Tópico Atlanta

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~Nary-

Usuário: ~Nary-

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No início do apocalipse, a notícia de que havia um local seguro em Atlanta se espalhou e várias pessoas fugiram para lá. Todas acabaram mortas e infectadas, o que acabou resultando em várias hordas que, atualmente, rondam a maioria das ruas.

Assim como quase todos os lugares, Atlanta está infestada pelos mortos-vivos, destruída.

~PNG-LuckRxRx

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Jayson Stuart

O mundo havia ficado uma bagunça, por conta disso acabei me tornando alguém bem diferente do que era...Bom, pelo menos não saio dando sorrisos para qualquer um como antes. A cidade estava bem calma, não estou gostando muito disso, Atlanta costuma ter mordedores por toda parte...Algo de errado esta acontecendo, mas estou com preguiça de descobrir. Tirei o pequeno bracelete que Chandler havia me dado antes de sumir junto com meu grupo há alguns meses atrás
- Vocês fazem falta...
Guardei o objeto na bolsa antes de voltar a andar pela cidade escura e destruída
[/centro]

~Nary-

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Bonnie Young


Bocejo, saindo do prédio. Havia lucrado dois pacotes de bolacha e garrafas de água ali, seria o suficiente para alguns dias. Até meu humor havia melhorado!

- Venha, Mel.- Sussurro, pegando em sua mão, enquanto na outra segurava firmemente o cabo de uma das adagas, a outra estava guardada, presa no cinto do short que usava. As ruas estavam vazias de mais, algo incomum... Tenho que me cuidar. E, principalmente, cuidar da Mel.

- Olha! O que é aquilo, BonBon?- A garotinha aponta para um homem na estrada. Parecia distraído. Pelo tom de voz que ela havia perguntando e o eco que provavelmente faria... As chances de tanto ele quanto os mortos-vivos escutarem eram grandes.

Sem responder, a puxo para a construção mais próxima, às pressas. Era um hotel, e o cheiro dentro era insuportável. Parecia o cheiro de morte. Não que a morte tenha um cheiro, mas, de certo modo, me lembrava.

A deixo sentada numa das poltronas, colocando o dedo indicador sobre os lábios, pedindo silêncio. Ela assente, dando um pequeno sorriso, o qual eu retribuo.

~PNG-LuckRxRx

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Jayson Stuart

Andava pelas ruas totalmente distraído, se algum errante aparecesse eu estaria morto. De um certo modo estava pouco me fodendo, mas preciso sobreviver para achar meu antigo grupo, não posso desistir agora. Escutei a voz de uma garotinha, a voz era muito fina para ser de algum adulto...Saquei minha faca e dei meia volta voltando para onde estava. Haviam alguns rastros espalhados pelo chão, eram de duas pessoas, uma maior que a outra, isso comprovava minha hipótese
- Sobreviventes...Finalmente.
Comecei a seguir os rastros cuidadosamente

~g_giwo

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- Filha do caos -

Kim Hyuna - 20 anos


Abriu os olhos lentamente, como se a luz irritasse seus olhos escuros que apenas tinham sido fechados para tentar dormi. Mas, não havia nenhuma luz. A casa estava escura, apenas sendo iluminada por velas e trancada de todas as formas possíveis. O sofá ainda macio repousava a costa que a dois dias não sabia oque era descanso. Sentou - se, vagando o olhar sobre a sala, jogando – o para a porta da cozinha. Esperava que ele aparecesse ali, porém era apenas um desejo que não aconteceria mais. A vez de seu irmão havia chegado e assim como as outras pessoas que se foram, ou se tornaram aquilo, "seu dia" havia sido à dois dias atrás, e a morena já havia aceitado isso... ou tentado aceitar da maneira mais madura que conseguia.

Passou os dedos finos no canto do olho que estava levemente molhada, enquanto levantava para ir até a cozinha, e sentar - se na mesa. Olhando para a panela que havia em sua frente, e que guardava a carne de porco que haviam conseguido, deixou que um suspiro cansado saísse dos lábios intimidadores, os molhando com a ponta da língua até começa a se alimentar. Não porque estava com fome, mas pra distraí - la dos pensamentos que ainda tinha. Eles não sumiriam tão rápido.

Terminou de comer, fechando a panela e indo para o banheiro, desabotoando a blusa antes de chegar ao cômodo e terminando de tirar o resto das roupas ao entrar. Na casa ainda havia água, o que deixava o humor dela melhor. Ficou de baixo do chuveiro, olhando na direção da porta que deixará aberta, afinal Emily estava na casa. – A água está tão gelada... – Murmurou para si mesmo. Ainda que tivesse reclamado da água era agradável.

Assim que terminou saiu sem nenhuma roupa, molhando o chão até chegar a mochila na mesa da sala. Tirou dali uma toalha vermelha e com ela se secou, pondo uma roupa limpa. Ainda que a situação não fosse das melhores, não deixava seu senso de roupa ir embora, e para ela era importante ter uma boa aparência ainda que, não tivesse exatamente pra quem exibi - la. – Ou será que tenho? – Riu minimamente e terminou de se vestir e secar seu corpo, soltando o cabelo escuro. Amarrou o sapato e fechou a mochila, passando a mão no facão sobre a mesa ao lado da mochila. Virou - se, indo na direção do sofá novamente sentando - se enquanto mexia no anel que havia ganhado dele.

