História -Obra do Destino- - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~aStrangeAny

Postado
Categorias Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Cauê Bueno, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Baixamemoria, Cellbit, Romance
Exibições 27
Palavras 2.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!
"Primeiro" capitulo da fanfic!
Espero que gostem e saibam desde já, vai demorar pro cellbit entrar na fanfic.

BOA LEITURA!

Capítulo 3 - Capitulo 1 - Amora -


Fanfic / Fanfiction -Obra do Destino- - Capítulo 3 - Capitulo 1 - Amora -

*POV Amora*

Eram 3:45 da manhã e eu estava acordada assistindo vídeos no Youtube. Porque 3:45? Porque o Cellbit só posta vídeo nesses horários loucos, então, como sou uma Langer desde antes da Saga da Casinha eu fui assistir este vídeo e comecei a ver uns outros mais antigos e estou eu agora assistindo pela milésima vez Uma Fanfic de Cellbit... Ah Seu Vou!

O vídeo acabou e como eu já estava exausta resolvi dormir logo.

 

'Na manhã seguinte'

 

Acordei com meu irmão me cutucando.

 

Matheus- Amora, acorda. – Tirou o lençol de cima de mim – Você vai atrasar a gente.

 

Eu- Atrasar pra que? – Tentei pegar a coberta de novo mas ele me puxou pelo braço e me derrubou no chão. – Matheus!

 

Matheus- Você esqueceu que a gente muda hoje?

 

Eu- Puta que pariu! – coloquei a mão na testa – que horas são?

 

Matheus- Hum... – Olhou no celular – 10:00, e a gente vai as 11:00, já ta tudo pronto?

 

Eu- Só falta colocar umas coisinhas na ultima mala. – Me levantei e fui pro banheiro já tirando minha roupa. O Matheus veio atrás de mim e se escorou na porta. – Já ta pronto?

 

Matheus- Sim, eu faço as coisas com antecedência e não fico até quatro da manhã assistindo um gay loiro que grita mais que tudo.

 

Revirei os olhos enquanto amarrava o cabelo em um coque. E sim, se você não percebeu ainda eu estou pelada na frente do meu irmão.

Entrei no chuveiro e vi o Matheus saindo do banheiro. Tomei um banho rápido e depois fiz minhas higienes matinais.

Coloquei uma calça jeans, uma blusa branquinha soltinha com umas rendinhas, um tênis vans cinza e pronto, agora só faltava guardar as coisinhas que eu tinha deixado fora da mala.

 

 

Desci até o primeiro andar, meu irmão estava deitado no sofá da sala e quando me viu passando se levantou e foi atrás de mim, que estava indo para a cozinha.

Eu- Oi Eloah – disse ao ver minha mãe. Eu nunca chamei minha mãe de mãe, não sei bem o porquê, mas ela diz que como nós morávamos com minha avó quando eu nasci, por ouvir ela a chamar de Eloah eu não acostumei a chamar de mãe. – O que tem pro café da manhã?

Eloah- Café da Manhã? Voce não quis dizer almoço? - debochou e eu dei a língua.

Eu- Eu não quero almoçar agora, tem pão? – Fui até a geladeira e peguei o leite.

Matheus – Serve esse? – apontou para o pão que estava em sua outra mão – Pega o Nescau pra mim? (Aut: Nescau é melhor que Toddy e que comecem as tretas)

 

Eu fui até o armário e peguei o Nescau pro Matheus. Levei até a bancada e me sentei do lado do caçula, que nem era tão caçula assim, só um ano de diferença praticamente.

 

Depois que nós terminamos de comer, colocamos as coisas no carro e fomos até o aeroporto, que era um pouco longe da minha casa.

 

Como eu meio que tinha atrasado todo mundo, a gente chegou, fez o check-in e já estavam dando a última chamada para o nosso vôo.

 

A viagem durou 50 minutos e ainda tivemos que pagar uma taxa sabe lá do que por que nós tínhamos bagagem a mais do permitido.

Na saída do aeroporto tinha um ponto de taxi e nós logo entramos em um. A primeira coisa que eu lembrei foi do Cellbit contando seu pavor por taxistas que querem sua bundinha.

Chegamos ao endereço em menos de dez minutos e paramos logo atrás de outro taxi que também havia acabado de chegar.

 

Uma menina morena, que aparentava ter minha idade, sai do taxi à frente e para diante a porta.  Eu me apresso e faço o mesmo. Eu paro ao lado da menina e eu percebo ela me olhando meio de lado.

