Tópico Serial Killers Japonêses :3

23 Respostas

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
Uma coisa que eu acho bem interessante é Serial Killers cometidos no Japão, é incrivel a precisão, eles são praticamente perfeitos no seus assasinatos... pode parecer estranho... mas sou facinada por Serial Killers haihai' mas deixando claro que eu não vou matar ninguêm kkkkkkk'
Bem eu trouxe 2 Serial Killers bem interssantes, os 2 foram ocorridos no Japão :3 É possivel que você ja tenha ouvido falar em um desses 2...

Nevada-tan, a pequena assassina

No ano de 2004, o Japão e o mundo foram aterrorizados por um crime cruel, sangrento e de extrema frieza. A vida de uma criança de 12 anos se perdeu em uma sala de aula da escola onde estudava. O assassino? Uma criança de 11 anos, vítima de bullying e negligência, que acabou ganhando fama e sucesso por sua morbidez. Conheçam Nevada-tan, a pequena assassina japonesa.

Imagem dela --> http://25.media.tumblr.com/tumblr_mdt3wtxINh1qjv5iyo1_500.jpg

Ano 2004. Escola Elementária Okubo de Sasebo, prefeitura de Nagasaki (Japão); uma escola como outra qualquer, em que as crianças brincam e aprendem. Uma pequena de 11 anos se destaca perante os demais. Se chama Natsumi Tsuji e é uma estudante modelo, tira notas estupendas e é apaixonada por basquete, cinema e internet. Seu QI era de 140.

Natsumi tem uma amiga de doze anos chamada Satomi Mitarai, são unha e carne e desfrutam de uma amizade invejável, entre brincadeiras e estudos. Porém, um dia, acontece um desentendimento entre as duas, uma discussão sobre o assunto ridículo de popularidade na escola acaba terminando com essa bela amizade. A puberdade é realmente absurda, pois adolescentes têm a tendência de valorizar coisas muito pequenas como popularidade, aparência e etc.

Nessa época, Natsumi já havia começado a se interessar pelo cinema japonês de caráter violento, sendo sua obra preferida o filme “Battle Royale”, um filme considerado culto, que relata uma situação insustentável de violência juvenil no Japão, que obriga o governo a largar anualmente um grupo de alunos em uma ilha, que devem matar uns aos outros para sobreviver. Outro de seus filmes favoritos é “Voice”, também japonês, conta a história de uma jovem que enlouquece e se transforma em uma assassina. A menina foi se afastando cada vez mais dos estudos e fechando-se. Criou uma página na web exclusivamente dedicada ao mundo do terror, violência extrema, hentai violento e gore com direito a mutilações, sangue e escatologia. Ela tinha apenas 11 anos.


Capa do Filme -->
http://2.bp.blogspot.com/-R7iAuR-vhC4/UKwGyEkm7wI/AAAAAAAAAdw/kWYyYXEo-M8/s1600/tumblr_mdt4m24QvU1qjv5iyo1_400.png

Sua colega e antiga amiga “Satomi” fez um comentário na internet chamando Natsumi de “gorda”. Uma pré-adolescente com a cabeça no lugar provavelmente teria ignorado o assunto, mas com Natsumi foi diferente. Ela já tinha criado algo macabro dentro de si, não saía de casa e a internet era seu único refúgio social. Sua mãe lhe obrigou a largar o basquete e dedicar seu tempo integralmente aos estudos, já que suas notas estavam indo de mal à pior. Posteriormente ela voltou a jogar basquete, mas desta vez, abandonou-o por si mesma. Se encontrava totalmente deslocada.


No dia 1º de junho do ano de 2004, Natsumi Tsuji levou sua colega Satomi Mitarai a uma sala de aula vazia. Vendou seus olhos com a desculpa de que queria fazer um jogo com ela, e ali, sem mais nenhuma palavra, degolou a menina a sangue frio com seu estilete, e ainda lhe causou vários outros cortes nos braços. Após isso, com a roupa e mãos ensanguentadas, voltou para a aula como se nada tivesse acontecido. Seu professor, ao vê-la coberta de sangue e com o estilete na mão, soltou o alarme e logo descobriu a terrível verdade.

A polícia deteve a menina assassina, enquanto de sua boca o único que se escutou foi “Fiz algo errado, certo? Eu sinto muito.”. Para os médicos, já era tarde demais, eles apenas puderam constatar a morte de Satomi. Uma alma de doze anos se foi, sem ter vivido o suficiente. Mais tarde foi descoberto que algumas semanas antes, Natsumi havia protagonizado um episódio violento dentro da sala de aula, em que ameaçou um colega com o mesmo estilete que usou para assassinar Satomi.

A menina passou a noite na delegacia de polícia. Inicialmente não mencionou o motivo de seu ato, mas um pouco depois confessou aos policiais que havia assassinado Satomi Mitarai por causa das mensagens que viu na internet, como comentários sobre seu peso.

A pequena homicida foi julgada em 15 de setembro de 2004 e sentenciada a 9 anos de internamento no reformatório da prefeitura de Tochigi. O governo japonês é muito discreto com a privacidade dos crimes cometidos por menores, e proibiu que os meios de comunicação divulgassem o nome da menina. Os noticiários a chamavam de “Menina A”. Entretanto, um jornalista da Fuji TV, não se sabe se propositalmente ou por descuido, revelou seu verdadeiro nome, Natsumi.

