História 13 é demais. - Capítulo 18


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Exibições 95
Palavras 2.554
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeee
Eu seu que eu demorei, mas como já sabem eu não tenho tanto tempo assim. Eu estava triste porque não consegui alcançar as notas que eu queria. Mesmo estudando tanto, eu acho que poderia ter tirado uma nota maior 💔


Próximo cap já acaba a fic 💔💔💔💔💔💔💔💔


Eu tô tipo, no teto pq o chão não me aceita mais kkkkk

Eu tenho tantas coisas para citar aqui
Mas eu tô muito lokaaaaa kkkk
Então, espero que goste do cap

Capítulo 18 - Voltando atrás. (Parte 1)


2 meses depois.

Joshua puxava Seokmin em meio às pessoas, o mais novo mal podia pensar direito. Sua respiração acelerada e sua mente confusa, apenas permitiam que seu hyung continuasse o puxando. Mais uma vez estava caindo nos planos malucos de Joshua, e estes sempre acabavam com um final tenso. Mas depois de Joshua o explicar que os meninos estavam com problemas e que precisavam de ajuda, Seokmin não pode dizer não. 

O problema era que Joshua também não sabia o que estava fazendo. Ele só sabia que precisava acabar com todo mal entendido que estava acontecendo. 

— Hyung, aonde estamos indo? Por que aqui tem tanta gente? 

Seokmin perguntava, porém Joshua não lhe respondia. A praça da cidade nunca havia sido tão movimentava. Mas ele não estava lá para os eventos que aconteciam na mesma, ele estava lá apenas para comprar alguns algodões doces que por ali vendiam. 

Joshua havia tomado uma decisão que lhe custaria caro: enfrentar os problemas. Já alguns meses ele havia percebido que os meninos estavam aflitos e nervosos, e isso o fez se preocupar demais. Porém, quando se tem um nível de respeito pelo outro, você se limita a ultrapassar a vida pessoal dela. 

Entretanto, aquilo não poderia ser mais ignorado. 

Tem um momento na vida que nós precisamos assumir o controle de certas situações que não nos vem ao caso, mas que ajudarão a muitos. O fato é: se você se ajuda, uma hora, acaba ajudando quem está ao seu redor, mesmo sem perceber, e isso é um dom, uma dádiva que poucos tem. 

Mas ele não estava prestes a fazer tal ato por solidariedade, todavia era como Woozi, e não se importava muito com o que os outros achavam de si. Ele estava fazendo aquilo por amor. Quando se ama, não se deixa ninguém na mão. Infelizmente, ou felizmente, o amor de Joshua pelos meninos acabou por ser maior que tal 'respeito' que o mesmo tinha, o fazendo pensar em algo para todos poderem se entender novamente. 

Chame isso de loucura, insanidade, chame do que quiser, mas nunca chame isso de mentira. 

Joshua tinha um pensamentos bastante estranhos, ele batizou esses pensamentos com uma frase nada curta: "Quando você pensa que está chegando no final, a única coisa que você quer é voltar para o começo". E talvez ele tenha razão. Todos têm medo de mudança, tem medo de sair de sua rotina confiável e se aventurar no desconhecido. E... por que? 

Existe algo que todos nós temos medo. Esse algo é a transformação. 

Talvez, seja por isso que quando algum sentimento estranho dentro de nós surge, uma camada de medo nasce em nosso interior, nos fazendo temer cada passo; cada decisão; cada indecisão; cada fala; cada olhar; cada toque; cada coisa. É até incrível, o jeito como a mudança faz tudo se transformar. 

Viver uma vida no meio às vezes nos torna pessoas muito medrosas, com medo de errar. Então, para ele, fazer o que quiser não se aplicava a isso, mas apenas fazer o necessário para ser feliz. 

Sem dramas. 

Sem melancolia. 

Sem medo. 

Sem nada que te deixar para baixo. 

Mas se for preciso, chore. 

Grite. 

Ore. 

Faça drama. 

Ouça uma música triste em um dia de chuva. 

Não era isso o significado de "se sentir bem, não importa se estou fazendo errado ou não"? Encarar o problema. Procura evoluir. Não seria isso se adaptar à mudanças?

E por isso quando você pensa que está chegando no final, a única coisa que você quer é voltar para o começo. 

 

 

 

 

Choi comia seu sanduíche tranquilamente, junto com Dino e Vernon. Os mesmos estavam descansando, o dia havia sido cheio, e a tarde parecia trazer um pouco de tranquilidade. 

