História - Press Your Number - Long Imagine - Lee Taemin - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Personagens Originais, Taemin Lee
Tags Amor, Assalto, Choi Minho, Gyeomyes, Hentai, Jinki, Jonghyun, Key, Kibum, Kim Jonghyun, Kim Kibum, Lee Jinki, Lee Taemin, Minho, Onew, Originais, Romance, Sexo, Taemin
Visualizações 85
Palavras 2.432
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - - Cry, Babe, cry


Fanfic / Fanfiction - Press Your Number - Long Imagine - Lee Taemin - Capítulo 6 - - Cry, Babe, cry

                       Press your number

                             Chapter six

                          Cry, Babe, cry

Andei calmamente até atingir as portas do elevador e logo entrei no mesmo. Encostei minha cabeça contra o espelho que ali existia e olhei para o teto bem-iluminado do recinto. Ela estava me evitando... E eu, como a linda pessoa que sou, não vou deixá-la escapar dos meus dedos como se fosse uma porção de areia. Eu não quero ser uma criança que vai em uma praia e se diverte vendo a areia sair por entre meus dedos, eu quero ser a ampulheta que guarda a areia. Quero guardar ________ como se ela fosse a joia mais importante do Cairo, mas, convenhamos, atualmente ela estava exatamente nesse nível de importância pra mim. Uh, não, acho que expressei-me de forma inadequada... Ela não é um objeto qualquer que pode ser vendido, comprado e manuseado por qualquer pessoa, ela é bem mais que isso, na verdade, creio eu que, se não fosse por Taemin, ________ seria uma pessoa intocável. O que ele fez não foi amar ela, foi colocá-la em risco sabendo conscientemente do que estava fazendo, e eu estou completamente disposto a fazer ambos enxergarem isso.

Na realidade, eu queria ser Lee Taemin um pouco. Ele conseguia - e ainda consegue - absolutamente tudo o que quer, isso o fez se tornar um pirralho mimado e pirracento. Filho da puta.

As portas do cubículo do elevador se abriram e eu sai calmamente olhando ao redor me certificando de que tinha saído no andar correto. Olhei para o final do corredor e vi a porta da casa que Minho dividia com ________, andei até a mesma e toquei a campanhia esperando que um dos dois já estivesse acordado. Logo, a porta foi aberta por um Choi Minho meio sonolento, meio ainda adormecido que coçou os olhos e me deixou entrar deixando simplesmente a porta, como se dissesse “Quando entrar, fecha essa merda”. Entrei e, como ele queria, fechei “aquela merda”.

— Ela não está em casa. — Minho falou se sentando no sofá e me olhando.

— Como você sabe que estou aqui pra ver ela?

— Key-hyung — Ele riu e mexeu a cabeça de um lado pro outro. —, faz décadas que você só vem aqui para vê-la. Só você ainda não percebeu que está gostando dela. Isso ficou nítido até pro próprio Taemin-ah.

— Ela... está com ele? — Perguntei já praticamente sabendo a resposta e fingindo não ter escutado as duas últimas afirmações de Minho.

— Sim, de novo. E, se você quer saber, não acho que você deveria tentar ir atrás dela, Kibum... Você, por acaso, é masoquista e gosta de ver ela beijando outro cara? — Minho perguntou se levantando do sofá. — Ah, e, a propósito, você está com fome? Eu estava fazendo o café da manhã antes de você chegar aqui...

— Não, não, eu já tomei café, Minho. — Neguei também com a cabeça o olhando e sentindo a minha própria respiração começar a ficar embargada. — Eu não acho que ainda dê para eu me desvencilhar das garras de _________.

— Ela é uma boa garota, em vários sentidos, não digo isso só porque ela é a única pessoa no mundo que consegue me aguentar, mas também porque essa é a verdade. Poooorém... Ela é uma boa garota que está se relacionando com um cara ruim, entende? E, na minha visão, um tempo vai passar e ele vai começar a se aproveitar dela.

— Desculpe, Minho — Recomecei a falar. —, mas, não sirvo para ser o cavaleiro de armadura reluzente de uma princesa. — Ele abriu um sorriso divertido.

— Kibum, você já é o cavaleiro de armadura reluzente da ________. Você só precisa decidir se vai ou não lutar por ela. — Minho andou até a cozinha e eu o segui.

