História () Peter Pan () - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Tags Bts, Got7, Jikook, Yaoi
Visualizações 8
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


➳ Boa Leitura! E sorry pela demora para atualizar
;—;

Capítulo 2 - O garoto


Fanfic / Fanfiction () Peter Pan () - Capítulo 2 - O garoto

Peter Pan

 

 

 

 

 Ele ergueu apenas a sua cabeça, verificando a própria situação, mas logo soltando um gemido de dor quando seus ferimentos começaram a arder. Fechou seus olhos com força e guiou sua mão até o machucado que mais doía, cujo se localizava na lateral de sua coxa direita. 

 

Respirou fundo e juntou suas forças para levantar suas costas, afastando as malas com a mão livre e alguns cacos de vidro de cima de seu corpo. Park fazia uma careta de dor e, ainda recuperando a consciência aos poucos, ele olhava ao redor e então ia se recordando do acontecimento.

 

— Aish...Que droga... — Pronunciou baixinho, entre os dentes. Colocou a mão livre no objeto mais próximo  e assim se apoiou para finalmente levantar-se.

 

Ao realizar tal ação, o mesmo foi mancando – tropeçando em várias coisas –, para o lado de fora do jato destruído, e por fim, caiu deitado na areia. Sua força restante serviu apenas para sair de onde estava...

 

Ofegante, Jimin analisou o local, parando seu olhar naquelas enormes árvores que traziam sombra em uma região da ilha. 

 

— Tsc... — Estalou a língua. Antes que dissesse mais alguma coisa, deu outro gemido de dor por conta do ferimento. Sua primeira reação foi tirar seu celular do bolso e verifica-lo, porém o eletrônico encontrava-se em um estado horrível: tela inteiramente rachada, capinha quebrada ao meio e, na parte de trás, tinham mais algumas rachaduras. Park tentou liga-lo diversas vezes, mas...Nada. O celular realmente havia quebrado e não funcionara mais.

 

— Droga, droga, droga...POR QUE? — Seu tom de voz foi aumentando, acabando em um grito e logo em seguida lançando o eletrônico para o oceano. Tombou a cabeça para trás e ficou ali deitado com uma perna ferida, e mais alguns machucados pelo corpo. O canto esquerdo de sua cabeça sangrava pouco e sua respiração permanecia acelerada até então. 

 

Park Jimin não sabia o que fazer, e apresentava um semblante de desespero. Estava – talvez – sozinho  em uma ilha desconhecida, sem nem sinal para internet e nem acesso, com seu jato destruído e era o único sobrevivente da queda. O homem sempre vivia numa luxúria, dificilmente iria se acostumar a passar um tempo sobrevivendo na tal ilha. 

 

Foi aí que uma voz desconhecida ecoou pelo local. A voz era claramente feminina, fina e doce, mas que do mesmo jeito causou arrepios no empresário ferido. O último citado arregalou os olhos e olhava para os lados de forma medrosa... de onde tal voz havia saído?

 

— Bem Vindo a Terra do Nunca, Park Jimin. Onde coisas que nunca aconteceram no mundo real, acontecem aqui. — Ela dizia. Para Jimin, isso eram coisas desconexas... 

 

De repente, Park fora surpreendido outra vez: O ferimento que antes sangrava tanto, e causava tamanho incômodo ao jovem, simplesmente se cicatrizara... Tal ação que o fez ficar boquiaberto de novo, o mesmo não compreendia o que estava acontecendo. 

 

“Será que estou sonhando? Isso só pode ser um sonho maluco! O que está acontecendo? E que lugar é esse?” — Pensava ele.

 

Sua segunda reação foi apenas levantar-se, e tirar a areia da roupa que usara; aquele terno preto que causava calor, naquele dia ensolarado. 

 

Park Jimin respirou fundo e se aproximou de todo aquele matagal. 

 

“Eu não acredito que vou me enfiar no meio de isso aí. Com certeza vão ter aranhas, besouros, marimbondos, ursos e...” — Seus pensamentos estavam ocupados demais fazendo uma lista de coisas que poderiam ser encontradas naquela floresta. 

 

Tomando coragem, ele deu passo a frente e começou a caminhar na direção norte, seguindo reto. Sempre atento para desviar de plantas, ou verificar se haviam insetos assustadores ao seu redor. O que mais estranhava é que não tinha nada: Insetos ou animais.

 

As árvores eram bonitas, o ambiente era consideravelmente agradável, tirando o fato de que era meio difícil caminhar por ali. Era um tipo de floresta que nós vemos apenas em contos de fadas...

 

— Quem é você? — Dessa vez outra voz invade o local, agora era masculina, e vinha de trás de Jimin, o fazendo parar de andar, e ficar reto, principalmente pelo susto.

 

“Tem mais alguém aqui?” — Park pensava... 

 

Engoliu seco e virou sua cabeça para direção da voz lentamente, liberando um grito ao ver ali, de pé, um garoto alto, com um semblante inocente e roupas folgadas: um blusão que alcançava seus joelhos, uma calça jeans bege e tênis pretos que estavam sujos e meio estragados nas bordas. O cabelo do desconhecido era castanho e bagunçado...Possuía uma face um tanto infantil, para falar a verdade, mas não podemos dizer que ele era feio, pois ele não era. 

 

Agora, ali estava Park Jimin: caído sentado no chão, olhando para o garoto que sorria simpaticamente para si. 

 

— O-O que é que... — Foi a única coisa que saiu da boca do empresário, claramente assustado com a situação.

 

O mais alto  riu, e deu um passo a frente, fazendo Jimin arrastar-se para trás.

 

— Ei, levante. E você não respondeu minha pergunta, quem é você? 

 

O empresário ainda estava em choque, boquiaberto e com os olhos arregalados, porém, a face fofa do desconhecido acabava o acalmando. Ele pigarreou e, ainda nervoso, pronunciou: 

 

— Eu...E-Eu sou Park Jimin. E...q-quem é você? 

 

— Eu sou JungKook, Jeon JungKook. Prazer em te conhecer, Jimin! — Exclamou o garoto, estendendo uma de suas mãos para Park e permanecendo com o sorriso no rosto. Mesmo desconfiado, o empresário pegou sua mão, assim se levantando e tirando a terra que ficara em sua roupa.

 

Recuou um passo, afim de manter distância de JungKook e ajeitou sua gravata. O garoto – aparentemente mais novo – apenas o olhava sorridente, com curiosidade. Jimin tossiu e, quando iria começar a questionar o mais alto, ele foi mais rápido e iniciou uma conversa:

 

— Como veio parar aqui, Jimin? 

— Eu... sofri um acidente. Meu jato caiu aqui. E o que você faz aqui? Se perdeu? — Apesar de tudo, Park Jimin se mantinha sério, mas por dentro queria pedir socorro a Jeon. Não sabia nada sobre aquele garoto... se era de confiança ou não; não devemos julgar pelas aparências, hm? 

 

— Acidente? Ah, sim. A Sininho me disse que um enorme pássaro de ferro caiu aqui, e ela tinha visto alguém dentro dele. — Agora o de terno se perdera na conversa. Do que JungKook estava falando?

 

— A...S-Sininho? — Questionou, recebendo como resposta um Jeon assentindo com a cabeça várias vezes.

 

— Sim, a Sininho. Ela é uma fada. 

 

Jimin não sabia se ria ou tentava entender o que o garoto queria dizer com aquilo.

 


Notas Finais


Continua?


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