História - Limitless - Johnny Seo, Yuta Nakamoto, Lee Taeyong - Capítulo 11


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Palavras 2.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Josei, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - - Sure


Fanfic / Fanfiction - Limitless - Johnny Seo, Yuta Nakamoto, Lee Taeyong - Capítulo 11 - - Sure

Limitless

YoungHo Seo, Yuta Nakamoto, Lee TaeYong – Johnny, Yuta, Taeyong

Chapter eleven

Sure

 [• Hotel Riviera Seoul || 09:39

  • 737, Yeongdong-daero, Gangnam-gu, Seul 06071, Coréia do Sul

  • Point of view fromYoungHo Seo]

Acompanhei, com os meus olhos, o trajeto dos meus dedos sobre e ao redor dos hematomas roxeados presentes em quase toda a extensão das costas daquela garota não evitando sentir algo, provavelmente era a minha dignidade, afundar dentro de mim da mesma forma que a minha atenção foi direcionada para a voz da minha namorada naqueles minutos específicos nos quais eu e Taeyong estivemos discutindo. No entanto, esse “algo” evaporava no momento em que a ponta dos meus dígitos se afundavam naquele campo roxeado do corpo dela e um grunhido sonolento de dor escapava por entre os seus lábios.

Por incrível que pareça, a minha consciência não estava pesando nem nada do tipo. Nenhuma espécie de culpa se encontrava impregnando as minhas veias. Minha psique estava tranquila, sem fissuras de arrependimento nem frestas abertas para a raiva de mim mesmo adentrá-la. Eu estava totalmente bem, psicológica e emocionalmente falando, tratando _______ de tal modo, afinal sempre a tratei como uma mulher. E, bem, uma vez que ela estava namorando comigo, isso, ao meu ver, me dava o direito de colocá-la em seu lugar toda vez necessária.

Me chame de abusador, de idiota, de filho da puta. Não me importo muito. No meu ramo, se você se importa com as coisas pensadas por terceiros em relação a você, então, sinto em dizer, mas seus dias com consciência sã estão contados.

Me levantei da cama e cocei meus olhos antes de deixar meus pés entrarem em contato com o chão gélido do quarto, me guiarem para fora do recinto e me levarem para o banheiro mais próximo. Quando entrei naquele local predominado pela cor branca, não demorei a retirar a minha única peça de roupa, minha cueca boxer negra, me colocar abaixo do chuveiro girando sua torneira para a direita e eventualmente deixar a água morna cair contra as minhas costas.

Mesmo um banho matinal geralmente sendo capaz de acalmar meu corpo completamente, no momento, meus pensamentos vagavam para Taeyong e sobre o quão grande era o seu efeito sobre a minha namorada. Ele era como uma personificação de uma boa dose de heroína. Esse idiota fazia as pessoas se viciarem tanto nele que, depois de alguns pequenos segundos que o conhece, seus charmes, como, por exemplo, seu maxilar extremamente delineado e bem-marcado, infectam a sanidade da vítima e a deixam viciadas, ou algo do tipo. Geralmente, a heroína te leva à morte, Taeyong também. Me diga, por que mesmo eu ainda sou amigo desse filho da puta? Em parte, me sinto estranhamente frustrado em relação a como o Lee consegue cativar a minha garota usando apenas o olhar, nada mais. Que merda.

Em suma, fiquei parte do meu banho devaneando sobre como eu odiava aquele cara com cabelos de cerejeiras e a outra parte me questionando sobre qual era a relação de ________ com aquele cara - cujo perfume ainda fedia na pele dela - presente no meu hotel ontem.

Sai do banheiro depois de enrolar uma toalha ao redor da minha cintura e me surpreendi ao ver ela debruçada no sofá com o celular sustentado pelas suas mãos em frente ao seu rosto. Seus dedos teclavam a tela daquele objeto tecnológico rapidamente e seus olhos sequer se atentaram ao fato de eu ter acabado de sair daquele cômodo levemente esfumaçado. Andei até o corpo dela, apoiei meus braços no encosto do sofá e a observei nem levantar sua cabeça para me ver.