É agora que começa a parte mais doentia de toda a história. Na fotografia a seguir, pode-se ver Natsumi (a assassina) à esquerda e Satomi (vítima) à direita, ambas identificadas com uma flecha vermelha. Nesta foto, a menina estava vestindo um moleton azul em que pode-se identificar a palavra “NEVADA” (da universidade de mesmo nome, em Reno) em letras brancas. Foi daí que surgiu o apelido de Nevada-tan, o que, em japonês, vem a significar algo como “a pequena Nevada”, fazendo alusão à inscrição de sua vestimenta. Em outro lugares também a conhecem como Nevada-chan. (OBS: essa foto foi tirada algumas horas antes do assassinato, e é a última foto de Satomi viva)

Foto -->
http://1.bp.blogspot.com/-p2eAEWlAdgg/UKwHiBAgLgI/AAAAAAAAAeA/HByPpY0G1V8/s1600/tumblr_mdt3x3KzLd1qjv5iyo1_500.jpg

Nevada-tan teve todos os ingredientes perfeitos para converter-se em um mito para uma multidão de indivíduos na internet. Uma menina de 11 anos, colegial, japonesa, violenta e assassina; o que mais querem os amantes de mangá e hentai? Os otakus mais pervertidos e anti-sociais ganharam sua heroína.
A figura de Nevada-tan começou a ficar popular e fóruns japoneses tipo imageboard como 2chan (seguido posteriormente, como não, por todos os outros fóruns anônimos) foram os primeiros a criar o meme que daria a volta ao mundo, persistindo até os dias de hoje. A menina foi elevada há uma categoria de semi-deusa e se converteu em um ícone macabro de adolescentes doentes e mesquinhos. Surgiram desenhos e representações, um mais sinistro que o outro, virou moda o cosplay de Nevada-tan (como o da fotografia que encabeça este post), surgiram multidões de fanfics e fanarts do assassinato, fotografias da menina (não se sabe se reais ou não) e material de todo tipo. Um grupo alemão de música, chamado Pan!k mudou seu nome para Nevada-Tan e até o grupo australiano Love Outside Andromeda dedicou a letra “Boxcutter, B
aby” para ela. Tudo justificado por um cruel assassinato.

Musica feita para a Nevada Tan:
Essa garota com tanta raiva,
Essa garota lá da escola.
Olhe aqui, Neva,
Há algo especial em seu estilete.

NE-VA-DA!

Por favor, por favor, não me machuque.

Vai apunhalar meu pescoço.

Não, não, não! Não me mate!
NE-VA-DA!

Essa garota se tornou popular

Essa garota com seu desejo especial de “bom dia”.

Olhe aqui, Neva.

Há algo especial em seu estilete.
NE-VA-DA!

Por favor, por favor, não me corte!

Meu sangue vermelho se espalhará por toda parte.

Não, não, não! Não me mate!
NE-VA-DA!


Nevada-tan passou de uma assassina para a personificação de uma rebeldia alternativa e violenta, ansiada por um amplo grupo de jovens de todas as partes do mundo. Porém, alguém já parou para pensar na menina e em sua família? Algum desenhista, enquanto divulgava sua admiração por ela, pensava que ela havia assassinado a sangue frio uma menina de doze anos? O que os jovens japoneses precisavam expressar quando se fantasiavam de Nevada-tan? O que lhes causou tanta raiva a ponto de esquecer a morte de uma menina inocente?

Natsumi Tsuji não é uma figura que deva encobrir, ao contrário. Representa o monumental fracasso do sistema educacional e assim se fez chegar ao governo japonês da época, Nevada-tan era uma menina que destilava violência e nem seus pais, tampouco seus professores perceberam isso a tempo. Se uma criança de 11 anos passa horas na internet fazendo desenhos de caráter agressivo, assistindo filmes de violência extrema, não sai mais de casa, larga os estudos e os amigos, algo não está bem. Quem já assistiu “Battle Royale” sabe que não é um filme para crianças de 11 anos.

Obviamente o problema não está na internet, mas sim nas pessoas. Primeiramente nos pais e professores que foram incapazes de perceber a tempo que algo estava errado com Natsumi, para poder ajuda-la. Segundo, na colega que praticou bullying com a menina e acabou por se tornar uma vítima, posteriormente. Terceiro, no sistema educacional que não consegue fazer uma criança distinguir o certo do errado. E em quarto e último lugar, vem os adolescentes que endeusaram a menina, sem levar em conta que isso não é uma brincadeira. Uma vida foi perdida e outra vida foi condenada. Ambas as meninas têm famílias, que foram completamente destruídas pelo tamanho da tragédia. A escola em que estudavam, seus colegas, professores, e até mesmo as pessoas próximas a elas como vizinhos, foram traumatizados de uma forma brutal. O que os usuários fizeram na internet foi muito doentio. Crianças são influenciáveis, agora imaginem se outra menina vê tudo isso, sente vontade de ser adorada como Nevada-tan e acaba por cometer um crime do mesmo nível? Mais crianças, famílias, professores seriam atingidos, mais vidas destruídas e a troco de quê?

Em 2010 Nevada-tan completou 18 anos e ainda faltavam mais 3 anos para sair do internamento. Se fala muito sobre ela e sobre o que será dela quando sair. Eu só espero que o tratamento que ela teve com psicólogos, psiquiatras e educadores tenha efeito e ela consiga se redimir com a vida e com seu passado.