— Por que vocês não fazem um sanduíche só para vocês? — Perguntou frustado, vendo que seu sanduíche já estava a se acabar. 

— Não seja tão chato, hyung. —  Dino disse, revirando os olhos em demonstração de tédio. 

— É, você costuma ser tão legal, mas ultimamente está dando nos nervos.  — Vernon disse, colocando em seguida suas pernas em cima de Chan. 

— E você é um folgado, Vernon-hyung! — Chan tentou tirar as pernas de Hansol de cima de si, porém estava cansado demais para fazer tal coisa. 

— Nossa, vocês crianças já foram mais carinhosos comigo! Eu não estou criando vocês dessa forma.— Falou Choi. 

Choi se ajeitou melhor no sofá, procurando uma posição confortável. Na verdade, todos eles estavam em uma posição bem esquisita, um em cima do outro. Como se tivessem só se jogado no sofá. 

— Nós somos carinhosos sim! Estamos passando nosso tempo com você, hyung. Você que está chato por causa desse sanduíche idiota. — Hansol falou. 

— Vernon, pega leve. Ele vai se magoar. —  Debochou Dino.  

—  É. O sanduíche é importante. — Vernon sorriu; e logo foi acompanhado por Chan. 

— Parem de me zuar, eu ainda sou o mais velho, sabiam? —  Seungcheol tentou se defender, mas estava mais manhoso que o normal. 

— Sabemos, hyung, você fala isso toda a vez. — Hansol disse em tom de tédio. 

— Na verdade, isso já até esta ficando chato. — Dino disse desanimado. 

A preguiça fazia os três continuarem ali, sem nem sequer sentir vontade de sentir vontade de algo. 

— Sabe? Nós poderíamos ir na sorveteira. Hoje saiu um sabor novo.— Vernon sugeriu, porém ainda desanimado. 

— Qual sabor? — Perguntou Choi  

— Não sei. — Respondeu ainda mais desanimado. 

— Nós poderíamos ir no cinema também. Soube que saiu um filme novo, e ele é legal.— Disse Dino entediado. 

— Qual filme? — Novamente, Choi questionou. 

— Sei lá. — Dino nem sequer fazia questão de explicar sobre o filme. 

— Nós poderíamos ir dormir no quarto do Mingyu,  soube que ele comprou um cobertor novo. Parece ser tão confortável.— Choi disse, bocejando. 

Os dois mais novos olharam para ChoI.  

— Mas ele não gosta que entrem no quarto dele. — Chan disse. 

— Isso é legal. É tipo uma missão suicida. — Disse Vernon, sorrindo com seu próprio comentário. 

— É. É sim. — Choi sorriu com os dois meninos. 

Mas eles não saíram dali. 

Vai ver não precisassem estar em um outro lugar para se sentir bem. Vai ver só precisassem estar ali. Só eles, se curtindo . 

E tão bom estar com alguém que te faz sentir bem, mesmo estando no tédio. 

É tão bom não acabar sozinho. É tão bom ver que ainda há esperança, mesmo quando se para de colocar expectativas nas coisas. 

 

 

 

 

— Hyung, vamos sair daqui, eu estou sufocado.— Seokmin disse, tentando fazer Joshua parar, e conseguiu fazer-lo. 

— Já vi que não vamos conseguir algodões doces hoje. — Afirmou.  

Saíram dali, se perguntando o porquê de ter um evento justo naquele dia. 

— Sorveteira? — Joshua propôs. 

— Sorveteira. 

Os dois caminharam calmamente para fora da pequena praça, e nesse meio tempo, Joshua viu o quão lindo Seokmin era. Ele estava suando um pouco, por conta de não gostar de lugares com muita gente, ou até mesmo apertados. E tinha uma expressão um pouco séria,  que por sua vez não combinava consigo. 

— Está tudo bem, DK? — O chamou por seu apelido carinhosamente. 

— Estou, só pensei que ia morrer. Eu estava pata ter um ataque cardíaco. — Disse, e logo em seguida sorriu. 

O coração de Joshua  acelerou de uma hora para outra, o fazendo colocar sua mão sobre o peito. 

— O que foi, hyung? Você está bem? — perguntou preocupado. 

— Estou. Meu coração só acelerou um pouco. Vai ver por causa das... das.. 

— "Das..."? — Perguntou curioso. 

— Das... vezes que você sorri...? — A sua insegurança fez com que a pequena frase soara como uma pergunta, mesmo sem intenção. 

