História Love always remains// larry - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson
Tags Amnésia, Larry Stylinson, Short
Exibições 10
Palavras 789
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Fluffy, Lírica, Poesias, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Seis anos antes


Fanfic / Fanfiction Love always remains// larry - Capítulo 8 - Seis anos antes

 Harry atravessou o cruzamento e chegou a calçada entrando no tão querido Macincoffe, que sempre estava vazio. Ele fechou o guarda-chuva e desabotuou casaco, enquanto observa a garçonete limpar a mesa com movimentos firmes e experiêntes, ficou pensando no que estava preste a fazer, seu coração estava acelerado. 

Depois de parece uma eternidade, a garçonete o notou parado, diante de um aviso informando que era preciso aguardar para ser atendido. 

 – Oh! Não vi que estava aí. Esqueci de tirar a plaqueta depois que o movimento diminuiu. Vá em frente, escolha onde sentar. Ele estava muito ansioso, quase não podia se manter quieto, escolheu um lugar perto da janela, ele queria que fosso bonito.

 – O que posso lhe oferecer? – perguntou a garçonete. Ela tinha cabelos escuros e longos, "Kendall" estava bordado em seu uniforme. Ele só queria o café com gosto de maçã caramelizada mergulhado nele, mas sabia que isso era o pesadelo de qualquer garçonete. Assim, pediu o café e um bagel com semente de papoula e cream cheese. 

 – É para já! – disse ela, gentil e sorridente. Harry sorriu e agradeceu. Quando ela se virou para a cozinha Harry fechou os olhos e suspirou tentando se acalmar mas foi interrompido. 

 – Você prefere seu bagel na chapa? – gritou Kendall por trás do balcão.

 – Sim. – falou, embora não tivesse preferência nenhuma. Não trabalhava muitas pessoas no lugar e a um tempo atrás não havia garçonetes. Ele olhou pela janela a espera de Louis, mas nenhum sinal dele. Ele olhou no relógio e Louis já estava dez minutos atrasado. 

 – Aqui está! – disse Kendall tirando sua atenção da janela e do tempo para mesa. – Está esperando alguém? – perguntou sorrindo.

 – Sim, mas não se preocupe, com certeza não vou incomodá-la fazendo outro pedido. 

 – Imagina, qualquer coisa é só chamar. Ele afirmou com a cabeça e ela voltou para a cozinha. Mais dez minutos, e outros dez e mais um ele decidiu ligar para Louis.

Harry, eu não posso falar agora. 

– Como não? Onde você está? Nós combinamos de nós encontrar no Macincoffe a quarenta minutos atrás! – ele queria gritar mas faria eco no vazio do restaurante fazendo os possíveis funcionários escutarem. 

 – É complicado. Se for realmente importante fale agora, por favor. – sua garganta ficou seca. 

 – Você quer... Você quer casar comigo? – perguntou suando frio, não era naquela situação que queria que acontecesse, não era perfeito. Ele recebeu o silêncio e um suspiro da outra linha. 

 – Eu não posso Harry... Agora não. Eu sinto muito. – ele suava frio. 

 – Como não, Louis? – seus olhos queimava, o que estava acontecendo? Por que ele negaria se passou sua adolescência inteira tentando a proximidade? 

 – Eu sinto muito, Harry.

 – Louis... – a chamada já havia sido cancelada.

 Ele não entendia, foram tantos anos ignorados com um simples "Eu não posso.", ele tentou segurar a lágrima mas não conseguiu até que cobriu seus olhos com as mãos. Ele escutou pessos ao seu lado, mas ele estava totalmente confuso para poder raciocínar sobre qualquer coisa. Uma mão pousou em seu ombro.

 – Você está bem? – era a voz gentil da garçonete. Ele a olhou com o rosto molhado e olhos vermelhos. 

 – Eu não acho que estou. – ele voltou a encarar a mesa, não podia fazer muita coisa além de se lamentar. A garçonete pediu licença e sentou no lugar a sua frente.

 – Se você quiser desabafar...

 Ele não a esperou termina, apenas tirou a caixinha do anel de noivado e jogou na mesa com desleixo.

 – Pedido negado. – falou tentando por humor na situação mas não conseguiu. 

 – Oh, eu sinto muito. – disse depois que abriu a caixinha. – Talvez ela não esteja preparada. – Harry riu da sua ingenuidade.

 – Estamos juntos a quatro anos. – ele não pode de deixar uma lágrima cair e de ter sua voz falhada. 

 – Eu não posso dizer que essa dor passar, pois nunca passei por isso. Mas eu sei o quanto é difícil receber um não dá pessoa que ama. – ela segurou a mão direita de Harry e riu. – Mas é sério que você iria pedi-la em casamento aqui? Aqui não é nada romântico! – ela fez Harry rir. 

 – É calmo e seguro, não era para chamar atenção, era para ser simples e perfeito. 

 – Talvez tenha acontecido alguma coisa e ela estaria mal no momento em que ligou e ficou assustada, desculpe se bisbilhotei pela janela da cozinha. – ele riu novamente, mas por dentro estava chorando. – Mas vai haver algum motivo, você vai ver! Não se deixa um cara como você escapar. – ela sorriu.

 – Nisso você tem razão, como alguém pode me deixar escapar? – falou sarcástico.

 – Aí está o humor! Agora coma seu bagel e beba o café, hoje a sua noite vai ser longa. – disse se levantando e saindo indo atender um cliente que havia chegado, ele afirmou para si mesmo, rindo.   


Notas Finais


desculpa pela a eternidade para postar o cap

desculpa o vacilo


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