Desculpe ser meio grande, mas é muito massa kkkk' sou psicopata pow

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
Segundo Serial Killer :3 Vocaloid em uma musica em "homenagem" (dafuck? homenagem?) contnuando... Vocaloid tem uma musica falando desse caso:

O Caso Alice* (Vocaloid - Alice Human Sacrifice)

O Caso Alice permanece, até hoje, como sendo um dos crime mais estranhos e misteriosos do Japão. De 1999-2005, aconteceu uma série de cinco assassinatos, que não teriam relação nenhuma entre si se não fosse por uma carta à polícia que o assassino deixava na cena do crime. Ele deixava uma carta de baralho (O tipo de carta variava com o crime) em cada local, com o nome “Alice” escrito com o sangue da vítima.
Poucas pistas foram encontradas, e eventualmente o caso foi trancado.

Abaixo, estão os detalhes de cada crime:


Sasaki Megumi:

A primeira vítima foi Sasaki Megumi, uma moça de 29 anos, dona de um restaurante.
Aqueles que a conheciam, descreviam Megumi como uma moça de temperamento curto e
uma língua afiada quando lidava com os empregados. Ela era bem conhecida pelos seus clientes graças à sua dedicação ao trabalho e excelente comida. Fora do ambiente de trabalho, Megumi era muito sociável e ia à muitas festas.
E foi depois de uma destas festas que ela desapareceu. Megumi decidiu voltar para casa à pé, sendo que estava na casa de um amigo que ficava há apenas uma quadra de distância, e ela estava um tanto quanto bêbada para dirigir. Algumas pessoas lhe ofereceram carona, mas ela negou. Megumi foi vista saíndo da festa à uma da manhã, e foi a última vez que ela foi vista com vida.
Na manhã seguinte, um casal passeando pelo bosque, que ficava há um quilômetro de distância da casa de Megumi, viu uma trilha de sangue em um caminho pouco usado do bosque. Curioso, o casal seguiu a trilha, e encontraram o corpo de Megumi. Ela foi esquartejada, e seus membros foram empalados em galhos de árvores. O casal chamou a polícia.
Foram os policiais que encontraram a carta de baralho, enfiada na boca de Megumi. Era um Valete de Espadas, com a palavra “Alice” escrito, como mencionado anteriormente.
Não havia impressões digitais, nem DNA na cena do crime. Havia vômito no local, mas a mulher do casal revelou ser dela.



Yamane Akio:

Yamane Akio era um vocalista pouco conhecido de uma banda que não tocava em outros lugares além de bares. Seus amigos o descreviam como uma pessoa carinhosa, que nunca levantava a voz para os outros fora dos palcos. Depois de sua morte, a banda acabou, não tendo coragem de encontrar um novo vocalista.
Akio foi levado de seu apartamento em 11 de Fevereiro de 2001. Seus colegas de banda foram as últimas pessoas a vê-lo com vida, já que ensaiaram com ele mais cedo no mesmo dia.
Naquela noite, sua namorada foi visitá-lo, e ficou surpresa em encontrar a casa vazia. Nos dias que se seguiram, Akio foi dado como desaparecido, e uma busca por ele começou.
A câmera de segurança do prédio mostrou uma figura encapuzada entrando por uma porta lateral, saíndo algum tempo depois com um grande saco de lixo de formato estranho. Essa misteriosa pessoa nunca foi encontrada, e ninguém a vira pessoalmente no dia do sequestro. Acredita-se que esse homem seja o assassino, mas seu rosto nunca apareceu nas filmagens da câmera, impossibilitando seu reconhecimento.
Na semana seguinte, o dono do bar “Yoshida’s” (Onde a banda constantemente tocava) estava abrindo o local quando se deparou com uma cena horrenda. Jogado sobre uma mesa, estava o corpo de Akio. Suas cordas vocais foram arrancadas de sua garganta, e ele havia levado um tiro na cabeça. Sua carta de “Alice” era um Rei de Ouros e foi encontrada em suas mãos, juntamente com as cordas vocais arrancadas.


Kai Sakura:

A adolescente Kai Sakura tinha a vida toda pela frente. Ela era uma garota doce, e muito amada pelos seus colegas e parentes. Ela queria ir para a faculdade, se tornar uma designer de moda, e faltava apenas uma semana para sua formatura no Ensino Médio quando ela foi sequestrada.
A família de Sakura tentou insistivamente encontrá-la, e toda a cidade ajudou na busca pela garota perdida. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, enterrado em uma cova rasa. Não parecia que o assassino queria escondê-la, pelo contrário, ele marcara a cova com a carta “Alice” dela, uma Rainha de Paus. A carta estava presa por um palito no topo da cova.
O corpo de Sakura fora horrivelmente mutilado. Os olhos dela foram arrancados do corpo, a pele esfolada, e a boca cortada. Uma coroa havia sido costurada à sua cabeça, provavelmente enquanto ainda estava viva. Nenhum crime sexual fora cometido, tanto pre- quanto post-mortem.
Juntamente com o corpo de Sakura, havia um bilhete, escrito em uma letra inteligível. O bilhete continha frases desconexas, algumas impossívels de ler. “A morte é um sonho distorcido”, “Ela vai sempre comandar”, e “Ha!Ha! Aqueles que morrem são os sortudos.”, eram algumas das frases que estavam escritas, entre outras. Tentaram reconhecer a letra do assassino, mas sem sucesso.


