História ❧ ⁞ Ereri ┄ Scream. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Daz, Dot Pixis, Eld Jinn, Eren Jaeger, Erwin Smith, Farlan Church, Grisha Yeager, Hange Zoë, Hannes, Historia Reiss, Isabel Magnolia, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Mina Carolina, Moblit Berner, Moses, Nanaba, Nifa, Oluo Bozado, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Thomas Wagner, Ymir
Tags Eren, Ereri, Escolar, High School, Levi, Riren, Yumikuri
Visualizações 119
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oolá, essa não é a primeira fanfic que escrevo, mas faz um tempo que eu não faço alguma Shauhsaua. Esse capítulo não será tão grande, mas prometo melhorar nos próximos okay?

Espero vossa compreensão, e boa leitura bebês. ♡

Capítulo 1 - Introdução.


ー Eren ー

Eu não queria estar a li, tudo o que eu mais desejava era estar em casa, ou pelo menos indo para algum colégio normal. Eu não entendo, porque diabos eu tinha que ir para um internato para morar com um bando de doidos? Ao menos, minha irmã estava indo junto, eu não ficaria tão sozinho assim. Pra falar a verdade, ela quem insistiu para ir. "Eu não posso deixa-lo sozinho pra morrer no meio daqueles canibais." disse ela há uma semana, quando meu pai fez nossa matrícula lá.

Já faziam mais ou menos uma hora que estávamos dentro daquele carro com um desconhecido dirigindo, com uma doida fazendo perguntas nos meus ouvidos enquanto eu, bem, estava ouvindo em silêncio. Eu estava em choque demais para responder qualquer pergunta, pois não é todo dia que se sai de casa para ficar fora durante muito tempo.

Em uma época o meu sonho era sair de casa, viver sem o inferno dos pais mandando em mim, mas.. Parando para pensar, eu sentirei falta até das broncas que eu levava, de como a minha mãe cuidava de mim.

Mas eu devia prosseguir, essa era a minha chance de vitória. Lugar novo, novas chances. Ainda mais, o Armin, meu melhor amigo, também iria lá - meu pai havia comentado com o avô do Armin sobre o meu novo colégio, então ele resolveu colocá-lo lá também -.

Enfim estávamos chegando no tal lugar, era totalmente isolado do resto da civilização, era definitivamente um lugar para loucos. Eu não havia gostado disso. Era desagradável. Eu havia sido mandado para lá por ser considerado "um cara violento que precisa de tratamento".

Quando paramos em frente à aquele portão totalmente convidativo, desci com a mochila de rodas do carro e parei, observando a arquitetura do lugar. Nada mal, eu pensei, abrindo um leve sorriso. Então, eu e Mikasa esperamos que as malas fossem carregadas e entramos, acompanhados de dois segurancas que mais pareciam dois armários. Assim, entramos e demos de cara com uma entrada totalmente enorme, até os passos faziam eco naquele grande salão branco na recepção. Nos cantos, haviam duas escadas que davam acesso ao segundo andar, possivelmente das salas de aula. Eu apenas me dirigi até a bancada de atendimento, entregando os papéis solicitados pela senhora que estava sentada em frente à um computador. Me surpreendeu o fato de ela nem precisar tirar os olhos da tela para organizar tudo, exceto para ver os nomes na ficha para confirmar as matrículas.

Por fim, fomos direcionados até outro lugar, passando por um corredor de armários - que pareciam de uma escola comum - e assim dando acesso a uma porta, atravessamos até o outro complexo, que tinha escrito "Dormitórios" na porta. Logo fomos até nossos quartos, que felizmente eram _bem_ longe um do outro. Arrumei sem pressa as minhas coisas, lá fora, vinha o som de conversa, então, fui até a janela e observei, parecia que estavam em uma espécie de intervalo. Então, fui surpreso ao ouvir o som da porta abrindo. Era Armin, que finalmente havia chegado. O cumprimentei, como de costume, então ajudei-o com a bagagem.

ー Você tá preparado? ー Disse Armin, sentando-se sobre a cama de cima de uma beliche.

ー Pra ser sincero, não muito. ー Fiz uma pausa, respirando fundo e me encostando contra uma parede. ー Eu não consigo imaginar que tipo de gente vamos encontrar aqui.

ー Mas é uma oportunidade, sabe, dizem que aqui é um ótimo colégio.

Eu apenas concordei com a cabeça, fechando os olhos calmamente. Estava me preparando psicológicamente para aquilo. Estava em dúvida se estava disposto ou não a fazer novas amizades.

Então, minutos depois, uma outra senhora veio chamar-nos, dizendo que já era a hora de entrar na sala. Eu e Armin seguimos ela, e no caminho, passamos pelo quarto de Mikasa para buscá-la. Felizmente nos três ficaríamos na mesma sala, sala 104. Fomos até lá, e para a minha não surpresa, estava tudo uma zona. Uma garota se afogando em um pacote de pão no canto da sala junto com um careca, um grupo de garotos jogando algo com uma garrafa, um trio de dois garotos e uma garota quietos no canto. O restante estava conversando por meio de gritos. Pra uma sala de doidos, o mais sensato a se fazer foi sentar-me junto a Mikasa e Armin para conversar como pessoas normais, porém, ao fazer isso, todos da sala ficaram quietos, e por algum motivo sentaram-se rapidamente. Nós três apenas nos olhamos, e sem entender nada, olhamos para trás, encarando um velho enrugado com cara de demônio que nos olhava inconvenientemente. Engoli seco, eu já estava ao ponto de suar frio com aquele olhar gélido sobre nós.

