História 2 É BOM, 3 É DEMAIS - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Palavras 1.902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finalmente vou postar este capítulo!! Não se esqueçam de comentar ❤

Capítulo 10 - ESPIONAGEM?


Fanfic / Fanfiction 2 É BOM, 3 É DEMAIS - Capítulo 10 - ESPIONAGEM?

Depois de tudo o que aconteceu com o Charlie, eu não queria nem pensar nele, talvez falasse com a Anita depois. Por enquanto estava concentrada no meu namoro com o Shawn. Por falar nisso, ele fez-me um piquenique surpresa, e eu adorei. Ele realmente me faz bem. Nem acredito que me afastei dele por ciúmes... E ainda não tive coragem pra lhe dizer...

Mas falando de outra coisa, o dia de hoje pode fazer mudar a minha vida completamente. E eu vou contar tudo ao pormenor.

Tinha saído de casa para ir para a escola, e tentei pensar o mínimo no Charlie, já tinha acontecido há 4 dias, mas uma coisa destas não se esquece num piscar de olhos. Entrei normalmente na escola, e rezava para não me cruzar de novo com o Justin. O que, por sorte, não aconteceu. Tocou para a primeira aula, a de educação física. Vesti o equipamento e fui para ao pé do Shawn, para sermos parceiros de badminton, pois era nessa área em que estávamos a treinar. O Justin não é da minha turma, por isso não me preocupei com ele enquanto tinha aulas. A aula de educação física ocupava um bloco de 90min por isso, assim que acabou, era hora do lanche.

Como todos os dias, fui ao bar comprar um bolo, ou um croissant com Nutella. E, para começar o meu azar, estava uma fila enorme. Ou pelo menos, parecia uma fila enorme, até eu ver que afinal era apenas o Justin a tentar ir ao bar, e as pessoas apenas estavam lá pra lhe tirar fotografias e fazer favores: «O que queres pedir?» «Eu posso pedir por ti!» e tudo o que um fã costuma fazer. Abriu-se um "buraquinho" por entre a multidão, e rapidamente o Justin se pôs de novo a olhar para mim. Deixou passar uns segundos, e depois tentou ir atrás de mim, saltou umas barras amarelas de proteção, na fila do bar, percorreu as mesas todas ocupadas, empurrou não sei quantas pessoas, mas eu já ia bem longe, e ouvi tocar, sendo que eu estava a entrar na sala, ele parou de correr, já não valia a pena. E fiquei sem lanche! Agora era a aula de Geografia, também de 90min e eu era ao pé do Shawnzinho. A aula passou lentamente, só passou mais rápido do que o costume porque eu tinha o Shawn ao meu lado, senão, 90min, pareceriam um ano inteiro. Quando acabou a aula de geografia, tinhamos um intervalo de 10min, o normal era 5min, mas com o atraso constante da professora Ana de Física e Química ficávamos com um tempinho extra. Queria aproveitar este tempo para comprar lanche, e depois queria falar com a Anita. Mas como acontece sempre alguma coisa que muda completamente os meus planos, hoje não foi excessão. Saí da sala de Geografia e o Justin estava á minha espera, com uns óculos de sol e um chapéu enorme para as fãs não o reconhecerem. Apanhou-me de surpresa e desta vez os meus truques de artes marciais não me serviram de muito. Dei pontapés, rodopiei, saltei, puxei e empurrei e ele continuou firme, mas ele ainda não tinha provado da minha arma secreta, as unhas. As minhas unhas eram tão grandes e afiadas, quem em vez de cortar as unhas, a minha mãe manda-me cortar as garras. Enquanto o Justin me prendia o pulso esquerdo, o direito estava livre, e com a mão direita, fiz-lhe um corte próximo ao olho que o fez pousar as mãos sobre ele. Mas rapidamente me tornou a segurar e eu desisti. Afinal, já não aguentava mais fugir do rapaz. Nem podia lanchar calmamente, nem almoçar, a única coisa que eu podia fazer calmamente era ter aulas, e isso era péssimo. 