Oshiro Hayato e Hina:

Estes dois foram as últimas vítimas. Hayato e Hina eram irmãos, e muito próximos.
Hina era a irmã mais velha, e era muito teimosa. Seu irmão mais novo, Hayato, era muito esperto, até pulara uma série na escola, ficando na mesma sala que sua irmã. Os dois raramente brigavam, ao contrário de outros irmãos na mesma idade que eles.
Os dois foram encontrados mortos em suas camas, em 4 de Abril de 2005. A causa da morte foi uma injeção letal. A janela do quarto estava aberta, e deduziu-se que o assassino invadira a casa em silêncio o suficiente para cometer o crime sem acordar os dois, saíndo da casa logo em seguida. Cada criança segurava uma carta de Ás de Copas, que, ao serem colocadas lado a lado, formavam a palavra “Alice”.
Uma pegada lamacenta foi encontrada no carpete, mas estava tão danificada que foi impossível identificá-la. Essa foi a única pista, fora a carta, encontrada no local do crime.
Um ano mais tarde, a mãe de Hayato e Hina cometera suicídio por causa da depressão. O pai deles, que ainda está vivo, faz terapia extensiva para tentar superar a morte de toda sua família. Até este momento, ele se encontra em depressão profunda, sendo fortemente medicado.


Consequências:

Um pouco depois da morte dos irmãos Oshiro, um homem chamado Suzuki Yuuto foi preso pelos assassinatos. Ele era um vagabundo com problemas mentais, que dizia “não se lembrar” onde estava no momento dos assassinatos. O mais absurdo de tudo é que ele foi encontrado usando o casaco que pertencia a Yamane Akio.
Um pouco de sangue que havia na manga deu resultado positivo que era de Akio.
Yuuto, que estava desesperado à esta altura, declarou que um “demônio negro sem rosto” havia lhe dado o casaco.
Yuuto foi liberado quando um abrigo de sem-teto disse que Yuuto ficara por lá na noite do assassinato de Sakura. Como o abrigo ficava longe da casa de Sakura, não havia como Yuuto cometer o crime e voltar para o abrigo sem ser notado.


Em 30 de Abril de 2008, um produtor conhecido como Yugami-P colocou sua primeira música no site nicovideo (N/T: Um site japonês de vídeos), chamado Hitobashira Arisu, traduzido livremente como Alice of Human Sacrifice (Alice do Sacrifício Humano).
Acredita-se que a música foi baseada no Caso Alice. Conta a história de um sonho que atrái as pessoas para seu mundo, e depois conta a história de cada “Alice”.

A música traz algumas relações com cada assassinato. A primeira Alice (dublada por MEIKO) foi presa em um bosque, que foi onde o corpo de Megumi foi encontrado. A segunda Alice (dublada por KAITO) era um cantor que “levara um tiro de um homem louco”. A terceira Alice (dublada por Hatsune Miku) era muito amada, virou a rainha do país, e foi possuída por um “sonho distorcido”. A quarta Alice (dublada por Kagamine Rin/Len) era um casal de gêmeos considerados apenas uma “Alice”. Eles eram descritos como uma irmã mais velha “resistente”
e um irmão mais novo “inteligente”. Também falava que eles “ainda precisavam acordar”, uma possível referência ao fato de que ambos morreram enquanto dormiam. Além disso, as cartas encontradas com os corpos foram mencionadas.

Yugami-P nunca disse nada sobre seu vídeo ter relação com os assassinatos, mas todos acreditam que sim.




Essa creepypasta é baseada no Vocaloid real... Será mesmo só uma creepypasta?


Outro grande ;s vish kkkkk'

~JooyNii

Usuário: ~JooyNii
|| Blizzard of Hell ||
Administrador do Grupo
*--* meu deus... Que delírio agora lendo isso, na boa, a da Nevada-chan não sabia, fiquei realmente surpresa com o que li, baixei a musica mencionada no texto, na qual foi baseada na própria assassina, uma musica com um toque e uma voz leve, quem iria imaginar que traria uma história tão perturbadora assim.
Quanto ao Caso Alice, eu já havia lido sobre isso em um site, acho que neste mesmo que você trouxe este conto, realmente é uma Creepypasta bem interessante (eu pessoalmente sou uma fanática por CreepyPastas, principalmente sobre a franquia de jogos e anime infantil Pokémon, que trás muitas histórias macabras junto dos contos infantis, um dia falarei sobre estes casos por aqui.) enfim, eu me apaixonei por esta história, e só de pensar de deve haver "cartas perdidas" por ai... Não é exitante? É como se faltasse uma parte nessa história... O que será que este assassino queria passar através dos assassinatos, das cartas escrita "Alice" e até mesmo com a forma que as vitimas foram executadas... Neste momento estou ouvindo a musica Alice of Human Sacrifice e adorando o toque macabro vindo dela..
Bom, eu adorei sua participação neste grupo, fiquei realmente feliz e acho que todos que estão aqui, deveriam participar deste modo ^^
Bom, seja bem vinda ao Yandere Project, Kiyomi-san, sinta-se a vontade para compartilhar seus "vícios por Serial Killers" conosco.


Beijos mortais da Neko.

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
Arigatou Neko-chan, apesar de achar esse meu gosto por Serial Killers um tanto estranho, eu não deixo de gostar...
Pois é, eu realmente me apaixonei pela a história da Nevada-tan, o modo que ela matou suas vitimas foi cruel e ao mesmo tempo criativo, com estilete ela teve sua "vingança"
E o Caso Alice, por não ter tido solução é o que o torna mais legal e "exitante" como você disse, o modo cruel e frio que ele matou essas pessoas, que aparentemente não tinham nenhuma ligação... deixando apenas uma carta de baralho com o nome Alice... isso realmente é incrivelmente legal...

