História ★ Opostos se Atraem ♥ - Capítulo 16


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Tags Ruggarol
Visualizações 86
Palavras 751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Eu te amo


Narradora Onn 

Karol acordou  e sentiu o braço de Ruggero em sua cintura e sorriu. Ela tirou o braço dele devagar foi até a sala e pegou  uma roupa e tomou um banho. Ela foi até Ruggero e deu um beijo ma bochecha dele. Ela foi até o interfone e pediu um café da manhã. Ela foi até o quarto e viu que era 7 horas. Ela foi até ele e o beijou de novo. 

- Rugge, Rugge, Rugge.

- Deixa eu dormi mais um pouco... (Karol riu.) 

- Rugge. (Karol deu um selinho nele. Ruggero acordou e sorriu.) 

- Que horas são? (Ele perguntou se sentando.) 

- 7 horas. (Ruggero a beijou. Ela correspondeu. Eles se separam por falta de ar e Karol sorri.) Eu... eu... eu já pedi o café da manhã.  

- Ok. Vou só no meu quarto e tomar um banho. (Ruggero disse se levantando.) 

- Tudo bem. (Ruggero da um selinho em Karol e sai. Ela sorri e olha pro lado em que ele dormiu. Ela se deitou e sentiu o cheiro dele.) Ruggero Pasquarelli, você vai me deixar louca! (Ela se levanta e vai para a cozinha. Ela ficou pensando no Ruggero e em como ele está sendo fofo. É claro agora eles estão namorando mais... nem um "Eu te amo" eles disseram um ao outro ainda, ela sentiu dois braços em sua cintura. Dessa vez ela se sentiu confortável.) Oi.

- Oi. Em que estava pensando? 

- Em um garoto. 

- Quem? (Ela sentiu um tom um pouco bravo na voz dele.) 

- Um garoto bem legal que eu conheci em Buenos Aires. (Ele a virou.)

- Qual o nome dele? (Ela riu.) 

- Ruggero Pasquarelli. (Ele sorriu.) Estava com ciúmes? (Ela disse sorrindo.)

- Não. Só queria saber quem era o garoto que à MINHA namorada estava pensando. (Ele disse sério.) 

- Isso tem nome, se chama ciúme. (Luna disse o olhando.)

- Ciúme não está no meu vocabulário. 

- Não foi que pareceu quando o Michael apareceu. Se eu não tivesse te segurado você teria acabado com ele. 

- Talvez eu tenha um pouco de ciúmes. (Ruggero disse olhando para Karol que sorria.) 

- Talvez? 

- Tá, eu tenho um pouco de ciúmes. Mais não tanto para acabar com alguém. 

- E se eu tivesse aceitado o convite do Michael? (Ruggero ficou sério.) Eu to brincando, eu não vou aceitar sair com ele. Se eu estou namorando com você é porque eu te amo. (Karol se deu conta do que disse e olhou para baixo. Ruggero levantou a cabeça dela devagar.) 

- O que você disse? 

- Que... Eu te amo. (Ruggero a beijou. Karol correspondeu mais... queria que ele dissesse que também a amava. Sim, ela já escutou ele dizer isso mais... foi sem querer, ela queria que ele dissesse pra ela olhando nos seus olhos. Eles se separaram e a campainha toca. Karol atende e um carrinho cheio de comida entra. Ela pega o carrinho e o coloca na sala. Ruggero vem logo depois e se senta ao lado de Karol. Ele a puxa e ela senta no seu colo. Eles terminam de comer e ficam naquela mesma posição. Ruggero brinca com os dedos da mão de Karol e fica a olhando.) O que foi? 

- Você é muito linda. (Karol olha pra baixo.) 

- Obrigada. Você também é muito lindo. Rugge... quando... quando... Você brigou com o Michael, você sabe que eu escutei você dizer que me ama, mas você disse que não queria acabar com a amizade. (Karol olhou para ele.) Mais agora que estamos juntos, você me ama? (Ruggero a olha e sorri.) 

- Sim Kha. Eu te amo. (Ruggero acariciou a bochecha de Karol que sorria com a demonstração de carinho de Ruggero.) 

- Eu também te amo Rugge. Muito. (Ruggero sorriu e a abraçou. Karol retribuiu e sorriu.) 

- Quer sair? Passear pelas ruas de Paris? 

- Quero. Vou me trocar e vamos. (Karol se levantou e pega uma blusa e um Short. Karol prendeu o cabelo e a blusa subiu, Ruggero viu a marca na cintura de Karol.) 

- O que foi isso na sua cintura Karol? (Ruggero se levantou e foi até Karol.) 

- Eu... eu... bati na comoda do quarto.  

- Karol eu te conheço. O que foi isso? Foi o Michael? Se foi ele eu... (Karol o interrompe.) 

- Não quero falar sobre isso Ruggero. (Ela olhou para baixo.)

- Ok. É que eu fiquei preocupado. (Ele a abraçou.)

- Tudo bem. Eu vou me vesti e vamos.



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