História I̶n̶n̶o̶c̶e̶n̶t̶ ̶ - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Adrien, Adrinette, Ladrien, Ladynoir, Marichat, Marinette, Miraculous
Visualizações 41
Palavras 1.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


É muito importante que leiam as notas iniciais, pois a algumas coisas a explicar. Essa estória e qualquer outra minha, será narrada em tanto primeira, quanto em terceira pessoa e para identificar-las basta saber que, as aspas ("), expressam o ponto de vista do personagem e os demais a minha própria narrativa, ou seja, o autor.
➜ BOA LEITURA 📚

Capítulo 1 - ENTOURÉ ET ACCULÉ


"Escute, isso não fazia parte do meu plano, e sim, existia um plano..."

Desista, chaton – Recomendou o investigador, encarando o loiro mascarado, de traje negro danificado, visivelmente aflito e desesperado a sua frente. – Fim da linha. – Com um sorriso vitorioso e satisfeito por tal cena.

"A porcaria do FBI se recusava a considerar o meu (nem um pouco agradável) depoimento e a medida em que eles ocupavam o seu precioso tempo comigo, o maldito prazo se esgotara aos poucos..."

Ao longo disso, meia duzia de agentes do Departamento Federal de Investigações, rodeavam a frente do garoto, estes, mais que ansiosos pela sua (intensamente cansativa) captura, enquanto que por detrás, um pavoroso abismo descomunal, pronto para qualquer deslize, o testava até seu último fio de coragem.

"Acontece que eu não sou o cara mal, me entregar nunca foi uma opção e não digo isso por mim, digo por ela, o tempo todo, tudo sempre se resumiu a ela..."

Seus olhos esverdeados, se moviam de um lado para o outro, buscando algum tipo de saída, seus ferimentos necessitavam de cuidados médicos e a dor, mesmo que suportável, desencorajava qualquer sentido de resistência. – Afaste-se do barranco e venha conosco, colaborando agora, talvez eu até sugira uma pena mais leve para você. – Propôs. – Provavelmente não. – Zombando e rindo do garoto, seguido por seus demais colegas e ainda que com tantos empecilhos, o jovem (não mais) defensor de Paris, negava-se a ceder, pelo contrário, chegara sua hora de agir.

Fiquem longe! – Esbravejou o loiro, em tom de aviso, dando pequenos passos para trás.

Não me teste, fedelho! – Devolveu a ameça.

Cercado de um lado e encurralado de outro, sem tempo (de acordo com o seu anel, não mais que cinco minutos), sem forças.

"Pensei que entre resistir e morrer ou me submeter e assumir as consequências por algo que eu não fiz... "

Eu... – Murmurando alto o suficiente para que todos o ouvissem, ele respirou fundo – falo... – Fechou os olhos – Serio. – Abriu os braços

"Prefiro não me submeter"

E Conduzindo seu corpo para trás, despencou. – Filho da...

"... E resistir"

• • •

A verdadeira medida de alguém não se vê pela forma como comporta-se em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio. 

– Arhn... Gruniu, confuso. 

 "Por um breve minuto naquele momento, duvidei ainda estar vivo e considerando os acontecimentos anteriores, seria o mais provável"

Sentia-se esquisito e meio fraco, um frio na barriga, cabeça latejanto e o mais estranho, nenhum ferimento

"Afinal, eventualmente não existe muitos casos de sobrevivência a um despenhadeiro de vinte metros e meio."

Estava bem, acabara de saltar em mais de vinte metros e estava bem, intacto praticamente.

Olhou em volta. – Onde diabos... – Fazia muita pouca luz naquele espaço, as paredes úmidas, o local abafado e quente.

– Como... Quando...– Gaguejou

"A cascata em frente a abertura indicava que o lugar misterioso referia-se a uma caverna escondida e eu duvido muito ter chegado a este sozinho."

• • •

– Zerou! – Finalizaram, comemorando outra vitoria e realizando seu cumprimento de custume. – Excelente trabalho, joaninha. – Elogiou Chat.

– Grata... – Sorriu. – E... Não se saiu tão mal, minon – Zombou, provocando uma leve risada no parceiro.

– Que incentivador, my lady, fiquei quase tão vermelho quanto seu traje. – Retrucou.

– Engraçadinho... – Respondeu em tom de sacarmo, revirando os olhos. – Eu tenho uma coisa para você – Da sua bolsa, foi tirada uma caixa média, embrulhada e entregue ao amigo no momento seguinte que a fitou, confuso. – Saint-Valentin, eu mesma fiz... – respondeu, mudando a expressão do loiro (não mais confusa), agora esperançosa. – Ei, é só um presente, não significa nada.