— Nossa, eu não estava esperando por isso. — Sorriu sem graça. Mesmo assim, ele estava lindo. 

— V-Vamos, antes que você me faça ter um ataque cardíaco. — Brincou, porém havia um pouco de nervosismo em suas palavras. 

— Tudo bem. — Deu de ombros. 

 

 

 

Woozi olhava pela brecha da janela, não havia nada específico em que ele estivesse concentrado, pelo contrário, ele estava mais distraído do que nunca. Estava completamente perdido em seus pensamentos, esses que não o deixavam em paz. Se sentia culpado, e chorar parecia não resolver mais a situação, e descobriu isso depois de várias noites mal dormidas, chorando baixinho, como se aquilo lhe ajudasse a continuar. E se ele não conseguia dormir, justo ele, era porque realmente algo estava errado. 

Ele estava cansado, e não queria nem sequer comer. Havia algo que ele não aceitava, mesmo que ele fosse o errado, ele ainda acreditava que as coisas não podiam ter acabado ali. Faltava algo. Algo ainda faltava, não era como se as coisas tivessem se acabado ali, de uma hora para outra. 

Ele ainda não estava superando esse final, que parecia ser tão estranho, parecia ser tão cruel. Havia passado vários dias ignorando tudo e todos, não era rude, mas também de longe estava dando atenção as pessoas ao seu redor. Era como se ele estivesse aéreo a qualquer coisa, sem se importar com o que iriam ou não achar. 

Mas quando se tratava de Jihoon tudo parecia ser difícil, deixando todos confusos, se perguntando se deviam ou não intervir. O pequeno parecia tão machucado, na verdade, ele estava. 

Ele não conseguia olhar para Choi ou para Jeonghan. 

Ele estava tão envergonhado, mas evitar os dois ainda ia se tornar um problema, e não seria pequeno, entretanto ele ainda esperava que o melhor estava por vir. 

Gostava de Choi e Jeonghan, e isso já era mais do óbvio, mas o que ele mais se preocupava era em como deixaria as coisas no lugar. Uma vez que já estava tudo acabado, não havia como voltar atrás. E por isso não gostava da idéia de amar, pois era algo extremamente difícil. Sua personalidade complicava ainda mais as coisas. Ele pedira tanto para Jeonghan para confiar em sí, mas no final, não foi suficiente. 

— É... realmente, é um pouco tarde demais para concertar as coisas. — Suspirou pesadamente. 

 

 

 

 

Jun beijava lentamente Minghao, um beijo calmo, que carregava malícia absoluta, mas também carinho e amor. Já não aguentavam mais ficar um sem o outro, e, na verdade, nunca deixaram de ficar. Eles só estavam precisando de uma ajuda do destino, uma simples briga trouxe a verdade de um único amor. 

E isso era bom. 

Isso era maravilhoso. 

Não existe coisa melhor do que a vontade de fazer o bem e cuidar de quem você ama. 

Ele apertou a cintura de Minghao com força, e o prensou mais ainda contra a parede. 

— Hyung, estamos na sala de dança, alguém pode chegar. — Minghao interrompeu o beijo para falar, mas ainda ansiava por mais. 

— Deixe que vejam, eu não aguento mais ficar longe de você. Não tenho mais forças. Não vai ser qualquer um que vai me separar de você agora. — Falou, em seguida voltou a beijar o menor.  

Joshua observava a cena junto com Seokmin. O mais novo estava quase de boca acerta, e até tremia um pouco. 

— Vocês dois estão se pegando na sala de dança, que coisa clássica, não é? — Joshua disse, assustando Jun e Minghao. 

Os mesmos ficaram vermelhos, e nem sequer conseguiram dizer algo para se defenderem. 

— Hyung,  acho que não devia falar dessa forma. Quer dizer, a-acho que não é bom- Seokmin tentou dizer que aquilo era errado, mas logo foi interrompido. 

— Fique tranquilo. Eu já sei o que se passa entre vocês dois. — falou, apontando para Jun e Minghao. —  E isso já faz muito tempo.  

— N-Nós só estávamos passando aqui para ver se vocês estavam bem. E... já vemos que estão,  então, nós já vamos. 

— Não. — Protestou teimoso. — Eu quero ficar para dar o meu apoio. Eu não sou contra, tá? 

— Hyung, vamos.—  Puxou Joshua para fora da sala, antes que o mesmo matasse os outros dois meninos de vergonha. 

Jun e Minghao se entre olharam, e sorriram, dando de ombros logo em seguida. Todavia, aquilo havia sido bom ou ruim? 

