História - Press Your Number - Long Imagine - Lee Taemin - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Personagens Originais, Taemin Lee
Tags Amor, Assalto, Choi Minho, Gyeomyes, Hentai, Jinki, Jonghyun, Key, Kibum, Kim Jonghyun, Kim Kibum, Lee Jinki, Lee Taemin, Minho, Onew, Originais, Romance, Sexo, Taemin
Visualizações 86
Palavras 1.692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - - A game with... - Part I


Fanfic / Fanfiction - Press Your Number - Long Imagine - Lee Taemin - Capítulo 7 - - A game with... - Part I

                   Press your number

                      Chapter seven

                A game with... - Part I

Passaram-se três minutos e eu continuei olhando para a porta, passaram cinco e não mudei minha posição, e foram passando dez, quinze, vinte minutos... E nada do Taemin abrir aquela merda de porta, então, levantei da cama, andei até a porta e comecei a bater na mesma sem tanta força assim. Sem respostas, eu nem sequer conseguia ouvir alguma respiração ou o som de passos. Aquele filho da puta saiu e me deixou aqui?

Sentindo algo parecido com a tão costumeira cólera que eu sentia quando ele transava comigo e me deixava no dia seguinte, levei minhas mãos para a maçaneta da porta e comecei a forçá-la para cima e para baixo. Eu não tinha a chave dela e, se dependesse daquele Lee delinquente, não a encontraria tão facilmente assim, então simplesmente continuei a forçar aquele objeto. Ou eu continuava ali me deixando ser privada do meu livre-arbítrio ou dava um jeito de sair. Convenhamos, eu preferia a segunda opção. Mas, o meu “sair” não se limitava a deixar aquele simples quarto, mas englobava todo aquele apartamento. Se toda vez que eu brigasse com Taemin ou me recusasse a fazer algo que ele queria, eu seria jogada em um quarto, então, preferia morar com o meu Choi Minho.

Fiquei mais algum tempo forçando aquela maçaneta e meu esforço deu-me frutos, a porta abriu - mesmo que de forma anormal - e me mostrou um caminho livre, coloquei minha cabeça para fora, olhei ao redor procurando uma silhueta masculina que eu conhecia bastante, após não a vê-la, sai completamente do quarto, andei até a sala de estar procurando meu celular e o achando jogado em um dos sofás. Onde será que Key estava? Provavelmente, ele não atenderia uma chamada minha, atenderia? Não custava nada tentar, não é mesmo? Por isso, procurei o contato de Kibum na minha lista e logo comecei a esperar que ele me atendesse. E ele atendeu.

— Kibum?

“O que foi?”, ele perguntou e eu percebi que, pelo tom de voz, alguém estava irritado, “O seu conto de fadas virou um pesadelo? Que rápido.”, eu não soube exatamente o que dizer para ele e fiquei quieta somente segurando o celular rente ao meu ouvido.

— Eu não sei por que caralhos eu te liguei, Kibum. — Falei o ouvindo soltar uma risada sarcástica.

“Você me ligou porque sabe que, mesmo você sendo uma idiota, nunca vou negar te ajudar.”

— Onde você está?

“Estou ocupado agora, ______-ah, mas, o que aconteceu?”

— Vou te contar quando nos encontrarmos. — Respondi.

“Como já disse, ________, estou ocupado. Espere...”, ele se afastou do celular por alguns míseros segundos, mas logo voltou, “Você se importaria se eu pedisse para Jonghyun ir te ajudar?”

— Jonghyun? — Perguntei franzindo meu cenho, mas logo suavizando minha expressão facial. — Não, eu gosto dele.

“Eu espero que você esteja falando que você gosta dele apenas como conhecido, se não...”, eu o interrompi.

— Pare de ficar ciumento, Key. — Falei andando até o quarto do qual eu havia acabado de “escapar”, abri o guarda-roupa e comecei a procurar uma roupa que fosse o menos revelador possível.

