História 10 Dias Com Ele - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Sakura, Sasuke, Sasusaku
Visualizações 909
Palavras 2.035
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Primeiro dia


 

10 Dias Com ele

 

Entrei na grande casa de Praia e fiquei abobalhada, era muito bonita. Parei o olhar em um grande aquário e corri até lá, eu amo peixinhos. Só não crio por que eu já tive muitos e todos morreram, eu não tenho uma experiência boa com peixes é traumático.

— Senhorita Haruno, deixarei sua mala no seu quarto que é a segunda porta a esquerda lá em cima. — Kakashi disse começando a subir as escadas e eu assenti e voltei meu olhar para um peixinho igual o Nemo.

Que gracinha.

— A meu deus é um peixe palhaço, eu sempre quis um. — Disse animada com os olhos brilhando. — Você é lindo Nemo — Disse passando o dedo no vidro do aquário.

— O nome dele não é Nemo — Escultei uma voz grossa atrás de mim e dei um pulo de susto.

Me virei para trás encontrando Sasuke.

— Ai que susto, não deveria assustar as pessoas assim. — Coloquei a mão no peito olhando para o cantorzinho que estava com cara de tédio.

Ele deu de ombros e ficou me encarando, passei a mão no cabelo tentando disfarçar meu nervosismo e desviei o olhar, mas o desgramado continuava me encarando.

— O que foi? por acaso eu sou espelho pra você ficar me encarando? — Droga eu não consigo segurar minha língua, dei um sorriso falso odeio ser mal educada, ele me encarou arqueando uma sobrancelha.

— Como é que é? — Ele perguntou confuso.

— Como é que é o quê? — Perguntei cruzando os braços.

— Qual o seu problema garota? — Ele também cruzando os braços.

Seus olhos me analisavam atentamente.

— Qual é o seu problema? por que eu teria um problema? — Perguntei ficando séria. Ele me olhou por mas alguns minutos e depois bufou se virando e indo em direção ao sofá.

— Pronto Senhorita Haruno, agora terei que ir embora espero que aproveite os próximos dias com seu Ídolo — Kakashi disse descendo as escadas e parando em minha frente.

Tive que sorrir agora.

— Ele não é meu Ídolo — Revirei os olhos e Kakashi me encarou confuso, o cantorzinho que tinha ligado a televisão me encarou também fazendo uma cara confusa.

— O quê? — Ele perguntou se levantando e vindo até mim.

Será que esse povo é surdo?

— Você não é meu Ídolo, por mim pessoas como você desapareceriam da face da terra. — Disse e subi as escadas deixando os dois homens surpresos para trás, bom eu odeio ser mal educada mas não consigo segurar minha língua.

Parei em um grande corredor e abri a segunda porta a esquerda e fiquei admirada com o tamanho daquele quarto, entrei e fechei a porta, vi minha mala em cima da grande cama de casal e fui até a grande janela de vidro.

Era lindo, dava pra ver as ondas do mar.

— Que lindo — Sussurrei admirada.

Pude ver o carro de Kakashi indo embora, agora era só eu e aquele arrogante. Suspirei e escultei batidas fortes na porta, bufei e abri a porta de madeira dando de cara com um ser emburrado.

Ele não esperou eu falar nada e já foi entrando no meu quarto, educação mando lembranças meu filho, se bem que eu acho que ele não teve educação.

— Isso é invasão de privacidade. — Disse fechando a porta e ele me encarou no meio do quarto de cara fechada.

— Quem é você garota? — Ele perguntou irritado.

— Sou Sakura Haruno — Disse cruzando os braços e ele revirou os olhos.

— Sua atitude lá embaixo não foi de uma fã — Disse mal humorado e eu ri sem Humor.

Esse cara é engraçado.

— E quem disse que eu sou sua fã? — Perguntei irônica e ele veio até mim.

— Se não é minha fã, o que faz aqui? — Perguntou curto e grosso, dei de ombros.

— Minha melhor amiga desmiolada me escreveu nessa droga de concurso e eu como sou azarada fui sorteada, fim. — Disse passando por ele e me sentei na minha nova e grande  cama. 

