História 20 Coisas Que Eu Odeio Em Você - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Dois capítulos em 5 horas 👏👏👏👏 ME AMEM 😂😂😂
Ai gente, essa fic vai acabar e será em duas semanas. Uuff... tá me batendo tristeza aqui, mas...!

Espero que gostem dessa atualização rápida.

Capítulo 13 - Odeio como você sorri


Acho que meu corpo esta aproveitando essa semana para descansar, pois acabo de acorda sozinha e seminua. Ou pelo menos eu achava que estava sozinha até encontrar os olhos azuis detalhando cada pedaço meu. Minha face queima e cora, o fazendo sorrir.

O seu sorriso que eu odeio, cínico e confiante, que sempre usa quando solta uma ironia incontestável, ou quanto percebe os meus vacilos diante da sua presença irredutível.

Se tenho vontade de espanca-lo?

Todos os dias!

Não tem nada a ver com amor e ódio, já estou sendo irônica de mais com essa lista interminável. Eu não deveria ter me dado ao trabalho de ter feito uma com 20 ódios, se o que eu mais odeio é ele, como um todo.

Ele me chama de maldita e isso é engraçado já que o maldito aqui é ele. Talvez somos um casal de malditos. Deixo um pequeno sorriso escapar, não pelos malditos, mais sim pelo casal.

Ele me fez mandar a megera em mim, sumir. Pensando nisso, como pude ser tão estupida de não ter percebido que toda vez que ele consegue algo de mim seu sorriso sempre aquece meu coração. Isso é golpe baixo, Maguire.

Visto minha camiseta, consigo ouvir o som desesperado da sua respiração, quando se aproxima de mim, deixando ela sonora misturada com seu hálito fresco emoldurando a sua presença. E justamente em meu cangote.

Deixo meus cabelos em um coque. Facilito para que ele beije meu pescoço, ou faça lá o que ele quiser. Se ele tem permissão para me virar do avesso? Hellooo, isso é mais que óbvio. Acho que acordei me sentindo meio vadia. Ok, eu já sou uma vadia, egocêntrica ás vezes, mais vadia, uma vadia gostosa.

 

Suas mãos apertam minha cintura, eu mordo meus lábios e em seguida passo a língua sob eles, deixando a ponta ao canto.

Deito minha cabeça em seu ombro quando o sinto me empurrar, não contesto, não quero saber.

 

Em menos de dois minutos estávamos nos fundos da cabana, no quintal para ser mais exata. França não é um lugar muito quente, principalmente a onde estamos. Sean e eu vestimos poucas roupas dentro de casa por causa do aquecedor, mas aqui fora pode-se se dizer que a pouca brisa, arrepia. Ele tira a minha camiseta, os meus mamilos estão durinhos e empinados. Então me viro para ele que já estava nu em minha frente. Me aproximo e raspo meus mamilos em seu peito propositalmente, o ouço chiar. O calor, que o corpo dele emana diante de uma brisa gelada, ou quando o frio percorre malicioso todo o meu corpo, durante uma noite chuvosa, o calor que Sean faz questão de transmitir ao meu corpo congelado, não me deixando opção senão sorrir com o maldito reconforto.

Não sei o que ele esta pretendendo fazer, não sei se pergunto, pois agora sim tenho curiosidade. Ele começa a se abaixar, seu corpo tão próximo ao meu, fez seus lábios rasparem nos meus, e a ponta de seu nariz tocar a mesma. Suas mãos empurram para baixo minha calcinha. Nos livramos da peça, e aquela mesma cena do estacionamento se refaz. Sean morde minha virilha, uma de cada vez, passando sua língua encharcada em minha pele.

Quando nossos olhos voltam a se encarar deixo os meus descerem para aquele sorriso, o sorriso que eu nunca esqueci. Eu poderia me esquecer de qualquer coisa sob ele ou dele, mas jamais desse sorriso quente. Ele entrelaça minhas pernas e me pega no colo, sua mão sustenta minhas costas.

