História THE ∆PÓS. - Capítulo 11


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Palavras 1.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiramente, perdão pelo atraso.
Segundo, gostaria de que, após terminar este episódio vocês pudessem deixar alguma observação, é essencial para evolução e a incentivação.

No episódio anterior: deixei muitos mistérios e problemas não resolvidos.
Mas será que neste episódio as coisas vão começar a se concertar? Veja no tudo no ∆PÓS.

Capítulo 11 - QUE VENHA.


Fanfic / Fanfiction THE ∆PÓS. - Capítulo 11 - QUE VENHA.

T1-E11

Em algum canto. Distante da terra, de Frões e de muitos outros planetas há um homem, que ali recebia atenção de uma multidão de 800 homens que ali ouviam sua voz grossa e firme e viam sua imagem, seu porte físico que é grande e sua pele diferente, com umas escamas da cor vermelha escura, seus olhos eram brancos que de tão branco brilhava em volta de seu rosto. Seu nome é Ortu. E ele estava em uma importante reunião com os representantes de cada civilização andromedaniana.

Ortu: grandes Senhores, depois de tantos anos descobrimos uma maneira de entrar na Via Láctea sem ser sugados pelos buracos negros... Podemos agora indentifica-los com um ultra-sensor que logo irá mapear a tela de cada nave. Mas digo em outras palavras que, o planeta terra, será nosso.. 

Em meio aquele discurso de orgulho. Uma mulher com o mesmo carácter de Ortu, franje a testa com uma postura de como estivesse sentindo-se decepcionada. 

Pois tudo aquilo não se passava do último chamado dos andromedanianos, significando então que resta pouco tempo para os Via Láctes que em sua galáxia estão ainda preparando incansávelmente os escolhidos, ou melhor, os 111 concetradamente em Frões.   

E como vai ser? 803 civilizações da Andrômeda contra 538 da Via Láctea? 

Veremos...

E naquele clima de pré-guerra, há outros problemas em Frões do qual aparentam não ter muita importância mas na verdade, é totalmente importante.

Celestus estava com seu grande plano que era manipular Victor e traze-lo para o lado dos aterristas já que acredita que não verá a cor do colar da ordyjia.

E Strarlu resolveu trazer Nicolas porém não é nada fácil chegar até ele com tanta preocupação e responsabilidade que seu cargo lhe proporciona.

Mas enquanto a Victor? La estava treinando mais uma vez, e dessa vez, o rapaz que chegou como uma criança cresceu e virou um homem. Seu corpo aparentemente já está adptado ao planeta. Mas, será mesmo? E o teste contra Grwentoz? 

Bom, para quem ainda não sabe bem, Grwentoz é um dos primeiros á nascer entre os 111. Ou seja, ele carrega uma experiência superior.

Mas dias se passam. E Victor tem um dever. Caçar Orotonos.

"Essas criaturas são parecidas com elefantes porém, maiores, sem trombas e aquelas orelhas grandes, com apenas 3 olhos. São animais extremamente territoriais e agressivos"

Mas, não era hora ainda. Ele mal acordou, ou melhor, ele acordou mal. Sua saudade só aumentava cada vez mais da Marta. Como lidar com tanta saudade sabendo que não vai poder reve-la? 

E ao acordar, ele se levanta e tudo mais. Tomou o café da manhã, mas com a desanimação estampada em seu rosto. Sozinho ele mesmo diz.

Víctor: lembro dos planos que tinhamos... Queria um dia poder acordar como seu marido... 

Enquanto isso, Strarlu.

Sentado com a mente estressada, uma mão sobre sua bochecha apoiando seu rosto que confortava seu corpo em repouso sentado em cima de uma cadeira com a mesa cheia de refeições. Já não sabia oque faria...

Com pensamentos acumulados. Starluz chega em seu resinto. 

Starluz: senhor, com licença. Vim trazer-lo visita.

Strarlu: sem problema. Mande-a entrar.

Starluz chama sua visita que logo aparece com um sorriso falso. Mas dessa vez não é celestus e sim, Grwentoz.

Grwentoz: sério que eu vou ter que lutar contra aquele humano?

Strarlu surpreso, porém calmo e pleno, responde.

Strarlu: você está achando fácil?

Grwentoz: de se fácil que não vou poder soca-lo como gostaria.

Strarlu: você veio até á mim para dizer isso?

Grwentoz: eu vim para pedir outro oponente, ele é muito fácil.

Strarlu: não é permitido alterações no teste, você sabe.

Grwentoz: como vou saber se estou realmente preparado?

Strarlu: quando parar de me encher o saco e ir treinar.

Grwentoz ri, mas ri de irônia, em seguida respira fundo, olha para baixo e depois para cima. 

Grwentoz: seria pedir demais?

Strarlu: Grwentoz, ele é teu irmão, sabes disso! Ele não tem um "s" ou "z" no final de seu nome atoa. Ele é um dos 111, por que não consegue respeita-lo 

Ele se levanta, e fecha a cara. Então se retira de lá. Strarlu fica literalmente sem reação e muito menos, compreensão daquilo.

Enquanto isso Victor.

Em uma floresta silenciosa e fechada. Perto de um bando de Orotonos. Ele gela de medo, mesmo que Aristóteles tenta lhe acalmar. 