— E o que foi aquilo de "Por mim pessoas como você desapareceriam da face da terra?" — Ele perguntou imitando minha voz e eu me irritei me levantando.

Idiota.

— É a mas pura verdade, você é um ser arrogante, grosso, metido, mimado e etc. — Disse apontando o dedo na cara dele e ele trincou os dentes irritado.

— Você não me conhece pra falar nada sobre mim sua irritante então messas suas palavras. —  Apertou os punhos me fuzilando com os olhos.

— Só de olhar para sua cara já se o suficiente, olha eu não queria estar aqui e muito menos na sua companhia, então vamos fazer assim eu fico no meu canto e você no seu até os 10 dias acabarem ok? — Disse mantendo a compostura, pois o mesmo parecia que estava prestes a me matar só com aquele olhar.

— Irritante — Bufou e saiu a passos rápidos batendo a porta com força.

Bufei e me joguei na minha nova cama, fiquei olhando entediada para o teto por alguns minutos e fiz uma careta quando minha barriga começou a roncar.

— Droga, já são meio dia por isso que eu to com fome. — Me levantei e resolvi ir na cozinha a procura de algo para comer.

Andei pela aquela enorme casa a procura da cozinha até que eu achei, tinha uma mesa grande farta de comida e o ignorante já estava sentado almoçando, o desgramado nem pra me chamar. Vi uma mulher que tenho certeza que é uma empregada colocar uma jarra de suco na mesa e dando um pequeno sorriso para mim em forma de cumprimento e eu sorri de volta.

 Me sentei em uma cadeira afastada do ignorante que nem se deu o trabalho de olhar na minha cara. Não importa se a casa é dele e que tínhamos discutido e que disse que o queria longe de mim, eu não irei morrer de fome.

Comecei a comer em silêncio e ele não ousou abri a boca para falar nada. Era tanta comida que eu estava perdida sem saber qual experimentar e acabei por comer um monte de coisas ao mesmo tempo.

Sim eu sou pobre e não tenho tantas variedades em minha mesa.

— Cuidado ou vai morrer engasgada. — Uma voz rouca quebrou aquele silêncio e eu olhei devagar para aquele arrogante enquanto comia uma coxinha de frango.

O que ele estava insinuando?

— Esta insinuando que eu sou morta de fome? — Gritei irritada apontando a coxinha para ele, torceu os lábios e olhou para a coxinha.

— Não. Estou afirmando — Disse voltando o olhar para meus olhos.

Meu olho esquerdo começou a tremer em um tique nervoso. É sempre assim, quando eu estou puta de raiva eu perco o controle do meu olho.

— Olha aqui seu egocêntrico, só porque é rico não tem o direito de ofender as pessoas seu mimadinho arrogante. — Disse irritada me levantando e batendo as mãos na mesa.

Vi ele contorcer o rosto formando uma expressão irritada.

— Garota você está passando de todos o limites, ponha-se no seu lugar, você não é ninguém pra falar assim comigo. — Ele também se levantou e bateu as mãos na mesa com mais força que eu.

Ficamos nos encarando mortalmente até eu mandar tudo pro inferno e pegar um pedaço de torta de morango e jogar bem na cara daquele desgramado.

Ele ficou rígido e limpou o rosto com um olhar assassino em minha direção, eu dei um sorriso vitorioso, iria mandar aquele ser arrogante pro inferno que o parta.

— Esse foi o  pior erro que você fez na sua vida. — Ele disse com uma voz assustadora e logo depois enfiou a mão no purê de batata e jogou na minha cara.

O encarei incrédula e ele dava um sorriso de canto.

— Já chega — Gritei pegando meu copo de suco e jogando na cara dele.

E ai começou a guerra de comida, voava comida para todos os lados, aposto que tinha comida até no teto. Ele pegava tudo o que tinha na mesa e jogava na minha cara, peguei um bacia de farofa e derramei toda em sua cabeça. Depois começamos a correr em volta da mesa jogando tudo o que víamos pela frente um no outro.

