História - Hardcore Love - (Hentai) - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bts, Fnaf, Harem, Hentai, Romance, Yaoi, Yuri
Exibições 280
Palavras 957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Harem, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Na lanchonete...


“Era aqui que tudo começaria para mim, a empresa TansMonddy Star Technologies uma empresa na qual eu trabalharia na edição e correção de documentos recebidos de alguns escritores em outras palavras uma empresa corretora de livros eletronicos Ebooks. “

O fato é que essa era mais uma de minhas lembranças antes do acontecimento que iria definir minha vida naquela empresa... O beijo que eu tive com Sophia...

[LANCHONETE]

— Srta. Heylds acorde é tarde e esta frio... Você deveria vestir uma blusa. — Quem falava era Stanley Geotart um homem de cabelo alaranjado com olhos pretos e blusa de frio branca.

— S-Stanley? — Gaguejei e ele se sentou na minha frente.

— Garçonete, vou querer um Love Xoxo. — Disse Stanley e a garçonete riu sem jeito provavelmente imaginando que ele se referia a ela quando ele falou Love Xoxo, mas na verdade era apenas uma comida do cardápio.

Quando a garçonete voltou à realidade foi buscar a comida dele. Eu estava comendo um pudim de frutas e Stanley me encarava com um olhar ridículo de leitor de mangás do gênero yuri (Homossexual Feminino).

— Ok... Se esta aqui deve ter um motivo! — Falei ainda com a boca cheia de pudim, mas para minha sorte ninguém viu aquilo exceto ele.

— Um papo quente com a Ex escritora de livros hentai a deliciosa Angy Heylds... — Stanley riu como se estivesse falando algo normal, mas não era e corei muito com aquilo me escondendo atrás do cardápio.

— Pervertido! — Falei ainda escondida atrás do cardápio.

— Desculpe madame... Eu estou em um certo empate com você. — Stanley brincou e passou a mão por meus braços me deixando arrepiada. — Fiquei sabendo que você e Sophia tocaram os lábios... Estou certo disso não estou?

— Não é da sua conta! Sua entrevista é comigo como escritora ou minha vida pessoal?

— Creio que ambos elementos não se distanciam muito mademoiselle. — Stanley continuava massageando meu braço direito com as mãos fortes que tinha. — Então Angy me conte sobre seu ultimo hentai... Onde passa?

— No inferno! — Respondi irritada, mas não era por encerrar o assunto, pois realmente era no inferno que se passava o livro por conter um relacionamento entre súcubos homossexuais.

Stanley se levantou da cadeira dele e pediu para alguns músicos do restaurante tocarem uma musica bem agitada e com ritmo brasileiro “Você nem faz ideia o quanto amo musica brasileira... Só que não! Eu prefiro internacionais...” Stanley me puxou para o clima daquele axé de sacudir o corpo e me pediu para dançar com ele.

— Você é louco? — Perguntei e ele me rodopiou nos braços me deixando um pouco zonza.

— Colabore Angy, vai me dizer que nunca quis sentir o fogo arder em seu corpo? — Stanley comentou e me lembrei do inferno quando ele falou fogo ou seja eu nunca quis sentir o fogo na pele.

— Na verdade não! Estou indo embora Stan! — Falei me libertando dos braços dele que me faziam dançar ao ritmo dele, mas aquilo tinha acabado ou ao menos parecia quando Stanley me puxou pelo braço, mas não para dançar e sim para olhar diretamente nos meus olhos de forma rebelde e selvagem com seus olhos que pareciam ter algum dom dado por lúcifer e o corpo malhado me lembrando hades... Um demônio perfeito.

— Você não vai embora doce Angy... Tenho uma surpresa para você. — Stan me deixou paralisada e meio boquiaberta com o clima que ele tinha criado “Eu preciso escrever uma cena dessas em um livro um dia...” e ao voltar até mim me mostrou um livro que ele tinha escrito, que era 2 vezes maior que meus livros comuns de 300 paginas isso quando não passavam de 50 e eram esquecidos e guardados como rascunho no computador. — Meu livro foi escrito para você quero que leia ele se tiver algum tempo.

— Na real... São quase 1000 paginas! Eu como preguiçosa nata sei muito bem que não vou aguentar ler tudo isso! — Falei e ele riu um pouco.

— Me promete que vai arrumar um tempo para ler? — Stanley me encarou e roçou os lábios em minha boca enquanto eu estava distraída pensando, mas me soltei dos lábios imediatamente antes que aquilo s transformasse em um beijo ofuscante e maluco.

“Admito que senti um leve desejo por tocar aquela boca carnuda dele, mas não seria nada legal para Sophia...”

Quando sai do restaurante e fiquei livre de Stanley esbarrei em Sophia coincidentemente bem no momento que eu pensava nela, aquele beijo que Sophia tinha deixado comigo ainda teimava em ser devolvido em um valor bem maior e eu queria me aliviar de meus pensamentos sobre ela durante o dia todo rapidamente. Beijei Sophia que teve de se apoiar em um poste para não cair no chão devido ao pequeno empurrão que ela recebeu quando me aproximei dela com o beijo.

— Angy esta tudo bem? — Sophia perguntou e eu me senti um pouco mais aliviada embora meu corpo pedisse por mais como uma maldição. Sophia estava com um guarda-chuva preto nas mãos que estava fechado e usava um boné de cor branca na frente com um detalhes rosa e uma rede parecido com aqueles bonés de caminhoneiro dos EUA.

— É claro... Estou com fome... — Falei me referindo à comida, mas devido ao momento minha frase poderia ter outra conotação.

— Posso te levar até minha casa... Comer... É... — Sophia corou ficando tão vermelha quanto um tomate e escondei o rosto tirando o boné da cabeça e colocando na frente do rosto... “Ela fica fofa desse jeito...”.

— Fique calma Sophia, vou comer comida e não pessoas. — Brinquei.

— É... — Sophia riu envergonhada e voltamos a andar até a casa dela, mas eu estava muito cansada e indisposta para ter qualquer ato perverso naquele dia então passei o restante do dia assistindo desenhos com Sophia e adormeci nos braços dela.



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