– Ohh... – Gemeu, um pouco decepcionado, fingindo um sorriso – Obrigado... – Agradeceu, desembrulhando o pacote. – hum... Gosto de bombons e aposto que vou gostar ainda mais desses – A puxando pela cintura e lhe dando um abraço.

"E foi assim, com esse breve gesto não significativo que no dia seguinte, Ladybug me revelou (sem intensão) sua verdadeira identidade. Infelizmente, creio que agora, preferia não ter descoberto."

• • •

– Quieto, alguém pode nos ouvir! – Sussurrou, movendo-se com cuidado até a cozinha.

– Estou com fome, não é minha culpa! – Respondeu o Kwami, referindo-se a barriga que fazia barulho constantemente.

– Vamos pegar o necessário e sair. – Afirmou, abrindo a geladeira e tirando um grande camembert de lá. – Arg... – emitiu, sentindo o terrível cheiro do queijo.

– Continuou não entendo, você é o Chat noir e ninguém, além de... Bom, você sabe, em fim, não corremos perigo, enquanto as garras não se mostrarem – Brincou. – e não faça essa cara, você, no momento, cheira pior do que o meu queijo.

– É, eu sei. – Informou, rindo enquanto embrulhava o queijo em um grosso saco de papel e colocava na mochila, em seguida. – ainda sim é muito arriscado ficar, não sei quantos dias se passaram desde que eu desapareci e meu pai vai mais que fazer perguntas... – Explicou – E o meu cheiro não vem ao caso. – colocando biscoitos, salgados e suco em outra parte da mochila. – Tenho algum dinheiro no meu quarto, o suficiente para umas noite e temos comida, então ficaremos bem por enquanto.

–É... – Concordou. – Talvez. – Devorando um pedaço do camembert.

• • •

A porta foi aberta com força, revelendo um loiro, aparentemente esgotado e felizmente, com um cheiro melhor. 

– É um pouco menor do que eu estou acostumado mas vai servir... – Brincou, se largando na cama e accionando a minúscula televisão.

Comparado ao seu, o simples quarto de motel não era grande coisa mas como ele disse, serviria.

– Aham... – Concordou o Kwami, aproximando-se, distraído com o cheiro vindo da mochila do garoto.

– Plagg, não! – Reagiu, referindo-se a falha tentativa do parceiro de sequestrar a comida (Camembert, especificamente). – Temos pouco e é preciso economizar

– Mas... Mas... – Protestou, tentando reaver alguma resposta.

– Plagg... – Advertiu, puxando a mochila para perto.

– Certo...Desistiu, aborrecido.

– Preparem-se... – Anunciou, Nadja Chamack, repórter do canal KIDZ, dando a entender que algo importante estava por vir. – De acordo com a nossa equipe, a pouco, o FBI identificou a possível verdadeira identidade do ex protetor de Páris, Chat noir, principal suspeito dos recentes assassinatos e da morte de sua ex parceira, Ladybug.

• • •

Mais uma... – Afirmou, tristemente.

– Sinto muito... – Disse, tentando conforta-la. – Você está bem?

– Não... – Confessou, negando com a cabeca. – Eu realmente achei que poderia ter evitado dessa vez.

Ele encarou o corpo, aberto e vazio por dentro, pindurado de ponta cabeça pelos pés.

Não havia nada, literalmente, exceto algumas borboletas negras que o tomaram como uma espécie de ninho.

Do mesmo jeito com os anteriores.

– Não foi sua culpa.

– Talvez, tenha sido. – Respondeu, encarando o parceiro com uma expressão sombria.

– Eu... – Chegou mais perto. – Não entendi.

– Esquece. – Afastou-se. 

– Você está bem mesmo?! – Perguntou, chateado. – Bem de verdade?!

– Chat, eu passei por muita coisa e não... – Suspirou. – Vamos só... Nos encontrar aqui mais tarde e fazer uma nova busca, patrulhar.

– É por causa de hoje? – sugeriu.

– Hoje?

– Pela manhã. – Ela deu um breve riso.

– Dessa vez, eu que não estou entendendo.

– Marinette Dupain-Cheng. – Soltou.

– O que disse?

– Marinette – Repitiu. – Sua identidade.

– Eu, não...

– E eu sei disso porque... – Respirou fundo. – Adrien Agreste, é a minha.


Notas Finais


Me empenhei muito e torço para que tenham gostado, caso a resposta for sim, peço que considere curtir e comentar sua opinião nesse e nos demais capítulos, me incentiva muito e em troca eu farei o máximo possível para trazer o melhor conteúdo para vocês. ✌


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