Com certeza trarei mais Serial Killers :3

~AkumaKoori

Usuário: ~AkumaKoori
Angel
Mãaae, eu quero mais u-u o da Nevada é realmente mucho loco. E o de Alice, já me acostumei faz tempo com ele haehae. Enfim, traga mais 'cereal killer' pra gente haehae

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
haihaihaiahaiahiahiahai' u.u trago siim minha fia ;p \õ/

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
Miyazaki Tsutomu - Serial killer Japones



História

Enfim, vamos ao que interessa? Hoje vim falar sobre um serial killer japonês que, segundo dizem, foi o ~~mestre~~ que inspirou muitos outros que vieram nos anos seguintes. Seu nome era Miyazaki Tsutomu. Ele nasceu em 1962 na província de Tokyo, numa família economicamente estável e muito conhecida na região. Seus pais eram bastante ocupados e por isso ele passava a maior parte do tempo com seu avô e um outro rapaz que havia sido contratado especialmente para cuidar dele. O motivo da proteção extra era bem simples: Tsutomu nasceu prematuramente, o que acarretou um problema em seu braço esquerdo. Ele não conseguia mover seu pulso e virar a palma da mão para cima. Em decorrência da mão deformada, ele era obrigado a mover todo o antebraço para conseguir virá-la. Por ser uma doença rara (na época havia cerca de apenas 150 casos no Japão) os médicos o desencorajaram a operar seu punho, pois as probabilidades de cura eram pouquíssimas, então seus pais decidiram submetê-lo a tal procedimento só depois de completar a maioridade. Até o ensino fundamental, tirava notas muito altas e era visto como um aluno exemplar pelos professores, mas entre os alunos era ridicularizado devido a deformidade e seu gosto por animais selvagens, chegando a ser chamado de "Kaijyuu Hakase" (algo como "Professor das Feras"). Era muito competitivo e quando perdia pra alguém, passava noites lendo livros táticos e bolando esquemas para uma revanche, conseguindo a vitória quase sempre depois. Seus colegas de classe o descreviam como uma pessoa fechada e sem grande importância na sala, por ser sempre quieto e pouco introsado.
Ele pretendia estudar e posteriormente lecionar inglês em uma universidade local mas teve seu pedido de admissão recusado devido as notas baixas que tirava no colegial.
Pouco antes de começar a cometer seus crimes, Tsutomu passou a colecionar fitas de vídeo em sua casa, embora raramente chegasse a assisti-las. Dentre elas, havia alguns snuff films famosos como "Guinea Pig".



Os crimes

Tsutomu aparentava ser um empregado comum de uma gráfica, mas em suas horas vagas ele selecionava aleatoriamente suas vítimas, geralmente meninas, entre quatro e sete anos de idade. Fez quatro vítimas, todas nas regiões de Tokyo/Saitama:

22/08/1988 - Raptou uma garota de quatro anos e a matou estrangulada. No dia seguinte, quando seu corpo já enrijecia gradativamente, ele alugou uma câmera e se gravou enquanto tocava a menina. Em seu julgamento, ao ser indagado o motivo de ele não ter se contentado apenas com fotografias ao invés de gravar o ato, ele respondeu coisas sem grande sentido, tais como "em 3D era muito mais emocionante de se assistir" ou "senti saudades de minha infância de repente".

03/10/1988 - Sua vítima fora uma estudante de sete anos de idade. Mais uma vez ele sequestrou e matou com estrangulamento, mas enquanto tentava molestá-la, a garotinha reagiu minimamente, se movendo. Assustado por pensar que ela já estava morta, Tsutomu fugiu. Perguntado sobre o quê ele sentiu no momento, Tsutomu disse apenas que teve a sensação de que estava se arriscando de uma maneira incrível.

09/12/1988 - Raptou e matou outra menina de quatro anos. Seu corpo foi descartado em uma floresta assim como as duas primeiras crianças (provavelmente pelo mau cheiro, já que a garota havia defecado nas próprias vestes) e encontrado seis dias depois, sem roupas. No dia vinte do mesmo mês o criminoso viu o pai da vítima na televisão; ele dizia que mesmo morta, estava aliviado por ter encontrado o corpo da filha.

06/06/1989 - A quarta vítima, além de sequestrada e morta, teve um dedo decepado, frito em molho shoyu e devorado pelo assassino, que posteriormente bebeu seu sangue. Dias depois seu corpo foi encontrado em pedaços.

23/07/1989 - Chega a sequestrar uma garota e levá-la para um local isolado, despindo-a. Mas, no momento em que se prepara para filmá-la, acaba sendo impedido pelo pai da menina que o seguiu, sendo preso por assédio sexual.


Arrependimento?

Apesar de toda sua insanidade, Tsutomu tentou devolver os dois primeiros corpos para suas devidas famílias, mas não conseguiu encontrar o cadáver de sua segunda vítima. Este só fora encontrado onze meses após o crime, em uma floresta local.
Já a primeira menina teve seus restos mortais encontrados treze meses depois, mas antes disso fotos com pedaços de sua roupa e ossos carbonizados foram encontrados dentro de uma caixa de papelão deixada na varanda da família. Dentro, além das fotos, havia uma carta com um anagrama que teve várias interpretações, não se sabendo qual era a verdadeira. Outra carta com um anagrama foi enviada também para a casa da terceira vítima. Após ser decifrado, ele revelou a mensagem "Que pena que não possa ser ressuscitada".
Além disso, ele também praticava uma espécie de ritual de ressurreição macabro em seu apartamento, usando velas, roupas pretas e bonecas de palha simbolizando as vítimas, à cada assassinato que cometia.

