo
Narrador


O céu permanecia em um indefinido tom de cinza; na língua das nuvens, provavelmente queria dizer "eu não queria estar aqui". Apesar disso, o tempo permanecia quente, soltando alguns raios aqui e ali, anunciando que futuramente as terras seriam agraciadas com o líquido da vida. Infelizmente não era aquilo que incomodava os civis, mas sim o estranho homem ajoelhado de frente para uma taça. Julgavam-no como um herege que maculava as terras sagradas do Vaticano. Mal sabiam eles do destino que aguardava tal local.

Como o próprio Cavaleiro da Constelação de Taça deveria saber, as visões do futuro provindas da armadura não serviam para mostrar simples trivialidades como aquela, apenas refletindo o céu meio nublado até o reflexo do Cavaleiro de Libra aparecer. A água remexeu freneticamente na taça logo em seguida, mostrando a imagem do Cavaleiro de Ouro de Gêmeos, Pollux, trajando uma estranha armadura dourada, mas extremamente clara, quase branca, muito diferente da sua comum. Este era cercado por soldados-rasos, na vila de Rodório; com um movimento de Pollux, todos os soldados eram desmembrados, deixando uma pilha de corpos partidos e uma extensa poça de sangue no chão.

~Allen-

Usuário: ~Allen-
CAP - FUNEMAC
||Vaticano
Bang "Ban" Ryou/Cavaleiro de Taça
Mostrar Spoiler: Armadura de Taça


Quando se tocou do que vira, imediatamente Ban recolocou sua armadura no chão. A água da armadura revelara um futuro mais distante que o desejado, e deixara uma dúvida para o cavaleiro de Taça.

- Maxie, venha ver isso, por favor...- Disse ele, não evitando o sorriso o tanto malicioso na face. "Então aquele era o cavaleiro de gêmeos?"Pensou, por causa de seu rosto, mas a armadura não batia com o combinado.

- O cavaleiro de gêmeos não deveria trajar a...armadura de Gêmeos?- Perguntou com um tom meio "obvio" na fala. Estranhava mais o fato de, provavelmente, serem aqueles soldados, soldados-rasos do exército de Athena. A hipótese de traição já circulava na mente de Ban, porém não ousaria acusar um dourado de tal ato.

- Estes não são os soldados-rasos de Athena, são? - Perguntou ao Dourado, em dúvida. "Novamente minhas visões do futuro me mostram um problema grande de mais para mim"Pensou.

~Saiph - Clan Dragon

Usuário: ~Saiph
Führer
Administrador do Grupo




Ante ao adversário, Pollux continuou sorrindo. Parecia uma afronta direta ao adversário; Mostrou que não sentia nem um pouco de temor em estar em uma área que não era a sua. Em um estalo de dedos aquilo poderia mudar completamente.

Parou a alguns passos de distância, esperando o movimento do adversário. Não ousaria atacar sem saber no que se baseava as técnicas da tal virtude que brandia a sua espada.

A máscara de sua armadura ocultou seu sorriso, que se alargou um pouco mais ao ouvir as baboseiras de Emir. — Então você é destemido também? Não teme o futuro? Impressionante. — O tom calmo ainda prevaleceu. Sua máscara se abriu, para que Pollux pudesse tirar o tapa-olho e revelar sua íris de cor exuberante. — Já dizia um sábio: "Aquele que não teme a sua espada, não tem o direito de empunhá-la". Eu tenho muito medo do meu poder, na verdade. Principalmente quando não vejo necessidade em usá-lo por inteiro...

Referiu-se a suas capacidades precognitivas, que acompanharam Pollux durante quase toda a sua vida. Aprendeu a temer o futuro, cruel mas não imutável; Na verdade, isso o fez adentrar naquele universo de anormalidades. Talvez essa última palavra fosse a que melhor descrevia aquele homem.— Pisar em um inseto e não esmagá-lo é complicado. Aliás é muito engraçado, e hipócrita, você dizer isso com tanto orgulho. Afinal a sua Deusa diz a verdadeira portadora da Justiça; A mais humana das utopias. E ela usa, adivinha? Humanos! Se apegando ao sopro de vida que lhes foi oferecido. — E então, riu alto, como se aquilo fosse uma piada para ele.— A Justiça não existe, seu tolo. Não passa de diferentes ideais e pontos de vista: "Conveniência", ou para ser mais claro, um anseio inalcançável e inexistente. E é patético alguém como você tentar discutir sobre isso como se fosse diferente ou superior, sendo que eu e você somos dois lados da mesma moeda, Virtude.

Emir então concretizava o seu primeiro movimento, engolindo ele próprio, Pollux, Shyugi e a menor em uma espécie de cúpula, que reduzia consideravelmente a velocidade de Pollux. Mas o homem, como de praxe, não mostrou alarde. Seus lábios lentamente se moviam, anunciando o seu próprio movimento: Com a velocidade reduzida, tudo que fez foi aumentá-la para que não surtisse tanto efeito.

Miragem da Encruzilhada!


O ambiente novamente se distorcia, levando aqueles presentes para uma dimensão diferente.

Interessante ter poder sobre o tempo, de fato. Mas nem mesmo ele tem efeito no espaço! Aqui, de nada ele é eficaz, mas eu sou um ser benévolo e te darei a liberdade de escolher o seu futuro! — Era verdade. Nem mesmo o tempo tinha efeito ali, um local livre de todas as leis humanas.

Duas paredes se erguiam dos lados esquerdo e direito de Emir, cada uma passando uma imagem diferente, como um filme. Na da esquerda, Emir aparecia cortando o seu pescoço de forma lenta e tortuosa, enquanto o líquido rubro manchava a beleza de sua armadura, jorrando aos montes. Já o outro era tão caótico quanto, com a espada empunhada na mão direita banhada de sangue enquanto erguia a cabeça de sua própria Deusa, decapitada. As duas podiam causar um imenso impacto psicológico no homem.

Escolha um dos seus destinos, e seja breve, ou se partirá em dois. Tente se convencer de que é uma ilusão, tanto faz... Dor é dor, física ou mental, e ela vai estraçalhar o seu espírito do mesmo jeito. Cabe a você decidir o que quer, Emir... Isso sim é insano!