 

O que esse maldito está armando?

 

Andamos uns sete metros até meus olhos avistarem uma pequena e redonda piscina terminal.

-Oh, Sean!

 

O faço me por no chão e caminho rápido até aquela delicia, afundando as pontas dos meus pés e testando a temperatura incrivelmente perfeita.

Aos poucos me afundo ficando apenas com a cabeça fora d’água. Me viro e o vejo parado na borda, estico minha mão e o puxo para mim. Seu corpo logo me empurra para a beirada e me esmaga.

-O gato comeu sua língua por acaso?

-O que você esta achando disso? Desse lugar, da gente! – Busco ar em meus pulmões, seus lábios já não tinham aquele sorriso, eles estavam cerrados, finos, mais apetitosos.

-Estou achando que quero isso para o resto da minha vida. – Porra, Lana. Você praticamente o pediu em casamento. Ele percebe a tensão que se formou ao meu redor e deixa aquele sorriso sair, fazendo meu corpo de desmanchar. E a tensão desaparecer.

-Resto da vida é muito tempo.

-Não para mim.

 

Eu queria saber mais de seus pensamentos, queria poder lê-los. Ao mesmo tempo que ele é um livro aberto comigo, o sinto tão misterioso.

-Em que você esta pensando, agora? – Pergunto segurando sua face.

-Estou pensando que você é a mulher da minha vida. Mas. – Ele coloca o indicador entre nós. – Tem uma coisa. Agora eu tenho alguém na minha vida. – Meu coração dispara na possibilidade dele ter mentido para mim desde o começo. – E esse alguém esta no meu coração. É importante para mim e eu a amo. Ela vem sendo minha parceira á dois anos. – Porra, por um momento eu pensei que fosse a Rebecca, mas essa é recente, tem outra amiguinha é isso? Aposto que deve me odiar, também. – Se você quer ficar comigo tem que esta disposta á aceita-la, a ama-la. E se formos morar juntos, ela vem comigo.

-Não. Não quero saber de outra mulher morando com a gente e tirando toda minha privacidade a nossa privacidade. Assim como éramos eu quero ser de novo, quero que transemos em cada canto da nossa casa e não quero ter que me reprimir por conta de uma amiguinha baranga, sua. Isso esta fora de cogitação, Sean. Eu quero você, mas você terá que escolher entre eu ou ela. Não sou obrigada a aturar uma vadia sob o mesmo teto que eu. Aposto que ela deve dar encima de você, e para evitar que eu a mate ou quebre a cara dela, é melhor não. Então vamos lá, escolha... Mas escolha agora. ELA OU EU? – Meus olhos enchem d’água e meu coração lateja de dor. Maldito eu te odeio, eu te odeio tanto.

-Lana, eu não irei escolher entre você ou ela.

-Por que não? Então você mentiu para mim. Aposto que você a come e quer um estepe dentro de casa. – O empurro para me retirar da água. Mas ele aperta o meu braço com força e me empurra contra a beirada. – SEAN... O QUE FOI? – Minha voz sai desesperada. – MESMO DEPOIS DO QUE EU TE DISSE, DE SER POSSESSIVA COM VOCÊ DE VOCÊ SER MEU, MEU... VOCÊ JOGA ASSIM NA MINHA CARA QUE TEM UMA “AMIGUINHA”? EU DISSE QUE TE AMO E VOCÊ NEM SE DEU AO TRABALHO DE RESPONDER... EU ACHAVA QUE EU ERA A IDIOTA ENTRE NÓS, MAS VOCÊ FICA COM ESSE TROFÉU. EU QUERO VOLTAR PARA O HOTEL. – Seguro meu choro.

-O nome dela é Kiara. – A voz dele esta calma, e isso me irrita ainda mais.

-FODA-SE EU NÃO ME IMPORTO. –Viro minha cara para não tê-lo que olha-lo.

-Ela é uma Labradora retriever.

