História 20 Coisas Que Eu Odeio Em Você - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Palavras 2.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volti 🤓
Mais 6 capítulos e a fic é oficialmente encerrada! Confesso que estou com saudades de escrever sob as outras fics, mas...
Bom, boa leitura.

Capítulo 15 - Odeio como você, é só Você


Só de pensar que nossa semana esta chegando ao fim, tenho vontade de vomitar. Sei que já fizemos mil e um planos desde que chegamos, mas será que iremos conseguir cumprir cada um deles?

Não digo por ele, digo por mim.

Estou disposta a me enfiar de cabeça junto com ele, mas ao mesmo tempo que sinto que sou a mulher mais segura do mundo, também sinto que não sou e estou com medo de desaponta-lo de magoa-lo, por que é só isso que eu sei fazer com as pessoas. Ao mesmo tempo que Sean faz o meu muro de auto proteção ser derrubado, parece que aos poucos meus instintos o alarma para que se reerga.

Sou uma puta de uma vadia, bipolar.

 

Alcanço um livro sob a mesa do escritório, Sean estava fazendo alguma coisa no computador que não me importa. Viro para a capa e meus olhos leem, Guerra e Paz. E antes que eu pudesse abri-lo, ouço Sean.

-Esse ai é o volume dois.

-Soube pela capa? – Ele nem tem os olhos em mim ou no livro.

-Também. Vale apena lê-lo, mas comece com o primeiro.

-Se quiser pode fazer uma resenha para mim.

-Os quatro volumes são enormes, Lana. Eu ficaria o dia inteiro fazendo essa resenha. – Ele olha pra mim.

-Ok. Posso entender, se não quer a minha companhia. Não foi intenção te atrapalhar de seja lá o que você esta fazendo a meia-hora nesse computador. – Reviro mesmo olhos e começo a me retirar. Me sento no sofá, e foda-se eu não ligo se esse é o segundo, terceiro, quarto livro. Eu só preciso de algo para me tirar do tédio, enquanto o meu homem esta tendo um caso com aquele computador. O que ele tem na cabeça que prefere o computador que a mim? Respiro fundo antes de começar a lê-lo.

-São quartos volumes. – Ele se aproxima e pega o livro de minhas mãos. Não o olho nos olhos. Ele então se senta ao meu lado e continua. – Os livros são enormes, mesmo. Contendo mais de mil páginas, cada. O livro um, a novela começa na cidade russa de São Petersburgo, numa festa dada em julho de 1805 por Anna Pavlovna Scherer - dama de honra e confidente da rainha mãe Maria Feodorovna. Os principais personagens e famílias aristocráticas da novela são conhecidos aqui. Pierre Bezukhov é filho ilegítimo de um conde abastado à beira da morte e é inesperadamente envolvido em uma disputa pela herança. Educado na França, com a mãe morta, Pierre é essencialmente bondoso mas sem tato social, de natureza aberta, e sente dificuldades para se integrar à sociedade de São Petersburgo. O amigo de Pierre, o inteligente e sardônico príncipe André Bolkonsky, marido da encantadora Lisa, também comparece à festa. Julgando a sociedade de São Petersburgo enjoada e sentindo-se desconfortável com a vida de casado, André escolhe ser ajudante de campo do príncipe Mikhail Kutuzov na Guerra da Terceira Coalizão contra Napoleão.

Tolstói desvia então a ação para Moscou, a velha cidade russa, em contraste com São Peterburgo. A família Rostov, residente na cidade, será um dos mais importantes núcleos da novela. A família do conde moscovita Ilya Rostov possui quatro filhos adolescentes. A jovem Natasha está supostamente apaixonada por Boris, um oficial disciplinado e também seu parente. O irmão, Nicolau, faz juras de amor juvenil a sua prima mais nova, Sônia. A filha mais velha, Vera, é fria e, de alguma forma, arrogante mas tem uma boa perspectiva de casamento com um oficial alemão, Berg. Pétia é o caçula da família Rostov; como seu irmão, é impetuoso e anseia por se juntar ao exército ao chegar a idade. Os cabeças da família, Conde Ilya Rostov e Condessa Natalya Rostova, formam um casal afetuoso mas sempre envolvidos em dificuldades financeiras. O príncipe André, ao partir para a guerra, deixa sua esposa grávida na casa de campo da família com seu pai, o excêntrico Príncipe Nikolai Andreivitch Bolkonsky, e sua irmã Maria Bolkonskaya. A segunda parte deste livro abre-se com a descrição dos preparativos da iminente guerra franco-russa. Na Batalha de Schöngrabern, Nicolau Rostov, agora lotado ao esquadrão de hussardos, tem seu batismo de fogo. Ele conhece o príncipe André de quem, a princípio, não gosta. Como todos os jovens soldados ele se sente atraído pelo carisma do czar Alexandre. Através do jogo, também trava conhecimento com os oficiais Denisov e Dolokhov.

