História 100 Dias Para se Apaixonar - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Exibições 35
Palavras 2.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 25 - Vampirinha vadia


Fanfic / Fanfiction 100 Dias Para se Apaixonar - Capítulo 25 - Vampirinha vadia

A energia de Khetyssiah era tão boa e pura que Agatha só se deu conta de que havia pego demais quando a mesma caiu no chão desacordada.

Droga! Agatha deu um passo para trás, em choque. O que havia acontecido?! Não havia pego tanto assim, havia?! Louis ia surtar!

Estava se abaixando sobre a outra quando ouviu passos.

Alguém havia chegado! Precisava ir e rápido!

Fechou os olhos e se ligou ao seu corpo, quando os abriu já estava de volta nele.

Respirou fundo e baixou seu escudo mágico que havia levantado para estar segura durante sua viagem espiritual, em seguida, se levantou e saiu de dentro do círculo de pedras que havia feito.

Esperava que Khetyssiah ficasse bem, por um lado porque sabia que Louis ia pirar ao saber disso, porque ele com certeza saberia, e por outro porque... ela não sabia o porquê, só esperava que ela ficasse.

 

 

Freddie chegou em casa e viu quando foi para a cozinha beber água a mesa toda arrumada.

E em cima dela havia um envelope branco que estava escrito na frente:

Para meu amor:

Sua mandíbula ficou tensa. Khaty havia escrito para ele, engolindo em seco, o abriu e pegou a folha de papel cheia de figurinhas e começou a ler:

“Querido e amado Freddie,

    Me desculpe por ter feito o que fiz, sei que havia prometido para você que não iria realizar mais curas, mas eu fiz isso para te ver bem. Ela é a sua mãe e você estava sofrendo, então, por favor, se põe em meu lugar e por favor, volte a falar comigo? Te amo muito e sinto sua falta.

   Beijos de sua eterna namorada”.

Ele sorriu, não pôde evitar sorrir. A amava tanto que não tinha palavras para descrever esse amor e era exatamente porque a amava que estava bravo. Ela havia se preocupado com a mãe dele, mas não consigo mesmo, e isso o havia chateado por ela ter colocado sua vida em risco, mas ele teria feito o mesmo se estivesse no lugar dela e foi esse pensamento que o fez ir atrás dela no quarto dos dois para fazer as pazes.

Caminhou tentando não fazer barulho para fazer uma surpresa para a mesma, mas o surpreendido foi ele que ao abrir a porta a viu caída no chão.

O primeiro pensamento que passou em sua cabeça era se ela estava viva, e assim que se recuperou do choque correu até ela e pegou seu braço para sentir seu pulso.

Por alguns segundos deixou que o alívio tomasse conta de seu corpo, em seguida, a pegou no colo e correu para o hospital.

 

 

Louis colocava seus livros em seu armário enquanto Agatha falava algo que ele não fazia a menor ideia do que era.

A garota estava tão doce e gentil que ele estava desconfiado. Agatha só agia assim quando havia feito algo de errado e sabia que ele reprovava, aí ela começava a rir de tudo que ele falava e a enche-lo de mimos.

- O que você acha? – Ela perguntou animada com um sorriso de orelha a orelha.

- Faz o que você achar melhor, irmã. – Ao ouvi-lo dizer aquilo o sorriso dela se alargou ainda mais, mas ele logo foi fechado quando ela viu alguém se aproximar.

Diana foi com tudo para cima dela a agarrando pelos cabelos e jogando-a contra a parede, sem entender o que estava acontecendo, Louis logo tratou de afasta-la da irmã.

- Sua vampirinha vadia de quinta! – Diana gritava ofensas enquanto tentava a todo custo se livrar de Louis. Ele agradeceu mentalmente por eles serem os únicos no corredor. – Como você pôde descer tão baixo?

- Não sei do que você está falando. – Agatha disse, na defensiva.

Será mesmo que não? Louis se perguntou.

- É claro que você sabe! – Diana quase conseguiu se soltar.

- Ela está louca, Louis! Eu não fiz nada! – Agatha exclamou alterada.

- Nada?! – Diana berrou. – Então quer dizer que invadir a casa de Khetyssiah e sugar tanto a energia dela a ponto de ela desmaiar não é nada?!

Louis congelou.

- Você fez o quê? – Olhou perplexo para a irmã. – Agatha, você fez isso?!

Diante do olhar do irmão ela baixou a cabeça e ele soube naquele momento que ela havia feito. Aproveitando aquilo, Diana se soltou e partiu para cima de Agatha novamente.

- Louis, tira essa garota daqui! – Agatha gritou tentando escapar das garras de Diana.

Jamie o fez. Tudo bem que Agatha havia errado e sido muito idiota em ter feito o que fez, mas ele não deixaria que ninguém encostasse um dedo nela, ele mesmo a puniria, mas da sua forma. Ela era sua irmã e ele a protegeria de tudo e de todos.