 

Meu corpo gela mesmo com a água quente. Meu coração que já estava acelerado, se descontrolou ainda mais. As lagrimas que fiz questão de segura, deixo-as cair livremente. De alivio. Minhas mãos sobem e apertam o ombro dele. Respiro fundo para encara-lo e pedir perdão. Meus olhos não ficam um milésimo se quer ao dele e desce para aquele sorriso que eu amo. Ele não está bravo comigo, ele esta achando graça do meu desespero, do meu ciúmes da minha possessão em relação a ele.

-Por que você fez isso? – Reclamo em meio ao choro.

-Eu não pensei que você fosse reagir assim.

-Sabia sim. – Resmungo. E ele me da um beijo.

-Eu seria louco, idiota, imbecil, eu seria o que você quiser, se eu te trocasse por outra mulher. Eu nunca irei querer outra mulher, eu nunca irei amar outra mulher. Bom, só irei amar outra mulher se você me der uma filha. – Minha boca seca. – Fora ela, eu jamais irei amar nenhuma.

-Você me ama? – Faço bico, um dengo, um teatro até.

-A cada dia mais. Mas me responda, você aceita a Kiara em nossa casa? – Ele sorri.

-Só se ela não fizer sujeira e nem bagunça dentro de casa.

-Ela não ira fazer.

-Promete? – Torço os lábios.

-Para de ser dramática e abre essa boca.

 

Quando nossos lábios se juntaram, tanto ele quanto eu beijamos os dentes um do outro o que me fez rir e faze-lo se afastar. Seus olhos memorizam o meu sorriso. Ficamos apenas nos olhando, isso nunca incomodava ou ficava chato e muito menos estranho. O jeito que ele me dá respostas rápidas e sarcásticas, quando estamos presos em uma irritante briga, quer dizer uma briga minha já que ele em nenhum momento entrou nela, seus sorrisos capazes de me deixar sem palavras e de olhos arregalados diante da sua satisfatória vitória.

Essa atração que Sean exerce sobre mim, como se cada partícula sua gritasse em minha direção pedindo que eu o tocasse, que eu me aproximasse ainda mais. Não sei se sou capaz de ama-lo ainda mais, não sei se isso é possível, mais se for, eu aceito, eu quero ultrapassar toda a história de amor, até mesmo a de Romeu e Julieta.

-Aceito Kiara em nossas vidas. Mas diga a ela que sou uma megera e que não me dou bem com animais. Só com o dono dela. – Faço careta e ele sorri.

-Sou um animal é?

-Você me fodeu feito um. Um animal primitivo que eu adoro. – Arrasto meus dentes no lábio inferior, deixando aquele rastro branco por a onde a mesma passava.

 

Sinto novamente suas mãos atrás de minhas pernas. Sean nos tira da água, e voltamos para dentro.

Ele me joga na cama e logo cai sob mim.

-Quero beijar sua boca até não aguentarmos mais.

 

Um furacão me devora.

Mesmo nus e com o desejo, a volúpia, luxuria que seja lá o que for, está tomando conta das nossas terminações, ficamos apenas no beijo e nos toques gentis.

Só espero que ele nunca conte a ninguém sob meu ataque de ciúmes, seria tão humilhante outros rindo de mim por ter ciúmes de uma cadela, cretina. Forço para rir com meu pensar, mas a língua de Sean invade minha boca.

Ele rir da situação é uma coisa, foi vergonhoso? Foi, muito.

Porém outra pessoa rindo daquilo seria humilhante.

Pressiono meus dentes na carne labial dele. Nós dois abrimos os olhos, o ouço rosnar de dor o que me faz encarcar ainda mais meus dentes nessa pele tão final e delicada. O empurro fazendo-o se deitar e me sento sobre ele. Passo minha língua em seu peito, chupo sua pele gostosa e subo rápido até sua orelha para sussurrar.

-Me faça gozar como fez no hotel. – Isso não foi um pedido, foi uma ordem.

 

Arrasto minha intimidade sob ele até chegar aonde me interessa. As mãos dele deslizam pela minha bunda. Deixo meu corpo ereto e roço sob ele, duro e gostoso. Não precisamos transar, só nos torturar.