 

Eu- Licença, eu acho que esta é a minha casa. - a mesma se vira pra mim e eu dou um sorriso torto.

 

???-  Não, esta é a minha casa! – Ela olha de volta para a rua e eu faço o mesmo, logo percebendo a minha mãe se abraçando com a mulher do taxi a frente e meu irmão vindo em direção a nós. – Mãe?!

 

Matheus- Já conheceu sua prima? – me abraçou de lado.

 

Eu/???- Prima?!? – nos entreolhamos.

 

Minha mãe e a outra mulher vem andando em direção a casa com o resto das malas, e logo eu reconheço, era minha tia Alice, a irmã da minha mãe. Fazia tanto tempo que eu não a via. Soube que ela tinha uma filha da minha idade... Pera, então, se ela é minha tia, aquela menina era realmente minha prima.

Minha mãe abraçou a menina e deu um beijo em sua cabeça e logo eu sinto braços ao redor do meu corpo. Primeiramente hesitei, mas logo abracei a mulher também. Ouço o barulho dos táxis partindo e logo a mulher me solta e abraça o meu irmão em seguida.

 

Eu- Só eu que não to entendendo nada? – cochichei ao chegar mais perto da morena, que sorriu de lado e assentiu com a cabeça.

 

Tia-  Vamos entrar ou preferem dormir na calçada? – disse enquanto abria a porta.

 

Todos entraram e minha nossa senhora, a casa era muito linda. Logo da porta dava pra ver do lado esquerdo, um pedaço da cozinha que era estilo americano, à frente a escada que ia pro segundo andar e uma porta de vidro, onde tinha o que parecia ser uma mesa de sinuca, e do lado direito, a sala de estar, que parecia um deck, pois era um pouco mais alto do que o resto da casa, e por fim outra porta, que estava fechada.

A morena, que até então eu não tinha perguntado o nome, foi até a porta fechada, abriu e antes de entrar olhou pra trás sorrindo, em direção a mim e eu sorri de volta. A mesma entrou no que deveria ser o banheiro e eu resolvi ir lá olhar também.

 

Eu- Bonito aqui, né? – tentei puxar assunto enquanto corria minha mão pela bancada, e a mesma se virava para mim.

 

???- Sim, estou adorando esse lugar. E a propósito, qual seu nome? – Olhou fixamente para mim e eu escorei na beirada da pia.

 

Eu- Amora – meu irmão entrou no banheiro – e o seu?

 

???- Pandora – meu irmão olha pra ela quando a mesma responde minha pergunta – E o seu? – pergunta direcionando a cabeça ao meu irmão.

 

Matheus – Matheus, parece que só eu tenho nome normal nessa família – e todos demos risada.

 

A Pandora sai do banheiro e o Matheus me olha com uma cara meio perversa.

 

Eu- Que foi? – sai puxando ele pra fora do banheiro mas ele me impede.

 

Matheus- Pode primo pegar prima? – deu um sorriso malicioso e eu ergui as sobrancelhas.

 

Eu- Primeiro, eu duvido que ela vá querer ficar com você – sai andando em direção à escada – Segundo, credo Matheus, já não basta pegar todas minhas amigas ainda quer a nossa prima? – bufei e subi pisando duro com o mesmo vindo atrás de mim.

 

Passei por uma área de TV, que tinha uns puffs e um tapete bem macio e uma porta de vidro que dava pra uma sacada, mas como o Matheus tava me seguindo eu fui direto pra primeira porta que vi.

 

Matheus- Amora – Correu até mim – Eu tenho culpa se ela é gostosa? – meio que gritou.

 

Eu- Tomara que ela tenha ouvido – entrei pela porta e era um quarto todo preto e branco, com duas camas, era óbvio que era o meu, porque minha mãe já tinha falado que eu ia dividir com o Matheus.

 

Não era grande o quarto, mas era muito bonito e eu logo me joguei na cama da direita.

 

Eu- Essa é a minha - anunciei antes que começasse a disputa pela cama. Ele bufou e se sentou na outra cama.

 

 Matheus- É sério que você ficaria brava se eu ficasse com ela?

 

Eu- Não é isso Matheus – Me sentei ficando de frente com ele – Você sabe como você é, e eu sempre aviso pra todas minhas amigas, e todas vão e se apaixonam por você, e você sempre faz a mesma coisa, a mesma coisa. – Parei pra respirar – Eu já cansei das minhas amigas chorando perto de mim por causa de você, e o foda é que no final elas acabam ficando bravas comigo por não querer consolar. – Me levantei, eu já estava ficando irritada. – Eu sempre aviso, e sempre acontece a mesma coisa, mas eu não posso te proibir de nada, então vai, ilude a garota, por que afinal, não vai mudar nada eu falar alguma coisa vai? – sai batendo a porta do quarto com tanta força que causou um estrondo na casa inteira.

