História 10 Millions (Larry Stylinson) - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~_Hamster

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer, Camila Cabello, Fifth Harmony, One Direction, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Ashton Irwin, Calum Hood, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags 5 Seconds Of Summer, Camilla Cabello, Camren, Daddy Kink, Fifth Harmony, Harry Bottom, Larry, Larry Stylinson, Louis!tops, Muke, One Direction, Scarpin Vermelho, Zayn Malik, Ziam
Visualizações 69
Palavras 1.942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura <3

P.s: Preparem os Cores

Capítulo 3 - How much do you charge for one night?


Fanfic / Fanfiction 10 Millions (Larry Stylinson) - Capítulo 3 - How much do you charge for one night?

Pov's Louis

- UHUUUUUUUUUUUUUU!! - gritou o público em aprovação quando Edick Queen apareceu diante de nossos olhos.

Não... Aquilo não era um homem... AQUILO ERA DEUS!

- Ele é lindo não é? - Zayn interveio e roubou meu pensamento. Eu mal consegui mover minha cabeça de tanta euforia que gritava dentro de mim.

Edick estava vestido de médico, e se posicionou em sua casa real, enfeitiçando todos à sua frente com o simples poder que rodava seus olhos. Ele mal se mexeu e todos vibraram novamente, e eu não conseguia esquivar meus olhos de seu corpo abafado por aquela fantasia minúscula.

Ele logo se juntou às outras dançarinas e sensualizou ainda mais seus passos, ao som de onde parecia ser sua música tema.

Zayn gritava de felicidade e quase babava, enquanto eu estava impossibilitado de mexer qualquer músculo interno. Eu estava petrificado com aquele homem na minha frente. Ele dançava com tanta habilidade e leveza, deixando o público bem satisfeito pelo visto. 

Eu tive que beber mais ainda para ver se acordava, mas não funcionou nem um pouco, eu apenas fiquei mais zonzo. Até os barman's curtiam Edick Queen ao som de Knee Socks.

Ele retirou a camisa branca que estava meio aberta e mais gritos vieram no segundo seguinte. Ele se apoiou ao "poste" que parecia ser de PollyDance e girou a camiseta no ar, dando leves tapinhas na parte interna de sua coxa.

Eu passei a observar suas tatuagens. Eram muitas, de vários tipos. Havia pássaros, uma borboleta, um navio, um coração, e outras que eu não consegui ver de onde estou.

Ele então tirou a calça, e de lá surgiu meu novo fetiche: Edick Queen com meias até o joelho estilo arrastão. Ele usava um sapato muito semelhante à um salto, e a calcinha preta estava se destacando perfeitamente em sua pele pálida. A boca avermelhada me atraíam toda a atenção para seu rosto.

Passei a noite inteira bebendo e admirando seus passos, até que decidi sair do banco do bar e ir me sentar em alguma mesa vazia. Só havia uma bem de frente ao local que Edick se apresentava, onde um sofá de estofado roxo escuro estava colocado num efeito minhoca, como se uma corda estivesse me movimentando para os dois lados, e havia mesas ali. Pedi mais uma bebida e me sentei ali, e percebi Zayn começar a conversar com um homem muito atraente, que sentou-se onde eu estava. E então o show pareceu dar uma pausa, por que duas horas da manhã ainda era muito cedo para que esse tipo de show acabasse.

Resolvi dar uma verificada no celular e notei ter ONZE chamadas perdidas da Eleanor de meia noite e meia até a uma hora. Arregalei os olhos e bufei de raiva.

Se eu não tivesse vindo parar nesse lugar, eu e Eleanor poderíamos estar bem agora. Droga!

- Posso me sentar aqui senhor? - pulei de susto ao escutar uma voz extremamente rouca próxima à mim.

Era ele...

- Hã... Oi, c-claro... - por que eu gaguejei mesmo? A é, pelo simples FATO EDICK QUEEN ESTAR BEM AO MEU LADO!

- Obrigado. - ele sorriu. E havia covinhas em seu sorriso.

PUTA QUE PARIU QUE HOMÃO DA PORRA. Louis Tomlinson, trate de se controlar por que ele está bem ao seu lado, e se você endoidar agora, vai se ferrar.

