História 1987 - Capítulo 4


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Categorias Guns N' Roses, L.A. Guns, Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 22
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - West Division


Fanfic / Fanfiction 1987 - Capítulo 4 - West Division

Mia se desvencilhou dos braços de Jasmim e disse – Melissa dê o fora!

Melissa não pensou duas vezes e seguiu para fora do apartamento.

-É isso que temiam?! – Mia berrou olhando para Jasmim e para Anna.

 

...

-Chelsea, você precisa ir conversar com ela – Anna sussurrava.

-Eu? Por que eu? – Chelsea sussurrou de volta.

-Você sabe como conversar com ela quando ela está assim – Anna respondeu, ainda sussurrando.

-Mas que porra... – Pigarreou Chelsea – Sempre eu!

Chelsea adentrou o quarto. Mia encontrava-se ao lado da janela, fumando seu cigarro.

-Anna e Jasmim pediram pra eu vir até aqui. Não foi nada democrático. Eu acho que elas não sabem o significado disso – Chelsea deu um sorriso amarelo pra Mia.

Mia continuou séria.

-Mia, nós não queremos que o clima continue assim... – Chelsea continuou.

-Acha que podemos continuar aquela música, de ontem? – Mia perguntou repentinamente.

Chelsea engoliu a frase pela metade e respondeu – C-Claro.

As duas caminharam até a sala. Lá Mia pegou sua guitarra e disse – Eu compus o solo da música de ontem... Posso mostrar, se quiserem.

-Ah, sim, vai ser ótimo – Anna respondeu, indo até a sua bateria. Ela sentou-se, prendeu seus cabelos louros no alto, deixando a pele branca do pescoço a mostra, pegou as baquetas e disse – E então, estamos bem?

Jasmim, que ligava seu baixo, parou o que estava fazendo e disse – Não toque no assunto, Anna.

-É só por prevenção. Não quero acordar no dia seguinte e saber que estou sendo despejada... – Anna murmurou.

Mia continuou concentrada em sua guitarra.

Jasmim, com seus cabelos extremamente grande e pretos, aproximou-se da bateria de Anna e disse novamente – Será que consegue ficar com essa boca calada? Vamos terminar a porra da música.

Mia levantou-se com a guitarra posicionada perto do seu corpo e disse – Eu não ligo se vocês acham que tomei a decisão errada em relação à Melissa; o que eu fiz está feito. E não se preocupe Anna, o dia em que passar pela minha cabeça em te “despejar” de algum lugar, essa banda já não existirá mais.

-Eu estou com você, Mia – Jasmim disse com o sorriso cerrado. E a abraçou frouxamente.

Anna contou o tempo em sua bateria e então elas começaram a tocar. Terminaram a música, e quase finalizaram a letra, em 3 horas. Durante a noite, decidiram ir até o Rainbow.

-Dupla de uísque sem gelo, por favor – Jasmim pediu ao rapaz das bebidas – ...Como eu ia dizendo, Anna acha que pegou pesado com Melissa.

Mia sacudiu os cabelos castanhos lisos pra longe dos seus olhos e retrucou – Não me importo.

-É eu sei disso. Eu também não me importo, pra falar a verdade – Disse Jasmim, olhando fixadamente para Mia.

-E por que está me olhando assim? – Questionou Mia.

Jasmim sorriu, deixando a mostra seus dentes brancos, que contrastavam graciosamente com seus cabelos bem pretos – Eu recebi uma ligação...

Mia suspirou. Sentiu seu coração palpitar – Ah não...

-Ah sim! Eles disseram que gostaram da nossa demo e que é pra estarmos no estúdio deles amanhã a tarde – Jasmim parecia ainda mais feliz do que Mia.

-Ah porra! – Mia pulou nos braços de Jasmim em um abraço longo – As meninas já sabem disso?

-Não, eu queria falar com você primeiro – Jasmim disse. Ao desvencilharem o abraço, Jasmim parecia estar chorando.

-Isso é demais! – Mia pulou novamente – E-Eu ficaria chapada agora... se não tivesse parado de beber – Completou, desconcertada.

Jasmim gargalhou e saiu pra chamar as outras meninas e contar a novidade.

... -Amanhã? – Anna perguntou com a voz trêmula.

-SIM SIM – Jasmim deu um gritinho de empolgação.

Sentaram-se em uma mesa, as quatro juntas, e por um momento, todas as desavenças haviam sumido; a banda sempre as unia, de uma forma ou outra.

A madrugada, porém, não é a mesma para quem se senta naquela mesa e não bebe. Mia sentiu-se deslocada e apesar de querer beber, havia feito uma promessa, a si mesma e para Jasmim, de que pararia. Mia já era, por natureza, impetuosa e quando usava suas drogas, sempre reagia de forma descontrolada e violenta; fora parar na cadeia duas vezes por coisas que fizera quando estava chapada. Desde os 16 enveredou-se a beber, depois a fumar, depois remédios e heroína; e por seis anos não houve um dia sequer que Mia passou livre de qualquer substância. 


Notas Finais


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