História • O Garoto Misterioso - Fanfiction GTOP • - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Festus7645

Postado
Categorias Big Bang, Got7
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Big Bang, Fantasia, Gdragon, Lemon, Sobrenatural, Yaoi
Visualizações 98
Palavras 3.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, aqui é @Festus7645. Eu e a @Yibo_Yibo fizemos esse capítulo juntas, só que ela não pôde postar então aqui estou eu.

• Tem uma parte que o texto vai estar em itálico, essa parte são flashbacks do passado do Ji-Yong.

Capítulo 3 - ~Quem é você Kwon Ji Yong?


Fanfic / Fanfiction • O Garoto Misterioso - Fanfiction GTOP • - Capítulo 3 - ~Quem é você Kwon Ji Yong?

      

Mansão Choi.                                                    Seul-Coreia do Sul.                                           18 de agosto de 2018.                                    Sábado às 15hrs.

Choi Seung-Hyun

— De hoje em diante essa é sua nova casa. — disse entrando na grande mansão antes que o Ji-Yong pudesse se pronunciar.

Fui bem recebido como sempre por Min Ha, que era uma empregada de longa data e uma das mais confiáveis de toda aquela mansão.

— Boa tarde, senhor. — curvou-se em seguida retirando-se.

— Boa tarde. — falei normalmente olhando em volta, procurando pelo garoto que já estava na porta.

— Uau. — olhou surpreso — Essa casa é perfeita. — o menor olhava cada detalhe possível, não deixando passar até mesmo a pequena bússola que segundo meu pai era de minha avó. — Eu posso tocar? — em questão de segundos o "moleque" como eu carinhosamente havia o apelidado, foi de encontro ao objeto (que estava em uma caixa de vidro) pondo suas mãos ali. Ji-Yong parecia fascinado.

O moleque admirava a peça com delicadeza no olhar, como se aquela fosse a mais rara de todo o mundo. E de fato era, pois não só era bonita como tinha valor sentimental.

— Se está trancada é para que nem um moleque sem responsabilidade à toque. Não acha? — exclamei ríspido, arqueando a sobrancelha.

— Deixe de ser idiota, Choi. Eu não sou um desmiolado. — disse me lançando um olhar ameaçador, fazendo com que me xingasse mentalmente por ter aceitado qualquer tipo de proposta de si.

— Ah, claro! — dei uma pausa — Além de órfão papai escolheu um mal educado para vir morar aqui. — olhei de esguelha para o moleque vendo o mesmo parar de olhar a peça e com um olhar furioso vir até mim.

— Olha aqui seu mauricinho de merda, — aproximou-se de mim me encarando com desprezo. — Você não sabe nada sobre mim, e é melhor me respeitar se quiser saber de tudo o que eu sei em relação ao anel. — sorriu maléfico olhando em meus olhos.

Naquele momento um frio desconhecido percorreu sobre todo meu corpo fazendo com que eu me arrepiasse diante do menor que apenas continuou me olhando e logo depois, voltou a analisar a casa que passaria a viver.

— O que tem lá em cima? — acenou com a cabeça para as escadas de madeira fina, como se nada tivesse acontecido.

Segui a direção para onde o mesmo acenou. Deai de ombros subindo as escadas, acompanhado do menor que novamente ficou surpreso. Mesmo estando bravo e intrigado pelo o que esse moleque sem noção fez lá em baixo, me sinto na obrigação de apresentar os cômodos para que se acostume mais rápido, meu pai gostaria disso.

[…]

Escritório Choi ás 18hrs.

Aish, tanta coisa para fazer que tenha sensação de que a qualquer momento minha cabeça vá explodir. Massageei o local com meus dedos sentindo por poucos segundos um alívio, até alguém bater na porta:

— Ent... — antes mesmo de terminar de falar a porta foi aberta e Ji-Yong entrou sentando-se na poltrona a minha frente sem permissão.

— Isso são modos de entrar no escritório dos outros?!

— Eu bati na porta, não bati? — o garoto respondeu a minha pergunta com outra.

