História 10 dias com ele - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Sakura, Sasuke, Sasusaku
Exibições 205
Palavras 1.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Self Inserction, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Quarto dia


 

10 Dias com Ele


           Fiquei o resto do dia trancada no quarto para não correr o risco de matar aquele ser mesquinho e idiota, acabei que nem fui jantar estava sem fome mesmo.

Acordei no outro dia parecendo um zumbi, na hora de levantar bati meu dedinho na quina da cama e fiquei pulando morrendo de dor enquanto praguejava aquele cantorzinho, sim a culpa era dele de tudo o que esta acontecendo comigo.

Tomei um banho e lavei os meus cabelos que estavam parecendo um ninho de passarinhos e depois vesti uma calça jeans, uma regata rosa e uma sapatilha. Sai do meu quarto e para a cozinha tentando achar humor para encarar a cara daquele cara. 

— Bom dia Célia — Disse entrando na cozinha e olhei ao redor não vendo ninguém. — Célia? — Chamei outra vez mais nem sinal da mulher, olhei para a mesa que sempre estava cheia de comida e agora estava vazia. O que será que aconteceu?

—  Será que dá pra calar a boca? não percebeu que ela não esta aqui? — O arrogante surgiu do nada me fazendo levar um susto, ele passou por mim bocejando com uma cara de sono, ele estava só com uma calça moletom deixando seu peitoral a mostrar e eu dei um tapa na minha cara por achar ele fofo e bonito quando acorda, na verdade o desgramado é bonito sempre.

— Eu sabia que você era louca mais não ao ponto de bater na própria cara — Ele disse abrindo a geladeira e eu cruzei os braços passando a mão no cabelo.

— Era uma mosca — Resmunguei vendo ele começar a tirar coisas comestíveis da geladeira.

— Hum — Resmungou pegando um pão e começou a faze o sanduíche.

— Onde esta a Célia? — Perguntei confusa.

— A irmã dela sofreu um acidente e ela teve que ir para o hospital — Ele respondeu recheando sue sanduíche. Coitada da Célia, tomara que a irmã dela fique bem.

Fiquei o olhando com cara de trocha até ele terminar aquele sanduíche que estava com uma cara deliciosa, ele pegou um copo de suco e passou por mim se sentando na mesa e começando a comer.

— Vai ficar me olhando com essa cara de idiota ou vai fazer alguma coisa pra comer? não me diga que não sabe se virar sozinha? — Ele disse irônico e eu o fuzilei com os olhos. Ele esta muito falante pro meu gosto.

— Na verdade, eu sei me virar muito bem, o que me admira é você saber se virar sozinho — Disse sorrindo e ele fechou a cara.

Me virei e fui até a mesa usando os mesmo ingredientes e fazendo um enorme sanduíche para mim. Coloquei um pouco de suco no copo e fui me sentar na mesa de frente para ele. O bom de ser eu é que eu como igual elefante e não engordo.

Comemos em silêncio cada um perdido em seus próprios pensamentos, ele terminou de comer primeiro e se levantou deixando o prato e copo na pia, depois saiu sem dizer mais nada. Terminei de comer e lavei a louça suja, minha e dele, só por que eu não tinha nada para fazer. E depois sai da cozinha passando pela sala o encontrando sentado no sofá assistindo um filme de ação, olhei ao redor e constatei que morreria de tédio por que não tinha nada pra fazer.

— Eu deveria estar trabalhando e olha onde eu estou agora — Murmurei me sentando no sofá ao lado de braços cruzados.

— Você trabalha? — Ouvi a voz calma dele e o olhei surpresa. Ele estava deitado no outro sofá com cara de tédio, ele esta puxando assunto comigo? e não estava sendo irônico.

— Sim, trabalho em uma Floricultura — Respondi  e ele me olhou.

— É Florista? — Ele perguntou pensativo. Por que ele esta perguntando isso? será que vai me humilhar só por que sou pobre?

— Sim aquela Floricultura já se tornou minha segunda casa, eu amo as flores — Disse com um pequeno sorriso.

— Hum — Ele murmurou e não falou mais nada. Fiquei surpresa pois ele não me jogou nenhuma das suas piadinhas sem graça.

Seria difícil de acreditar mais passamos a tarde inteira assistindo filmes e conversando, na maioria das vezes discutindo por que tínhamos um gosto muito diferente. Fiquei surpresa pois conseguimos conversar como seres humanos normais, mais tinha as vezes que ele era irônico e debochava da minha cara, mais se ele não debochasse não seira ele.

— Nossa o tempo passou rápido. — Disse olhando as horas quando o filme acabou, acho que assistimos uns 4 filmes.

— Tô com fome — Ele resmungou com as mãos na barriga.