— E vale à pena fazer isso?

— Não me pergunte se vale a pena lutar por ela, eu não estou apaixonado por ela, nem nunca vou estar, mas pergunte pra si próprio se vale à pena desistir de um amor.

— Minho-ah — O olhei semicerrando meus olhos e abrindo um sorriso sacana. —, me diga uma coisa... Quando você falou “eu não estou apaixonado por ela, nem nunca vou estar”... Você quis dizer que é porque você não sente nada por ela além de amizade ou porque você não é heterossexual?

— Estamos falando dela ou da minha orientação sexual? — O mais novo ficou ligeiramente mais tenso.

— Agora, sobre os dois. — Respondi rindo fracamente. — Você é gay, Minho? — Ele automaticamente me olhou por cima do ombro e percebi que, dentro dos olhos dele, jazia uma pequena sombra de arrependimento e opressão. Ele não queria falar sobre isso. — Tudo bem, não precisa responder se não quiser. Me desculpe. — Ele deu de ombros.

— Eu deveria te expulsar da minha casa, seu idiota. — Minho sorriu olhando para o lado como se procurasse algo nas prateleiras da cozinha e eu consegui ter o vislumbre do que parecia ser um corte superficial na região de uma das laterais da sua testa.

— Minho, o que é isso? — Perguntei andando até ele, colocando minhas mãos nas suas bochechas, virando sua cabeça um pouco para o lado, levando minha destra para aquele corte que, agora, estava bem exposto aos meus olhos e passando meus dedos por ali vendo e ouvindo Minho se contorcer fazendo uma careta de dor.

— Não é nada, eu só cai e me machuquei um pouco.

— Você caiu? — Perguntei incrédulo. — Você caiu?! Minho, eu não sei se você sabe, mas, quando caímos, o que mais se machuca são as nossas pernas, joelhos, resumindo... Nossa parte inferior do corpo, isso vale pra qualquer pessoa. Isso aqui na sua testa não é resultado de um tombo ou algo do tipo, isso aqui é algo que você só obtêm quando entra em uma briga... — Falei vagamente vendo os olhos de Minho começarem a lacrimejar. — Ou quando te batem. — Aquela minha afirmação fez as minhas engrenagens mentais começarem a trabalhar com mais rapidez e eu logo consegui concluir o que ocorria com o Choi. — Você está sofrendo bullying?

— O-O quê? — Ele perguntou de volta se esforçando para deixar um sorriso alegre e brincalhão tomar posse de seus lábios. — Não, eu não... — Minho não conseguiu falar. Ele não conseguia mais mentir para si mesmo e, como resultado, um Choi Minho mentiroso deu lugar à um Choi Minho choroso que agora tinha lágrimas peroladas e bastante expressivas fazendo caminhos pelas suas bochechas.

— Minho, faz quanto tempo que isso acontece? Por que você nunca disse nada pra ninguém? A _______ disso? — Perguntei o guiando para a cadeira mais próxima e o fazendo sentar ali.

— E-Eu disse pra ela... que estava t-tudo bem. — Ele falou vagamente com a voz embargada e com a respiração descompassada.

— Quem faz isso com você? — Perguntei me agachando na frente dele e olhando-o.

Ele negou com a cabeça. Ah... Ele não queria falar sobre. Suspirei e me afastei vendo Minho ainda ficar chorando, passei minha língua pelos lábios sem saber exatamente o que fazer, coloquei minhas mãos nos meus bolsos frontais da minha calça e continuei olhando-o.

— Minho, você não quer ir em um psicólogo ou algo do tipo? Conheço alguém que pode te ajudar. — Falei começando a limpar suas lágrimas.

— Um psicólogo vai me ajudar a não sentir mais dor?

— Provavelmente, não, mas vai te ajudar a ficar melhor consigo mesmo e também a não ficar com traumas, Minho.

— Eu não quero. — Ele respondeu e eu o olhei negando com a cabeça.

— Você não quer ir à um psicólogo? Então, posso te apresentar a um amigo meu, acho que ele vai te ajudar tão bem quanto um psicólogo. — Falei pegando meu celular e desbloqueando a tela.

— Que amigo? — Minho perguntou coçando seus olhos.

— Ah, você vai descobrir. — Respondi já terminando de mandar uma mensagem para ele. — Ele vai estar aqui há uns... Dez, quinze minutos.