Quando ele viu a minha expressão de "rendo-me", ele diminuiu a força com que me segurava o pulso e tentou que eu lhe prestasse atenção.

<J> —Emma. Ouve-me. Já percebi que não és minha fã, que não gostas de mim, e, pelo jeito, eras capaz de me matar á frentede todos, que é o que tens tentado fazer nesta última semana. Mas eu preciso mesmo de falar contigo.—exigiu.

<Eu> —Pronto. Diz lá. Mas não achas melhor ir para outro lado? Está aqui muita gente, entretanto começam a shippar, e contam tudo ao Shawn e eu não quero isso.

<J> —O quê? O Shawn é o teu namorado? Miúda, tu mereces bem melhor. —riu-se diabolicamente, mas rapidamente mudou o assunto quando viu a minha expressão de "está a acabar o tempo!"—Então pois... O que eu preciso de te dizer também é segredo por isso sim, conheces algum sítio mais reservado nesta escola?

<Eu> —Ya, ao pé do portão da entrada.

<J> —Ao pé da saída? Ainda melhor.

Fomos para trás de uma árvore enorme.

<J> —Então, tu não podes contar nada do que vai acontecer a ninguém, ouviste?

<Eu> —Tudo depende do que acontecer. 

A última coisa que vi foi o Justin a espetar uma seringa no meu braço, uma anestesia, porque logo a seguir adormeci.             <Ponto de vista: Justin Bieber>

Espetei-lhe uma anestesia no braço, coloquei um bigode falso, óculos de sol muito escuros, um chapéu, e uma camisa de pai mal vestido. Levei a Emma no colo para fora da escola e pu-la na minha mota. Coloquei-lhe um capacete tão escuro quanto os meus óculos de sol para que não reparassem que estava inconsciente e prendi os braços dela na minha cintura. Partimos para o meu edifício preferido, que, para não levantar suspeitas, apenas lhe chamo: organização, que na verdade é uma sede de agentes espiões. Assim que chegamos, deixei a Emma numa cadeira com algemas para testar a força dos bíceps, estava numa sala escura com apenas uma mínima luz, para testar a capacidade de visão, e a única saída era uma porta que estava a cerca de 3 metros acima do piso onde ela estava, mas havia uma espécie de ponte que levava á porta. A ponte estava também a 3 metros do seu piso, mas o objetivo era que ela chegasse a ponte, empoleirando-se em cima da cadeira saltando para a ponte e quando estivesse na ponte, apareceriam dois agentes mascarados que ela teria de espancar, e só depois conseguiria acesso á saída. Onde estaríamos á sua espera. Se enquanto estivesse a fazer os testes, acontecesse algum imprevisto, iriam alguns agentes dar-lhe de novo uma anestesia e quando ela acordasse estaria na escola exatamente no sítio onde adormeceu, para que não suspeitasse, e não lhe seria entregue o cargo de agente.  <Ponto de vista: Emma Waterson>

Acordei sentada numa poltrona que aparentava ser de couro, algemada, numa sala escura, mas com uma mínima luz. Eu sempre tive uma boa capacidade de ver no escuro, mesmo com apenas a luz de um pirilampo, conseguia ver uma sala inteira. Como qualquer outra pessoa faria, comecei a gritar. O que se estava a passar? E como tinha ido ali parar? (Eu já não me lembrava de que tinha sido anestesiada pelo Justin).

<Eu> —SOCORRO! SOCORRO! —gritei.

Como nada aconteceu, tive de agir por mim mesma. Nessa altura já conseguia ver a sala inteira. Havia uma ponte, e onde há uma ponte, há uma porta de certeza. A ponte estava alta, para lá chegar teria de dar uns saltos brutais, mas antes disso ainda tinha de me libertar destas algemas, não ia iniciar uma fuga com as mãos juntas. Como não havia chave, a única solução era forçar a que se partissem na corrente entre as "pulseiras" de ferro. Dei a minha máxima força, e as algemas quebraram. 