Sinceramente o que meu pai viu nesse cara?

— Tanto faz garoto. Diga logo o que você quer e suma da minha frente. — repousei minhas mãos sobre a mesa e olhei-o cruzar o braço.

— Digamos que eu já escolhi a primeira coisa que quero, Seung. — aquilo soou de forma pervertida enquanto Ji-Yong mordia os lábios.

— Pois diga.

— Eu quero ir ao cinema. — disse simples desviando o olhar para qualquer canto que não corresse perigo de olhar nos meus olhos.

— Não vai dar Ji-Yong. Estou com uma puta dor de cabeça. — foi a única coisa que disse recebendo em troca o olhar negativo do mesmo.

— Eu não estou pedindo Seung, estou mandando. — novamente aquele maldito arrepio tomou conta de mim fazendo minhas mãos e pernas fraquejarem pelo nervoso.

— Eu NÃO quero e quando eu NÃO quero, eu NÃO vou. — elevei minha voz que ecoou por todo o cômodo.

[…]

Cinema ás 21hrs e 59mns.

— Eu tenho mesmo que assistir esse filme idiota? — falei visivelmente irritado ao que o moleque olhava o cartaz do “Bob Esponja - O filme” todo animadinho.

— Você não tem escolha, Seung. Então só fique calado. No orfanato eu não assistia TV, as crianças sempre chegavam antes.

— Não. Vamos assistir à um filme de terror, comédia, ação, qualquer coisa menos desenho. — cruzei meu braço intimidador, e ele me olhou e disse:

— Okay, vamos assistir ao filme que você quiser, mas eu não contarei nada do que sei sobre o anel e sobre mim e você vai ficar no meio da noite pensando: eu deveria ter assistido ao filme! Pelo resto da sua vidinha de mauricinho. — falou olhando para mim, e eu entrei na sala de cinema emburrado. Mas que moleque chato! Sempre tem uma resposta para tudo!

[…]

O filme já acabou — para nossa alegria! — e o moleque está bem entusiasmado.

— Uau, eu tenho que assistir desenhos mais vezes. Nunca vi algo tão divertido! — fala e olho para ele, espantado.

— O que você fazia para se divertir no orfanato?

— Nada, eu só ficava relembrando o passado. Observando a paisagem ou dormindo. E às vezes eu ficava conversando com seu pai, ele era muito legal.

— E o que vocês conversavam?

— Só é permitida uma pergunta a cada coisa que você fizer por mim, e você já fez uma. Amanhã, quando eu mandar você fazer outra coisa você pergunta. — disse e eu olhei para ele indignado.

— Você é um saco, moleque. – quando eu disse ele riu uma risada agradável, me fez me perguntar se eu poderia o fazer rir assim mais vezes.

— Você também, mauricinho.

[…]

— Merda! — bati as mãos no volante percebendo que já começava a chover e que o trânsito estava maior que fila no banco do Brasil.

— Aish, eu quero ir para casa. — olhei-o no fundo dos olhos com aquele costumeiro olhar assustador.

— Se não percebe estamos no meio de um monte de carros e isso aqui não parece andar tão cedo — bufei.

— Eu não quero passar esse tempo todo com você não. — disse enquanto abria a janela do carro.

— Acha mesmo que eu estou feliz de estar "encurralado" no meio do trânsito com uma criança? Se liga moleque. — ri sarcástico.

O mesmo revirou os olhos pondo a cabeça para fora do vidro e observando os vários carros parados por causa daquela maldita chuva.

— Andem logo suas porras eu tenho mais o que fazer! — gritou fazendo com que alguns olhassem pelos vidros dos seus carros e outros buzinarem causando um grande alvoroço.

— Menino tu tem demência?! — puxei o mesmo para sentar novamente no banco.

— Cale a boca. — disse simples.

— Cale a boca você. — apertei seu pulso de forma rude. — Se quiser morar dentro da minha casa vai ter que me respeitar, se não volta para o OCCE entendeu? — apertei mais forte.