As cartas

Tsutomu enviou para um dos jornais mais populares do país uma carta entitulada "O texto da voz criminosa" (que também chegou à casa da família da primeira vítima no dia seguinte), usando o nome fictício "Imano Yuuko" (nome de uma personagem de mangá). Na carta ele fala diretamente com a família, explicando como sequestrou a menina e o que pensava em cada momento que a vigiava. No dia 6 de março de 1989 a família anunciou que faria um enterro formal para a menina. Cinco dias depois mais uma carta entitulada como "O texto de confissão" fora enviada para o jornal e para os pais da vítima. Nela o assassino agradecia a família por "enterrar" a menina e citava outro crime, cometido em 1987, na província de Gunma. Não se sabe até hoje se há alguma real ligação entre Tsutomu e esse crime, pois existem tanto provas que o impossibilitariam de cometê-lo como semelhanças entre os assassinatos.


Mas, por quê?

Psicólogos concluíram que Tsutomu ficou "aprisionado" em sua infância por ter passado muito tempo só quando pequeno. De fato, ele não chega a ser taxado como pedófilo pois não chegou a violentar nenhuma de suas vítimas, embora tenha tocado cada uma intimamente. Diz-se também que seu comportamento condiz em muitas partes com a de uma criança, pois quando ficava irritado com algo, usava de violência, assim como uma criança faria, mas por ser um adulto e ter a força de um, isso acabava por matar suas vítimas, ao invés de apenas reprimi-las. Ainda, afirma-se que ele via uma espécie de referência de si mesmo em cada uma das meninas que assassinou, pois todas se encontravam sozinhas, numa imagem solitária no momento da abordagem.

A repercussão

Para os apreciadores de mangás os assassinatos caíram como uma bomba, pois todas as pessoas que tinham gostos ou hábitos parecidos com os de Tsutomu passaram a ser vistas como maníacos e pedófilos (n/a: até hoje, né?). Homens de meia-idade que morassem sozinhos eram descriminados e estereotipados, e de quebra todos os artistas que desenhavam as histórias em mangá também passaram a sofrer forte censura em suas obras. Nenhum carater sexual podia ser insinuado nelas. Até mesmo filmes de terror (que também eram adorados por Tsutomu) estavam sendo impedidos de serem exibidos na televisão. Diziam inclusive que seu último crime, cometido no dia seis de junho às seis horas da tarde, era por influência satânica.
Para a família do assassino foi ainda pior: embora seu pai tivesse se recusado a pagar um advogado (mesmo que tivesse condições financeiras pra isso), não houve nada que impedisse o enxame de cartas maldosas que chegavam dia após dia. Algumas continham ameaças, outras insultos graves, mas a grande maioria dizia que todos também deveriam morrer. Os irmãos de Tsutomu largaram seus empregos, a irmã desfez seu noivado e mudaram-se para outra cidade, mas algum tempo depois seu pai pulou de uma ponte, cometendo suicídio.


Concluindo o post: Miyazaki Tsutomu foi condenado à pena de morte e executado no dia 17 de junho de 2008. Entretanto, não houve um só momento em que ele tenha esboçado arrependimento. O assassino alegou, inclusive, que o medo e horror com que lutava contra enquanto assassinava as meninas já era mais do que suficiente para isentá-lo de remorso.

Curiosidade:
- foi descoberto bem depois de tudo que havia na verdade pouquíssimas fitas com desenhos animados nas coisas dele, mas a mídia quis fazer sensacionalismo dizendo que a culpa era dos mangás e dos animes... naquela época, apelidavam criminosos de 'Miyazaki Tsutomu' e os pais tinham mania de aterrorizar os filhos dizendo que se assistissem muito desenho e lessem muito mangá virariam um Tsutomu da vida, é tipo o Homem do Saco no Brasil.


Ta ai mais um serial killer *u*
Kisses...

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
Issei Sagawa, o assassino mais popular do Japão
Fantasias


Oriental. Corpo franzino, voz fina. Pouco atrativo para as mulheres. Ele tinha consciência disto e achava que isto poderia ser uma das razões da sua busca obsessiva pela “mulher perfeita”, que deveria ser ocidental e alta.

Ainda no Japão, estudante brilhante de Literatura Inglesa, Issei Sagawa ficou muito atraído por uma professora alemã. “Eu me perguntei se eu poderei comer esta mulher.” Uma noite, Sagawa invadiu o apartamento dela. Planejava matá-la. Ela dormia, nua. Ele procurou por algo para golpeá-la. Achou uma sombrinha. Mas ela acordou antes que ele começasse a agir, e gritou. Ele se assustou e fugiu.

Mas naquela ocasião ele percebeu que seria fácil colocar seus planos em prática, bastava planejar melhor. A ideia continuou na cabeça. Mas, na verdade, não era uma fantasia nova. Issei Sagawa disse, depois, que pensava em canibalismo desde a infância, desde que teve um sonho em que ele e seu irmão estavam em um caldeirão, sendo preparados para serem comidos por alguém.

Após o incidente com a professora, Sagawa foi a um psiquiatra, que se preocupou bastante com a história. O pai de Sagawa, um homem rico, pensou que mandando-o estudar fora ele pudesse deixar de lado estas idéias. O que o pai de Sagawa não pesou em seus raciocínios é que o jovem não fantasiava com japonesas, mas apenas com as ocidentais.