ー Levantem-se agora. Se apresentem. ー Ele parecia mais um general, mas de alguma forma ele realmente sabia impor medo em nós.

ー Eren Jaeger, de Chesterfield! ー Disse eu, me levantando com pressa.

ー Armin Arlet, Chesterfield também!

ー Mikasa Ackerman, Chesterfield. ー Ela parecia ser a menos amedrontada entre nós três.

Ele não parecia estar satisfeito, porém, apenas seguiu até a frente da sala, com todos tão quietos que qualquer som poderia ser ouvido.

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Aquela aula tinha sido um inferno, ordens, explicação, broncas, tudo aquilo me causou uma grande dor de cabeça. Ao final daquela cansativa tarde, todos pareciam acabados, tanto que a maioria nem se aguentavam em pé. Eu não havia conversado com ninguém durante o dia, além de Armin e Mikasa, eu tinha _certeza_ de que havíamos passado a imagem de anti-sociais. Mas não é como se eu ligasse pra isso.

Por fim nos encaminhamos para os banheiros, tomando um banho e, em seguida, retornamos aos quartos. Lá, já estavam dois caras; Um loiro de porte grande e um alto de cabelos castanhos, que se apresentaram como Reiner e Berthold. Então os reconheci, na sala eles eram parte do trio quieto, junto com uma loira.

ー Sou Eren, ele é o Armin. ー Eu disse, estendendo a mão com um sorriso.

ー É um prazer conhecê-los. ー Eu e Reiner trocamos um aperto de mão, enquanto o alto lá atrás apenas sorria, ele parecia um tanto nervoso.

ー É ótimo saber que iremos ter amigos de quarto da mesma classe que nós, chega a ser reconfortante. ー Armin falou após ir até o armário, retirando um travesseiro e um cobertor de lá de dentro.

ー Também achamos. ーReiner respondeu com calma, sentando-se sobre a cama de cima da beliche com as pernas cruzadas em um "X".

ー Na verdade, é até sorte. ー Ri baixo, deitando-me na cama com ambas as mãos atrás da nuca.

Passamos o resto da noite conversando sobre as mais variadas coisas, embora o Berthold ter ficado maior parte do tempo em silêncio, ele parecia sociável. Passamos horas e horas acordados, demoramos para ter sono e, quando enfim conseguimos, dormimos como pedras.

Sons vinham do lado de fora, sons de passos e sussurros, também de coisas sendo carregadas. Então eu, que já havia desesperadamente me levantado, peguei o celular e fui até a janela, espiando, porém, não havia nada de errado. Deduzi que se eu saísse pela porta, seria pego, então, abri cuidadosamente a janela e saí pela escada de incêndio, descendo até a área em volta do complexo de dormitórios.

Observei atentamente, acendendo a lanterna do celular. Olhei ao redor, porém, nada vi. Apenas quando olhei para algo próximo a parede, aproximei-me daquilo e vi uma caixa, analisei com atenção. O que era aquilo? Me perguntei, hesitando em tocar. Então, senti mãos cobrindo meus olhos e boca, me puxando com força até algum lugar.

ー Quem é você, pirralho? ー Perguntou-me alguém, que eu não conseguia identificar. Estava escuro, e naquele pequeno movimento, eu havia derrubado meu celular.

ー E-Eu apenas... ー Tentei falar, então, me levantei rapidamente, pronto para dar um soco no cara, mas, apesar de sua estatura baixa, ele havia conseguido segurar minha mão, me impedindo.

ー Olha, eu não sei de onde você veio, mas quero que suma daqui, ou eu acabo contigo. ー Ele soltou minha mão, cruzando os braços. Mesmo com esforço, ainda não conseguia enxergar seu rosto. ー E se contar para alguém que possivelmente havia movimento a noite, você já era.

ー Quem é você? ー Não hesitei em perguntar, semicerrando os olhos.

ー Você não me conhece. Não vai fazer diferença. ー O desconhecido retirou algo do bolso, algo como uma faixa, então cobriu parte do rosto com aquilo, deixando aparente apenas um de seus olhos, sua boca e nariz. Fez sinal com a mão e saiu, pegando a caixa e carregando-a.

Quando ele foi até certo lugar, esperei que eu não estivesse na vista dele e corri, pronto para agredi-lo para descobrir sua identidade, porém, quando fui até onde ele havia ido, já não estava mais lá. O desconhecido havia desaparecido.




...


Notas Finais


Eu deixei várias referências, eu deixei tudo bem explícito pra falar a verdade. e.e

Espero que tenham apreciado, tentarei postar o próximo em no máximo uma semana, e até lá. ♡


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