 

Ele para. A ponta de sua língua umedece seus lábios.

-Já acabou?

-Essa resenha é apenas do primeiro livro. – Acho que minha boca se abriu o fazendo sorrir. – São enormes, meu amor. Eu fiquei seis meses para lê-los.

-Você os tem? – Ele concorda com a cabeça. – Adoraria que você os lesse para mim quando fossemos dormir.

-Eu, sozinho, demorei seis meses. Com você levarei seis anos. – Ele me olha malicioso me fazendo sorrir e morder os lábios em seguida.

-O que você estava fazendo no computador? – Pergunto quando ele faz com que eu encoste minhas costas em seu peito.

-Digamos que eu estava preparando nosso futuro.

-Que é?

-Prefiro que fique apenas entre mim e o computador. – Sinto sua respiração falhar, me viro para olha-lo, seus olhos escondem algo de mim.

-Me diga? – Peço quase implorando, ainda faço biquinho o fazendo sorrir.

-Fora de cogitação. – Ele pousa seu indicador na ponta de meu nariz ao dizer.

-Por favor? – Começo a me sentar sob ele, lhe dou mordiscada sob a barba rala. – Me diga. – Sussurro sob sua pele. Meu quadril começa a raspar contra o dele. – Por favor. – Sussurro ao pé de seu ouvido. Busco por seus olhos, ele esta derretido e esta disposto a fazer ou falar qualquer coisa. – Me conta tudo.

-Eu... – sua boca seca o faz tossir, então o ajudo, juntando nossos lábios e o umedecendo em um beijo molhado. – Eu... acabei de comprar uma casa pra gente em New York. Ela esta no seu nome.

-Sean! – Meus olhos enchem de água e meu coração acelera. – Eu deveria ajudar nisso, tanto na escolha quando em dividir o preço.

-Não se preocupe, eu não me importo com dinheiro. Aceite como um presente meu. – Seu polegar faz círculos em minha bochecha, deixando a mesma, quente.

-Só se você coloca-la em nosso nome.

-Oque você quiser. Mas, não tente mais usar seus “golpes” encantadores para me fazer falar ou fazer alguma coisa, isso é golpe baixo, até mesmo para você.

-Nada mais justo. Você faz o mesmo comigo.

-Justo!

 

Me levanto do seu colo para que ele possa se levantar. Ao se virar eu pulo em suas costas e o entrelaço.

-Lana, eu não tenho mais 20 anos.

-Trinta e seis para ser mais exata. – Passo meu indicador em sua orelha. – Falando assim você até me ofende. Entendo que eu devo ter engordado, durante esse tempo e...

-Tá de zoeira né? Você esta mais magra do que eu me lembrava. Eu só disse aquilo para você não pular do nada, apenas me avise para que eu prepare minha coluna e... É a idade.

 

Ele me coloca sob a cama, chego a pensar que ele cairia sob mim e que seus lábios amariam os meus, mas, ele apenas tira a camisa e começa a fazer abdominais. Torço meus lábios e me aproximo mais da beirada da cama.

-Por que isso agora?

-Para não ter que ficar pensando ou imaginando você nua a cada um segundo. – Deixo um sorriso travesso sair.

-Olha, você sabe que não precisa pensar ou imaginar, não é mesmo? – Fico de joelhos na cama e tiro minha blusinha. – Você pode ver e ter ao vivo. – Deixo uma risada alta e maliciosa sair.

Sean perde as forças e cai com tudo sob o piso, o barulho que a mesma fez, logo fez o meu sorriso desaparecer. O ouvi gemer baixo e corri até ele.