 

 

— Eu não vou sair assim. — Falei por fim olhando-me no espelho e vendo Taemin olhar diretamente nos meus olhos pelo meu reflexo.

— Ah, você vai sim, Lover. — Ele falou em um murmúrio enquanto terminava de colocar aquela gargantilha de couro rosa com um pingente em forma de coração posto no meio do meu pescoço.

— Não, eu não vou.

— Não vai? — Ele perguntou enquanto passeava com seus olhos pela minha roupa.

Minha roupa estava apenas se resumindo em uma espécie de lingerie de veludo de coloração rósea que só cobria mesmo minhas partes íntimas, minhas pernas estavam cobertas por uma meia calça três quartos com dois laços e uma cinta-liga parecidas com a gargantilha de couro rosa que eu usava no pescoço. E eu me sentia estranhamente exposta, caso eu saísse vestindo apenas aquilo, eu me sentiria bastante humilhada.

— Sua pequena vadia — Taemin falou calmamente puxando-me contra ele, jogando-me na cama, colocando uma de suas mãos nos meus cabelos e outra na minha bunda, forçando minha cabeça contra o colchão e fazendo minhas nádegas se levantarem para que ele tivesse mais visão daquela região. —, repita isso. — Ele falou passando sua destra pela minha nádega esquerda.

— Repetir o que? — Falei respirando com dificuldade já sentindo minhas bochechas ficarem avermelhadas.

— Você sabe o que é, Babe. — Ele respondeu apertando uma das minhas nádegas.

— Eu não vou sair assim. — Respondi sentindo Taemin dar um leve tapa naquela minha mesma nádega me fazendo soltar três leves suspiros.

— Conte até dez, Babe. — Taemin mandou puxando minha cabeça para cima e trás com seus dedos emaranhados nos meus cabelos.

— Um... — Comecei e senti o mais velho desferir dois tapas fortes em cada uma das minhas nádegas. — Dois... — Mais dois tapas, um em cada nádega. Remexi meu quadril tentando me desvencilhar da pegada de Taemin.

— Parada, Babe, fique parada, a não ser que você queira que eu faça algo pior com você. — Ele respondeu puxando meus cabelos com mais força para trás.

— Taemin — Comecei e senti um tapa ser desferido contra minha nádega direita com força nem tão pequena, nem tão extrema. —, desculpe... Senhor Taemin.

— Continue contando, Babe.

— Três... — Mais dois tapas, mas tive a ligeira impressão que estes foram bem mais fortes que os anteriores. — Quatro... — Ele deixou minha cabeça cair para frente e, dessa vez, apertou minhas nádegas justamente para fazer a dor que eu sentia nelas aumentar.

— Se as lágrimas vierem, deixe que elas caíam no seu rosto, Babe. Gosto de ver o efeito das minhas mãos em você.

— Eu não vou chorar. — Respondi mordendo meus lábios.

— Ah, não? — Ele perguntou sarcástico e riu levemente.

Taemin saiu de trás de mim, andou até o armário onde eventualmente guardaríamos nossas roupas, virei meu rosto para o lado e vi que ele pegou um cinto que pertencia à ele mesmo. Um cinto de couro. Aproximou-se novamente de mim e eu voltei a não deixar meu olhar se focar no rosto dele, ele puxou a parte inferior da minha lingerie para baixo e acariciou minha pele das nádegas levemente avermelhadas com uma parte do cinto.

— Agora, Babe, volte a contar.

— Cinco. — Recomecei e prontamente senti o couro daquela peça de roupa se chocar contra minha bunda, algumas solitárias lágrimas se fizeram presentes no canto dos meus olhos. — Seis... — Novamente, o cinto entrou em contato com a minha pele e eu comecei a sentir minhas bochechas se molharem com minhas lágrimas.

— Chore, Babe, chore. — Taemin sussurrou fazendo círculos invisíveis e imaginários com seu dedo indicador direito nas marcas vermelhas das minhas nádegas. — E, continue a contar. Sua punição já está quase acabando.

— Sete. — Recomecei e, agora, recebi três cintadas em cada uma das minhas nádegas sentindo que meus olhos ainda deixavam as lágrimas caírem pelas minhas bochechas. — Oito... — Eu continuei a contar até atingir o dez e, até atingí-lo, recebi dez cintadas na minha bunda, uma em cada nádega. Em certo momento, comecei a segurar meu choro para não deixar minhas lágrimas caírem, mas, ainda assim, ainda deixei duas delas passearem pela minha pele do rosto.

