História 불장난 Buljangnan 불장난 - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Imouto-san, Kijikush, Kim Sijung, Park Yuri, Romance, Tragedia
Visualizações 7
Palavras 905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 14 - Kiji Soo, Min Minah, Teo e Mara Doente


Fanfic / Fanfiction 불장난 Buljangnan 불장난 - Capítulo 14 - Kiji Soo, Min Minah, Teo e Mara Doente


No caminho até o hospital para ver minha irmã, recebi uma ligação, então o som da chamada ecoou por todos os autofalantes automotivos.

Era Minah e ela queria ir junto para o hospital, ver minha irmã. Passei na casa dela. Era uma casa realmente bonita, era bem clara e grande, as paredes eram brancas. A mãe dela me convidou para tomar chá, e é claro que eu não recusei.

— Esse espaço antigamente era usado para desenhos... Mas uma construção foi a melhor opção depois que Minah nasceu, derrubamos uma parede que ficava alí - a mãe de Minah, senhora Ah Suna, apontou para um grande espaço na sala — Ela sempre foi muito espaçosa. - eu sorri e tomei da minha xícara.

— Estou escutando vocês falarem de mim. - Minah descia as escadas colocando coisas na bolsa.

A mãe riu. — Foi a melhor coisa que eu fiz. Melhoras para sua irmã, e como eu disse, deve ser apenas uma infecção.

Eu e a mãe de Minah compartilhamos de duas paixões naquela tarde: Chá e desenhos. Ela era pintora.

— Muito prazer. - fiz uma reverência.

— Ooh mas que menino educado. - ela disse segurando e tapeando meu braço. — Veja só filha.

Minah me puxou. — Vamos logo.

— Você está bonita. - falei dentro do carro.

— Obrigada.

Abracei minha irmã quando cheguei no quarto hospitalar.

— Tudo bem?

— Sim.

Logo Minah tomou meu lugar, o que me deixou irritado. Ela a abraçou como se fossem melhores amigas. E fiquei olhando a cena, meio que tentando entender.

— O que foi ? - disse Mara. — Nós já trocamos mensagens de texto. - ela disse normalmente.

Eu ri balançando a cabeça. Um médico se aproximou.
Ele lia algo em sua prancheta, segurando uma folha levantada.

— Sr...... Kiji? - ele olhou pra mim por cima do óculos.

— Sim. - ele ainda permaneceu na mesma pose por um momento, depois tirou seu óculos.

— Prazer, sou Kai. Peço que venha comigo um instante. - ele sorriu.

Nós fomos do lado de fora conversar.

— Aaammm - ia dizendo ele, olhando na prancheta. — É só uma infecção, essa foi a melhor forma do corpo dela reagir para não morrer, jogando tudo pra fora. - ele tirou uma caneta do bolso do jaléco branco. — Assine aqui por favor. - a senhora Ah Suna tinha razão.

— Ela come coisas estragadas que era para jogar fora, no serviço. - falei enquanto assinava.

Ele sorriu. — Trabalho de meio período numa conveniência? Entendo, minha filha faz isso as vezes. Precisa repreender ela.

— O-o que?! Você tem filha? - entreguei a prancheta. Ele parecia ter a mesma idade que eu, e para ter uma filha que podia trabalhar...

— Não. - ele riu. — É que você parecia meio tenso, estou brincando.

Nessa hora senti os músculos do meu ombro relaxarem, aproveitei e fiz movimentos.

— Você se preocupa bastante com ela, mesmo não demonstrando.

— É.

Voltei para o quarto e já estava tudo pronto para irmos embora. As duas estavam conversando sentadas na cama.

— Mara me disse que foi uma infecção.

— Por comer coisas vencidas. - falei. Mara abaixou a cabeça, ela sabia que estava errada.

Já no carro...

— Minah... Por que você não dorme lá em casa hoje? - as duas estavam no banco de trás. Olhei pelo retrovisor e vi os olhos de Mara nos meus, ela estava sorrindo maligno.

— Ahhh. - Minah ia dizendo. — Eu tenho compromisso. - quando os olhos dela encontraram os meus, eu fixei, mas ela desviou.

Deixei Minah na casa dela e depois fui para casa com Mara. Estavámos jantando juntos.


— Ya. - Mara me chamou.

Gesticulei com uma jogada de cabeça.

— Ela vai com a gente pra festa hoje? De ano novo?

Enfiei miojo na boca.

— Sim. - apontei pra ela com o hashi. — Quem não vai  é você.

— O que? - Mara se levantou e jogou miojo na minha cara. Estava quente.

— AH! - tirei o miojo, eu fiquei meio em pé, depois sentei. — É para aprender a não comer mais coisas estragadas. Você não me ouviu, então vai ficar de castigo para aprender.

Ela começou a chorar e eu comecei a rir.

— É mentira. Acha mesmo que seu irmão é tão malvado assim?

— YAH! - Mara se levantou e começou a me bater, puxei ela para o meu colo.

— Oooh minha maninha linda - ela riu. — Voltamos antes da meia noite pra ficar com você. - passei a mão no cabelo molhado dela e saí correndo.

— YAH!!!!!!


Teo e Minah apareceram mais tarde.


— Ela não vai? - Minah perguntou se referindo a Mara, estavámos todos perto da porta, se preparando para ir.

— Não. - respondi. — Ela precisa lidar com as consequências. Está de castigo por não me ouvir e comer coisas vencidas. - Mara abaixou a cabeça. Eu só estava tentando ensiná-la. Tinha convicção de que castigada ela não iria repetir aquilo novamente. Era assim que eu ensinava, assim que as coisas funcionavam para mim. Eramos só nós dois em casa.

— Então tá. - Teo deu tapinhas nas costas de Mara.

Antes de sair eu ergui a cabeça de Mara e beijei sua testa.

No carro coloquei Ko Ko bop para tocar.

A festa era em uma ar




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