-Sean... Você esta bem?

-Acho que quebrei meu nariz.

-Oh, eu... sinto muito.

-Me traga um pano e gelo. – Sua voz grave de dor fez meu coração doer.

 

Saiu correndo em busca, mas que droga, não era para ele quebrar a droga do nariz. Volto em menos de dois minutos e já não o encontro no chão.

-Sean, esta no banheiro? Trouxe o gelo e o pano. – Bato na porta e a mesma se abre, olho para dentro e não o vejo. –Sean? – Ok, perfeito, ele esta bravo e agora deu para dar uma de criança rebelde, perfeito!

Me sento na cama enfezada, eu não vou atrás dele, eu disse que sentia muito e ele sabe que é verdade. Meus olhos enchem de água quando ele aponta na porta com sangue sob seu peito, faço um biquinho triste antes de me levantar e se aproximar dele.

-Eu sinto muito, não foi minha intenção. – Passo o pano sob seu peito. – Você não vai falar comigo? Pode brigar se quiser, apenas fale alguma coisa e... Precisamos ir ao médico, Sean! – Levanto meu olhar para encarar os dele. Fico na ponta dos pés para lhe dar um beijo, mesmo que haja sob seus lábios resíduos do sangue, eu realmente não me importo com isso. Assim que sinto o gosto doce em meus lábios eu o empurro. – SEU FILHO DA PUTA.

-O que foi? Não gosta de calda de morango? – Lhe taco na cara o pano e depois o gelo.

-NÃO FALA MAIS COMIGO, SEU IDIOTA. – visto minha blusinha.

-Você deveria ter visto sua cara, eu deveria ter gravado isso. – Ele chega se engasga com a própria risada.

-Muito engraçadinho, Maguire. Pensei que você fosse um homem e não um moleque. – De imediato os risos se desfazem.

-Você me chamou de moleque?

-Além de moleque é surdo. – Vou em direção á cama e engatinho até a cabeceira, olho sob o meu ombro esquerdo e vejo seus olhos fixos em meu traseiro.

-Lembra quando você disse que eu podia enfiar no buraco que eu quisesse?

-Não! – Faço uma cara de desentendida. E ele fica com os olhos tristes. – Mas, se quiser me fazer lembrar.

 

Ele se joga na cama, mesmo melado de calda. Seus dedos rápidos e ágeis começam a fazer cocegas. Indo e vindo em minhas costelas.

-Esta se lembrando?

-Não!

 

Começo a chuta-lo, e ao invés de me engasgar com minha risada eu deixo algumas lágrimas caírem, o fazendo ter mais vontade de fazer cocegas em mim.

-Sean... Para... Eu vou fazer xixi. – Entro em pânico dentro de mim. – SEEEAAAANNNN PARAAAAA... – O empurro e corro para o banheiro, passo meus dedos para tranca.

-Hey, não é pra tanto, volta aqui e me deixe comer sua bunda. – Ele bate na porta, mas eu não respondo. Escovo meus dentes depois de ter vomitado e não urinado. Passo a mão sob a minha testa ao se retirar. – Você esta bem? – Ele segura minha face, preocupado.

-Estou, deve ter sido algo que eu comi e... – O olho torto e com um sorriso.

-Ah, Lana. Depois eu é que sou o infantil.

-O que? Eu precisava dar o troco.

-Parecia tão real, quando ouvi sua primeira ânsia chegou a me dar calafrios. – A expressão que vi em seu rosto foi mais de preocupado do que para calafrio.

-E quando eu te vi “ensanguentado” eu me odiei por ter...

-Somos praticamente dois adolescentes. – Ele pega o pano e começa a limpar a calda. Mas eu tenho uma ideia melhor, me aproximo e passo minha língua sob seu peito. – Pensei que não gostasse.

-Eu estava brava.

-Então, se lembrou do que você me disse ontem?

-Talvez! – Começo a empurra-lo até a cama. – O que eu ganho se eu deixar você comer a minha bunda?

-O que você quiser. – Ele cai de uma vez e eu me sento sob ele.

-Tenho fantasias sexuais, Maguire!

-Quero realizar todas. – Suas mãos ficam em minha cintura quando volto a tirar minha blusinha.

-Lembra da ultima vez que comeu a minha bunda?

