História 2 Pieces - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias One Piece
Tags One Piece
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Palavras 2.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - CAPÍTULO-XII- Relutância


Fanfic / Fanfiction 2 Pieces - Capítulo 12 - CAPÍTULO-XII- Relutância

De certa forma, o que aquela megera da navegadora aprontara teve seu lado bom. Pôde ver o porquê do cozinheiro nunca a tratar como tratava as demais. Não era questão de tempo de convívio. era uma questão de feminilidade. 

Dirigiu-se ao quarto de banho logo ao lado da sala de treinos. Era uma localização bem cômoda. Não era permitido uma grande demora no banho por motivos de racionalização, ou isso, ou tomariam banho de água salgada até reabastecerem no próximo porto. Apesar de rápido, o banho quente de chuveiro sempre a relaxava.

Seu corpo estava relaxado, mas sua mente tornou-se inquieta por mais uma vez. A imagem dele lhe desviando o olhar em constrangimento não lhe saia da cabeça.

Ela nunca o teria...

Já deveria ter a certeza daquilo, e naquela hora, ela viu de fato o que tinha medo de saber. Estava cansada de se lamentar e de sofrer buscando a atenção de alguém que nunca a veria como mulher, mas não sabia o que fazer para superar aquilo. Não sabia quem era, e então, não sabia o porquê de ter se tornado uma espadachim que abdicara de tudo. Deveria ter tido suas razões. Perguntou-se, se tivesse sua memória e todas suas convicções de volta, se perguntou se se arrependeria delas e de sua decisão da mesma forma com a qual se arrependia naquele momento. Não queria ser uma espadachim. Odiou seu corpo e dele se envergonhou.

Naquela mesma noite, após todo o ocorrido, ela estava sem fome sentada a mesa em frente a um bom prato de comida preparada pelas habilidosas mãos do cozinheiro.

Os olhos dela buscaram disfarçadamente por ele. Era como uma droga. A inquietude a tomava até que esta pudesse ver seu rosto e seu bônus era vê-lo sorrir.

Então, aconteceu...

 Enquanto o observava, algo mudou. A frente dela, não via mais o rosto do cozinheiro, era como se este tivesse se transformado em outra pessoa.

Seus olhos vislumbravam um rapaz com a aparência similar à do cozinheiro. Ela conhecia aquele rapaz. Sua roupa era idêntica a dela, e só assim, se deu conta que o que usava era um uniforme.

Ele carregava consigo duas katanas prateadas, similares as que ela tinha. Duas katanas de cor cinza.

Ele olhou para ela, e seus olhos eram severos, no entanto, foram tomados pela surpresa como olhos que reconhecem algo familiar. Ele havia a reconhecido.

- Tudo bem? – Perguntou Sanji percebendo-a estática enquanto o fitava.

- Quem é você...?

A espadachim havia perguntado de uma forma tão séria, que todos na mesa estranharam, notando assim, o que acontecia, e pararam o que faziam para observa-la com preocupação.

- Como assim, quem eu sou? Sou eu, Sanji, o cozinheiro deste navio.

A preocupação pairou em sua face da mesma forma que no rosto dos demais.

– Está tudo bem? – Perguntara Franky, o carpinteiro.

O rapaz que outrora a espadachim vira, havia dado lugar a imagem do cozinheiro, que a fitava intrigado assim como os demais membros da tripulação.

- Teve um retorno de memória? – Perguntara Chopper. – O que viu?

- Eu... foi alguém que usava esta mesma roupa – Tocara em sua própria jaqueta. - Acho que é um uniforme.

- Nunca vi um uniforme assim antes. – Dissera Robin, a historiadora.

Seu coração entrou em uma aceleração provinda de uma carga de adrenalina súbita que vinha de sua vontade de dar continuidade ao que havia visto. Tinha a forte sensação de que caso ficasse parada, tudo iria desaparecer. Tinha que fazer alguma coisa.

- Zoro! – O chamou em urgência enquanto este tomava um gole de saquê.

Em meio ao gole, com a cabeça inclinada para trás, ele a olhou intrigado, e então, a espadachim se erguera em um rompante de urgência que assustou a todos.

Suas memórias batiam a porta de sua mente, mas algo as impedia de sair. Sabia bem que tipo de estímulo elas precisavam para poderem entrar.

- Lute comigo! – Dissera sem rodeios.

O viu cuspir o saquê que bebia, na cara do carpinteiro sentado à frente dele, para em seguida, dizer com aspereza:

- Está louca? Seu cozinheiro de merda, o que colocou na comida desta mulher?

