História 10 desejos - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias NCT 127, NCT Dream, NCT U
Personagens Chenle, Jaehyun, Jisung, Johnny, Mark, Taeyong, Ten
Tags Marksung, Nct 127, Nct Dream, Nct U
Exibições 55
Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, tudo bom com vocês?
Eu não to bem não, viu? Foi muita coisa só para uma sexta feira, tá difícil <\3
Vim trazer o capítulo de vocês. E quero agradecer também pelos 25 favoritos só com o prólogo (!!!!!!!), sério, de verdade, obrigada ♥ Ah, obrigada também para quem comentou, viu? (^:
A narração dos capítulos vai alterar, um dia Mark, um dia Jisung; como o prólogo foi o Mark esse consequentemente é o Jisung (obrigada pela ideia @alicewdd, te amo rsrs ♥) . Espero que gostem, boa leitura ♥

Capítulo 2 - Indecisão


Fanfic / Fanfiction 10 desejos - Capítulo 2 - Indecisão

Capítulo I

 

Estava se sentindo solitário quando percebeu que havia perdido o seu diário. Havia falado todos os palavrões que conhecia quando havia se tocado já que era tarde demais. Não no sentindo literal, mas sim porque estava muito tarde para poder fazer qualquer coisa a não ser dormir; eram 00h00 e ainda se mantinha acordado na esperança de ouvir o barulho da porta da sala abrindo para então poder dormir sabendo que sua mãe havia chegado.

Mas ele não ouviu, então desistiu e adormeceu com dois pesos na consciência; o de que havia perdido o seu diário e o de não ter sua mãe consigo em casa.

 

 

 

— Você já procurou nos achados e perdidos, Jisung? – E nunca na vida ele havia se sentido tão estupido quanto havia se sentido no momento. Ou talvez Chenle fosse inteligente demais para pensar em algo do tipo – independentemente de quem fosse burro ou inteligente, ele havia ficado muito feliz. Internamente estava pulando de alegria, externamente mostrava toda a sua esperança com um enorme sorriso.

— Boa ideia, Chenle! Boa ideia!

Sem pensar muito Jisung pulou a janela do laboratório do primeiro ano, começou a correr e logo saiu daquele local abandonado – desceu as escadas e antes que percebesse já estava de frente a senhora da secretária, arfando. Ele havia corrido e era como diziam; era um sedentário.

Ele se levantou, respirou algumas vezes e se recompôs, olhando para a Sra. Lee; ela cuidava da secretaria, local que tinha uma sala ao fundo que no caso seria os achados e pedidos. Ela era uma muito bondosa e trabalhava ali a bastante tempo; era o que ele acreditava. Deu um sorriso para a mulher a sua frente que foi prontamente retribuído.

— O que foi, pequeno Jisung? – Ele sorriu novamente ao ouvir o apelido na qual ela havia posto dele. Desde que se entendia por ‘amigo’ dela, a mulher a chamava assim. Era engraçado e ao mesmo tempo fofo. Gostava do apelido.

— Olá, Sra. Lee! Eu quero ir nos achados e perdido, por favor. – Deu um sorriso sem graça. — Eu perdi meu caderno, acredita? – A Sra. Lee acaba por dar uma risada e concorda, se levantando e abrindo a porta da secretária para o rapaz. Ela aponta para uma salinha ao fundo e ele agradece indo rapidamente até lá.

Abriu, se deparando com duas estantes cheias de cadernos e livros esquecidos e abandonados pelos alunos, havia também uma bancada de frente a porta cheia de cadernos e apostilas.

Entrou na sala meio acanhado, contudo logo se pôs de frente a primeira bancada; rapidamente começou a procurar, procurou e procurou e não achou nada. Seu diário não estava ali e para confirmar ele remexeu em tudo o que podia e definitivamente não estava ali.

Então partiu para as estantes, mexeu uma, duas, três vezes. Ali e acolá e estava começando a entrar em desespero, até avistar o que tanto ansiava esquecido no cantinho da terceira prateleira da segunda estante.

Para alcançar o que queria, ele teve, inclusive, que ficar na ponta do pé porque aquela parte era alta. Ficou na ponta dos pés e puxou, agarrando-se ao diário ao perceber que era realmente ele ali – agradecendo também ao fato de só ter derrubado um lápis junto com o caderno, lápis esse que pôs em qualquer lugar.

Nunca havia ficado tão aliviado quando havia ficado naquele instante. Olhou-o externamente verificando se estava igual; a fita que o fazia ficar fechado estava aberta o que consequentemente o fez temer pelo pior; alguém havia lido. Abriu calmamente verificando se havia algo fora do lugar e ele sentiu falta de alguma coisa, mas não se lembrou do quê. Isso internamente estava o incomodando, contudo, preferiu ignorar aquilo, talvez fosse coisa de sua mente.

Saiu da secretaria agradecendo a senhora bondosa e se dirigiu a sua sala encontrando Chenle conversando com alguns garotos da sua turma. Ficou nervoso, deveria mesmo ir falar com ele? Mas o seu amigo o avistou e sorriu, além de impedir qualquer modo de fuga, fez os meninos olharem para ele e fazerem uma careta, como se não gostassem do que visse.

