História 2° Geração dos Semideuses - A NOVA PROFECIA - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Grover Underwood, Percy Jackson, Treinador Gleeson Hedge
Tags Heróis Do Olimpo, Os Olimpianos, Percy Jackson
Visualizações 8
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi <3 (Cobie👇)

Capítulo 13 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction 2° Geração dos Semideuses - A NOVA PROFECIA - Capítulo 13 - Capítulo 8

POV'XANDER

Zac está muito estranho desde que tive que acordar ele de um pesadelo. Ele vive me dizendo pra tomar cuidado e fica me vigiando de longe. Isso já tá incomodando, ele tá parecendo aqueles paparazzis. Grito lá do convés:

- Zac! - sem resposta. - Zac!

- Que é? - responde ele gritando.

- Chega aqui. - pouco tempo depois ele aparece com uma colher na boca um pote de sorvete numa mão, um fone com microfone no pescoço e um controle na outra.

- Diga. - diz ele botando o controle na mesa de controle e comendo mais sorvete.

- Porque tá me espionando ultimamente. - digo fitando ele.

- Não tô te espionando. - diz ele desviando o olhar.

- Eu te conheço muito bem. Desembucha. - ele bufa.

- Não. - tomo o sorvete dele e como.

- DE-SEM-BU-CHA, ZAC! - Digo alto.

- Tá. - Ele dá uma bufada e começa a contar tudo.

POV'ZAC

Às vezes eu odeio o fato de o Xand me conhecer tão bem. Tive que confessar todo o sonho pra ele. Enquanto lhe contava ele ouvia atentamente sem me interromper. Quando terminei ele estava normal como se nem fosse ele no sonho. Dou um chute nele.

- Ai! - ele grita - Porque? - me pergunta indignado.

- Sua calma me irrita. Nem parece que é você nessa visão. - ele segura meus ombros e diz me chacoalhando.

- Cara. Isso não importa agora. Nem sabemos se isso vai mesmo acontecer. - diz ele me soltando. - vamos curtir o momento depois nos preocupamos com isso. - diz ele comendo meu sorvete que logo tomo das mãos dele. - Ei!

- Isso é meu tira os olhos. - digo andando. - Ei, teu pai colocou um vídeo game na minha cabine - mostro o controle - quer jogar? - ele levanta a sombrancelha e diz.

- Nem parece que me conhece Mutano. Óbvio que sim. Vai indo. - ele me empurra lá pra baixo. - Chama a Cobie pra mim. Please!

- Que bom que não vou ficar de vela. - ele suspira e cora.

- Nem pense em olhar pra minha ruiva. - diz ele numa tentativa falha de parecer sério.

- Tá. - digo rindo. - Sua ruiva é? Legal. Não sabia que estavam juntos. - ele revira os olhos.

- Você me entendeu. Agora anda.

Chamo Cobie que sobe correndo.

POV'XANDER

Cobie aparece rápido.

- Oi. - diz ele se recostando na mesa de controle. - Do que precisa?

- Pode comandar o navio? Vou jogar com o Zac. - ela revira os olhos e ri.

- Claro. Tá mó tédio lá embaixo. - ela me rouba um beijo e me empurra pra baixo. - Anda. - Diz rindo.

- Tá, bravinha. - roubo um beijo dela e saio correndo rindo pra cabine do Zac.

- Idiota. - escuto ela murmurar.

- Eai Incendiário. Vai querer ser terrorista ou anti-terrorista?

- Terrorista.

- Se ferrou. Sou anti-terrorista.

- Vamos ver quem vai se ferrar Mutano.

Passamos a manhã inteira jogando.

POV'BIANCA

Vou até cabine de Luke e bato na porta.

- Quem incomoda minha pessoa? - ele fala lá de dentro.

- Tua irmã diva. - ele ri.

- Só se for Diva-gar. - ele diz, reviro os olhos. - Entra aí. - abro a porta, sua cabine está uma bagunça, roupas espalhadas pelo chão, livros por toda parte, um monte de embalagens de comida num canto e ele escondido atrás de um livro antigo. Ele fecha o livro e olha pra mim.

- Tô com saudades da Mila. - suspira jogando a cabeça pra trás no travesseiro.

- Porque não manda uma mensagem de íris pra ela?

- Tô sem dracmas.

- Afs. - pego um dracma do bolso e jogo pra ele. - Toma aí.

- Valeu maninha. - ele guarda o livro numa estante e se senta ao meu lado. - Tô estudando a possibilidade de Tártaro ter mentido pra Cobie. - ele faz um biquinho muito fofo - E se ela não for estéril? Ela passou toda sua existência presa naquele amuleto, e se ela nunca ter tentando comprovar isso? - são realmente perguntas relevantes. Penso um pouco. - Vou falar com ela. - me levanto - liga pra tua namorada logo. - ele dá um beijo na minha bochecha e fecha a porta.