– Ojeon, jagiya. – Murmurei a vendo tirar seu celular do seu campo de visão um pouco.

– Você acordou de bom humor?

– Nunca estive de mal humor.

– Então, ontem você não estava de mal humor?

– Não.

– Você quase me socou, Johnny.

– Eu nem encostei em você, o máximo que fiz foi dar alguns tapas na sua bunda, e você já está com isso. – Ela me lançou um olhar sério.

– Você fez uma choker de hematomas roxos e negros ao redor do meu pescoço, Johnny! – Ela grunhiu indicando para o seu pescoço e eu não evitei passar a língua pelos meus lábios e fixar meu olhar no colar, no sentido figurado, claro, feito por marcas enegrecidas pinceladas com pequenas partes esverdeadas e avermelhadas presente naquela região.

– Seu quadril está doendo? – Ela não respondeu e eu dei de ombros esquecendo a minha ideia de provocá-la por causa de sua falta de resistência. – Com quem você estava falando?

– Com meu professor.

– Seu professor? Alunos e professores agora trocam contatos?

– É sobre um trabalho da universidade, Johnny.

– Por falar na sua universidade, você não vai para lá hoje?

– Com esses hematomas? De jeito nenhum. Não quero pessoas criando boatos sobre mim por causa deles. – A olhei e percebi, pelo rubor crescente em suas bochechas, como seria humilhante para ela ser vista caminhando pelos corredores da sua universidade recebendo olhares curiosos, maliciosos, feios e confusos em relação às marcas decorando sua pele.

– Vá se arrumar. – Falei subitamente já me direcionando para o nosso quarto. – Vou te levar para a Yonsei.

– Johnny...

– Vá se arrumar, jagiya.

||•||

[• Hotel Riviera Seoul || 10:21

  • 737, Yeongdong-daero, Gangnam-gu, Seul 06071, Coréia do Sul

  • Point of view from_______]

Passeei com meus olhos pela roupa escolhida por Johnny e repentinamente senti minhas bochechas se esquentarem. Não eram as vestes em si que representavam o meu desconforto, mas sim as marcas decorando o meu corpo inteiro.

No meu pescoço, se encontravam hematomas de diferentes cores chamativas como se fossem alguma espécie de substituto para uma das minhas chokers. Nos meus ossos da clavícula, estavam marcas de mesma cor e de tamanho menor enquanto, nas minhas coxas internas, haviam cerca de no mínimo quatro, cinco contusões pequenas que faziam cada passo meu ser um incômodo pedaço de um bolo de dor.

As minhas vestimentas se resumiam a uma blusa, servindo apenas de complemento e acessório, transparente branca posta por baixo de uma camisa de mangas curtas negras com um pequeno detalhe resumido em uma rosa vermelha formando a palavra “Rose” presente em cima do meu seio direito, uma saia plissada preta, uma meia arrastão e um sapato escuro e bem-lustrado de salto baixo em estilo Lolita.

Yuta iria encher o meu saco. Não apenas por causa dos meus hematomas, mas também por causa da minha roupa, afinal eu estava trajando uma espécie de... vestimenta parecida com a de uma boneca de porcelana bem-conservada.

– Você já está pronta? – Johnny abriu a porta do quarto e colocou apenas uma parte da sua cabeça para dentro do recinto.

– Ainda preciso arrumar minha bolsa. – Respondi me afastando do espelho e o olhando por cima de um dos meus ombros.

– Então, se organize e faça isso rapidamente. Ainda tenho trabalho hoje. – Recuei alguns passos para o lado até conseguir pegar a minha bolsa reservada especificamente para as minhas idas e vindas da universidade, a abrir e começar a arrumá-la sem deixar de ter pensamentos sobre uma das falas ditas por Taeyong ressoar na minha mente.

– Seu trabalho... O de vender garotas ou o de vender crianças? – Perguntei sem olhá-lo fingindo que arrumar aquele recipiente espaçoso era uma tarefa bastante interessante e divertida.

– Não comece, ________.