Ele abaixou-se e sem aviso jogou Diana em suas costas. Ignorando o olhar perplexo de Agatha e os murros e gritos da outra, saiu dali.

Quando chegou ao outro corredor a soltou, a mesma o fuzilou com o olhar, mas não disse nada.

- Diana, eu não... – Ele começou.

- Poupe-me de suas explicações, Louis! – Ela o cortou. – E faça o favor de mandar sua irmã ficar longe da minha amiga. Uma coisa é vocês aparecerem em meus sonhos e de Jamie e outra totalemente diferente é mexerem com quem não tem nada a ver com isso. – Ele assentiu. – E avisa pra ela que se ela fizer isso mais uma vez vai se ver comigo, eu vou pega-la quando você não estiver com ela e vou deixa-la inconsciente no chão como ela fez com a Khaty. – Dito isso ela saiu.

 

 

Agatha se encarou mais uma vez no espelho, havia ido lá para arrumar o estrago que Diana havia feito em seu cabelo.

Aquela vaca! Quem ela pensa que é?

Diana até pensou em se vingar, mas não faria isso, pois seu foco agora era em como Louis reagiria agora que sabia o que ela havia feito.

Respirou fundo e saiu, indo para sua sala.

 

 

Myrcela e Khalysie chegaram ao colégio, se despediram e seguiram em direções diferentes.

Myr estava indo para sua sala quando sentiu alguém pegar em seu braço e puxa-la violentamente. Virou-se e viu Fernando.

- Precisamos conversar! – Ele disse, puxando-a.

Perplexa demais para fazer ou falar qualquer coisa ela se deixou ser levada por ele.

Será que ele havia descoberto? Será que Felipe havia contado para ele? Supôs que sim, pois o mesmo parecia muito bravo.

Quando ele a soltou, esperou que ela protestasse pelo fato de ele ter feito aquilo, mas ela não o fez, então ele perguntou:

- O que há entre você e aquele garoto?

Myrcela arregalou os olhos.

O quê?!

- Hein? – Fernando exigiu saber. – Por que você agora só anda com ele? – Aquilo a fez gargalhar. – Qual a graça?

- Você. – Ela soltou. – Você é a graça, exigindo saber de um assunto que não lhe diz respeito.

- Como não me diz respeito Myrcela? – Ele praticamente gritou.

- Ei, ei, ei? – Ela disse calmamente. – Abaixe o tom de voz para falar comigo, está achando que eu sou o quê? Propriedade sua? Pois saiba que está muito enganado, baby. Não sou nada sua e não lhe devo explicações da minha vida. Agora acho melhor você ir indo antes que sua namorada nos veja aqui e enlouqueça de vez.

Ele estreitou os olhos.

- Mas o que está acontecendo aqui? - A voz de Jhemily falou atrás de Myrcela, que sorriu.

- Pergunta para seu namoradinho. – Myr virou-se para a outra. – Ele que agarrou no meu braço e me puxou até aqui pra perguntar se estou namorando com o Jordan.

- Você o quê? – Jhemily olhou perplexa para Fernando.

- Bom... eu preciso ir. – Rindo, Myr saiu dali, passando por Jhemily que sequer olhou para ela, estava ocupada demais encarando o namorado com um olhar assassino.

Eu namorei esse idiota?, perguntou-se Myrcela, indo para sua sala.

 

 

- Khalysie? – Ouviu uma voz chama-la. – Khalysie?

Virou-se e viu Louis.

- O que quer? – Perguntou rude.

- Quero pedir um favor.

- Um favor? – Ela estava perplexa. – Acha mesmo que vou lhe fazer um favor depois de sua irmã quase matar minha amiga?

- Falou certo, minha irmã, não eu. – Ele se aproximou. – E o favor que vou lhe pedir é relacionado a isso mesmo.

- Tá bom. – Ela resolveu lhe dar uma chance. – Fala.

- Quero que... – Ele suspirou. – Quero que peça desculpas a sua amiga por mim.

- O quê? – Ele havia dito tão rápido que ela sequer havia acreditado.

- Isso mesmo que você ouviu. – Ele assentiu. – Quero que peça desculpas a ela por mim. Eu não sabia que Agatha iria fazer isso e por ter certeza que se soubesse, não teria deixado.

Khalysie não acreditou em uma palavra do que ele havia dito, mas se lembrou do que Freddie havia lhe dito:

“Ela disse que Agatha havia lhe dito que o irmão dela havia mandando-a ficar longe, mas que não iria fazer isso porque havia achado divertido brincar com ela”.

- Tá. – Disse por fim. – Eu direi a ela, sim.

 

 

Alguns dias depois

Os dias que se passaram foram calmos e tranquilos. Khetyssiah logo ficou boa e quando chegou em casa recebeu uma festa surpresa de seus amigos, mas a surpresa maior era que Louis havia ido e lhe levado até um buquê de flores.