Subo pro convés e vejo Cobie.

- Oi Cobie.

- Oi. - ela me sorri. E aperta uns botões. - o que faz aqui?

- Preciso falar com você, posso? - pergunto me recostando na mesa de controle.

- Claro. - ela me diz e olha pra frente.

- Bem, você já comprovou se é mesmo estéril? - pergunto direta. Ela cora um pouco e diz.

- Não. - suspira - passei praticamente toda a minha existência presa naquele templo. Nunca tive a oportunidade de comprovar. Tenho sorte de ser uma deusa, caso contrário nem existiria mais.

- Tem chance de Tártaro ter mentido? - ela me fita por um tempinho e pensa um pouco.

- Acho que sim. Tártaro nunca foi confiável. É bem provável que tenha mentido. - diz ela virando o rosto pro Horizonte, ela parece perceber algo e sua expressão muda de repente. - Bia, olhe. - me viro pra onde ela está aprontando e vejo... vejo um navio pirata? Tá de zoação? 

- Quê? - ando até a amurada pra observar melhor.

É. A sorte me odeia. O navio pirata era todo negro de velas negras com uma caveira atravessada por duas espadas em cada vela. Dentro dele a tripulação, a parte mais estranha do navio, era composta de fantasmas, isso mesmo, fantasmas. Hades deve estar puto. 

- Tá vendo fantasmas também ou é só minha imaginação fértil?

- Não, são fantasmas mesmo. - diz Cobie. Ouvimos uma voz grave vindo do navio:

- Nossa próxima vítima. - o fantasma vulgo capitão sinistro diz com uma risada maléfica. Ouvimos risadas surgindo pelo convés, nossos amigos chegaram, e logo suas risadas calaram. Xander quebra o silêncio:

- Que legal! Vamos lutar contra piratas! - diz animado.

- Piratas fantasmas. - diz o capitão sinistro o corrigindo.

- Não seria uma luta justa. Vocês são fantasmas. Não podem ser feridos nem morrem. - diz Luke.

Os fantasmas se materializam juntamente com suas espadas. No convés do nosso navio.

- Que os melhores vençam. - diz o capitão enquanto ele e sua tripulação ataca nosso grupo.

POV'NARRADORA

Os semideuses lutavam avidamente contra os piratas. Paulo faz um reza rápida a Íris e um arco-íris aparece no céu atirando lasers mortais coloridos nos piratas enquanto os semideuses atacavam os tripulantes com suas armas. Um espada longa surgiu na mão de Bianca que agora lutava contra dois piratas ao mesmo tempo. Sangue de pirata sujava todo o convés. Os semideuses tinham cortes em seus braços e pernas. Xander incendiava piratas, Paulo atirava flechas e ganhava cobertura com os lasers do arco-íris, Matt queimava outros com bolas de luz, Zac virara uma águia e deixava fundos cortes nos braços dos piratas, Cobie usava seu canto de sereia e sua habilidade com a espada para enfrentar os piratas, Luke atirava lanças de gelo nos piratas que eram empalados. Um grupo de piratas desceram pro deque do navio Melanie foi a única que pareceu notar. Ela os seguiu na moita, e então silenciosamente cochichou no ouvido de um por um com a voz carregada de charme. "Tenha um ataque cardíaco", um por um foi caindo entrando em convulsão sem ao menoa ter a chance de revidar. Melanie subiu ao convés e se juntou aos amigos. Não havia mais piratas só o capitão. Bianca agora estava frente a frente com o capitão. Ele a atacou com precisão ela desviou do golpe e lhe acertou uma joelhada nas partes baixas, mesmo sendo um fantasma isso doeu pra caramba. Enquanto o homem estava artodoado Bianca aproveitou para lhe dar o golpe de misericórdia. Assim que o corpo morto do capitão caiu ao chão o corpo dele e da tripulação juntamente com o navio viraram névoa e sumiram no ar.

POV'PAULO

- Somos más pessoas por mata-los? - pergunta Melanie assim que os corpos e o navio desapareçam.

- Não. Tecnicamente eles já estavam mortos. - disse Xander limpando o sangue da mesa de controle. - Esqueceram de levar esse sangue nojento junto! - gritou Xander pro nada. Rimos desse comentário idiota.

- Estou imunda - reclamou Bianca - e machucada. Quando a adrenalina passar vamos sentir.

Olhei pra mim mesmo e vi o quão ferrado eu estava. Minhas roupas estavam rasgadas , tinham cortes em meus braços e pernas e sangue alheio por todo meu corpo. Limpamos todo o convés e arrumamos aquela bagunça.

- Vou pra minha cabine tomar um banho. - dissemos todos ao mesmo tempo, rimos disso porque somos retardados e fomos cada um pra sua cabine.



Notas Finais


Obrigada por ler!
PS: Comente.


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