Em um deslise eu escorreguei em algo no chão e cai feito jaca madura, e o pior é que Sasuke acabou vindo junto e caindo em cima de mim. Não sei o que era pior minhas costas rebentadas ou sua boca perto da minha.

— Você é louca — Ele sussurrou ofegante me olhando nos olhos.

Fiquei paralisada perdida naquele olhar, engoli em seco e o empurrei para o lado. Ele estava todo sujo, seus cabelos estavam melados de purê de batata com farofa e sua cara tinha suco de uva com gordura de frango e outras coisas.

Não consegui me segurar e comecei a rir igual retardada, ele me olhou erguendo uma sobrancelha e eu coloquei mão na barriga apreciando a minha obra de arte.

Até que eu sou boa me guerras de comida, bem que eu poderia fazer isso mais vezes.

— Irritante — Ele bufou se levantando e limpando seu rosto.

— Ai meu pai amado — Escultei um grito e olhei para a empregada que estava parada no batente da porta com a mão na boca.

Mordi os lábios nervosa olhando para a bagunça que fizemos, droga nem tinha pensado que a coitada da mulher que iria ter que limpar tudo sozinha. Suspirei e me levantei passando a mão no rosto e tirando um pouco de torta dos olhos.

— Limpe tudo Célia — Sasuke disse sério e a mulher concordou chateada.

— Eu ajudo — Disse e ela me olhou com um brilho nos olhos.

Vi Sasuke me encarar com um expressão que não soube decifrar e depois sair sem dizer nada.

— Obrigada querida, mas não precisa — Ela disse sorrindo e pegando um prato do chão.

— Faço questão, fui eu que comecei essa bagunça — Disse pegando uma colher.

— Obrigada — Ela me deu um grande sorriso.

— Onde tem pano de chão? — Perguntei e ela foi pegar os produtos de limpeza.

Se passou meia hora e conseguimos limpar tudo deixando a sala de jantar brilhando, olhamos satisfeitas para nosso trabalho e sorrimos.

— Obrigada Sakura, você é uma ótima garota — Ela disse sorrindo e eu dei um pequeno sorriso sem graça.

— Que isso, bom agora eu vou tomar um banho e tirar essa sujeira do meu corpo — Tirei um pedaço de carne do cabelo e corri para o meu novo quarto.

Enquanto tomava meu banho imagens da cena de mais cedo invadiram minha mente. Nunca que eu pensei que aquele cantorzinho arrogante faria uma guerra de comida comigo, e quando nós caímos eu senti uma sensação estranha e diferente, uma sensação que eu nunca senti antes.

Se no primeiro dia já fizemos uma guerra de comida o que acontecerá nos outros dias? tenho até medo de imaginar pois demorei muito para tirar aquele tanto de comida do meu cabelo que ainda está cheirando a frango.

Trágico.

Sai do banheiro enrolada em uma toalha e fui procurar uma roupa. Vesti um vestido branco florado e calcei uma rasteirinha, meus cabelos estavam soltos e molhados. Olhei as horas e vi que já iam dar 3 horas da tarde, eu demorei mais que devia no banho.

Resolvi sair do quarto e conhecer a casa em que passaria meus próximos 9 dias. Andei por alguns corredores e abri algumas portas, e apenas encontrei quartos, andei mais um pouco e encontrei uma porta no fim do corredor. Fui até ela e abri dando de cara com uma enorme biblioteca, olhei tudo surpresa, o que uma biblioteca fazia em uma casa de praia? Aquele cantorzinho não têm cara de quem gosta de ler.

Entrei na grande biblioteca e passei por cada prateleira de livros, eu estava me sentindo em casa pois amo ler, comecei a pegar alguns livros de meu gosto e me sentei em um sofá que tinha ao canto e comecei a devorar cada página. Não há nada melhor do que mergulhar no mundo da imaginação.

— Além de irritante gosta de mexer nas coisas dos outros? — Ouvi uma voz rouca e me espantei, olhei porta a porta e encontrei o cantorzinho de braços cruzados só de calça seu peitoral estava exposto e seus cabelos molhados.

Mordi os lábios olhando nos seus olhos que estavam sérios, por que ele tem que ser tão bonito?



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