História 152.000.000 km - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Personagens Ahri, Diana, Ezreal, Leona, Pantheon, Taric, Tristana, Wukong, Ziggs
Tags Aurelion Sol, Diana, League Of Legends, Leona, Lol, Romance, Yuri
Exibições 16
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Josei, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Não sei se já mencionei mas sigo a nova linha de história que a Riot soltou recentemente no rework das historias do Monte Targon, junto com o Aurelion Sol.*
- Capítulo em primeira pessoa na visão de Leona. -

Capítulo 2 - Subconsciente


Fanfic / Fanfiction 152.000.000 km - Capítulo 2 - Subconsciente


Acordei com o raiar do sol, a luz tocando meu corpo como um abraço de mãe, me acolhendo, como todos os dias.
 
Levantei lentamente da cama com a cabeça pesada, me sentia acordando de um sonho incompleto sobre Diana, esses sonhos, frequentes e profundos eram reais demais. Eu sabia que precisava achar ela, acordava todos os dias com o mesmo pensamento. Muita coisa tinha que ser entendida, depois daquele massacre no templo, depois de subir o monte Targon e descobrir a verdade... Eu precisava conversar com ela, apesar de vê-la quase todo o dia nos Campos o dever da batalha nos impedia o diálogo e ela continuava fugindo de mim. Eu entendo que seja assim, afinal ela foi completamente humilhada aquele dia e fizera coisas horríveis que eu acredito que a tenham abalado, eu entendo por que ela foge, mas não entendo por que eu a deixo fugir. Sabendo como sou, sei que se realmente quisesse eu já a teria encontrado a muito tempo, mas algo me impedia toda vez que pensava em sair a sua procura, algo dentro de mim, eu, Leona e não a entidade anciã que habitava meus pensamentos.
Em meio aos meu devaneios percebi que estava atrasada para o começo das batalhas nos Campos,  pulei da cama enquanto procurava pelo meu Zênite e meu escudo. Ainda meio atrapalhada, vesti minha armadura e sai pela porta frente em um solavanco dando de cara numa armadura de gladiador, literalmente de cara.
- Ai! Porra, o que?! - Exasperei enquanto me recuperava da cabeçada e via uma ameba de saia rindo a plenos pulmões.
- Ai Leona, você vai me matar de rir um dia, fica mais engraçado por causa seu jeito feroz. - Pantheon disse, ao recuperar o fôlego. - Inclusive te deixa mais sexy também. - Completou, no que tentava ser um tom sedutor.
- Eu não tenho tempo pra essa merda, nem você, a batalha ja vai começar e a gente ainda está aqui. 
- Nossa, quem acordou com o pé esquerdo? Tentei apenas ser um namorado romântico te buscando. - Ele falou, soando falsamente magoado e com um pequeno sorriso nos lábios me puxou para perto e colocou um eu te amo suave em meu ouvido.
Tá, eu já sentia nojo dele, já estava num ponto da relação que eu queria arrancar meus olhos ao vê-lo, mas eu o amava como o meu melhor amigo, mas apenas isso. Não queria o magoar e ele obviamente tinha MUITOS sentimentos por mim, então eu aguento isso por ele, como se fosse nada demais, para quem aguenta morrer tantas vezes no campo de batalha, aquilo não era nada. 
- Eu te amo, agora vamos.

Chegando nos Campos da Justiça eu fiquei na rota inferior como proteção para a Tristana, o Pantheon estava na selva, a batalha ja estava para começar quando percebi que Diana era a caçadora adversária, um arrepio intenso me fez tremer e endurecer ainda mais minha expressão assustando um pouco minha atiradora que se preparava.
A batalha teve início de maneira fervorosa.
Ao fim perdemos, mas houve algo de diferente nesse jogo, algo estranho em relação a Diana, ela estava apreensiva de uma maneira incomum, ela me olhou como se não fosse a primeira vez que me visse no dia. Eu vi que a próxima batalha ela seria meu protetor da rota do meio e eu seria o caçador, no começo da partida pedi assistência para a proteção da nossa selva e ficamos uns momentos a sós.
- Hum, oi Leona - Ela falou no seu tom seguro e baixo, mas sem aquele quê de desafio que ela sempre tinha, estava mais puxado para a vergonha, o que era quase impossível para ela.
- Oi, Di. - Respondi abrindo um sorriso tímido enquanto ela me fitou meio aterrorizada?? Sim, com certeza tinha algo de errado com ela hoje.
- Diana, o que houve? - Me armei com minha espada esperando um ataque surpresa, mas ela me interrompeu dizendo calmamente e de novo com um toque de vergonha marcante:
- Nada, relaxe. Só que nunca te ouvi me chamando assim...
- Ah, eu só senti que era apropriado, mais informal, já que somos do mesmo time. - Respondi um tanto empolgada (o que realmente era estranho pra mim e me fez questionar os motivos de minhas reações e pensamentos tão estranhos em relação a ela).
- É, tem razão..

A selva foi liberada e ela se voltou para sua rota, a batalha correu bem com nosso time vencendo até o final com uma larga vantagem, ao final da partida Diana se aproximou de mim e pareceu que queria me dizer algo, mas desistiu alguns segundos antes, eu não consegui ir atrás dela para pedir uma explicação, nem conversar direito com ela como eu tanto queria, parecia que algo sempre me impedia. Nesse caso foi o Mala que me impediu, me puxando para um abraço para começar a próxima partida. 

Não nos encontramos mais, eu e Diana, nos campos de batalha desse dia. Fiquei um tanto aliviada, mas desapontada, nunca senti tanta hesitação da minha parte em discutir qualquer assunto, com ninguém, mas era quase uma força da natureza que me atrasava e me puxava contra isso... Voltamos para minha cidade, eu e Panth, de mãos dadas vendo o sol lentamente se pôr, normalmente eu apreciaria esse momento com o maior respeito e admiração, como todos os dias, mas hoje eu não conseguia me concentrar o bastante, não conseguia me forçar a colocar minha cabeça em qualquer outro assunto que não fosse Diana, isso me assustou um pouco...
Pantheon chegou a notar minha inquietude, mas eu o ignorei como sempre e segui para a minha cama, já estava exasuta, fisicamente e mentalmente, então foi fácil cair no sono. 
E com o sono veio um sonho com Diana. 

 


Notas Finais




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