Sua extensão quente e rígida pulsa, dou um sorriso para ele, adoro sentir seu desespero. Os lábios dele estão secos enquanto os meus jorram saliva. Arranho seu peito e o ouço chiar. Mordo meus lábios quando sinto a cabecinha louca na minha entrada, eu poderia muito bem forçar a entrada e deixa-lo me rasgar por dentro, mas deixo meu troco cair sob ele, beijo sua boca suavemente, umedecendo seus lábios. Arrasto minha língua para fora, passando por seu queixo, pescoço, peito e abdômen.

Sean levanta a cabeça para me ver coloca-lo em minha boca, fecho meus olhos e sinto sua extensão molhada penetrando minha boca. Nem se eu tivesse a maior boca do mundo, conseguiria coloca-lo por completo dentro dela.

Passo minha língua na cabecinha, como se estivesse chupando um picolé, com uma das mãos eu tenciono seus testículos . Se estou fazendo essa oral para me redimir depois do meu ataque de ciúmes? Não mesmo. Se aquilo não tivesse acontecido eu daria um jeito de chupa-lo mesmo assim.

Ele segura minha cabeça, enrolando os dedos em meus cabelos. Então fico parada enquanto ele se move debaixo, fodendo minha boca. Seus gemidos fazem meu clitóris pulsar, estou latejando, meu sexo chega esta doendo só de imaginar ele fodendo minha vagina como esta fodendo minha boca. Ouço a cabeça dele cair para trás assim que suas mãos soltam meu cabelo e ele segura meus braços me puxando para sima. Me apertando e raspando seu pau em mim. Sean enterra a cabeça em meu pescoço e chupa minha orelha, fazendo não sei como meu abdômen se contrair e minha vagina se pressionar contra o membro dele. Ele me solta e eu volto a deixar meu corpo ereto, fico afobada quando sinto que estou gozando, meus dedos trêmulos que estavam sob o abdômen dele, nota que ele também esta se contraindo. Sinto Sean, pulsar violentamente antes do gozar.

 

Deito minha cabeça em seu peito, as pontas dos dedos dele, alisam meu ombro, enquanto eu aliso seu peito.

-Isso é incrível. – Passo a ponta da língua na orelha dele e depois a mordo.

-Canibal. – Riu de uma vez que acho que respinguei saliva nele.

-Gostoso. – Me aproximo ainda mais da sua barba rale e inalo seu cheiro e depois mordo sua bochecha. – Quero te comer. – O mordo outra vez. E ele cai na gargalhada.

-Quando decidir me chupar me avisa. Eu quase tive um treco quando te vi... Oh.. – Ele morde os lábios, aposto que esta relembrando.

-Não irei te avisar de nada , Maguire. Eu te chupo quando eu quiser.

-Você não...

-Eu faço com você o que eu quiser. Simples assim. Aceita que dói menos, meu amor. – Me levanto e pisco para ele.

-Então eu faço com você o que eu quiser. – Ele rebate.

-Querido, pode me virar do avesso. Podo me foder como quiser. – Ele se levanta e começa a me seguir. Eu ando de ré até o banheiro apenas para não perder o contato visual. – Pode enfiar no buraco que quiser. – Sorriu e ele fica pálido.

-Mulher, não me teste.

 

Quando ele avança em minha direção eu corro para o banheiro. Seus passos firmes e rápidos me fazem entrar em pânico.

Eu não me lembrava de como eu podia ser feliz, de como ele me fazia feliz, e que a  felicidade suprema reside na cumplicidade de um amor verdadeiro.

 

 

Quando penso em você, não posso deixar de sorrir, sabendo que você me completa. (Querido John)


Notas Finais


E o que acharam? Estou sentindo falto dos comentários de vocês. 😟

Não irei demorar com a próxima atualização. Não será em horas como essa foi. Mas.

Até o próximo capítulo.
Mwah! 😘


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