História 1 real - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Emy_Hale

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 1 Real, Drama, Ficção Cientifica, One Real, Romance, Suícidio, Violencia
Visualizações 6
Palavras 1.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


*Essa história foi inspirada em um jogo: Jogo da moeda, que o nosso grupo do colégio joga, sinceramente a história real não está terminada, então decidi adaptá-la!

~Boa leitura

Capítulo 4 - As entradas diferenciam as saídas - 3 dias antes da festa


Fanfic / Fanfiction 1 real - Capítulo 4 - As entradas diferenciam as saídas - 3 dias antes da festa

 Pedro tentou tocar na maca para puxá-la de volta, mas isso foi um desperdício de tempo. E, portanto deixou ela partir para o hospital. Pedro não conseguia enxergar a cena, porém o sentimento que aprofundou no seu peito nunca mais seria sentido novamente por si próprio.
 Ao ver Pedro saindo aos prantos e a perceber a multidão que já havia se desfeito, João decidiu entrar estrategicamente na ambulância, levando em conta sua discussão com Júlia. Se aproximou do ocorrido, esperou atento fechar as portas da ambulância e oportunizou-as e já ponderado entrou à dentro.
- Pedro... Falou Ana.
- Que foi...? Falava ainda suspirando.
- O João ainda é seu amigo? Ana interrogou-o.
- Talvez... Ele está bravo comigo, por que sempre venho adiante me importando com ela.
- Ela?! Quem é ela Pedro? Jéssica escutava tudo atrás dos dois, respectivamente vinha se apropinquando.
- Jéssica eu já pedi, é melhor você ir embor... Previamente de Pedro terminar, Jéssica manifestou o quê já queria falar à tempos, e isso só não tornara possível, pois odiava demonstrar ciúmes do Pedro. Mesmo que ela não conseguisse fazer isso tão bem, quanto a sua expressão de tristeza.
- Pedro... Cala a tua boca ferrada. Eu sempre te trato bem, ou melhor, você vem me tratando como uma de suas "amigas" iludidas, que querem ficar contigo! Se você não parar de ficar se fazendo de lazarento eu vou terminar o nosso relacionamento, todavia não vou ficar em uma relação sozinha, pois tu só dá de garanhão de put#! Jéssica não se aguentou e além dos xingamentos bateu na cara de Pedro, que reciprocamente ficou paralisado, ali naquele instante.
- Saí daqui vagabu%@#, procure alguém que consiga te suportar. Ana terminou o diálogo, implorando para ela se retirar do recanto. 
Jéssica saiu do local, entrando numa rua estreita entre a escola e o mercado de biscoitos.
- Ana... Disse Pedro, considerando a cena que acabou de se suceder.
- Pedro, ela te machucou muito? Perguntou Ana, já neurótica com o quê acabava de ocorrer.
- Não. Eu queria saber o quê você tinha que me dizer.
- Bem, eu só queria saber se vocês eram ainda amigos. Contudo João entrou na ambulância e cogitava que ele iria te levar, já que é você que simpatiza com ela.
~Pensamento de Pedro: Júlia... João..., mas o quê? Por que ele entrou na ambulância?! O que será que pode estar acontecendo entre os dois... Não... impossível... Isso não pode está acontecendo, não com eu e Júlia... NÃO! 
Pedro havia falado altíssimo e acabou se retirando correndo meio já sem rumo do quê iria fazer, porém só queria encontrar Júlia, e nada além disto.
 Jéssica caminhava impetuosa e chateada pela estreita rua, somente abster-se ao ver uma luz vermelha refletida em cacos de vidros no chão e um grito de:
- Alguém?! Socorro! Parecia ser uma voz masculina e um tanto familiar para Jéssica.
 Jéssica encaminhou-se, limpando as lágrimas que estavam sobrepondo seu olhar, da sua iniciativa contra o Pedro. Observou e avistou  um homem de quase 50 anos com o pescoço roxo e os dois braços sangrando, certamente se não convocasse a ambulância ele morreria. Aparentava-se se sentir um culpado e confuso, cambaleante ainda o homem desconhecido caiu no chão. Jéssica sem pensar nas suas opções se aproximou do corpo, e ao virá-lo de frente, não conseguia imaginar.