— Aquela casa não é só sua, eu também moro lá seu idiota. — usou uma força inexplicável para soltar-se de mim e voltar a observar a escuridão da noite pelo vidro.

Por que esse moleque me tira tanto do sério? Meu pai só podia ter algum problema quando escolheu esse mal educado para morar comigo. Aliás, o que viu de mais nessa peste?

Mansão Choi às 22hrs e 55mns.

— Garoto acorda. — cutuquei Ji-Yong não obtendo resposta alguma.

— Acorda! — gritei dentro do carro fazendo o mesmo acordar.

— Pai? Mãe? — levantou súbitamente olhando de um lado para outro.

Ótima chance para provocá-lo.

— Garoto tu bebeu? — arqueei a sobrancelha — Esqueceu que não tem mãe nem pai e que infelizmente mora comigo? — questionei.

— Mas que merda! Será que você poderia calar a porra da sua boca?! Porque se for para falar algo que já sei é melhor ficar calado! Seu merda. — Ji-Yong falou exaltado.

Por raiva de suas palavras o soquei, logo vendo escorrer sangue no canto esquerdo de seu lábio inferior. Mas que merda eu fiz!

— Oh céus! D-des... — o garoto me cortou imediatamente.

— Acho que já fez o suficiente, não precisa se desculpar muito menos dirigir palavras à mim, farei o mesmo. — disse com uma expressão fria. — Agora se me dá licença, me retirarei.

Ji-Yong saiu do carro, entrando em casa logo em seguida. Deitei minha cabeça sobre o volante sentindo novamente aquela dor se instalar no local. Merda!

[...]

Dentro da mansão

Entrei em casa procurando algum sinal de Ji-Yong pela sala, falhando ao obter apenas os empregados passando pelo local a cada segundo.

— Senhor Choi, o jantar está quase pronto. — alertou-me uma empregada da casa.

— Tudo bem. Poderia pegar um remédio para mim? — pedi calmo.

— Sim senhor, espere um momento. — retirou-se inda à procura do remédio.

Me sentei no sofá e depois de poucos minutos a empregada voltou com uma bandeja que continha o remédio e um copo de água.

— Onde está Ji-Yong?

— No quarto, senhor. — disse simples.

Será que eu o magoei? Isso não me importa, eu apenas coloquei aquele moleque atrevido em seu lugar. Não?

— Estou indo para a cozinha, por favor, chame-o para jantar. — deixei a mesma para trás indo até a cozinha e sentando-me em meu lugar.

Peguei meu prato e enchi com a comida.

— Senhor Choi, o Ji-Yong não quer vir comer. Acho que ele não está bem.

— Então deixe que depois irei vê-lo. — sorri de forma sincera, ou pelo menos tentei.

Terminei de comer e me retirei a fim de terminar alguns projetos e outras coisas relacionadas ao OCCE.

Escovei meus dentes e me vesti com a costumeira regata e calça moletom, logo me jogando sobre a cama e pegando meu notebook para averiguar aqueles papéis. Resolvi começar averiguando as últimas compras e negócios com outras empresas efetuados por meu pai, estava tudo em ordem. Por fim cheguei aos papéis do OCCE tentando manter o máximo de cuidado para que se caso houvesse algum erro não passasse despercebido por mim e eu pudesse concertá-lo.

Novamente obtive falha, papai era mesmo um homem muito responsável. Não se permitia que algo falhasse.

Aish, minha garganta está tão seca que sinta qualquer momento vai fechar.

Olhei no relógio vendo que se passavam da meia noite e meia e suspirei aliviado sabendo que metade dos empregados já tinham ido embora e os que moram aqui conosco já devem estar dormindo e saí. Me dirigia pelos corredores um tanto escuros da Mansão tentando não me chocar com algum móvel. O que cá entre nós não deu certo.

Assim que cheguei a cozinha liguei a luz me assustando com um Ji-Yong bebendo água.

— Ji-Yong?

— Sim.