- Você não entende... Está voltando.... Minha memória está voltando... Sinto que vou ver mais coisas sobre meu passado se estiver em uma situação de risco de vida, tal qual vivenciei naquela arena. Elas estão aqui, as lembranças, eu sinto. E se eu não agir logo, irão embora – insistiu quase implorando.

 

Ele me olhou por alguns segundos, e notei que titubeava em relação a uma resposta. O percebi nitidamente pouco à vontade com toda aquela história, que soou absurda não apenas a seus ouvidos, mas na cabeça de todos que ali presentes estavam. Não entendi muito bem o porquê de seu hesitar, logo ele, que sempre estava disposto a um bom combate.

- É claro que ele aceita! – Dissera Luffy com grande empolgação batendo nas costas do espadachim com força, enquanto comia feito um glutão.

- Está louco? Querem partir o Sunny ao meio! – Interferira Franky, o carpinteiro.

- Não acho que seja uma boa ideia... – Dissera o atirador engolindo seco, se acovardando apenas de imaginar um embate de um espadachim contra o outro ali mesmo, no convés do Sunny.

- Chopper, dê um calmante para a nossa convidada... gostaria de terminar essa refeição em paz... – pronunciara-se a navegadora enquanto tomava um gole de vinho.

- Ele aceita! É claro que aceita! Não é? Não é mesmo? – incitou o capitão como uma criança faria, cheio de expectativa de ver um duelo entre os dois, e a ideia daquele embate fez seus olhos brilharem.

- E você fique quieto! – Esbravejou o espadachim desaprovando a atitude de seu capitão. – Desde quando você fala por mim? Hãã...?!Se quer um duelo... lute você contra ela!

Então, em um rompante, a espadachim ergueu-se apontando para o espadachim de uma forma inquisidora e irritada.

- Está com pena de mim? Acha que eu não posso lhe dar uma boa surra com um braço só? Antes você não tinha problemas para querer me desafiar, não é mesmo? – O provocou e pareceu que o havia acertado em cheio.

O espadachim tomou o último gole de seu saquê e o engoliu como se fosse algo amargo descendo por sua garganta, e com força, colocou a garrafa sobre a mesa para depois se erguer sem a olhar, e se dirigindo para a saída da cozinha, arrumando as três espadas na cintura, dissera para a espadachim:

- Vai ficar parada aí a noite toda?

- Luffy...! – Exclamou o cozinheiro para seu capitão, preocupado com o desenrolar daquela situação.

- Vamos lá ver! – Dissera o capitão saindo logo atrás da espadachim com um sorriso de orelha a orelha. 

Dirigiram-se para a proa do navio, mas especificamente dentro da sala de treinamento que Franky havia desenvolvido especialmente para o espadachim.

Quando chegaram lá, viram Zoro de pé, encarando seriamente a porta de entrada, e logo, sua seriedade também encontrara a da espadachim que o desafiara quando esta, pela porta adentrou.

Ele estava sobre a parte cujo chão era metade coberto por um tatame. Quem o conhecia, sabia que não era muito de seu feitio treinar sobre aquele tipo de chão.

- Vamos logo com isso... – Dissera ele de forma grosseira e carrancuda.

- Você não colocou sua badana... – A espadachim o inqueriu seriamente.

- Está quente... – Respondera curto e grosseiramente estalando a língua nos dentes.

Ele havia aceito o seu convite para um duelo com muita relutância, mas era visível que não duelaria de verdade, era como se estivesse atendendo aos caprichos de uma criança mimada e faria uma espécie de brincadeira para se ver livre daquela situação de uma vez por todas. Pensar que ele estaria pensando daquela forma a irritou.

Ele estava sério como sempre. O cenho fechado, parecia já ser algo natural na face daquele homem. Ele notou ela o fitando nos olhos e virou de lado desviando-lhe o olhar estalando a língua nos dentes. Sabia que o analisava e ela estava certa, ele não daria a ela o embate que ela queria, no mínimo, brincaria um pouco sem vontade alguma.

Ela sabia que quando ele colocava a badana ele ficava mais focado e sério. Era quando ele se tornava um perigo mortal, o qual ela precisa muito sentir naquele momento, porque sentia que só assim, se lembraria de mais coisas, assim como havia se recordado de um tanto enquanto apanhava na arena daquela ilha maldita.

- Não vai me ajudar se você não levar isto a sério.

- No que vai te ajudar recuperar uma memória se morrer logo em seguida?

- Você é muito confiante, não é?

- Não sou eu quem está moribundo...

- O estilo santoryu sustenta a subestimação de um adversário? Muito inteligente... – Desdenhou dele com veemência.

- Você que não é muito inteligente no que pede aos outros, mulher, depois não vá ficar se lamentando. Eu não vou pegar leve com você. Então, venha com tudo.

- Se não vai pegar leve, então, coloque sua badana.

