História 1987 - Capítulo 3


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Categorias Guns N' Roses, L.A. Guns, Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 30
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Phoebe


Fanfic / Fanfiction 1987 - Capítulo 3 - Phoebe

(Um ano atrás - 1986).

Era madrugada. Mia levantou-se pela vigésima e foi até o balcão do Rainbow. Estava inquieta.

Jasmim foi atrás – Ai, você está precisando de ajuda?

-Eu estou sem usar desde ontem e estou sem grana. Você sabe que isso mexe com a minha cabeça – Respondeu Mia com o olhar desequilibrado. Aparentemente estava com dificuldades de respirar.

Jasmim mordeu o lábio inferior, preocupada – É, temos que resolver isso.

-Eu preciso de grana – Mia murmurou; Enquanto andava impaciente de um lado pro outro, tentava pensar em alguma solução – Já sei!

Mia saiu em disparada para a rua. Jasmim foi atrás – O que vai fazer?

-Faz silêncio – Mia sussurrou enquanto andava o mais lentamente possível pela calçada olhando minuciosamente para o interior dos carros que estavam ali estacionados.

Duas quadras de distância do Rainbow elas pararam.

-É esse – Disse Mia, parada na frente de uma Mercedes 86. Dentro do carro havia uma nota de dez dólares e um relógio no porta-objeto – Eu preciso de um arame... ou corda... o seu cadarço, me dá o seu cadarço.

-Ah não, Mia... Péssima ideia – Jasmim disse, aflita.

-Eu já fiz isso antes; depois a gente fecha a porta e o dono dessa beleza nem vai notar – Disse Mia – O CADARÇO, JASMIM!

-Ok, mas fique sabendo que não concordo com isso – Disse Jasmim tirando o cadarço. Em poucos segundos Mia estava com o cadarço em mãos.

Com uma agilidade irreconhecível Mia deu um nó no cadarço e o colocou pra dentro do carro. No instante seguinte a porta estava aberta.

-ISSO! – Vibrou Mia. Ela adentrou o carro e enfiou o dinheiro e o relógio no bolso da jaqueta.

-HEY – Uma voz masculina interrompeu a ação das garotas – SAIAM DO MEU CARRO!

De repente ouviu-se dois estalos. Mia sequer soube de onde a voz vinha e sentiu uma ardência abaixo do seio direito, certeiramente em suas costelas verdadeiras. Colocou a mão sobre o ferimento e percebeu que estava sangrando. Como um último suspiro, ouviu a voz de Jasmim bem distante, gritando algo que ela não pode entender, e então apagou.

Acordou com uma luz forte branca sobre seus olhos. Um homem de jaleco media sua pressão.

-Onde estou? – Mia perguntou. A garganta estava seca.

-Centro hospitalar – Respondeu o enfermeiro.

De repente Mia lembrou-se de como veio parar ali e preocupou-se – Ai meu deus, Jasmim está bem? Ela tem cabelos pretos, é morena, os olhos castanhos claros... Ela está aqui?

-Ela está lá fora, na sala de espera – Respondeu o enfermeiro – Vou chamá-la.

Mia ficou sozinha. Sentia uma dor violenta nas costelas, tinha a sensação de que alguém estava, naquele instante, lhe queimando a pele. Jasmim entrou pela porta e correu até Mia.

-Jasmim... Você está bem? – Murmurou Mia.

-Você levou dois tiros; um de raspão. Eu é que te pergunto se está bem! – Jasmim disse. Parecia muito abalada e estava com olheiras bem profundas – Eu não quero te preocupar mais, mas estamos encrencadas.

Jasmim virou-se de costas, suas mãos estavam algemadas.

Mia sentiu uma avalanche de culpa sobre as costas. Jasmim estava presa com ela, tudo por sua causa – Me desculpa! – Mia sussurrou.

-Tudo bem – Jasmim respondeu rapidamente.

-Não, é sério. É tudo culpa minha... – Mia fechou os olhos.

...

-Ainda dói? – Jasmim perguntou, dando leves cutucões nos pontos do ferimento de Mia, nas costelas.

-Aiii! É claro que dói, só faz cinco dias – Respondeu Mia, dando um tapa na mão de Jasmim.

 -Isso vai deixar uma bela de uma cicatriz – Intrometeu-se Phoebe, a companheira de cela de Jasmim e Mia. Phoebe tinha cabelos ruivos, uma tatuagem do Aerosmith no bíceps direito e era muito magra – Eu tenho uma cicatriz, fica bem na virilha. Sabe, eu até gosto dela... – Phoebe riu.

De repente, um policial bateu com o cassetete na grade de ferro da cela. As três se levantaram rapidamente.

Ele abriu os cadeados do portãozinho que as trancava, pegou um papel e leu - Mia Suran e Jasmim Beich, sigam-me.

As meninas obedeceram. Foram até uma salinha bem iluminada, lá encontravam-se dois homens de ternos e um, que Mia reconhecia bem, Steve Darrow.

-As senhoritas estão livres. Este rapaz pagou a fiança de vocês. Podem ir até o banheiro e tirarem os uniformes – Disse rispidamente, um dos homens de terno.

Mia deu um grande sorriso para Steve que a retribuiu com uma piscadela.


Notas Finais


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