História 100 Things to Do Before You Die - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens JB
Exibições 94
Palavras 818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI, GENTE.

Capítulo 2 - Primeiro Capítulo


      —JaeBum? Oi? — questionou ao não notar a presença do rapaz em sua casa — Ok, aquele maldito sumiu. Deixa eu ver se ele não levou nada.

      Seus olhos passearam pela casa e Ally arqueou a sobrancelha ao não notar a falta de nenhum objeto. De repente, a mulher avistou uma folha de papel sobre a mesa de centro. Pegou a pequena folha e leu o que estava escrito ali.

      “Tenho que ir, desculpe-me por qualquer problema que possa ter causado ao seu sono, já que talvez não tenha conseguido dormir pela preocupação com o fato de minha pessoa roubar ou tentar algo com você.

      Ps.: Não sumiu nada”.

      Ela suspirou, tomou um banho rápido e vestiu um vestido florido simples e seu jaleco. Era uma renomada e famosa médica e, sem dúvida, uma das melhores de seu país.

      Muitos perguntaram-lhe o segredo para ser tão bem sucedida e ela apenas sorria e, em resposta, falava a seguinte frase: “Eu simplesmente os trato bem e da mesma forma que eu esperaria ser tratada”.

      Mordeu o lábio inferior com força enquanto trancava a porta e encaminhava-se para o hospital. Havia optado por ir caminhando naquele dia, já que era bem mais saudável, porém a visão de seu ex-amigo, Jeon JungKook, caminhando ao lado de outra pessoa era algo que Allyce não gostava. De tantas casas na cidade, por que havia escolhido morar logo naquela? Tudo bem que era um local bastante confortável e seu salário era mais do que o suficiente para pagar o aluguel e viver confortavelmente pelo resto de sua vida. O único problema era o fato de JungKook morar bem ao lado.

      Allyce passou pelo casal com a cabeça baixa e o olhar direcionado para o lado oposto ao dos dois, com a esperança de que ninguém falasse com ela. Porém, obviamente, não foi o que aconteceu.

      —Olá, doutora — cumprimentou JungKook, o que fez a mulher erguer a cabeça e dar um dos sorrisos mais falsos de sua vida — Bom dia.

      —Bom dia, vizinho — disse e virou a cabeça antes que vomitasse ao olhar para o rosto da atual namorada de Jeon JungKook, aquela loira de olhos castanhos havia sido o pivô do fim da amizade entre os dois — Tenho que ir, com licença.

      —Claro — falou e observou-a por alguns minutos enquanto Allyce desaparecia aos poucos a caminho de seu trabalho. Uma expressão triste surgiu no rosto do mais alto, que olhou para a namorada e pensou em como aquele namoro havia prejudicado a ele mesmo. Perdeu sua melhor amiga, a pessoa que dizia “Levanta daí, biscoito, aquela piranha não te merecia” quando ele levava um fora e que sempre, mesmo que fosse um pouco agressiva às vezes, o abraçava quando via que JungKook estava de fato triste; distanciou-se de tudo aquilo que o fazia feliz; e vivia com uma pessoa que havia feito com que ele se tornasse uma pessoa séria e fria.

      Um pouco longe dali, Allyce caminhava e tentava não pensar em Jeon JungKook, até que JaeBum veio a sua mente. Sentiu uma estranha preocupação invadir seu peito e levou a mão até aquela área, como se algo ruim estivesse para acontecer.

      Seu celular começou a tocar e ela atendeu, levando o aparelho à orelha e preparando-se para falar.

      —O que houve?

      —Um dos pacientes fugiu do hospital e aqui está uma loucura, por favor, venha logo.

      —Oi? Quem era, menina, eu conheço?

      —Era um paciente que estava com cardiopatia isquêmica, ele descobriu que iria morrer em pouco tempo, então enlouqueceu. Pelo menos ele teve sorte em saber que iria morrer, muitos só morrem de repente.

      —Quanta sensibilidade — falou Ally, revirando os olhos — Eu conheço o tal paciente?

      —Não deve conhecer, a médica dele era a “fofa” da JooYeon.

      —Agora entendi porque ele fugiu, mas… É bonito?

      —E como. Beleza é o que não falta no sujeito — disse — Mas por que está interessada nisso, Srta. Ally? Pensei que aquele pensamento “primeiro o trabalho, depois os homens” ainda estivesse rodeando sua mente, querida.

      —Eu só fiz uma pergunta, eu posso não querer namorar, mas não disse nada sobre apreciar a beleza alheia, ok? Olhar não tira pedaço de ninguém — falou, o que fez sua amiga rir alto — Bem, até mais, tenho que ir.

      Guardou o celular e continuou a caminhar até o hospital, até que viu um rosto conhecido. O rapaz observou-a por algum tempo e deu um sorriso lateral, arqueando uma das sobrancelhas. Allyce aproximou-se dele, que estava para entrar em uma lanchonete, e tombou a cabeça para o lado.

      —O que o vento trouxe para mim hoje? JaeBum — disse a mulher.

      —Não lembro do seu nome, desculpe-me.

      —Allyce — Revirou os olhos.

      —Ah, lembrei, gostaria de tomar um café comigo?

      —Isso é um encontro?

      —Não, isso é um “venha tomar café comigo, você paga, eu estou sem dinheiro” — A garota arqueou a sobrancelha e puxou-o para dentro da lanchonete.

      —Sorte sua que estou com fome.


Notas Finais


Eu queria fazer uma pergunta a vocês, ok? Ok.
Vocês iriam preferir saber que estavam doentes e iriam morrer em breve ou apenas morrer de repente?
Até mais.


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