Olhei o garoto que estava estava escorado na pia sem camisa, só com calça moletom. Assim pude ver suas tatuagens, que nem sabia que aquele fedelho tinha. Os seus cabelos estavam molhados, o que deixava ele bem sexy. Pera, corta!

Tentando desviar pensamentos impuros disse:

— Podemos conversar Ji-Yong?

— Sim, o que deseja? — disse sério.

— Eu quero pedir desculpas pelo que disse mais cedo. Eu não queria causar tristeza em você.

— Eu não quero suas desculpas, Seung. Esqueça e pronto. E eu não estou triste por nada que você tenha feito. – em seguida tirou um maço de cigarros do bolso de sua calça pegou um cigarro o acendeu e fumou.

Ele fuma?!

— Desde quando você fuma?! – disse eu visivelmente surpreso.

— Desde os dezesseis anos. Não sou inocente, Seung. Fiz coisas que você jamais fez ou faria na sua vida. – disse assumindo um olhar obscuro.

Fiquei estranhamente nervoso. O que será que ele fez?

— O que você fez?

— Nada que deva lhe interessar. Aliás, já está tarde e eu vou para o meu quarto, tchau. – disse se retirando logo em seguida, não se importando com o que eu iria responder.

Ji-Yong ficou diferente, hoje mais cedo ele parecia um adolescente mimado. Mas agora, depois dessa nossa conversa, o vejo de um modo diferente. Com seus cabelos vermelho-escuros e suas tatuagens, o jeito como fumava o cigarro, o jeito como fala; como se fosse um homem maduro que já viveu muitas coisas. Atraente. Balanço a cabeça tentando afastar tais pensamentos. Tenho vinte e seis anos e o garoto tem dezoito, que horror. Decido ir para o quarto dormir um pouco, aposto que amanhã esses pensamentos irão embora.

[...]

Kwon Ji-Yong

Depois de conversar com Seung, vim para o quarto fumar em paz. Sentei-me na cadeira que fica em frente a janela e observei o luar. A noite está tão linda, pena que não posso aproveitar sua beleza, pois o passado ocupa a minha mente toda noite e me pergunto o porquê nunca passa.

Peguei um cano de ferro enferrujado próximo à uma lixeira e comecei a dar golpes naquele jovem, ele pedia para eu parar, mas eu não podia porque estava tomado pela raiva e o desejo de vingança. Só continuava o golpeando, golpeando, e de novo, e de novo. Golpeei tanto que o jovem não se mexia mais. E percebi que ele estava morto.

Comecei a sentir dores terríveis; meus ossos se quebravam, entortando-se em direções fora do normal, tudo doía. E a dor não parava.

Quando acordei, estava completamente nu. Meu corpo sujo de sangue daqueles que um dia amei.

Começo a chorar alto, sem me importar se alguém ouvirá meus soluços. As lágrimas escorrem por meu rosto, puxo meus cabelos com violência, arranho minha própria pele; sem me importar porque as feridas irão se curar novamente. Ainda chorando grito, deixando minha voz desesperada ecoar por aquele quarto. Arremesso vasos de vidro contra a parede, fazendo barulhos muito altos que provavelmente acordaram muitos empregados. Puxo os lençóis bagunçando a cama. O quarto está todo destruído, e não ligo. Mas quando vejo, na porta estão alguns empregados e um Seung muito abismado.

– Meus superiores! Ji-Yong você está bem? O que aconteceu aqui? – disse Seung ainda assustado, os empregados também.

– Me deixem sozinho! Vão embora! – Seung mandou os empregados voltarem a dormir. Pensava que ele ia também, mas ele trancou a porta e se sentou ao meu lado.

– O que... – ele arregalou os olhos ao olhar para meu braço direito.

Eu não entendi muito bem mais depois eu vi; tinha um corte terrível.

– Que merda! Vamos! – disse se levantando e eu o olhei sem entender. – Para o hospital, seu pateta. Olha esse corte!

– Não se preocupe, vai curar. – disse e ele me olhou como se eu fosse maluco. – Seung você sabia que eu venho de um orfanato que tem crianças especiais né?

