História • Pequena Bipolar • |2° temp| - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bipolar, Estrupo, Infantilismo, Morte, Tortura
Exibições 25
Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - 18° É hoje!! (Hot pra vocês)


Lá estava eu. Pensando e repensando se realmente faria aquilo. Confesso pra vocês que já tive noites intermináveis de orgasmos pensando no Daddy me punindo -isso, antes do tal querer ser o meu Daddy; Sempre quis sentir sua pele tocando na minha. Seus gemidos por mim estar dando prazer a tal ponto a ele. Pensem comigo, quem não iria querer uma noite interminável de sexo com ele? Pois bem, ninguém.

 Me arrumei no sofá. Ele me olhando como se eu fosse o seu mais novo brinquedo, o que para mim, não faria diferença. Levantei a blusa e agora, ele passava a mão na minha calcinha.

Rafael: Que linda! Mas ficaria ainda mais linda se tivesse um pouco mais de cor. O que acha de vermelho?

Line: Eu acho uma cor bonita, por mais que eu goste mais de azul. Acho que ficaria ótimo um vermelho.

Ele deu uma risada e passou sua mão pela parte exposta de minha bunda. Mordi o meu lábio inferior para conter um gemido. Sua mão desceu pela minha coxa e um dos seus dedos passou por cima do meu clitóris. O que me rendeu um gemido baixo e contido.

Rafael: Baby, não segure os seus gemidos. Vamos lá! Eu quero ouvi- los.

Ele continuou com as carícias em meu clitóris. Meus gemidos saindo cada vez mais altos e necessitados. Comecei a tentar ter mais contato mas no mesmo momento senti um tapa sendo disferido contra minha coxa. Dei um grito pelo susto.

Rafael: Baby, agora eu quero que você conte quantas palmadas irei te dar. Se parar de contar ou se perde, eu paro e começo tudo de novo.

Line: Ok Daddy, eu vou ser uma Baby boa, eu irei contar.

Rafael: Ótimo, não quero gritos altos, tire a calcinha.

Me levantei e tirei a calcinha. Quando olho pro espelho que tem na minha sala, vejo a marca de sua mão na minha coxa. Isso com certeza vai ser delicioso. Me arrumei novamente, sabia que se eu fizesse algo errado nós nunca poderíamos chegar na melhor parte. Na tão esperada e deliciosa parte.

Senti uma palmada sendo desferida.

Line: U-um, do-is, três, quatro...

Muitos tapadas sendo disferidos. Tudo tão deliciosamente bom, tão.. prazeroso. Quando olhava pelo espelho eu via, minha bunda estava com uma coloração rosada. Na certa, ele ainda não está aplicando total força.

Line: vi-nte e doi-s..

Rafael: Não Baby, foram dois tapas. Vamos começar tudo de novo, ok?!

Line: Ok Daddy.

Entre o diálogo eu sentia sua mão passando em minha bunda. Minha bunda que agora estava quente, latejando e vermelha. Uma dor deliciosamente boa, totalmente prazerosa.

Alguns minutos depois.

Line: Qua-renta e doi-s..

Rafael: Ótimo babe, agora virá de barriga pra cima, deixe- me ver sua cara, me deixe ver como está linda..

Me virei pra cima e me deparei com uma imensidão negra. Tão negra quanto meus cabelos, quanto a cor de minhas unhas. Ele me olhava com cuidado, com amor, com desejo. Olhei para sua boca. Levemente úmida e vermelhada por ter modido aquele ponto a alguns minutos atrás.

Rafael: Tão linda, tão.. minha.

Eu levei minhas pequenas mãos até a barra de sua blusa, com cautela com medo de ser parada. Mas pelo contrário, ele me olhou mandando continuar. lentamente puxei sua blusa, quando o pano alhei saiu, eu passei minhas mãos delicadas pelas suas costas, dando leves arranhões. O que me rendeu um gemido rouco na pele abaixo da minha orelha.

Line: Muitas.. muitas roupas, Daddy por favor, tira eu quero te tocar...

Rafael: Hmm, Oh babe, espere um pouco.

A verdade é que eu não aguentaria mais um pouco. Eu queria sentir ele, queria tocar a pele dele, sentir a textura dela, tocar tudo com as minhas digitais enquanto beijo sua boca. Oh se ele soubesse os meus pensamentos, com certeza me levaria uma punição. Lentamente, levei minha mão para o cós de sua calça. Abri os botões e o zíper. Minha mão esbarrou em sua ereção, logo em seguida ouvi um gemido rouco na minha boca e logo meus lábios foram atacados. Senti tanta necessidade de ter sua boca que nem percebi quando sua calça já estava no chão da minha sala.

Rafael: Oh babe, deixa eu pegar uma camisinha, vamos seja uma Baby boa.

Logo o seu corpo estava longe do meu. Senti um vazio quando não pude mais sentir o calor de sua pele. Logo vi ele abaixar sua boxer, por um leve descuido soltei um gemido. Ele me olhou com desejo e.. paixão? Não sei, o única coisa que importa é o que irá acontecer aqui, neste momento de pura luxúria.

Rafael: Oh babe, você é tão linda. Abra os olhos, eu quero vê- los.

Abri meus olhos lentamente. Olhei para a imensidão negra, e logo o senti me adentrando. Arranhei os seus braços. Logo ele começou os movimentos de vai-vem. Forte, duro, grande, grosso. Eu estava tão necessitada por ele que esqueci de sua boca. Me apressei em procura -lá. Era tudo tão deliciosamente prazeroso. Cada pedaço de pele me transmitiram um calor. Senti que já estava perto, de todas formas queria que ele vinhesse primeiro. Girei nos dois e comecei a calvaga- lo. Forte, duro. Vi ele revirar os olhos, enquanto com as suas duas mãos ele massegeava minha bunda.

Rafael: Oh babe.. eu estou tão perto.

Ele nos virou e fiquei de quatro. Ele estocando em mim, forte e duro. Com a mão livre ele começou a estimular meu clitóris. Dei um gemido alto pelo contato. Ele agora que estava tão perto quanto eu dava gemidos mais alto. Oh, como aquele gemido era bom de se ouvir. Senti que a qualquer momento iria chegar. Naquele momento, não importava mais o que os vizinhos achariam.

Line: Daddy.. eu estou tão perto.. por favor.. mais rápido.

Ele começou a estocar mais rápido, forte e fundo. Sentia como se eu fosse ao paraíso e voltasse. Senti minhas pernas ficarem bambas, sabia que já estava perto, muito perto. Logo dei um gemido alto. Ele gozou logo em seguida, caindo emcima das minhas costas, mas sem o peso total.

Rafael: Babe, olhe pra mim. Me deixe ver os seus olhos.

Naquele momento eu percebi. Não era que ele queria ver eles. Queria saber se ali havia arrependimento.

Oh Daddy, eu sabia que iria ficar perdida neste buraco se eu me apaixonasse por você. Talvez essa foi a minha melhor escolha.


Notas Finais


Pessoal eu estou com uma vergonha do caralho por causa disso. Principalmente por que uma seguidora minha é minha irmã. Vergonha dobrada gentee. Espero que vocês gostem, eu já expliquei que eu sou melhor em yaoi do que no hétero. Enfim, e só beijos :* ;)


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