– Eu não comecei nada, Johnny. Foi você que começou, você que começou com tudo isso a partir do momento em que decidiu esconder essa merda inteira de mim. – Era necessário tomar cuidado ao escolher as minhas palavras, eu não queria ganhar mais hematomas de chupões ou tapas. – E saber disso quando dificilmente algumas das coisas que já lhe disse é mentira deixa tudo mais ruim e menos tolerável.

– Pessoas boas não ganham dinheiro; isso, esse sistema, se chama Capitalismo. Você acha que eu teria todos os meus hotéis e cassinos espalhados pelo mundo ganhos através de dinheiro considerado limpo? Através de trabalho árduo? – Ouvi seus passos, mas, mesmo assim, me contentei em apenas terminar de arrumar minha bolsa. – Trabalho árduo é tão ficção quanto os filmes da Marvel, jagiya. Homens ou matam uns aos outros ou subornam pessoas ou se rendem ao “Dark Side” da Força do mundo. Sabemos qual opção eu escolhi, certo? Já as mulheres... Bem, vocês têm algo chamado vagina. Então, uma boa forma de ter o trabalho desejado é foder com seu superior, com o CEO da empresa. – Senti seu peitoral se encostar nas minhas costas e automaticamente senti meus músculos ficarem tensos e minha respiração se descompassar um pouco. – Independente da forma que olhemos sua história comigo, ela não se distancia muito dessa forma das mulheres subirem na vida, afinal... Eu sou quase um Sugar Daddy para você, certo? Não me venha com algo tipo “Mas, somos namorados, não te vejo mais apenas como um Sugar Daddy”, pois irei te responder com algo tipo “Você não me considera mais o seu Sugar Daddy, mas ainda te considero como uma espécie de propriedade minha”. – Ele sussurrou antes de se afastar um pouco, desferir um tapa fraco em uma das nádegas e deixar um riso debochado escapar por entre os seus lábios. – Agora, termine de se arrumar.

||•||

[• Yonsei University || 10:53

 • 50 Yonsei-ro, Sinchon-dong, Seodaemun-gu, Seoul, South Korea

 • Point of view from_______]

– Bom dia! – A coordenadora me cumprimentou abrindo um sorriso divertido e alegre claramente ignorando as decorações roxeadas salpicando todo o meu corpo. – Oh, senhorita Seo? – Ela ainda se lembrava do sobrenome de Johnny? – Você faltou alguns dias na universidade, não? – Esbocei um sorriso envergonhado.

– Sim, faltei por alguns problemas de saúde. – Tentei aumentar a velocidade dos meus pés, mas acabei apenas contribuindo para aquela velhinha me acompanhar ainda mais.

– E estes problemas de saúde que causaram seus hematomas?

– Ah? – A olhei com confusão e tratei de pegar a próxima curva de um dos corredores – Sim, exato. –, mesmo sabendo que isso me atrasaria mais.

Eu não precisava de uma senhora chata enchendo o meu saco. Hoje não.

Andei por aquele corredor evitando chegar muito perto das portas das outras salas e me sentindo estranhamente em paz ao ouvir apenas o barulhinho calmante e confortável da sola do meu sapato entrando em contato com o chão branco, liso e límpido da universidade.

Era bom estar em um local parcialmente deserto por alguns minutos, sem Yuta - apesar de gostar dele -, sem Taeyong - apesar de eu ainda nutrir uma pequena faísca de desejo por esse idiota -, sem Johnny.

Caminhei um pouco mais rápido e, após pegar a rota mais extensa e que levava mais tempo para ser totalmente traçada por pura precaução de que eu não iria encontrar a coordenadora de novo, cheguei à porta dona de uma plaquinha onde estava escrito “中本悠太”. Como esta era a única entrada na universidade inteira dona de caracteres japoneses, não era difícil saber quem era o professor possessor daquela sala. Me coloquei quase na ponta dos meus pés, espalmei minhas mãos na superfície que me separava do lado de dentro do recinto dedicado às aulas de Yuta e olhei pelo pequeno vidro presente no centro superior dali. Só dava para ver a mesa do sensei de história e psicologia, nada mais. Pelo modo usado pelas suas mãos para gesticular, conclui que ele estava conversando com alguém. Alguém presente além do campo de visão proporcionada por aquele pequeno espaço de vidro transparente. Levei uma das minhas mãos para a maçaneta da porta e logo entrei na sala me surpreendendo ao não ouvir murmúrios, burburinhos e sussurros que eventualmente talvez se tornariam sobre mim, mas, atualmente, eram voltados à uma lição dada pelo Call Boy.