– Ah! Então quer dizer que você tem poderes curativos? Legal. – Ele disse e eu comecei a rir.

– Poderes curativos hm? – disse e em seguida cai na risada. – Quem me dera fosse isso. – disse e fiquei de cara fechada. – Você é tão idiota Seung.

– Que foi? Ah, quer saber? Fique aí sozinho. Eu vou é dormir, seu idiota. – dito e feito. Assim que ele terminou de falar se retirou.

Quando ele saiu me levantei, com o rosto molhado pelas lágrimas. Caminhava fazendo meus pés sangrarem por conta do vidro quebrado no chão. Assim que deitei-me naquela cama desarrumada pensei como esqueci de tudo por um momento. A culpa, a dor e todo sofrimento foram embora por um momento. Graças à ele.

OCCE, Seul-Coreia do Sul.                              19 de agosto de 2018.                                     Domingo às 14hrs.

Choi Seung-Hyun

Estou no OCCE para resolver algumas coisas e também ter informações sobre o Ji-Yong. O estranho foi que nos documentos dele que ficam no OCCE não constam quase informação nenhuma, só coisa que já sei. Por isso resolvi que vou perguntar para as crianças ou talvez funcionários para ter mais informações.

[…]

Eu vim para o jardim, onde fica a maioria das crianças e adolescentes do OCCE. Resolvo pedir informações para um grupo de meninas que estavam conversando no Jardim.

— Olá. — assim que me pronunciei elas me olharam e ficaram quietas. — Gostaria de pedir informações a respeito de Kwon Ji-Yong. Alguma de vocês o conhece?

Quando terminei, todas elas disseram que conheciam ele, mas só de vista.

— É um garoto de cabelos vermelho-escuros, com tatuagens e assustador? — disse ela e eu assenti, apesar de não entender o porquê do “assustador”. — Quando ele morava aqui, ele era totalmente estranho e anti-social. A única pessoa com quem ele falava era o Sr.Choi. Ele vivia isolado quando não estava dormindo, e sempre se afastava de todos. A única vez que ele falou com alguém foi ano passado, e ele quase agrediu a pessoa. Ele estava dormindo e sem querer um garoto bruxo que estava treinando levitação acabou por fazer uma peça de um jogo acertar no rosto do mesmo, fazendo-o ficar furioso! Eu nunca tive tanto medo em toda a minha vida!

Quando ela terminou de falar eu gargalhei, fazendo a mesma me olhar confusa.

— Aquele tampinha dar medo à alguém? Conta outra. — percebendo o quanto fui idiota, pedi desculpas pedindo para que a mesma continuasse.

— Então, como eu ia dizendo. Ele ficou extremamente furioso, e foi nessa hora que eu e minhas amigas vimos.

— Viram o que?

— Os seus olhos ficaram amarelos e crescerem presas em sua boca. Por um momento pensei que ele fosse um vampiro, mas os olhos não eram de um. E além disso, a sua mão ficou estranhamente horrível! Ela engrossou ficando parecida com a mão de um monstro! E suas unhas cresceram e ficaram afiadas. Ele só fez um movimento com os dedos e a peça se quebrou! E olha que aquelas peças não são nada fáceis de quebrar. — disse ela com uma expressão de medo. — Ele só não machucou o garoto porque o Sr.Choi apareceu e pediu para ele parar. Aí o Sr.Choi o chamou para sua sala.

— Tem certeza que foi isso que vocês viram?

— Sim! Nós temos certeza.

— É… então obrigada pela ajuda.

Assim me retirei. Será que é verdade? Estou me perguntando até agora porquê ele não arrancou minha cabeça quando o soquei. Mas se bem que hoje de madrugada ele estava sombrio, deu medo. Ele é um garoto muito misterioso, e quero saber o que tem por trás de seus olhos obscuros.

Quem é você Kwon Ji-Yong?


Notas Finais


Se quiser ver como ele ficou exatamente, vai no meu twitter que é: Festus7645 e lá tem um GIF mostrando como é.
Não tenho link :(
Se gostarem comentem e obrigada 😁


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