~PNG-LuckRxRx

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Zack Fray

Beleza, essa merda toda é um cú. Não tenho paciência com toda essa merda...Chutei uma cabeça de errante jogada na minha frente e respirei fundo. Não aguento mais andar a procura de gente morta nessa porra

~g_giwo

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- Filha do caos -

Lee Jong - Suk - 22 anos


Parou a mato bem distante da entrada, porque a gasolina havia acabado. Suspirou pesadamente olhando para a cidade destruída. Suspirou pesadamente e desceu da moto ajeitando a mochila nas costas, e puxando seus facões e molhando os lábios com a ponta da língua.

Dirigiu - se na direção dos carros velhos que impediam a passagem de um outro carro ou moto, dando a chance de apenas pessoas passarem por ali. Apesar de ter chances de algum errante está ali, preferiu seguir por entre os carros que o esconderia caso precisasse do que denunciar sua chegada na cidade. Continuou andando pra frente, notando até mesmo uma voz de criança. Serrou os dentes e continuou a ir à frente o mais rápido que pode. Essa era a segunda vez em Atlanta, a primeira foi quando tudo ainda era vivo ali. Saiu do carros quando achou que poderia, e quando se certificou de que não teria nenhum grupo de bichos feios se aproximando.

Jung - suk se dirigiu para perto das lojas, prédios, claro tomando todo o cuidado que poderia tomar. Por um momento viu um movimento em um dos prédios dali e franziu a testa, entrando em um loja pequena e que apenas tinha um errante. Era uma farmácia e por sorte, ainda haviam remédios, curativos, coisas poucas mas que irão servi caso precisasse. Assim que saiu, colocou um cigarro na boca - não que ele fosse realmente um fumante, mas como estava sozinho a unha companhia era isso de certo modo -, guardou o esqueiro o balançando. - preciso achar outro. - Murmurou e olhou para o mesmo prédio de antes, arregalando um pouco os olhos ao vê alguém se abaixar.

Ajeitou os facões na mão grande, segurando o cigarro com a boca e caminhando em direção ao prédio. - Um errante? - Perguntou em pensamento, se aproximando da porta. - Não...se fosse já teria vindo me atacar - Pensou novamente abrindo a porta suja do prédio lentamente, dando os primeiros passos para dentro.

~Nary-

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Bonnie Young


Mel permanecia sentada numa poltrona, balançando os pés para frente e para trás enquanto cantarolava uma canção desconhecida. Eu estava perto das janelas, observando o lado de fora, atenta.

Movimentos calmos e aparentemente despreocupados me chamaram a atenção. Não parecia um errante, e sim um humano. Mordo o lábio inferior. Subir com Mel, a esconder e voltar seria o melhor a se fazer, mas já não havia mais tempo. O humano já estava entrando, então apenas fiz sinal para que Mel sumisse. Ela saltou da poltrona e seguiu até uma porta próxima, onde provavelmente era a cozinha.

Retiro as adagas que estavam presas no cinto, as apontando para o homem que havia entrado. Era um humano, mas nem por isso abaixaria a guarda. Confiaria mais num cachorrinho de rua perdido do que nele.

- Quem é você?- Meu tom de voz saiu firme, alto e claro. Numa situação daquela sequer consegui pensar numa piada! Poxa, eu sou uma decepção nesse quesito, realmente.

~g_giwo

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- Filha do caos -

Lee Jong - Suk - 22 anos

Assim que entrou deu de cara com uma garota de fios escuros, baixa e magra, de pele branca e rosto fino, incluindo lábios finos e largos. Ergueu a sobrancelha ao vê uma das portas se movimentar como se tivesse acabado de ser aberta. Serrou os olhos, e molhou os lábios com a ponta da língua. Deu seu olhar ao chão jogando o cigarro ali, e pisando nele, apagando - o. Ninguém merecia sentir cheiro de cigarro e claro, quando essa pessoa não fuma. - Em primeiro lugar, não fale tão alto por favor ou chamará atenção dos errantes do lado de fora... - Comentou levando o olhar à ela de forma calma. - Ou os de dentro.

Deixou que a porta do hotel se fechasse atrás de si, para que não corresse o risco de algum deles aparecer e vê - lo. - Já parou pra pensar que pode ter alguns deles, aqui dentro. E que você está colocando em risco você... - Olhou para a porta. - E a pessoa que está com você? - Suas falas eram calmas e educadas. Sem nenhum pingo de ironia ou coisa parecida. Respirou fundo e mordeu os lábios como de costume.

- Sou Lee Jong - Suk, não precisa se preocupar. Não vou te atacar, roubar, ou estrupar. - Falou olhando a estrutura do local. Precisava de um lugar pra dormi. - Mas entendo sua desconfiança. - Murmurou passando a mão na nuca e descendo o olhar à ela novamente. - E você? - De certa forma era bom vê outro humano, não querendo devora - lo. Vê que ainda tinha alguém vivo.

~Nary-

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Bonnie Young


Respiro fundo. Queria mandá-lo plantar batatas ou dar-lhe o dedo do meio, mas estava certo. Eu sequer havia visto os andares restantes, aquele lugar ainda não era completamente seguro.

Guardo as adagas, ainda me mantendo atenta à qualquer movimento do tal Lee Jong Suk. Não podia confiar assim de cara, mesmo ele tendo dito que não iria fazer nada.

- Bonnie Young. Ainda não tenho certeza se é um prazer te conhecer, mas é bom saber que ainda hajam humanos educados como você.- Coloco as mãos no bolso, sorrindo de canto. Eu falava isso, mas não sou nem um pouco educada... Ah, tanto faz. Olho de soslaio para a porta pela qual Mel havia passado há pouco.

Ainda não tinha certeza se poderia confiar nele, por ora deixaria a menor lá.