Paris
Alguns anos depois, já em Paris, Issei Sagawa teve uma chance melhor de sair da fantasia para o ato. Em 1981, com 32 anos, conheceu uma garota, loira, de 25 anos, chamada Renne Hartevelt, e ficou fissurado nela. Segundo contaria, quando se sentou ao lado dela, em sala de aula, Sagawa imediatamente se apaixonou em sua pele branca. Ela também era uma aluna exemplar, falava três línguas, e Sagawa lhe pediu que lhe ensinasse alemão.

Ela topou, e a relação foi um pouco além disto. Chegaram a sair juntos algumas vezes, dançaram, ele lhe escreveu cartas de amor. Ela era delicada, feminina, e muito culta.

Uma noite ela foi à casa dele, atendendo a um convite para jantar. Lá, ele pediu a ela que lesse para ele um poema alemão. Sagawa disse a Renne que tinha um gravador e queria que ela voltasse outra vez, pois queria gravá-la recitando. Ela topou, voltaria em breve.

Enquanto isto, ele não parava de pensar nela. Tinha fantasias eróticas e outros tipos de pensamentos.

Amor
Na noite de 11 de junho, ela voltou à casa dele. Antes de ela chegar para o encontro, ele tinha preparado seu revólver, calibre 22. Mas quando ela chegou, ele foi amistoso. Ofereceu-lhe chá, que ela aceitou. Na xícara, ele colocou um pouco de uísque, sem que ela percebesse. Conversaram, e Sagawa declarou a ela seu amor, disse que a desejava.

Ela disse que o achava interessante, mas queria que fossem apenas amigos. “Tudo bem…”, Sagawa disse, e pediu a Renne que lesse o tal poema. Ela pegou o livro e começou a ler, enquanto ele escutava, de pé, andando pela sala. Ela lia e ele estava atrás dela, que não percebeu quando ele pegou a arma. Sagawa apontou para a nuca de Renne e atirou.

Renne caiu da cadeira e uma poça de sangue se formou no tapete. Ela estava morta.

Primeiramente, Sagawa tentou limpar o chão. Depois, começou a despi-la.

Orgia
Sagawa, então, foi à cozinha e pegou uma faca. Cortou um pedaço seio esquerdo de Renne. Depois, um pedaço do nariz. E comeu.

Tentou comer diretamente a carne de sua nádega direita, mas não conseguiu. Sagawa voltou a cortá-la. A gordura lhe pareceu “grãos de milho”. Ele provou e achou sem sabor. Chegou à carne de Renne. Cortou um pedaço e levou à boca. O gosto? Ele sentiu como o de um sashimi de salmão.

Pareceu-lhe delicioso, e ele disse isso ao corpo de Renne, olhando para seus olhos embaçados pela morte. Ele estava em êxtase. Tinha à sua disposição vários quilos da mulher desejada, para poder desfrutar por muito tempo.

Pegou uma faca elétrica e começou a picar o corpo de Renne. Depois, pegou um punhado da carne e fritou, temperou com mostarda e jantou.

Sagawa queria imortalizar o momento e tirou algumas fotos de Renne mutilada. Depois, finalmente fez sexo com os restos do corpo. “Quando subi sobre ela, um gemido saiu do corpo. Eu disse a ela então que a amava.”

Após o sexo, Sagawa voltou para a cozinha, para cozinhar mais um pouco da carne de Renne. Enquanto o prato ficava pronto, colocou a gravação do poema para tocar, e ficou escutando. Quando terminou de comer, limpou a boca com a calcinha de Renne.

Não satisfeito, ele ainda voltou ao corpo. Provou do seio, mas não achou bom, concluiu que preferia a coxa.

Cansado, finalmente, ele resolveu dormir. Acompanhado. Pegou o que restava do corpo de Renne e levou para sua cama.

Quando acordou, ainda cortou mais um pouco a carne de Renne. Desta vez, do braço. “Eu não tinha ideia que seria tão gostoso!”

Mas as partes “nobres” de Renne começavam a acabar, e ele partiu para outras. Cortou seu ânus e o levou a boca, mas o cheiro era repulsivo e ele cuspiu. Tentou fritá-lo, mas isto não amenizou o odor e ele desistiu desta parte.

Moscas começavam a sobrevoar o cadáver. Sagawa viu que a hora da despedida se aproximava. Precisava se desfazer do corpo. Antes, teria que desmembrá-lo. Buscou um machado.

Mas o trabalho de partir Renne em vários pedaços o excitou, e ele usou uma mão dela para masturbar-se.

Depois, voltou a comê-la. Mastigou o que restava do nariz. Pensou em comer seus lábios, mas resolveu cortá-los para guardá-los.

Cortou então a língua de Renne e começou a mastigá-la, observando-se em um espelho.

Voltou a desmembrar Renne e, segurando sua cabeça, finalmente concluiu: “Eu sou um canibal!”

Era hora de retirar as vísceras…

Esta “brincadeira” de cortar, comer, empacotar, durou todo o dia. À noite, ele chamou um táxi. Sagawa tinha algumas malas cheias de partes que queria se desfazer. Outras haviam ficado em sua geladeira, para comer depois.

Pediu ao taxista que o deixasse em um bosque parisiense, o Bois de Boulogne. As malas estavam pesadas e ele teve dificuldade de carregá-las. Quando ele percebeu que algumas pessoas viram ele se atrapalhando com as malas, ele ficou com medo e saiu correndo, abandonando-as.