- Qual seu nome, senhor? - perguntou-me ele de repente, com cara de quem não está dando a mínima, perguntou apenas por não apreciar o silêncio entre duas pessoas. Eu me assustei minimamente, pois estava tão distante apreciando a beleza que pertence a esse homem que nem me toquei do barulho ao meu redor.

- Louis Tomlinson. - disse um pouquinho mais alegre que o meu desejar. - Não sou tão velho, não me chame de senhor por favor, me sinto um idoso bobo.

- Prazer Sr. Tomlinson. - ele abriu um sorriso sapeca. Hmm, temos aqui um provocador. - Você já deve saber quem eu sou.

- Sim, sim. - assenti levemente, sorrindo pouco.

- Gostou da apresentação dessa noite? - ele cruzou as pernas ainda semi-nuas, tal ato me obrigou a morder os lábios com certa força.

- Ah sim, agradável!

Ele me olhou com os olhos arregalados, como se estivesse horrorizado com minha resposta.

- Agradável? Apenas?

Eu fiquei completamente sem ter o que dizer no momento. Ele me olhou como se estivesse inconformado com minha resposta. Mas eu não podia parecer um completo louco por aquela apresentação - se bem que eu estava, mas ele não precisava ficar sabendo disso.

- Sim? - falei, e ele bufou.

Por um segundo eu fiquei com raiva, porque meu deus! Eu não havia dito que gostei? O que ele queria escutar da minha boca ou presenciar? Uma súplica para que ele retornasse para aquele palco e retirasse o resto de roupa que permaneceu em seu corpo na minha frente...? Olha que não é uma má ideia!

- Mas... - ele me olhou, ainda com um olhar de insatisfação. - Seu nome é mesmo Edick Queen? Se permite perguntar.

Ele riu, e seu olhar se transformou, me mostrando certo lado interesseiro de sua parte em relação ao assunto.

- Acho que você não entendeu, o que eles querem passar atráves de nós, não é? - neguei com a cabeça e o vi erguer o braço direito junto a dois dedos, indicador e o do meio. Um garçom loiro assentiu, levemente rosado nas bochechas e se apressou para preparar uma bebida para nós. - Nós temos várias personalidades nessa casa, é como ser ator ou atriz, temos nossos personagens.

Assenti, ainda reparando em cada detalhe de seu rosto claro, e suado. O maxilar desse homem está me fazendo delirar por dentro. E graças a Deus que por enquanto eu estou conseguindo disfarçar minhas emoções.

- A única diferença, é que nossas identidades nunca são reveladas. - ele me olhou, e mordeu o lábio ao reparar em minhas coxas.

Corei, e cruzei as pernas por um leve sinal de vida brotar ali no meio. OH QUE CACETE! BEM AGORA PAI AMADO?!

- Ahn... E-então quer dizer que você é mesmo anônimo. - eu nem me toquei do que eu havia acabado de falar. Só tentava dar um jeito de Edick parar de reparar em meu corpo como se ele fosse um leão faminto e eu um enorme bife cru.

- Que coxas grandes! - ele ignorou completamente a minha "pergunta", e permaneceu a saborear aquele local com os olhos.

- É... Sã-o s-sim... - disse, e Zayn apareceu com dois copos de bebidas. Finalmente consegui respirar regularmente.

Edick Queen analizou bem meu amigo, e colocou o indicador sobre o queixo e franziu o cenho.

- Nossa, eles estão contratando barman's tão... - ele novamente colocou aquele olhar de leão faminto em suas expressões e eu rolei os olhos. A dois segundos atrás ele estava ME secando.

- Não sou barman, só vim trazer as bebidas que você pediu já que Niall estava atendendo outra pessoa. - Zayn o cortou de imediato ao se tocar que frase ele iria pronunciar.

Eu... quase ri.

- Hum... - disse Edick, mordendo os lábios novamente quando Zayn virou de costas caminhando novamente para perto daquele homem que eu não conhecia.

Edick Queen logo bebericou de sua bebida, e me olhou novamente, me vendo parado.

- Não vai beber? - questionou.

- Acho que já esgotei minha cota por hoje. - falei, negando com a cabeça.

- Uau. Você é bem careta. - ele rolou os olhos e deu mais um gole.

O olhei mais uma vez em deboche.

- Quer saber?

Fui lá e tomei tudo em um gole só, o deixando com cara de tacho.