- Pa-pai...? Duvidou do que havia visto.
Era o seu pai, particularmente Jéssica preferiu deixá-lo morrer, por causa dos eventos do passado que ocasionaram a sua decisão, mas decidiu ligar por ajuda... Se não fosse surpreendida.
- Jéssica, você têm certeza disto? Ouvia-se uma voz calma e feminina, vinda de trás de Jéssica.
- Bia?! O quê você está fazendo aqui... Antes dela prosseguir sua ligação, Bia vendou sua boca para não gritar com o que ela havia á dizer.
- Você têm certeza Jéssica... Ele te abusava tanto no passado... Você gostaria de um meliante acusado de tráfico e estupro voltasse para sua casa á te bater e fazer igualmente em tua mãe? Questionou Bia.
- O quê como você... Jéssica procedeu.
- Como que eu sei? Fácil, eu sei da vida de todos, entretanto ninguém sabe da minha. Saindo desse assunto, o quê achas da minha intuição, seria bem melhor para sua família que ele morresse. Não era isso que você queria, ou melhor, quer? Interrogou a Jéssica.
- Não! Bom, talvez... eu só queria poupar ele de morrer, deixando sobreviver e o prendendo em seguida. Falou Jéssica prosseguindo o diálogo.
- Meu Deus Jéssica, pensei que você fosse menos ingênua! Atuou Bia.
- Mas... 
- Sem "mas" Jéssica, se quiser pôde matá-lo ou prejudicar toda sua família, inclusive você... O quê você acha? Como eu sei que está com dúvida ainda, vou colocar esse revólver nessa pedra e o resto você já sabê não é mesmo? Bia acaba de incentivar Jéssica, e basta ela escolher qual caminho mais importante para si.
- Se quiser posso te ajudar no seu romance com o Pedro... Susurrou no ouvido de Jéssica, colocando perto do celular dela um número de telefone de uma menina (Bia) que acaba a influenciado para maus caminhos.
Jéssica pensou um pouco, de parte em parte encaixou tudo e apontou para somente  uma escolha, que a faria "feliz" de alguma forma.
 Primeiramente ela pôs o número de telefone no bolso de trás das calças, e colocou em prática tudo que sua mais nova "amiga" havia dito.
- Isso é para você parar de ser uma machista repugnante. Lançou o primeiro tiro.
- Isso é para você jamais encostar em mim como um brinquedo de sua coleção de bonecas. Lançou o segundo tiro.
- E isso é para você de modo algum bater em mim ou na minha mãe, que sempre foi uma mulher guerreira para pagar sua multas e tua vida de maconheiro filha da m#@. Lançou o terceiro e último tiro contra o coração de seu pai.
Após a ocorrência moveu-se do local deixando a arma cair e considerando o quê aquela piran&!# á tinha feito passar.
 Logo na ambulância João ficava a espera de Júlia acordar e ele poder se exaltar com o que ele fez ela passar consigo mesma, no entanto surtava em imaginar o que contaria ao Pedro se ele soubesse algo.
- Júlia você está aí? Falou João.
 Júlia abriu os olhos e sem se mover muito, colocou a mão sob a sua. E com isso eles se acomodaram ali mesmo no percursso inteiro, porém Júlia conseguiu pronunciar algumas palavras:
- Pedro... que estranho seria se eu não tivesse me apaixonado por você...
 E com isto, os sinais vitais de Júlia começaram a dar erro, e cada vez mais erro. Consequentemente João se viu ensopado de sangue que vinha de Júlia...

Notas Finais


Nessa história decidi retratar alguns casos de ciúmes e a morte do pai da Jéssica, que até este momento, não havia sido citado, justamente para se tornar um tanto emocionate e impactante. Espero que tenham gostado. Agora vamos aguarda o quê ainda irá acontecer com Júlia e Pedro. 👀


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