Ele suspirou revirando os olhos com a impaciência visivelmente estampada em sua face, e logo, a olhou dizendo enquanto sacava sua espada:

- Vamos logo com isso, meu saquê vai esfriar...

Da mesma forma, a espadachim também sacou a sua espada. Ele não levaria aquilo a sério, e ela não sabia o provocar para que o irritasse a ponto de o deixar louco. Ele não usava as três espadas como de costume, usava apenas duas, e ela usava uma única katana empunhada por seu único braço.

Ela iniciou o ataque sem se dar conta de que tinham uma plateia com sete curiosos. Franky, Chopper, Ussop, Sanji, Nami, Robin e o capitão observavam a tudo.

Sentiu em seu trajeto ofensivo, um certo desnivelamento corporal, e isso era ruim, e não era devido ao chão macio aos seus pés, sabia que aquilo acontecia devido a seu corpo agora se encontrar incompleto e por consequência, desbalanceado.

Tinha que se concentrar e focar em um ponto de equilíbrio, assim como havia treinado, caso contrário, mesmo o espadachim não levando a situação muito a sério, poderia vir a se machucar gravemente.

 Em contra partida, sentiu o corpo mais leve e rápido. Tirou proveito disso e notou um certo espanto por parte dele quando facilmente às costas dele se posicionou logo na primeira investida.

Aquilo havia o pego de surpresa, mas, habilmente, se esquivou do ataque e contra atacou com uma sequência que ela teve que defender até a metade do salão. Era difícil se defender contra duas espadas usando apenas uma.

Foi então que, no meio de todo aquele ataque, teve mais um flash de memória, e desta vez, escutou a voz do rapaz:

- Você continua muito lenta. Já disse o que deve fazer para trabalhar sua velocidade de ataque. Sua teimosia vai lhe custar algumas cicatrizes desnecessárias.... Kristy.

Ele dissera meu nome... e eu, vi seu rosto por mais uma vez.

Não era mais o espadachim a minha frente. Era ele, mas... quem era ele? Ele me conhecia e sabia meu nome. Continuei a o atacar e o via sorrir a cada ataque meu que desviava. Ele ria alegremente me subestimando, e aquilo me aborrecia.

- Ainda não está preparada para se juntar ao grupo. É muito fraca – Dissera sem poupar o tom ou palavras verdadeiras que soavam depreciativas.

Apesar de seu tom, eu não o sentia como a um inimigo, era como se ele agisse daquela forma, para tentar me proteger. Para que eu desistisse de um objetivo que talvez faria com que eu me machucasse seriamente.

- Eu vou te mostrar... quem é fraca aqui... – Dissera rebatendo sua provocação.

Notou o espanto em sua face para com os golpes dela e agora, o via se defender e desviar com dificuldade. Ela estava o alcançando. E então, ele ajeitou o cabelo e também mudou tanto sua postura como todo seu ritmo dentro daquele embate. Ficara sério.

Ele não mais sorria ou falava enquanto lutava, e sua reação a satisfez. Lutavam para valer, e ela se sentiu completa estando ali, ao lado dele, sendo respeitada como sempre quisera ser. Agora tinha sua seriedade e isso a deixara feliz.

Em algum momento em meio ao combate, a espadachim escutou vozes familiares que pareciam nadar em pânico. Eram vozes longínquas de avisos, que diziam algo como, “Já chega”, “parem esses dois”, “estão enlouquecidos”, e em meio a elas, pode escutar uma risada muito alegre que vibrava em incentivo a cada ataque feito.

As vozes foram ficando mais audíveis e a imagem do rapaz a sua frente fora ficando turva e diferente. Quando menos esperava, estava de volta a sala de treino da proa do Sunny-Go, e à sua frente, empunhando as três katanas e usando sua badana negra, estava o espadachim.

- Já chega Zoro, seu cabeça de nabo podre! – Esbravejara Sanji.

- Fique quieto! – Esbravejara Zoro com um semblante totalmente diferente. Estava sério. Então, preparou as katanas para um novo ataque.

Ao que parecia, ela havia despertado nele seu lado berserker, talvez, aflorado pela influência da espada amaldiçoada que este carregava consigo, a qual ele sempre mantinha o controle, mas que naquele momento, parecia o induzir em busca de sangue.

Aquele desejo dele por sangue no momento era muito ruim. Não precisava mais arriscar sua vida, e antes que ela pudesse dizer algo, ele viera com tudo para cima dela.

As lâminas que não eram defendidas por sua espada e passavam em sua esquiva, pareceram continuar o trajeto atrás dela como se fizessem do ar sua extensão cortante, se chocando contra as paredes de madeira da sala, abrindo rombos significativos em forma de enormes rasgos nestas, para o desespero de Franky, o carpinteiro.