No entanto, não existiam barulho. Exceto o de duas vozes masculinas despreocupadas. Uma com um tom desinteressado enquanto a outra ostentava um timbre suave e sereno.

Senti minhas bochechas corarem sem motivo ao ver os olhos dos dois residentes do cômodo recaírem sobre mim e meus olhos se arregalarem um pouco ao notarem a presença de Lee Taeyong, com seus cabelos rosados de cerejeira e seu maxilar belo, ali.

– Miane. – Tratei de me desculpar fazendo uma reverência para esconder o meu rosto avermelhado.

– Você está chegando na universidade agora, _______? Agora que a minha aula com a sua turma já acabou? – Yuta, com óculos de lentes transparentes esféricas, falou me abrindo um pequeno sorriso.

– Mais importante que isso, você deixou Johnny te bater de novo, ninfeta? – Fechei a porta atrás de mim já me preparando para responder à pergunta de Taeyong.

– Não deixo ele me bater. Se eu tentar rebater, ele vai fazer algo pior, e sei disso. Se eu tentar fugir ou algo do tipo, dá na mesma. Como em um dilema. – Grunhi me aproximando deles dois e nem sequer me empenhando em esconder as marcas presentes no meu corpo.

– Existe algo chamado delegacia e prisão. Sabe que isso é agressão física, certo? – Neguei com a cabeça não prestando muita atenção no que me era dito pelo homem de cabelos róseos. – É agressão física quando ele desce a mão em um tapa no seu corpo sem ser com o seu consentimento, diferente do BDSM, _______. Ninguém nunca te explicou isso?

– Por que exatamente você está me falando isso? Ontem, Johnny quase que literalmente me arrastou para fora daquele hospital abandonado e você não fez merda nenhuma.

– Ei, ninfeta, Yuta também não fez nada. Não jogue toda a culpa em cima de mim.

– Ele nem sabia que Johnny estava fazendo o que estava. – Retruquei puxando uma das cadeiras da sala, a arrastando para perto da mesa de Yuta, a colocando ali e me sentando nela não demorando a cruzar minhas pernas.

– Tanto faz. – Taeyong grunhiu apoiando um dos seus cotovelos na mesa do professor e sustentou o meu olhar com o seu. – Foi bom você ter chegado extremamente atrasada para aula desse Japp. Você não queria saber sobre o trabalho do Johnny? Então... Como sou um demônio muito, mas muito generoso, na medida do possível, claro, decidi vir aqui te falar não só sobre isso, mas também sobre quem o seu namorado verdadeiramente é, ninfeta. E soque esse cara – Ele indicou Yuta usando seu queixo. –, ele quase não me deixou ficar aqui para te esperar, então, precisei subornar o diretor. Eu perdi dinheiro, caralho. Você me deve dinheiro. – Falou para mim e eu revirei meus olhos.

– Don don gori. – Resmunguei.

– Mas, você sabe... Nada vindo de mim é de graça.

– Me diga tudo e depois acerte seu preço comigo. – Respondi sentindo os olhos de Yuta ultrapassarem a camada da minha pele e inspecionarem a minha alma.

– Certo. – Taeyong abriu um pequeno sorriso.


Notas Finais


❥⋮ A roupa citada é esta: https://scontent.cdninstagram.com/t51.2885-15/e35/14574064_1225704884216783_3243638685819731968_n.jpg

Adivinhem quem voltou bem rápido? kdeidbfjldkxljjfd, eu mesma, Gyeomyes, a+ atrasada

Muuuuuuuuuuuuito obrigadinha por ler ♡
❥⋮ Babydoll loves Ten and you ♡


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