Um casal se aproximou das malas abandonadas e viu uma mão ensanguentada saindo fora de uma. Eles então chamaram a polícia. Quando os policiais chegaram, Sagawa já estava longe. Já estava em casa, comendo tranquilamente mais um pedaço do corpo de Renne.

A cada dia ele se deliciaria com um pedaço. A geladeira estava cheia.

Algemas
Mas no dia seguinte a polícia chegou à casa de Sagawa. Ao abrirem sua geladeira, ele não teve como negar o crime.

No julgamento, Sagawa reportou um histórico de doença mental e o juiz concordou, ao ouvir o relato do crime. Sagawa deveria ficar em um hospício, por tempo indeterminado.

De lá, se correspondeu com alguns homens de letras no Japão, que lhe enviaram livros sobre canibalismo. “Eu percebi que meu caso não era tão incomum.” Sagawa aprendeu também como deveria agir se não quisesse ser pego, em uma eventual próxima vez.

Reviravolta
Geralmente as histórias de serial killers terminam assim: “Passou o resto dos dias no hospício (ou na cadeia), até morrer (ou até ser executado)”.

Mas a história do canibal Issei Sagawa tem uma reviravolta impressionante.

Lembremo-nos que seu pai era rico e influente. Ele conseguiu que Sagawa fosse transferido para um hospital psiquiátrico no Japão.

Algum tempo depois, neste hospital, concluiu-se que Sagawa não era um doente mental, ou pelo menos não estava mais em processo psicótico.

Foi então transferido para uma cadeia. Após quinze meses na prisão, Sagawa foi solto, em 1985. Sua liberdade aconteceu por causa de um imbróglio jurídico: se ele cometeu os crimes enquanto estava doente, não deveria ir para a cadeia; se não estava mais doente, não deveria ficar internado. Assim, poucos anos após ter matado e esfacelado Renne Hartevelt, Issei Sagawa estava de volta às ruas, quite com a Justiça.

E com um passaporte para a Alemanha em mãos!

Popstar
É corrente a ideia de que o Japão é o paraíso das excentricidades. De fato, sua cultura pop destoa da do resto do mundo.

Geralmente estas bizarrices japonesas apenas divertem o resto do mundo. Porém, o que aconteceu com Sagawa choca.

Sagawa, após a libertação, tornou-se um popstar, um ícone, um ídolo.

Apareceu em diversas revistas, deu várias entrevistas. Nestas, não se mostrou arrependido, pelo contrário, defende que o canibalismo não é algo que deva assustar. “O público me fez o deus do canibalismo. E eu gosto disto.”

Mas não é só.

Sagawa chegou a participar de vários filmes pornográficos. Escreveu livros – o que conta a história real vendeu 200 mil cópias.

Por fim, talvez o ato maior de desprezo pela vida da vítima: Sagawa apareceu na capa de uma revista… de culinária!

~JooyNii

Usuário: ~JooyNii
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Administrador do Grupo
OMG OMG OMG!! Kiyomi-san, estes foram os contos mais macabros e perturbadores que ja li até hoje, principalmente o caso do Sagawa, chegou a me dar certos arrepios.
O primeiro caso... Eu havia achado impressionante, a precisão e sua obsessão pelas vitimas femininas, creio que este cara sofria e muito em sua infância, por parte aceitável, até fui dar uma olhadinha no Snuff Films que ele via, Guinea Pig, mais lendo sobre, os diretores insistem em dizer que não é um Snuff, assistindo ele, é meio improvável de acreditar.
OBS: Para quem não sabe, Snuff é um gênero de filme de horror, só que a diferença é que são filmes caseiros e as mortes e torturas são reais! Atualmente, filmes deste gênero está praticamente banido, pelo fato da maioria dos videos serem feitos por famílias mafiosas e direcionando o filme para seus inimigos.
Já o segundo caso, só uma coisa a dizer. Este cara não é nem um pouco perturbado, nem mesmo doente mental, ele fazia estas coisas por vontade, é o que podemos chamar de UMA PESSOA MÁ, e o que me impressiona é o fato dele dizer, na cara de pau, que canibalismo é algo normal. Céus, transar com um cadáver? Comer partes do corpo desta mulher, se divertindo com isso, e nunca se saciando? - Pobrezinha, ela era apresentada como uma boa pessoa e gentil, foi humilhada mesmo após a morte.
Só uma coisa a dizer, este cara foi o mais traiçoeiro, e inteligente, Serial Killer que conheci até o momento.

Kiyomi-san, adorei seus post novos, obrigada por sempre trazer um conteúdo interessante como esse!
Beijinhos e volte sempre que tiver novidades! :3

~maykun

Usuário: ~maykun
Banana-chan
Neko-chan :3
Ainda bem que gostou õ/ õ/
Bom... primeiramente eu queria pedir desculpas pela demora para responder, é que eu queria responder quando tivesse mais um Serial Killer para postar, mas infelizmente eu não achei mais serial killers legais, como estes acima ;s procurei tanto, tanto... mas... nada... gomen por isso. mas então eu pensei, e lembrei de lendas Japonesas õ/ eu poderia postar também....
mas ai eu pensei mais, e além dos serial killers japonese, eu posso postar de outros países também, mas só postarei os mais per tubadores que eu encontrar.... õ/
Vim aqui dar a minha ideia :3

Té mais ;)