— O que vamos jantar? — Perguntei o olhando, pois Célia não esta aqui.

— Sei-lá vou procurar qualquer coisa na cozinha — Ele disse e saiu rumo a cozinha.

O segui e o vi abrir a geladeira  e ficar olhando para dentro dela, olhei para o fugão e tive uma ideia.

— Eu vou fazer o jantar — Disse e ele olhou para mim.

— Você? — Perguntou arqueando uma sobrancelha.

— Sim eu — Respondi e ele sorriu irônico, tava demorando.

— Sua comida deve ser horrível — Ele murmurou e eu o olhei incrédula.

— Você nunca experimentou para saber — Disse irritada e ele pegou uma maça e fechou a porta da geladeira.

— Não preciso experimentar para saber — Ele deu uma mordida na maça e passou por mim saindo da cozinha. Filho de uma égua eu vou mostrar pra ele a minha comida horrível e ele vai mudar seu conceito de horrível.

— Ele vai ver quem faz comida horrível — Fui até o armário olhando o que tinha e tive uma ideia. — Vou fazer lasanha — Disse com água na boca e comecei a pegar os ingredientes.

Comecei a preparar tudo enquanto cantarolava, minha lasanha era deliciosa eu tenho que admitir, todos gostavam dela Ino sempre lambia o prato. Fiz um molho que ficou delicioso, ainda bem que aqui tinha tudo o que eu precisava. Quando terminei de prepara-la sorri e a coloquei no forno, lavei as vasilhas que sujei e resolvi tomar um banho, ela estaria pronta daqui uns 40 minutos.

Passei pela sala e não avistei o cantorzinho, dei de ombro e fui para o meu quarto. Tirei minha roupa e fui tomar um banho aproveitei e lavei os meus cabelos. Fiquei uns 30 minutos debaixo daquele chuveiro. quando sai vesti uma blusa vermelha de manguinhas  e um short jeans não muito curto, penteei os cabelos e sai do quarto rumo a cozinha. 

Cheguei a cozinha e o cantorzinho estava lá procurando alguma coisa no armário, seus cabelos estavam molhados e ele vestia só uma calça moletom deixando sua barriga de fora, qual é? ele só sabe andar assim agora?. Desviei o olhar do mesmo e fui até o forno olhar minha lasanha, parecia que já estava boa. Desliguei o fogo e a tirei de lá colocando-a em cima da mesa, o seu cheiro inalou em toda a cozinha, ela estava perfeita.

— O que é isso? — Ele perguntou parando ao meu lado olhando para a lasanha em cima da mesa. Idiota você vai se arrepender de ter falado que minha comida era horrível.

— Uma lasanha não esta vendo? — Disse revirando os olhos e fui até a geladeira pegar alguns tomates para dar o toque final na minha obra de arte.

Lavei os tomates e peguei uma faca voltando a mesa, Sasuke se afastou para o lado e eu comecei a cortar as rodelas de tomates as colocando por cima da lasanha. Depois de um tempo em silencio eu olhei para Sasuke que não tinha saído do meu lado, e vi que os olhos dele pareciam brilhar olhando o tomate em minhas mãos. Olhei pra ele e para o tomate umas duas vezes, coloquei a faca na mesa e tive uma ideia.

— Gosta de tomates? — Perguntei provocativa e levei o tomate a boca mordendo um pedaço e ele olhou para minha boca fixamente. Era tão engraçado a cara dele.

— Um que delicia — Disse fazendo uma cara satisfatória e mordi outro pedaço. 

Levei um susto quando ele pegou em minha cintura me virando para ele, o olhei de olhos arregalados e ele olhava fixamente para minha boca mordendo os lábios. Engoli o tomate nervosa e senti ele me levantar e me colocar sentada em um canto vago da mesa.

— O que você esta fazendo? — Perguntei nervosa quando o senti se aproximar do meu corpo. Ele olhou para meus olhos e aproximou o rosto do meu me fazendo sentir sua respiração descompassada.

 Meu coração estava para sair pela boca e eu não sabia o por que. Senti sua língua tocar no canto da minha boca e  estremeci, ele deu uma lambida e desceu para meus lábios dando uma mordida. 

 E quando percebi ele colou a boca na minha, quando sua língua tocou na minha me arrepiei por inteira. Logo ele começou a me beijar explorando cada canto da minha boca. Ele segurou minha cintura e me puxou para ele me beijando desesperadamente.

O beijo era tão envolvente e tão bom, nunca tinha beijado alguém dessa maneira, levei minhas mãos ao seu pescoço e puxei seus cabelos. O senti apertar minha cintura e eu arfei sentindo minha respiração falhar. Não era para isso estar acontecendo, era pra ele ficar irritado não me agarrar dessa maneira nunca mais irei provoca-lo com tomates.



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