“Voltando ao assunto, onde você está?”

— Eu só sei que o prédio no qual estou fica na Rodeo Street. — Respondi enquanto tirava uma roupa de dentro dali.

“Jonghyun vai se virar para te achar, mas recomendo que você fique no hall de entrada do prédio porque, convenhamos, Jjong é um pouco retardado demais.”, Key falou e eu sorri fracamente.

— Okay, okay. — Respondi agora só ouvindo a respiração de Kibum no outro lado da linha. — Key?

“Hum?”

— Obrigada. — Falei vagamente sentindo minhas bochechas ficarem levemente vermelhas.

“Você está corada?”, ele perguntou e eu não respondi, “Vou tomar isso como um sim. Quando nos encontrarmos, te darei mais motivos para ficar corada.”, e então a chamada foi encerrada por parte de Key.

Após isso, comecei a arrumar-me. A vestimenta menos reveladora que achei foi uma saia plissada preta e um cropped de mesma cor com manga-longas. Bem, era uma boa roupa e creio eu que Jonghyun não iria teimar em querer vislumbrar meu corpo, portanto, comecei a me vestir e logo terminei de o fazer. Sai do quarto, andei até o local em que o interfone ficava, pressionei o botão que acionava a recepção do prédio e logo fui atendida.

— O-Oi? — Perguntei um pouco envergonhada. — Vocês podem me ajudar? É que eu perdi as chaves do meu apartamento, então... — Deixei a frase morrer.

No final, eles acabaram sendo convencidos e logo vieram me ajudar. Quando a porta frontal do apartamento foi aberta, eu sorri, agradeci e logo sai dali andando até o cubículo de metal que resumia-se a ser o elevador, apertei o botão do térreo e logo cheguei ao hall do prédio tornando a esperar por Jonghyun. Ah, eu não tinha a mínima paciência para fazer isso, mas acabei sendo obrigada a esperar, afinal Jjong seria o meu “salvador”.

Esperei-o por mais ou menos dez minutos e vi um Pagani Huayra cinzento parar em frente ao local em que eu estava, a janela ao lado do banco do motorista e logo vi o rosto ainda um pouco machucado de Jonghyun, ele abriu um sorriso para mim e abriu aquela porta para mim.

— Entre. — Ele falou voltando a sentar-se de forma devida no banco do motorista.

— Eu achei que você ia demorar mais. — Falei enquanto fechando a porta e flagrando Jonghyun descendo seu olhar até minhas pernas.

— Não costumo me atrasar demais para compromissos.

— E seu olhar também não se atrasa para ficar encarando minhas pernas. — Respondi afundando minhas costas contra o banco em que eu estava sentada.

— Você não está comprometida, pelo o quê Key insiste em falar. — Ele retrucou começando a dar a partida no carro. — Ou está?

— Não, não estou. — Respondi já não sentia mais um aperto no coração toda vez que minha relação com Taemin virava assunto.

— Então, você pode ficar com qualquer um, não? — Ele me olhou de forma sugestiva e eu deixei um riso divertido e envergonhado cair dos meus lábios.

— Com qualquer um... Menos com você.

— O quê? Por quê? — Jonghyun perguntou fazendo uma exagerada cara de quem estava ofendido e eu dei de ombros.

— Não encha o meu saco, Jjong. — Falei imitando a voz de Key na parte do “Jjong”.

— Eu deveria te roubar para mim em vez de te levar para o Kibum. — Ele murmúrio alternando seu olhar entre a estrada e eu.

— Então, simplesmente faça isso.

— Será que devo?

— Você acha que deve? — Perguntei de volta o vendo assentir com a cabeça. — Então, pronto.