- Quem é careta agora? - disse, o desafiando.

A tontura me dominou por um segundo e eu me escorei novamente no encosto do sofá. Edick gargalhava alto com minha reação.

- Você quase não bebe, né Sr. Tomlinson? - disse, ainda entre risadas. - Parece tão fraco.

- Eu trabalho. E diferente do seu, eu preciso estar em pleno estado psicológico. - ele revirou novamente os olhos.

- Você parece um velho falando. - disse.

E você parece um adolescente, cujo os pais não educaram e acha que possuí autoridade sobre tudo diante de pessoas mais velhas.

Lógico que eu não ia falar isso, né?

- E você parece um adolescente, cujo os pais não educaram e acha que possuí autoridade sobre tudo diante de pessoas mais velhas. - Oops!

Ele arregalou os olhos, mas riu em seguida.

- Não falei? - permaneceu rindo.

Eu bufei.

- Mas então... - colocou o copo sobre a mesa, e debruçou-se sobre o encosto do sofá. - O que você faz da vida?

- Sou vice-presidente da marca Addidas - respondi sem muito ânimo.

Ele arregalou os olhos.

- Addidas? Sério?! - acho que alguém gostou...

- Sim, mas lá não é algo maravilhoso.

- Por que?

- Pelo simples fato de eu ter começado a trabalhar lá por... Ordens do meu "pai". - sim, eu fiz mesmo entre aspas.

Mais quatro copos de bebidas depois...

- Eu não acredito nisso! - falei, inconformado por a bebida já ter acabado.

- Acho que alguém bebeu bastante. - Edick se aproximou. Deixou seu copo sobre a mesa novamente.

Eu já estava bêbado. Sim, completamente. Uma ideia louca passou pela minha cabeça, que no momento, não armazenava nada de concreto. Aquilo seria uma péssima ideia, mas eu já não estava aguentando.

Coloquei Edick encostado no sofá, e me aproximei de seu ouvido:

- Quanto você cobra por uma noite?

Ele gargalhou, e me sentou no sofá de modo direito.

- Eu não faço programas Tomlinson, sou só um Striper.- disse como se fosse óbvio.

- Uma noite. Só isso não lhe tornaria um garoto de programa. - falei, me aproximando mais.

Ele se afastou.

- Não. Meu trabalho é: dar prazer sem ser tocado, apenas isso! - ele se levantou, e deu de costas. - Boa noite, Sr. Tomlinson.

- Uma noite! Só isso, e nunca mais te procuro. - tentei novamente.

- Boa noite, Sr. TOMLINSON!

- Eu te pago quanto quiser! - disse alto, e ele parou de caminhar, provavelmente havia se interessado pela proposta. - Por uma noite, te pago qualquer valor, e nunca mais te procuro.

Ele se virou, e deu um leve sorriso safado e desafiador. Aquilo era algo que acabaria com meu casamento, com a minha dignidade, a dos meus filhos e de minha esposa. Eu poderia falir, dependendo do valor que ele pediria, poderia não ter condições de te pagar.

- A vista?

- A vista.

Eu não fazia ideia do que minha boca soltava. Só sabia que eu necessitava de uma noite com esse homem.

Mas ele ainda parecia hesitar.

- Meu corpo não vale pouca coisa. - falou, e fez mensão de dar as costas novamente.

- QUALQUER VALOR! - disse ainda mais alto. - A quantia que você quiser, só me dê uma noite, mais nada! Você nunca mais irá me ver, eu não irei te procurar e não falerei a ninguém sobre isso... Mas me dê, uma noite.

Ele pareceu considerar a ideia.

- Uma noite? Por qualquer valor, aqui, a vista? - assenti freneticamente.

Eu sabia que se ele topasse, eu iria me arrepender e conviver com o peso da culpa de ter comprado uma traição. Mas... Eu precisava tocar aquele homem, de todas as maneiras que eu conseguisse...

- Sim... Uma noite, qualquer valor, e a vista!

Ele assentiu.

- Eu cobro dez milhões.

Arregalei os olhos e quase desmaiei. Dez milhões?! Por uma transa?! Ele não podia ser tão bom assim...

- Sem isso, nada pra você. - ele pisou forte, e manteve sua condição.

Eu precisava fazer aquilo...

- Feito.


Notas Finais


Proximo capitulo...


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