Só restou a ela, arriscar a potência e peso dos golpes dele contra ele mesmo.

 Aguardou o ataque mais adequado, aquele no qual ele se aproximaria o suficiente dela para que pudesse usar sua estratégia. Enquanto isso, defendia-se e esquivava-se dos ataques impiedosos do espadachim

Eram as paredes da sala, e o coração do carpinteiro que sofriam a cada ataque que a elas as espadas insanas do espadachim atingiam. Então, a oportunidade que esperava aconteceu.

Em um rompante rápido e tirano, o espadachim a atacara aproximando-se o suficiente dela, da forma como ela desejara. O jogou ao chão beirando o fim do tatame acolchoado, o imobilizou e gritou para ele:

- Eu me chamo Kristy!

Seu grito o fez arregalar os olhos como se despertasse de um transe. Sua badana negra caíra, e com ela, também pareceu se esvair seu espírito sanguinolento.

Com o seu corpo caído por cima dele, sentiu o quão quente além do normal ele estava, era como alguém que ardia febril a mais de quarenta graus, e de forma acelerada, estava o coração dele. Aquele homem de fato estava aquém do que se entendia por um ser humano normal. O olhou seriamente e dissera:

- Acabou.

Ele ainda a fitava surpreso como se não entendesse como ela fizera aquilo. Não entendia como fora pego desprevenido e totalmente desarmado de uma forma inesperada. Aquele homem estranho havia a ajudado muito. Só tinha o que o agradecer como também, o que se desculpar, por colocá-lo naquela situação.

Com um enorme sorriso que mal conseguia segurar, a espadachim dissera:

- Obrigada, graças a você, agora eu sei meu nome.

Escutaram Luffy e os demais vibrarem por aquela conquista. Para variar, o capitão logo inventou uma pequena música onde seu nome era repetido incansavelmente, ela não ligou. Saber seu nome era um grande passo para ter de volta sua identidade.

Viu o espadachim entreabrir os lábios para verbalizar palavra alguma por uns quatro segundos, e então, finalmente, este conseguiu se expressar:

- Você... é pesada...

Foi um pouco constrangedor quando ela se deu conta de que ainda estava ao chão por cima dele. Deveria ter sido constrangedor da mesma forma para ele. Ela se ergueu em um sobressalto, e em seguida, estendendo-lhe a mão, ofereceu a ele ajuda para se erguer. Sem a encarar, ele se colocou de pé sem aceitar ajuda.

- Desculpe por toda esta situação, mas, foi necessário. Quando estava na arena sobre toda aquela pressão, eu me lembrei de algumas coisas, então, precisava de alguém para...

- Eu já entendi... – Dissera de forma ríspida, enquanto deixava o local resmungando algo que conseguiu tirar ao entendimento apenas a palavra “saquê”.

Logo, escutaram uma risada brincalhona, era Ussop:

- Uhuhuuuuu, parece que alguém ficou sem jeito!

Dissera claramente referindo-se ao espadachim.

- “Você é pesada!?” – exclamara Sanji. – Que tipo de verme se refere de tal forma para uma dama?

Aquela exclamação dele deixou escapar dos lábios da espadachim um pequeno riso escarnecedor.

- Que bela luta, foi sensacional. Você é muito forte Kristy!

 

 Meu capitão me elogiara. Então, ele disse algo que me chamou muito a atenção:

- Vai ficar muito mais forte quando conseguirmos o braço de ciborgue!

Eu parei por uns segundos sem conseguir entender exatamente do que ele falava. Por cinco segundos ou mais, eu repeti a mim mesma a palavra “braço de ciborgue?” enquanto alternava a visão de seu rosto sorridente para o rosto de nosso carpinteiro cuja os olhos brilhavam distantes, sonhando com as palavras do capitão.

Logo, me veio o clarão chocante da verdade em meio aquelas palavras despreocupadas de alguém que falava em conseguir algo raro como se fosse alguma coisa corriqueira. O fitei boquiaberta.

- Braço de ciborgue?!

Franky riu, e erguendo seus enormes e fortes braços ciborgues no ar, juntando-os, ele dissera com empolgação.

- Vai ser suuuuuper! Ter uma maninha espadachim ciborgue abordo!

- Nahahahahahahahaa! – Rira nosso capitão com os olhos a brilhar, como se estivesse maravilhado com a ideia de ter mais um ciborgue a bordo.

- Eu agradeço a ideia mas, eu...

- Então, está resolvido! Franky! Vamos retornar a ilha onde você alterou seu corpo e buscar um braço ciborgue para a nossa espadachim!

Ao que parecia, minha opinião não contava muito. Por hora, eu os deixaria sonhar.



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