História • Vendida • - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook
Tags Bts, Hoseok, J-hope, Jungkook
Visualizações 24
Palavras 619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Prólogo


Sentada na chão do meu quarto estava agora, eu não tinha escapatória, todos lugares haviam grades grossas de ferro que me impediam passagem a qualquer lugar. 

Ouço a maçaneta da porta girar. 

Era meu tio. 

Minha mão gela. O que ele quer aqui? Eu já sabia, eu ja esperava. 

ㅡ O-oi? - já estava começando a ficar trêmula. 

ㅡ bem...vista-se - ele me olha com desprezo.  - Não se esqueça, passe uma maquiagem nessa cara. - ele diz  e logo sai do meu quarto me deixando sem nem uma resposta. 

Um nó foi formado em minha garganta. 
Me levanto e vou até o armário. 

Pego um de meus vestidos que ainda serviam para alguma coisa. 

Passo algumas maquiagens que me restavam e vou a sua procura. 

(...)

Entramos em seu carro, eu não fazia ideia do que iria acontecer. Estava ansiosa, trêmula e nervosa. 

Ele dava voltas na cidade, em ruas escuras e vazias, afinal estava de noite. 

Após voltas e mais voltas em toda cidade ele parou em uma enorme casa. 
Estranhei, não conhecia nem um de seus amigos ricos, que pode-sem ter uma casa dessa forma. 

Ele sai do carro e em seguida ele me chamou, descemos e fomos até a porta. 
Eu estava completamente assustada. 

Fomos atendidos por uma senhora, bem provável que ela seja a empregada dali, por conta de suas vestes. 

Ela me encarou por segundos, sem alguma expressão que se quer havia em seu rosto. Seus olhos brilhavam mas não tanto assim com o esperado. 

 ㅡ É ela? - questionou a mais velha. 

ㅡ Sim, ela mesma... bem já posso ir? - a senhora afirmou e ele se foi da li as  pressas. 

Engulo seco,
Aonde eu fui parar? 

ㅡ bem...já pode entrar  - ela diz me tirando da minha transe. 

Ela me dá as costas, entrando na casa, eu apenas a sigo. 

A senhorinha me mostrou poucos  cômodos da casa. Assim ela havia me dito para não entrar já que o dono não gostaria 

ㅡ Bom dia Meninas - um Jovem sorridente sai de um dos cômodos do corredor que estávamos. 

ㅡ bom dia! - a senhora sorri em direção ao jovem. 

ㅡ Ela já chegou? - o rapaz se aproxima de mim. 

ㅡ sim!  - A senhora me olha séria. - Ela é linda, não? 

ㅡ sim, muito linda. seja bem-vinda... - ele sorri para mim e eu faço o mesmo - Bem... preciso ir ao trabalho, você pode cuidar de tudo para mim? - ele diz com a senhora que ficou em silêncio. 

ㅡ sim! - sua voz sai em um sussurro. 

 ele sai do corredoras pressas, apenas lhe acompanhei com a visão. 

Sinto a mão fria da senhora em meus ombros me fazendo encara-lá. 

ㅡ Venha preciso mostrar seu quarto - ela sorri para mim e começa a dar passos a minha frente. 

(...)

Entramos em um cômodo, bem...ele não continha boa aparência. 

ㅡ Bem... aqui está, espero que possa ficar confortável aqui, se precisar de algo é só chamar, fique a vontade - ela sorri para mim e em seguida sai do local me deixando só. 

Não pude falar mais nada, fiquei por um bom tempo encarando a realidade que estou vivendo agora. 
Afinal, o que está acontecendo? 

Depois de minutos ou até horas vou até a cama me sentando na mesma. 

Olho em meu pulso que ardia como fogo. 
Me deito na cama aos poucos, ainda estava insegura com aquilo tudo. 

Encarava o teto de uma maneira tão... 
Por mais que as parede era de minhas cores favoritas não me sentia agradável no ambiente. 

O azul das paredes me deixavam triste, me faziam chorar de uma maneira explicável, e faziam me desabar comigo mesma, o qual inútil e burra sou. 


Notas Finais


Me desculpem os erros, até o próximo capítulo!


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