— O que acabou de acontecer aqui? — Perguntou o mais velho. 

— Não sei, mas o Joshua parecia estar realmente feliz. — Sorriu. 

— Quer voltar a me beijar? Quer dizer, eu sei que você quer. Afinal, quem não quer? — Brincou. 

— Vem cá. — Puxou o mais velho para sí, e novamente o beijou. 

Talvez a tarde daquele jeito não fosse tão ruim. 

Talvez fosse maravilhosa. 

Ou, talvez, não precisasse de um "talvez". 

 

 

 

 

Jeonghan estava cansado de pensar em Woozi e Choi. Por que as coisas tinham quer ser tão difíceis assim? 

— Eu posso me sentar aqui, meu jovem? 

Um senhor de idade, beirando pelos seus sessenta anos, perguntou a Jeonghan, apontando para o lado do banco que estava vazio. 

Depois do ocorrido com Seungcheol, Jeonnie não ia muito a praças, a fim de não se lembrar do mãos velho. Mas isso, naquela altura já não importava mais. Era algo que ele estava lutando para parar, mas não conseguia. Por isso, ignorar parecia ser o mais perto de "esquecer". E mesmo sabendo que aqueles pensamentos não iria embora, ele ainda possuía um incrível dom para se alto iludir.

— Claro, pode se sentar. 

Aquele senhor parecia estar tão cansado, parecia um pouco triste também. 

— Não querendo me intrometer na sua jovem vida, mas você parece tão preocupado. Um rapaz tão novo.— Falou em um tom gentil. Quem ouvisse aquele tom, não se importaria em lhe dizer seus problemas. 

— O amor faz isso com a gente. — Suspirou,  e sorriu de lado. Um sorriso tão triste. — Ou a falta dele, quem sabe. 

— Meu jovem, eu sempre observei as pessoas. Não de uma forma ruim, é claro, mas de uma forma diferente. E, adivinha, todas elas tem problemas. Mas o amor nunca é um problema,  o amor é a solução. O amor não tem mentiras; nem intrigas; nem violência; nem nada de ruim. Nós é que colocamos coisas demais na cabeça. 

— O nome dessas coisas se chamam "paranóia", e sabe? As vezes, elas são reais. — Sorriu. 

— Sim, sim. — O mais velho sorriu, achando graça em Jeonghan. — A minha mulher tinha muito isso, é era até engraçado as vezes. Eu não podia fazer nada, ela era mais forte do que eu. Bem, na verdade todos eram mais forte do que eu. — Sorriu abertamente, revelando a falta de alguns dentes. 

Aquele senhor, mesmo não tendo formosura, era alguém fofo e simpático. Alguém que valia a pena conhecer,  ou simplesmente trocar algumas palavras. 

— Sabe, tio, eu amo duas pessoas. E eu acho que essas duas pessoas se amam também, e isso eu não posso negar. Complicado, não é? Ah! Elas me amam também. Na verdade, a confusão toda começou por minha causa. O pior de tudo, é que eu não acho que a culpa é minha, mesmo ela sendo.  

— Se essas duas pessoas te amam, por que não fica com as duas? — Perguntou achando graça. 

— Tiozinho, isso soa muito pervertido, até para você. 

— Se essas pessoas te amam, se todo mundo se ama, para que ficar nesses labirintos? Eu não entendo.— Falou. 

— Você acha que estou fazendo as coisas erradas? 

— Você está triste? — O mais velho questionou. 

— Estou. 

— Estão está fazendo as coisas erradas. Se você estivesse com essas duas pessoas, você continuaria triste? 

— Não... 

— Viu? Você mesmo se respondeu. Eu só perguntei. 

— Se eu seguir seu conselho, acha que eu sou doido por ouvir um estranho? 

— Acho e não acho. Se der certo, você não vai achar que está louco. Se der errado, só vai ficar frustado. — Sorriu. 

Jeonghan sorriu. 

Quer saber? Eu os amo mesmo,  e acho que isso é mais importante do que fazer cu doce. 

Pensou, pondo um fim em suas aflições. 

 

 

 


Notas Finais


"Ele ainda possuía um incrível dom para se alto iludir." Eu não costumo comentar sobre minhas frases, mas essa conseguiu me fazer rir kkkk eu mesma me defini

Eu tô morrida por conta de bts e got7, mas nada que umas comidas não resolva. É sério gente, eu nunca tive tanta inveja de uma estátua! Que ódio kkkkk

Eu espero que tenham gostado ❤❤❤


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