História You Are My Angel — Imagine Kim Namjoon - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Kim Namjoon, Namjoon, Rapmonster
Visualizações 209
Palavras 739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - “Chapter Eleven”


Fanfic / Fanfiction You Are My Angel — Imagine Kim Namjoon - Capítulo 11 - “Chapter Eleven”

Y O U  A R E  M Y  A N G E L 

Capítulo 11


Acordei com o som das minúsculas gotículas d'água caindo do céu sobre o chão e sobre o telhado da casa, um som confortável para mim e muito familiar que me fazia lembrar de quando estava na rua e começava a chover, estava sozinha e com frio, com fome e cansada, meu estômago se revirava quando achava algo para comer me causando ancia de vômito, mas era oque tinha se quisesse comer, agradecia por ter algumas pessoas que me ajudavam me dando comida, elas nem ao menos sabiam oque tinha acontecido comigo, me questionavam as vezes, mas eu nem ao menos ousava me lembrar a causa, doía de mais, meu corpo dolorido e machucado, e minha alma gritando por socorro, lágrimas corriam pelo meu rosto causando um leve inxaso em meus olhos. E, apesar de não ser uma lembrança boa, gosto de lembrar, pois agora, estou com alguém que nem se importou se era uma completa desconhecida, apenas me ajudou, sem me julgar ou questionar o motivo, me abraçou forte, e eu, o vi como um anjo quando fez isso, um anjo me abraçando forte me cobrindo com suas asas e me protegendo do mal, algo que para mim foi bizarro e me levou a pensar que esse pensamento era ridículo. 


Uma completa tola; pensava nessa frase, enquanto tinha mais outros milhares de pensamentos em minha mente, Oque leva ao estrupo e violência?, por que isso tinha que acontecer?, e por que comigo?.  Por que alguém se importaria sendo que hoje em dia o ser humano é dominado pela ganância, pelo pensamento que me causa nojo de que oque importa nas pessoas é o prazer que ela lhe proporciona por um breve tempo, e depois essa pessoa acaba sendo jogada fora, como um simples objeto. Nunca iria entender os humanos e seus pensamentos, e nem os entendo, não é fácil confiar em alguém, pois nunca se sabe se a pessoa a vê como objeto, ou como uma isca, cobaia. Queria um dia, passar meu pensamento para todas as pessoas, e nem sei se estou correta, não sei oque é certo ou errado, pois todos, todos vêem e interpretam as coisas de maneira diferente. 


Acordada com os olhos fechados, acordada porém querendo dormir um sono eterno, acordada e implorando para morrer isso era oque eu desejava, era oque queria, pois o sofrimento era horrível, era a pior dor que já senti, a dor física e psicológica que sentia; minha alma gritava por ajuda, meu corpo estava dolorido de mais para me levantar e simplesmente ir procurar ajuda, pedia por socorro em pleno silêncio, dava para ver que nessecitava de ajuda, mas ninguém nunca percebia oque sentia, como se fosse algo complexo, me sentia inútil, não é como se ainda não me sinta, sinto que ainda sou inútil, sinto que ainda não posso fazer nada para essa dor sumir, mas me sinto de alguma forma amada pela pessoa que se importou; pela pessoa que me ajudou, então sinto que aos poucos, minha alma está curando, o calor transmitido pelo corpo do anjo que me abraça, é algo confortável, um calor que me acalma, suas asas, inexistentes, mas mesmo assim, sinto que ainda seja um anjo, um anjo ainda humano, mas está a caminho de ser um,  talvez igual a mim, não sei se ele me vê como um anjo ou um mero mortal, pois os pensamentos das pessoas nem sempre são iguais, ou deveria dizer; semelhantes? 


— No que pensa, pequena? — Sua voz, ecoou sobre a minha mente, causando um pequeno calafrio percorrer pelo meu corpo, sua mão foi em direção a minha cabeça, acariciando meu cabelo lentamente, nem notei que minhas bochechas se encontravam em uma tonalidade rosada, meus olhos ardiam de forma insuportável e estavam levemente inxados, havia chorado novamente sem ao menos perceber — Não chore minha pequena, eu estou aqui, oque aconteceu?? — Sempre falando baixinho, em um quase sussurro, tentando claramente me acalmar. 


— Nada, nada demais, apenas me lembrando de algumas coisas. 


— Você sabe que eu estou aqui e você pode me contar qualquer coisa, sabe que te amo e não irei te julgar. 


— Eu sei, só não quero falar, não agora, apenas me abrace, isso já é suficiente. — Acariciou minha bochecha com o polegar, secando minhas lágrimas e destribuindo um beijinho em minha bochecha me fazendo sorrir







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