— Você foi uma boa garota aguentando isso, Babe. — Taemin falou levantando a peça de roupa da lingerie para cobrir minha bunda. — Agora, arrume seu cabelo. Vamos sair.

Levantei e limpei meu rosto das lágrimas sentando-me na cama, olhando para o Lee e respirando profundamente até acalmar meu coração que tinha ficado desregulada. Comecei a passar meus dedos pelos meus cabelos justamente para arrumá-los e, poucos minutos depois e tendo um Lee Taemin paciente me esperando terminar, terminei levantando da cama e andando até o louro.

— Sabe para onde vamos? — Ele perguntou e eu neguei com a cabeça. — Para uma boate, quero fazer algo com você.

— Que algo?

— Ah, você vai ver. — Taemin respondeu pegando-me pela mão e me guiando para a porta frontal do apartamento.
Porém, eu simplesmente não queria sair vestida com aquela roupa e, por isso, puxei a mão de Taemin para trás sem muita força.

— Taemin — O chamei e ele me olhou por cima do ombro. —, eu não quero sair assim.

— Mas, você vai.

— Por quê? — Perguntei puxando minha mão da dele e o olhei começando a ficar irritada. — Eu não quero!

— Sabe por que você vai sair assim, Babe? — Ele perguntou girando nos próprios calcanhares, levando sua destra para o meu rosto e apertando o mesmo usando aquela mesma mão. — Porque eu quero. E, eu não sei se você sabe, mas eu mando em você até que eu mesmo diga ao contrário.

— Você não é meu dono. — Falei tentando me afastar e sendo mantida no mesmo local com um braço de Taemin rodeando minha cintura.

— É, eu não sou. — Ele respondeu apertando meu rosto com mais força. — Sou seu namorado. E, sabe, Babe, passamos tanto tempo sem nos ver, não devemos desperdiçar nosso tempo brigando, não é? — Ele estava... Me manipulando?

— N-Não, mas, Taemin... — Comecei e ele me cortou.

— Você passou tanto tempo com o Kibum, deixando que ele te tocasse mais que eu, que ele fizesse a sua cabeça contra mim, Babe... — Taemin recomeçou. —, você o ama?

— O quê?

— Você ama o Key? — Ele perguntou novamente soltando meu rosto aos poucos.

— De onde você tirou isso?

— Responda. — Franzi meu cenho me perguntando internamente sobre onde diabos ele queria chegar.

— Não, caramba, Taemin. Eu não amo o Kibum. — Respondi tentando recuar alguns passos.

— É mesmo? Então, por que você está pensando em ligar para ele agora?

— Eu não estou pensando nisso.

— Ah, você está. — Ele respondeu travando seu maxilar e passando sua língua pelos seus lábios.

Taemin saiu me puxando para dentro do mesmo quarto do qual tínhamos praticamente acabado de sair, jogou-me na cama e voltou a andar para a porta.

— Você não vai sair daqui até que eu queira, Babe. — Ele falou logo ultrapassando a porta e, antes de fechá-la, falou-me: — Seja uma boa garota.

E, então, Taemin simplesmente saiu.


Notas Finais


❥⋮ A “lingerie” citada é essa: http://picture-cdn.wheretoget.it/kr4hdy-l.jpg

❥⋮ A meia-calça citada é essa: https://ae01.alicdn.com/kf/HTB1mERXKFXXXXaVXFXXq6xXFXXXs/2014-New-Women-Leather-Garter-font-b-Belt-b-font-font-b-pink-b-font-Love.jpg

Eu devia estar atualizando a Libido com o Jooheon ou a Psychen com o Kihyun, mas... EU GOXXXXXXXXTO MUITO DE ESCREVER A PRESS YOUR NUMBER, DESCULPAAAAAAAAAAAAAAA

Ai, eu sou uma merda em organização. Vou tentar me controlar e atualizar a Psychen e/ou a Libido o mais rápido possível, tá bom? Tá bom ㅠㅠ

Muuuuuuito obrigadinha por ler, amorzinho.
❥⋮ Babydoll loves Taemin and you ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...