 

Fui pra tal da sacada que eu não tinha entrado antes e eu quase tive um infarto. Tinha piscina naquela casa. Eu sempre quis uma piscina. Meu deus eu preciso entrar nessa piscina.

 

Sai correndo e desci as escadas do mesmo jeito, o que me fez tropeçar em um dos últimos degraus e cair de cara no chão. Minha mãe e a tia Alice que estavam conversando na sala correram até mim pra tentar me ajudar, mas eu logo eu me coloquei de pé voltei a correr até a porta, onde eu tinha deixado minhas malas.

 

Pego todas e volto correndo com as mesmas até a escada, fui tentar subir com todas ao mesmo tempo e óbvio que não consegui. Tentei chamar o Matheus pra me ajudar, mas ele não escutou.

 

Tive que subir uma por uma, o que demorou quase uma década.

 

Logo da área de TV vejo a Pandora na porta do meu quarto e vou voando quase atropelando ela na entrada do mesmo.

 

Eu- Foi mal – e continuo apressada deixando as malas jogadas por onde passo.

 

Abro a mala onde lembro que guardei o biquíni e vou jogando tudo no chão. Olho pra trás e o Matheus e a Pandora não estão mais lá.

Quando finalmente encontro o biquíni eu tiro minha roupa e coloco o mais rápido possível. Aliás, meu biquíni é um preto de franjinhas, bem simples.

 

Eu estava muito elétrica. O Matheus deve ter percebido, mas eu sempre fico assim quando estou nervosa ou ansiosa, é meio que um problema. Sempre que eu tenho uma discussão, ou quando estou muito feliz, enfim, quando tenho emoções fortes, sendo elas boas ou ruins, eu fico elétrica e não consigo ficar calma ou parada por muito tempo. Eu já fui ao médico, já tomei remédio por causa disso, nada adiantou. A única maneira de eu “melhorar” é o meu irmão, não que ele tenha um poder mágico que cura minha doença, mas eu sou muito apegada a ele, então quando eu tenho esses ataques ele fica o tempo todo comigo e eu vou acalmando aos poucos. É obvio que essa não é a única cura, mas enquanto não me ajudam profissionalmente isso vai diminuindo a gravidade do problema. Mas a vez pior foi quando eu terminei com meu antigo namorado, na verdade ele terminou comigo, e eu fiquei muito triste, tipo muuuuito triste, e ai eu fiquei assim elétrica e desmaiei. Sim, eu desmaiei por causa desse problema. Não parece algo tão sério assim, mas é. O médico falou que dependendo até do que acontecer eu posso enfartar. Por isso eu nunca pude ir a um evento de Youtubers, por que se eu ver o cellbit, vocês sabem o que acontece e isso pode causar aquilo e aquilo pode causar um infarto. Bem trágico, mas ainda tenho fé que vou conhecer ele.

 

Pandora- Ei, vamos inaugurar a piscina? – mas vê que eu já estou de biquíni – Tá, não precisa nem responder. – eu ri baixo e ela saiu do meu quarto.

 

Amarro meu cabelo num coque, pego uma toalha e vou correndo mais uma vez descer a bendita escada, um dia ainda vou me quebrar toda fazendo isso.

 

Passei pela porta de vidro que separava a casa da área externa e coloquei minha toalha na beirada da piscina.

 

Sentei somente com os pés na água e fiquei observando ao redor. Como era um condomínio (eu acabei me esquecendo de mencionar, mas é) tinha casa dos dois lados e em uma delas um menino me observava da varanda.

 

Quando ele percebeu que eu tinha visto, ele acenou e entrou pra dentro da casa.

 

Estava tão distraída que nem vi os dois chegarem e só fui perceber isso, quando fui empurrada pelo Matheus pra dentro da piscina.

Matheus- Ha!

 

Eu bufei e logo vejo o mesmo cair sobre mim. A Pandora tinha empurrado ele.

 

Pandora- Ha!- comemora.

 

Vou até a beirada e estico a mão pedindo ajuda à morena pra sair da piscina.  A mesma, ingênua, vai me ajudar e eu num rápido movimento a puxo pra dentro da piscina.

 

Eu- Ha!


Notas Finais


Gostaram????????????????
Capitulo grande né?

Bjo bjo!

~Jeh


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