Já liberta, subi ao ponto mais alto da poltrona, saltei em direção a uma parede lateral, o que me daria impulso para cima, e assim chegaria á ponte. Mas ao dar o impulso na parede, eu caí.                 <Ponto de vista: Justin Bieber>

Nós estávamos a ver a Emma através da câmara de vídeo escondida na sala.

<Chefe da organização> —MANDEM AGENTES, JÁ!

<Eu(Justin)> —ESPERE!

A Emma tinha-se levantado. Ela ia tentar de novo.

<Eu> —Espere, agente. Eu sei que ela é a pessoa certa para isto. Só precisa de tentar de novo. E depois com algum treino, ela vai ser perfeita.                               <Ponto de vista: Emma Waterson>

Eu caí, sim, mas não me magoei. Aquilo eram apenas uns arranhões, comparados com a minha vida, que eu estava disposta a salvar custasse ela todos os arranhões que coubessem na minha pele.

O salto de impulso não tinha sido boa ideia, porque assim que pisei a parede, antes de cair, reparei que era escorregadia. Era feita á prova de som, e pelos vistos, á prova de saltos de impulso. O que me deu outra ideia. Se eu subisse ao ponto mais alto da poltrona, fletisse as pernas e me segurasse na ponte, depois só precisava de fazer uma espécie de elevação e já estava na ponte.

Subi á poltrona, equilibrei-me, fleti as pernas saltei, e finalmente tinha conseguido chegar á ponte. Fiz a tal elevação e já estava em cima da ponte. Ia calmamente em direção á porta, quando dois homens de máscara preta apareceram á minha frente. Agora só restava lutar. Ao primeiro que se chegou perto, crusei os braços dele atrás das suas costas como fazem os polícias quando estão a algemar alguém. Torci-lhe os polegares porque truques baixos são muito mais eficazes do que parecem, e atirei-o para fora das proteções da ponte, ou seja, caiu no chão. E por fim, no outro, usei as minhas garras no seu pescoço, o que o fez estremecer e apoiar o pescoço, dando-me uma oportunidade para o atirar lá para baixo. Enquanto ainda o tinha nos braços para o atirar, ele tentou deslargar-se mas isso só facilitou a sua queda. Assim que me livrei deles abri finalmente a porta e fiquei surpresa.

<Eu> —Justin? O que faço eu aqui? Eu não fiz nada, juro! —disse entrando em pânico, quando vi cerca de 12 homens de fato preto á minha frente, incluindo o Justin.

Mas em vez de me responderem, bateram palmas e assobiaram, só então é que o Justin me disse o que se estava a passar. 

<J> —(...), então, aceitas fazer parte da organização?

<Eu> —Então... M-mas prenderam-me ali de propósito? E, como vim aqui parar?

<J> —Emma, esquece as perguntas. Isto é uma organização de espiões que precisa de novos agentes e assim que te vi soube que eras perfeita. Aceitas ou não?

<Eu> —Dão-me o resto da noite para pensar?

<CdO> —Que seja, o resto da noite. Amanhã dás a resposta ao Bieber. Ele vai-te esperar no portão e você não pode falar disto com ninguém. Apenas 2 pessoas da sua escola são espiões. 

<Eu> —Quem? O Justin e quem?

<CdO> —Isso você depois vai descobrir.

<Eu> —Mas... Eu faltei às aulas! Que horas são??

<CdO> —Calma. Você apenas faltou á aula de Física e Química. O Justin enviou uma mensagem a sua mãe pelo seu telemóvel a dizer que ia ficar um tempo mais na escola, e nós pedimos para um agente que é médico aqui na organização para dar a justificação á sua professora. Agora é só chegar na escola e esperar a sua mãe chegar. Está tudo tratado.

Deixando-me com mil perguntas na cabeça, levaram-me para a escola numa carrinha preta de vidros opacos e eu esperei a minha mãe. Por falar nisso ela chegou. Vou indo, bye bye!

Ps: Eu hei-de descobrir quem da nossa escola faz parte dos espiões.

Ps2: Estou a pensar aceitar, parece muito fixe. Salvar vidas e fazer missões. É isso mesmo. Eu vou aceitar. Espero o dia de amanhã para dizer ao Justin.










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