História • Why So Bad, Dad? • // Kim Heechul - Incesto // - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Jay Park, Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Han Geng, Heechul, Henry Lau, Jay Park, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Kangin, Kim Heechul, Kim Jongwoon, Kim Kibum, Kim Ryeowook, Kim Youngwoon, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Lisa, Park Jungsu, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Shin Donghee, Shindong, Suga, V, Yesung, Zhou Mi
Tags Blackpink, Bts, Daddy, Heechul, Incesto, Jay Park, Jennie Kim, Super Junior
Visualizações 76
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Harem, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ia poste mais um capítulo hoje? Não. Mas né! Consegui escrever! AAAAAAAH
Espero que gostem.

Capítulo 8 - ≈ Family Cho ≈


≈ Cho Kyuhyun ≈

Quando finalmente saímos da trilha, mesma que eu acreditava que só nós conhecíamos... Omma gentilmente (ironia) puxou minha orelha me arrastando até seu luxuoso carro. Ela abriu a porta do passageiro e soltou minha orelha apontando para eu entrar e assim fiz. Ela bateu a porta com tanta força que eu achei que o carro ia se desmontar. Ela entrou batendo a porta ao seu lado com a mesma intensidade. Suas mãos estavam tremulas e ela deixou o carro morrer umas duas vezes antes de finalmente conseguir seguir o caminho de casa.

- O que eu fiz para merecer isso, Kyuhyun? – ela perguntou e eu suspirei fundo.

- Aigoo, eu não fiz nada de errado omma! – falei cruzando os braços irritado.

- Não fez nada de errado, Kyuhyun? – ela perguntou parando o carro bruscamente me olhando com um olhar assustador. – Você tem certeza disso?

- Eu só queria me divertir! É o que todos os garotos da minha idade querem! E o que eu quero também! – falei a olhando sério.

- Você não é todos os garotos, Kyuhyun. Ou já se esqueceu do que seu appa fez conosco? – ela perguntou e eu balancei a cabeça. – Você não sabe o quanto eu sofri por você. Meus pais me abandonaram no momento que eu mais precisava. Quando você nasceu, eu voltei a estudar. Eu me matava de estudar, trabalhar para poder cuidar de você. Se não fosse Taeyeon, não sei o que seria de nós. – ela disse com lágrimas escorrendo de seus olhos. – Quando eu finalmente me estabilizei, consegui comprar um apartamento, te dar do bom e do melhor, te colocar num colégio particular e te educar como um homem. E não um moleque que transa e joga fora! – ela praticamente gritou comigo. – A sua sorte, que eu não ouvi meus pais e minhas amigas. - ela disse voltando a dirigir.

- O que eles queriam? – perguntei e ela apertou os olhos com força deixando mais lágrimas escorrerem.

- Que eu abortasse ou vendesse você para uma família rica. – ela disse dando um suspiro fundo. – Eu nunca faria isso com meu próprio filho. Nunca! Então, para não deixar que nenhuma garota passe pela mesma situação que eu passei... Por favor, meu filho, não repita os mesmos erros de seu pai. – ela pediu encostando o carro mais uma vez me olhando no olhos.

- Não vou fazer. Se prometer pra mim nunca mais chorar por minha causa. – falei enxugando seu rosto e ela sorriu.

- Proposta negada. Ou você muda. Ou apanha até mudar. – disse grossa voltando a dirigir. Eu dei um sorriso de canto e a vi fazer o mesmo. – Nunca mais faça isso comigo. Criança. – disse dando um soco de leve em meu ombro.

- Você chorou de verdade? – perguntei e ela assentiu.

- Não estava brincando quando disse aquelas coisas. Você sabe. Fiquei preocupada. – ela disse me olhando de soslaio com um sorriso.

- Eu estava quase acreditando na sua ceninha de mãe chorona. – falei e ela arqueou uma sobrancelha.

- Mas que ainda vão ouvir um belo de um sermão coletivo... Isso é certo. – ela disse e eu revirei os olhos. – Para de fazer essa cara criança. Você me desobedeceu. Filho da puta. – ela disse revirando os olhos.

- Acabou de se xingar. – falei e ela deu língua pra mim.

- Quem se importa? – ela perguntou.

- Eu me importo! Ninguém pode chamar minha omma de puta. – falei e ela sorriu.

- Até quem fim reconheceu que tem uma omma e não uma irmã mais velha! – disse me empurrando de leve enquanto guardava o carro na garagem. – Sobe para o seu quarto. E não saí de lá enquanto eu mandar. Está de castigo! – disse e eu revirei os olhos assentindo com a cabeça.

Fui para o meu quarto e me joguei na cama suspirando fundo. Minutos mais tarde, vi omma entrar com uma bandeja com o meu jantar e um copo de refrigerante.

- Primeiro vai tomar banho. Porquinho! – disse e eu revirei os olhos. – Tá reclamando é? Eu vou te dar banho! – disse e eu arregalei os olhos.

- Eu acho que já estou bem crescidinho para você dar banho em mim. – falei cruzando os braços e ela balançou a cabeça.

- Eu vou te dar banho sim! Limpar muito bem esse ouvido, para me escutar da próxima vez! Criança ingrata! – disse me empurrando para o banheiro.

- Não sou mais criança! – protestei fazendo bico.

- Graças a Deus. Você faltava se pendurar no lustre. Só não fazia isso porque nem com escada alcançava. – disse abrindo a torneira da banheira.

- Eu não era assim. – falei e ela riu se sentando na borda da banheira.

- Ah era. Quando eu me sentava no chão para arrumar alguma coisa ou limpar o tapete, você subia até na minha cabeça. Você tinha mais energia do que não sei o que. Agradecia a todos os santos quando você dormia. Mas quando me acordava no meio da noite, eu tinha vontade de te esganar! – disse rindo fechando a torneira.

- Eu era um anjinho omma! – falei e ela balançou a cabeça mais uma vez.

- Você era uma peste. Arrumava encrenca no colégio e a diretora dizia que eu não podia ser responsável por você, já que não tinha idade. Quando eu falei que eu era sua mãe, ela fechou a boca na hora. E disse que era para eu dar um jeito de te educar melhor, se não o mundo educaria. Mas melhor do que eu te eduquei, não existe. – disse colocando um liquido na banheira fazendo espuma. – Não vai tirar a roupa? – ela perguntou e eu assenti tirando a minha camiseta. – Não precisa se preocupar meu docinho, ainda tem mais 2 anos para crescer. – disse e quando eu abaixei minha calça juntamente com a box ela arregalou os olhos e me empurrou para a banheira. – Retiro o que eu disse. – disse me fazendo rir.

Ela se ajoelhou do meu lado e começou a “dar banho” em mim. Eu joguei água nela fazendo a mesma revirar os olhos.

- Como nos velhos tempos? - perguntei jogando mais água nela.

- Eu vou te matar garoto! – disse tirando seus saltos.

Ela se sentou da borda da banheira e afundando levemente minha cabeça na água. Após isso eu a puxei pela cintura a fazendo cair dentro da banheira comigo. Nossos rostos ficaram realmente próximos e eu senti uma vontade indesejada de ter aqueles lábios cheinhos pra mim. Omma sorriu e selei meus lábios aos dela.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Não revisei então desculpe os erros!
Não deixe de comentar e me dar aquele apoio! O Próximo e último ponto de vista em relação a pedra do beijo é o da MinHee


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