-Como se fosse ontem. – O sinto vibrar debaixo de mim. Aposto que sua pulsação acelerou, como se estivesse tirando racha dentro dele.

-Será que eu irei gostar como da ultima vez?

-Você ira adorar.

 

Ele me vira, me jogando sob a cama e logo erguendo minha bunda, impaciente, deixo uma gargalhada sair.

Em questão de segundos estávamos nus, senti seu membro mais impaciente ainda se chocar contra a pele de minha bunda. Meu coração batia acelerado, e minhas mãos suavam frio. Sean percebe a tenção que se formou em meu corpo.

-Hey, está tudo bem. Se não quiser não faremos. – Olho para ele sob o ombro. – Esta tudo bem, okay? – Concordo com a cabeça. Seu corpo ia se afastando quando seguro sua mão e a levo até minha boca, eu chupo seu indicador e seu médio. Os deixando encharcados. Então ele se posiciona atrás de mim e sua mão desce até minha vagina. Eu o ajudo a me estimular, enquanto ele me fode com os dois dedos, eu belisco meu clitóris.

Ele usa seu pau para arrastar para trás minha lubrificação, senti-lo raspar em minha vagina faz meus joelhos bambearem.

-Quando você quiser. – Os dedos que eu havia chupado estavam lambuzando a entrada do meu ânus.

 

Aperto o lençol quando o sinto entrar. Um gemido alto e grave escapa.

-Estou te machucando? Quer que eu pare? – Ele era tão cuidadoso, não importava o seu tesão, a sua luxuria ou vontade. Sean, sempre pensava primeiro em meu bem estar, e ele não faz ideia, mas isso me faz ficar mais excitada ainda.

-Se parar eu te mato.

 

Acho que morri, quando o senti enfiado em mim até o talo. Ele fodia meu rabo sem pressa ou força. Os dois dedos voltaram para minha vagina, me fodendo na mesma proporção que seu pau fodinha o meu cu.

Ele não gemia, urrava.

Eu não gemia, gritava.

-Adoro esse sexo sujo. – Lhe confesso em meio os meus gritos de prazer.

-Adoro como você grita ou geme de prazer, a cada vez que meu pau esta em seu corpo.

 

Ouvir sua voz cheia de tesão me fez dar uma puta de um beliscão em meu clitóris, me fazendo gozar. Sean tirou os dedos molhados de dentro de mim e os levou até a boca. Apenas estremeci com esse gesto que eu já deveria estar acostumada.

Ele levanta meu corpo, minhas costas ficam sob seu peito, suas mãos massageiam meus seios e sua língua passa em meu pescoço de baixo para cima. Coloco minha mão em seu testículo e o aperto tão forte o ouço falar sacanagem em meu ouvido, palavras obscenas que o fizeram gozar.

 

Sean me arrastou mesmo cansada para debaixo da água morna. Tomamos um banho e ficamos nus deitado na cama, até ele me virar de bruços e se sentar em minha bunda.

-Sean, de pelo menos uma hora para minha bunda se recuperar. – Ele se inclina e me da um beijo no ombro.

-Você só pensa nisso não é mesmo?

-Como se você não pensasse.

-Você gostou? – Sua voz saiu tímida, eu poderia tirar proveito disso, mas ele começou uma massagem em meus ombros.

-Foi delicioso. – Digo manhosa. – Eu amo isso... Mais para a esquerda. – Sua mão escorrega. -  Ai... ooohhh... – O ouço sorrir.

 

Eu estou cansada, juro que sexo anal é mais cansativo do que qualquer outro tipo de sexo. Em nenhum momento ele me machucou, quase o implorei para ir mais forte, mas o deixei em seu ritmo e com seu cuidado.

Sean é apenas, Sean. E eu odeio a maneira como ele é em relação a tudo, de como ele se preocupa comigo. Odeio quando me pega em suas piadinhas ou brincadeiras sem horas. Eu nunca menti para ele, assim como ele nunca mentiu para mim. Sempre jogamos limpo e fomos honestos. Mas hoje, teve algo que prefiro que fique entre mim.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Gente, da um desconto, esse foi o primeiro anal q escrevi na vida kkkkk ai Deus.
Mas, espero que tenham gostado e até o próximo cap.
Mwah!


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