História 100 imagines BTS. - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hot, Romance, Sexo
Visualizações 325
Palavras 938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Droubble, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não iria postar agora, mas só lembrei que tenho um compromisso a noite (🌚🌚🌚🌚) hoje. Quem sabe não arrumo inspiração (🌚🌚🌚🌚) até amanhã, filhas.

Capítulo 28 - Titio malvado. · TaeTae


Se tem uma coisa que me atrai a casa de minha avó nos natais, essa coisa se chama Kim Taehyung. Ele é cinco anos mais velho do que eu, o que para um tio é uma diferença de idade muito pequena não acha?

Meus avós adotaram o TaeTae depois que meu pai se casou, dizeram que a casa ficou muito vazia sem ele. Tae animava a casa e porra, ele é muito bonito.

Naquele natal de 2017 eu não ia deixar que passassem em branco. Eu necessitava daquelas mãos grandes de Taehyung dançado sobre o meu corpo, sobre aquela língua nervosa que quase sempre está fora da boca, percorrendo todo a minha intimidade. E quando eu quero, eu consigo.

Coloquei um vestido vermelho provocante, curto e colado, mas sem decote. Afinal é Coréia. Meus pais estranharam o fato de eu estar tão produzida, mas não fizeram tantas perguntas. Durante a viagem eu só pensava em como seria. E se ele me rejeitasse? E se ele pensasse que eu sou uma adolescente precoce querendo pegar o tio?

Mas quem manda ser tão delícia?

Deus perdoe a minha vontade de dá para Kim Taehyung.

Quando chegamos na porta da casa de meus avos já dava para ouvir as músicas chatinhas, e meus primos já estavam bêbados. Eu comprimento eles sem animação alguma e entro logo na residência. Na sala encontro minha avó sentada no sofá assistindo TV com um prato cheio de legumes e sushis. Eca – penso.

— Senhora. — sorrio fraco. Eu e a minha avó não somos tão próximas. Não tanto depois que eu fui passar um final de semana na casa dela e ela me viu bebendo café da cueca do Tae. Eu li na revista que trás o homem dono da cueca! Não me julgue! Afinal eu sou você.

— Oi, querida. Seu Vô e seu "TIO" estão comendo na cozinha — ela cuspiu a palavra "tio" e eu fui em direção a cozinha. Meu pai que já havia entrado veio junto comigo, preparado para pegar comida. Meu avô esta com seus cabelinhos brancos escorridos caindo em cima de seus olhos comendo distraidamente um prato de sopa. Já Kim TaeTae está com uma blusa rasgada nas pontas, a calça jeans colada em seu corpo, e um tênis lindo. Nossa cara, o cabelo está loiro e eu adoro essa cor nele.

— Oi vovô, oi titio. — comprimento cada um deles com um beijo na bochecha. Quer dizer, no rosto do Tae sem querer eu beijei próximo de sua boca.

Eles sorriram fofinhos para mim e meu pai disse um "oi, família" antes de devorar uma sopa na panela. Minha mãe pegou um prato com arroz de manga e desapareceu. Bem já que estava todos comendo eu também fui atrás de uma refeição. Encontro na geladeira uma vasilha cheia de macarrão e molho. Esquento no microondas e vou até a varanda com a minha vasilha queimando meus dedos. Como você pode ver minha familia não é tão de ficar "juntinhos", mas nos amamos. Eu acho. Sento no banco da varando e devoro meu macarrão. Estava realmente divino, minha avó sabe cozinhar, só é uma chata.

   — Você está linda assim.

  Essa voz rouca e grossa. Quase engasgo e olho para cima.

   — Obrigada tio.

  Ele caminhou até mim. Sentou ao meu lado, olhando para os lados. Ao se certificar que não havia ninguém por perto colocou a mão sobre a minha coxa e apertou, subindo até minha calcinha.

   — Titio o que é isso? — eu perguntei fingindo inocência. Ele sorriu quadrado da forma mais linda.

   — Você me deseja S/N?

Muito, muito, muito – penso.

   — Como pode pensar algo assim tio?

   — Não sou seu tio. Não tenho laço de sangue com você.

  Exatamente!

  — Mas é como se fosse, tio TaeTae.

Ele parou de sorrir.

    — Não me chame assim, só me dá mais desejo.

Me arrepie inteira. Tossi. 

  — Durma cedo hoje, mocinha. As três horas da madrugada deixarei a porta do meu quarto aberto.

  Eu olhei assutada. Ele nunca havia me chamando para nada assim antes, nunca se mostrou interessado em mim.

   — E se eu não for? — pergunto com a boca seca de desejo.

    — Eu vou esquecer você. — ele disse e se levantou. Só quando ele estava longe percebo, o quanto eu estava pura adrenalina.

.

  Meia-noite estavam todos assistindo especias de natais comendo o que sobrou da ceia. Eu já não aguentava mais fingir que nada tinha acontecido. Taehyung sorria quadrado para todo mundo, brincou com as crianças como se nada tivesse ocorrido. Jesus.

   — Eu estou com dor de cabeça, vou dormir. — digo na frente da minha família. Demorou um pouco até que eu realmente deitasse, vovó queria me preparar um chá que ela disse ser bom para dor de cabeça, e mamãe insistiu que eu fizesse uma xícara de café para ela. Lá pela à uma da manhã que eu estava deitada em um travesseiro​.  Não consegui dormir de forma alguma, e então fiquei acordada até as três da manhã.

.

Olho para o relógio, três e meia. Se eu o quero tanto, por que estou com tanto medo? Por que estou tão insegura?

Não posso e não vou perdê-lo.

  Me levanto tentando não acordar minhas primas que estavam dividindo o quarto comigo. 

   Vou até o quarto de Taehyung e tento bater na porta. A porta se abre; mostrando que literalmente ele tinha deixado a porta entreaberta para mim.

  Quando entro ele esta deitado mexendo em seu celular​. Ele me encara e sorri.

   — Tranca a porta, sobrinha. — ele diz baixinho. Engoli em seco e fechei a porta; trancando-a. — Vem cá, S/N."

   .

Continua.

   


Notas Finais


Omma Unicórnio tá feliz graças a vocês! Chegamos a 110 S2!!!!! Socorro. Eu queira agradecer a todos os leitores por isso, fico feliz de saber que 110 pessoas leram e gostaram de algum imagine. De qualquer forma pretendo melhorar a minha escrita para vocês.


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