Jisung ficou tímido. Ele queria ir embora, mas sabia que não poderia. Timidamente balançou o diário e Chenle foi capaz de perceber a movimentação extra, fazendo o sorriso ficar maior. Ele havia achado o caderno que tanto o fez ficar preocupado. Se despediu dos colegas e andou até o mais novo, passou o seu braço pelo pescoço do mais novo e com a mão livre, bagunçou os seus cabelos.

O menino continuou sorrindo tímido.

— Eu não te falei que você ia achar? – Balançou a cabeça o máximo que podia naquela posição. — E você quase morrendo por ter perdido esse negócio velho. – Revirou os olhos. — Eu ainda descubro o que você tanto esconde aí.

O menino fez um muxoxo. — Não é nada demais. É apenas o meu eu devaneando em momentos de tédio. Nada de interessante para se ler. – E apesar, de em parte, não ser uma mentira completa, não era de todo uma verdade.

Porque aquilo não era só um caderno qualquer, era praticamente ele ali e por isso ficou com tanto medo de perder. Se qualquer pessoa lesse aquilo era provável que acabasse por conhecer mais ele mesmo do que ele mesmo se conhecia. E temia por isso. Graças a esse fato o que tinha escrito ali ficava apenas ali, entre ele e o seu diário. Não contaria nem mesmo a Chanle. Não, definitivamente não.

Saiu de seus devaneios ao sentir o mais velho o largar, se sentando na carteira ao lado da sua.

— O que você vai fazer a tarde?

Ver se minha mãe chegou bem e cuidar da casa pensou em responder, porém, preferiu não dizer nada.

— Nada, por quê? – O seu amigo abriu um enorme sorriso.

— Você quer ir naquela sorveteria que a gente costumava ir antes de tudo isso? – A única coisa que pode pronunciar foi um baixo e quase imperceptível ‘oh’. Não podia negar que fazia muito tempo desde que havia ido ali, ainda mais com ele, contudo, pôr em sua entediante rotina um sorvete semanal como costumava fazer não era uma má ideia.

Na verdade, aquela ideia era bastante tentadora. Permitiu que um sorriso tímido surgisse em seus lábios, parecia acanhado, queria dizer ‘eu quero’, mas uma parte de si negava. Aquela parte pessimista que tanto o perseguia mandava ele dizer não; como um belo covarde que era, acabou como era de costume, ouvi-la.

— Acho melhor não, Chen... – Sussurrou, meio incerto. — Digo, você tem certeza? – Chenle revirou os olhos e bufou em frustração.

— Deixe de ser chato, Sung. Uma vez não mata, sem falar que eu sei que você muito provavelmente não vai fazer nada essa tarde. Só uma vez! – Implorou, fechando os olhos e juntando suas mãos quando fazia quando realmente queria muito algo. — Apenas hoje! Se você realmente não gostar ou se isso te trazer problemas, nunca mais peço. Mas apenas hoje, apenas hoje, venha na sorveteria comigo.

E foi impossível negar. Ele de fato ainda não queria ir, desejava muito ficar em sua casa, quietinho, cuidando de sua mãe e do que poderia cuidar. Queria muito não quebrar aquela rotina diária que havia criado depois de tanta dificuldade, mas era impossível resistir a um Chenle; e o pior, sabia que, ao voltar a andar com o menino, sua rotina e paz seriam totalmente esquecidas. Tudo novamente ficaria em desequilíbrio e era isso que tanto temia.

Não queria que o caos de antes voltasse, não queria que aquelas sensações ruins tomassem conta de si novamente, não, definitivamente ele não queria. Só que Jisung era fraco demais para ir contra algo, inclusive contra si mesmo. Se alguém insistisse ele não negaria; não sabia se era idiotice sua ou se era porque era um rapaz ‘muito bom’, como dizia sua mãe.

Independentemente da resposta, ter Chenle em sua vida era uma coisa boa e um coisa ruim – boa porque finalmente teve o amigo de volta, ruim porque tudo que havia conseguido estabilizar depois de quase três anos iria cair como se nunca tivesse existido.

Bastava um pequeno vento para derrubar toda o ‘forte’ que Jisung havia criado. Talvez, assim como na história dos três porquinhos, ele fosse o que tivesse feito a casa de palha. Não haveria outra explicação para que tudo caísse tão rapidamente. Contudo, apenas sorriu para o amigo e disse.

— Tudo bem, eu vou. – E ver o sorriso do outro talvez tenha feito o seu dia e seus pensamentos sobre não ir mudarem.

 

 

 

A aula já havia acabado a algum tempo e os dois já se encontravam indo a sorveteria que a muito tempo não iam. Estava nervoso mesmo que não houvesse motivo para tal; estaria indo com seu amigo, o que poderia ocorrer de mais? Era só um sorvete da tarde. E com esse pensamento se pôs a andar, indo em direção a sorveteria juntamente com Chenle.


Notas Finais


Não nego que eu refiz esse capítulo umas três vezes até que a minha amiga me deu a ideia de pôr um capítulo com a narração de um personagem; acho que essa ideia ajudou muito porque o capítulo fluiu rapidinho jsajdasdak
Espero que tenham gostado, acho que postarei semanalmente entre sexta e sábado porque são os melhores dias pra mim postar hehe ~
Para quem é blackjack ou inner circle, força, de verdade. ♥ Aliás, espero que a Sulli fique bem, também ):

Dia difícil para ser kpoper. Enfim, até semana que vem mores ♥


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