De tanto receber conselhos de Aristóteles. Ele respira fundo e aparece de supresa para os orotonos que ficam putos e vão para cima do mesmo que com um pouco de nervosismo tenta relaxar, levantando seus braços para cima de uma forma calma e rápida, fazendo com que o ventos vão contra o favor dos Orotonos, isso fez com que eles desaceleracem os passos. Logo, ele aponta seus dois braços em direção a todo o rebanho, e de seus braços, sairam raios, e assim ele mata todos garantindo uma janta.

Ao testemunhar aquilo, seu companheiro fica surpeendido.

Aristóteles: na minha primeira vez foi diferente.

Víctor: com medo? 

Aristóteles: com medo, e fui quase morto.

Os dois se olham profundamente e começam a rir. 

Aristóteles: mas, nóstredemuz. você está bem mesmo? 

Víctor: claro, porque não? 

Aristóteles: não sei, você só tem 21 anos fiquei sabendo.

Víctor: tenho e oque tem haver?  você tem quantos? 

Aristóteles: 97 anos.

Sem reação Victor pergunta.

Víctor: como? 

Aristóteles: nossa vida é mais prolongada.

Víctor: poxa haha você tem idade para ser o meu avô.

Aristóteles: hahaha. Mas sério, você está bem?...

Do sorriso, vem uma cara mais fechada.

Víctor: para que quer saber? 

Aristóteles: geralmente você fala pouco, hoje você nem chegou falar.

Víctor: nem sei oque falar...

Aristóteles: ainda está pensando nela?

Víctor: mais doque você imagina*abaixando a cabeça*

Aristóteles: pois é, não sei como você aguenta tudo isso com 21 anos

Víctor: nem eu..

Aristóteles se aproxima de Victor que logo se agaxa, ele coloca seu braço direito em cima do ombro do rapaz que ali precisava de ajuda.

Víctor: eu me sinto tão só as vezes.

Aristóteles: você não está sozinho nóstredemuz. 

Víctor: como? Tudo que eu precisava era só de um abraço dela, eu á amo...

Aristóteles: eu vou passar tudo isso ao seu lado

Víctor: mas não pode traze-la

Aristóteles: mas não estará á só. Vamos vencer isso para dar uma oportunidade, uma chance e uma probabilidade de que um dia, vocês voltem a se ver.

Os dois se olham e se abraçam. Com a emoção tomando conta da sua mente, Victor chora, com todas as suas forças.

Víctor: eu estou aqui é por todos do meu planeta. Mas eu sinto falta dela.

Aristóteles: calma... Calma...

Era difícil. Um rapaz que viveu sua vida mimada de conquistas, finalmente sente algum sofrimento que permitirá ser uma pessoa melhor. Mas ele tinha dúvidas, uma delas é; como será que a marta está encarando a vida sem Victor? ... 

Mas as hora do teste final se aproximava. Até agora, Victor teve 8 meses de preparação. Será suficiente mesmo para enfrentar um homem que viveu 40 anos treinando? Parece ser rápido demais para ele e muito desvantajoso. 

Enquanto isso celestus.

Vagando tranquilamente sem se preocupar com pessoas em seu redor assustadas com a sua presença nas ruas daquela grande cidade. Ele encontra no caminho uma mulher chamada Silviana. Celestus vai até essa mulher que está distraída com outras prioridades.

Chegando por trás, ele diz algo em seu ouvido.

Celestus: quanto tempo

Assustada olha diretamente para Celestus que até um segundo atrás, era mais um estúpido homem que á assediava.

Silviana: celestus? 

Celestus: como vai? 

Silviana: oque você está fazendo aqui?

Celestus: vim resolver umas coisas

Silviana: logo aqui? 

Celestus: vejo que a minha antiga cunhada está feliz em me ver

Silviana: você é um idiota! 

Celestus: porque? 

Silviana: por sua CULPA! eu saí da minha casa, da minha vida, e vim aqui! Porque, minha irmã morreu! 

Celestus: vá com calma meu amor. Sua irmã aceitou passar por aquilo

Silviana: você se aproveitou dela

Celestus: porque pensar dessa forma? 

Silviana: você é um aterrista 

Celestus: mas não o seu inimigo

Fechando sua cara, ela o ignora e vai embora. 

Celestus á vê indo, deixando-a. Aparentemente ele fica frustrado, pois o passado deles é algo que vocês precisam ver.

Em seguida uma nave aparece divulgando com uma grande narração os testes finais para os 111. 

Celestus respira fundo para se acalmar, a propósito.... Ele só vai se aproximar ainda mais se nóstredemuz. E ele sentia também que, a cada segundo, a cada momento e instante ele terá que pega-lo. E isso, só vai foder mais a situação que está totalmente confusa. 

Enquanto isso, Victor.

Após seu momento de emoção. Lá está ele em seu quarto de frente para o espelho com o corpo suado de tanto praticar movimentos de autodefesa, sua preocupação podia ser sobre Marta, mas ele também se preocupa sobre oque será dele no teste..

Este teste é essencial pra que 50 dos 111 sejam recrutados para missões novas que vão prepa-los cada vez mais para a grande guerra.

E ele pensa, muito, pois, aquilo não se trata de uma simples guerra, se trata, do planeta terra. Oque será? 

Fique ligado...

∆ P Ó S .




Notas Finais


Muitos problemas não resolvida ainda procedem. Veremos oque pode acontecer com essa questão.
Preparem-se.


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