Khalysie viu que ele não era tão ruim assim e os dois se aproximaram graças a um trabalho em dupla que o professor de historia havia feito e por meio de um sorteio os dois ficaram de fazer juntos esse trabalho. No início Lysie não gostou da ideia de ficar perto dele, mas quando o conheceu melhor se tornou amiga do mesmo, apesar de ele ainda invadir os sonhos de Diana para pegar a energia dela, mas isso não a incomodava mais tanto, pois segundo sua amiga, ele não pegava mais tanto assim.

Anthony estava mais calmo, doce e gentil, ele e Lysie também havia se aproximado mais e agora estavam quase inseparáveis. Ele havia a convencido a visita-lo no hospital e ela foi, no início os pais dele estranhavam, pois quando ela disse ser amiga do colégio dele, alegaram nunca tê-la visto com o mesmo, mas depois eles até gostaram dela, pois a preocupação da garota para com o filho deles era de se admirar. Sempre que ela ia levava flores e às vezes até um balão, dizendo que era pra quando ele acordasse, para ele ver que ela não havia se esquecido do mesmo.

Myrcela ainda não havia contado para Fernando sobre sua gravidez e nem havia planos de contar em um futuro próximo, apesar da pressão que sua mãe e Felipe estavam lhe fazendo, se sentia bem com a proteção e o apoio que sua irmã e Rebekah lhe davam. Jordan também havia se mostrado uma peça muito importante na sua vida, sempre sorridente e atencioso, ela gostava cada vez mais dele. Mas no momento seus pensamentos estavam em uma garota que aparecia em seus sonhos constantemente, isso estava a assustando.

Agatha havia ficado surpresa por seu irmão não ter feito nada em relação ao que ela havia feito a Khaty. Pelo contrário, ele havia ficado feliz, não feliz por ela tê-lo desobedecido, mas feliz porque ele havia se aproximado de Lysie e dos amigos dela. Agatha não gostava de ser considerada a vilã e ele o mocinho, mas não estava se importando naquele momento, ele estava lhe dando atenção e sendo carinhoso, e era isso que importava, não que ele não fosse atencioso, ele era, mas quando alguém o decepcionava ele se afastava, e ela estava feliz por ele não ter feito isso. Eram só eles dois ali e ela não sabia se daria conta de aguentar o desprezo dele.

 

 

Já eram quase uma da manhã quando todos se deitaram para dormir, isso não seria um problema, pois já era sábado, o que significava que não teria aula e eles poderiam dormir até mais tarde.

Khaty havia dito a ideia de fazer uma festa do pijama, e havia chamado Lysie, Diana e Jamie para sua casa. Eles logo toparam e às sete da noite já estavam todos na casa dela, as horas que se passaram foram rápidas. Eles pediram pizza, assistiram filmes, brincaram, dançaram e até beberam um pouco, sobre o olhar de Freddie que era sempre o mais responsável.

Agora estavam todos deitados em colchões no chão da sala.

Khaty ao lado de Freddie, Diana abraçada a Jamie e Lysie ao lado do mesmo. Todos dormiam, menos Lysie, e ela agradeceu por isso, pois quando Anthony apareceu os outros não viram o sorriso bobo que ela deu.

- Está sem sono? – Ele perguntou, abaixando-se ao seu lado. A garota assentiu fazendo biquinho. – Você bebeu?

- Um pouco talvez. – Ela sussurrou dando uma risadinha silenciosa, ele também riu. – Deita comigo.

Por um momento ele pensou se deveria fazê-lo, em seguida, estava deitado ao lado dela que se aninhou em seus braços.

- Faz cafuné? – Ela pediu baixinho com a voz manhosa. Ele fez o que ela pediu. – Isso é tããão bom.

Anthony riu e continuou.

Minutos depois ela já dormia, ficou encarando-a em silencio, até que sentiu alguém se aproximar. Levantou o olhar e viu Isabelle olhando intensamente para ele.

Seu coração se acelerou.

- Isabelle! – Ele exclamou baixinho. – Você sumiu! Por onde andava?! Eu estava pra ficar louco!

A mulher sorriu.

 

 

Myrcela acordou com uma dor forte no pé da barriga. Estava doendo tanto que ela se levantou com dificuldade para ir ao banheiro, mas assim que se levantou congelou. Havia sangue na cama. Sangue dela! Ela estava sangrando!

Pensou em gritar, mas não adiantaria de nada, estava sozinha em casa. Sua mãe estava em uma viagem de negócios e sua irmã na casa de uma amiga.

Seu bebê! O que estava acontecendo com ele?!

Desesperada caçou seu celular e o achou embaixo de seu travesseiro. Sua barriga doía muito e quase não aguentando mais se deitou na cama, gemendo. Desbloqueou seu celular e foi nos registros de chamada. Ligou para a primeira pessoa que apareceu.

Dois toques e o celular logo foi atendido:

Ligação On

- Myrcela?! – Ouviu a voz preocupada do outro lado. – Aconteceu alguma coisa?!

- Jordan! – Murmurou aflita. – Estou sangrando!



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...