Ouvi seus lábios soltarem um alto suspiro antes de Jonghyun começar a fazer a velocidade do carro diminuir gradativamente até este estar totalmente parado, vi suas mãos levantarem-se, se apossarem da minha cintura e puxou-me para o lado, me levantei um pouco para facilitar o trabalho alheio e logo tomei meu lugar no colo dele enquanto um de seus braços passava-se pelo final das minhas costas me fazendo ficar presa à ele e sua mão direita subia pelo meu tórax até atingir meu pescoço, fechava seus dedos na lateral esquerda do mesmo, me puxava para frente e logo tomava meus lábios nos seus.

Levei minhas mãos aos seus ombros e os apertei deixando a língua alheia vasculhar minha boca à bel-prazer, começando a movimentar meu quadril contra o dele e causando fricção entre a minha intimidade razoavelmente coberta pela simples e até fina calcinha que eu usava e a de Jonghyun que começava a enrijecer-se abaixo de mim. Algum tempo atrás, eu definitivamente não imaginaria que iria estar em um carro sendo beijada pelo homem que algum tempo antes tivera seu rosto machucado pelo meu “namorado” que não era bem meu namorado.

O beijo foi desfeito por Jonghyun e logo pude deixar meus lábios descerem até seu maxilar, onde deixei pequenas e leves mordidas e selinhos carinhosos. Aquela região no corpo dele era tão bonita, eu gostava do maxilar dele.  A mão alheia que estava segurando a lateral do meu pescoço deslizou pelas minhas costas até chegar nas minhas coxas, as fez ficarem um pouco mais afastadas, inclinou meu corpo para trás usando o seu próprio e eu logo senti seus dedos passarem sorrateiramente sobre a minha calcinha fazendo-a ficar mais encharcada que antes enquanto minhas costas encostavam-se contra o volante do carro comigo tomando cuidado para que eu não acabasse por fazer a buzina do automóvel soar.

O polegar de Jonghyun pressionou meu clitóris com força e eu deixei um gemido meio manhoso, meio voluptuoso escapar pelos meus lábios inconscientemente. O ambiente ao meu redor estava começando a ficar mais quente, uma tensão sexual entre nossos dois corpos tinha se instalado rapidamente no recinto, não só as minhas pupilas, mas as de Jonghyun também tinham ficados mais dilatadas, meu interior queria ser preenchido pelo membro alheio tanto quanto este queria se desvencilhar das roupas e por breves momentos tudo pareceu se resumir à só nós dois... Até que tudo foi destruído por um simples toque de celular irritante e incômodo.

Jonghyun se afastou de mim, tirou suas mãos do meu corpo e começou a mexer em seus bolsos à procura do objeto dono daquele barulho, grunhi frustrada, me afastei dele e me joguei novamente no banco em que eu estava sentada antes, cruzei minhas pernas e meus braços deixando um semblante irritado dominar meu rosto. Logo descobri que quem tinha ligado para Jjong era Kibum. Filho da puta.

— O que ele queria? — Perguntei irritada.

— Quer que eu te leve para a casa dele.

— Eu não quero ir para a casa dele, quero ir para o meu apartamento que divido com Minho.

— Reclame com o Key quando nos encontrarmos com ele. — Não rebati essa sua afirmação e pressionei minha coxa interna esquerda contra a minha direita. Eu ainda queria que Jonghyun me tocasse, mas ele, por outro lado, tinha se limitado a apenas dar a partida no carro novamente voltando a dirigir. — Não fique brava, ______-ah, vou cuidar de você quando chegarmos na casa do Kibum, quem sabe, até possamos, chamar o próprio Key para a nossa brincadeira. — Ele falou me olhando e abrindo um leve sorriso.


Notas Finais


❥⋮ A roupa citada é essa: https://www.instagram.com/p/BK-5z3ngGfl/

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, ESCREVI ESSE CAPÍTULO RAPIDÃO PORQUE TÔ NO CAMINHO DE IR PRA UM EVENTO DE K-POP, WIKXKWKDKWMXMEMDM. Tô doida, desculpa

Enfim, muuuuuuuuuito obrigada por ler ♡
❥⋮ Babydoll loves Taemin and you


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