História 20 Coisas Que Eu Odeio Em Você - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi seres humaninhos lindos!
Espero que gostem do capítulo de hoje.
Boa leitura!

Capítulo 6 - Odeio como você cuida de mim


A noite começa a chegar, aquela brisa fria também. Eu não trouxe absolutamente nada para me aquecer, Bex trousse uma manta no carro, mas eu nunca pediria um pedaço emprestado, fazendo com que fiquemos juntas e perto até demais.

Marcus acende uma fogueira na praia, depois de muito custo, pois o vento realmente não estava ao nosso favor. Jogo minha canga sobre a areia e me sento ao redor da fogueira. Marcus e Rebecca comiam marshmallow, olho pra cima quando Sean aparece.

-Chá? – Ele me oferece e eu aceito de primeira. – Posso? – Balanço a cabeça e ele se senta ao meu lado. – Você esta com frio? Se estiver eu posso te...

-Sean eu não estou no clima pra...

-Eu ia dizer que eu poderia te abraçar para nos esquentar. – Ele sorri lindamente para mim. Estreito os meus olhos quando ele abre os braços para me receber.

-Sem tirar casquinha. – Digo e encosto minhas costas em seu peito duro e quente. – Aonde arrumou chá?

-É impossível não tirar casquinha de você! E sobre o chá, eu liguei no restaurante e eles trouxeram. – Uma de suas mãos deslizam em minha virilha, e eu não faço absolutamente nada para que ele pare. Pois estou adorando a sensação.

-Vamos embora hoje ou ficaremos? – Marcus pergunta.

-Eu não sei! O que decidirem esta perfeito para mim. – Seu hálito quente em minha nuca me aqueceu ferozmente.

-Lana? – Mascus olha pra mim.

-O que decidirem! – Dou um sorriso sincero e sinto a mão dele subir a acariciar o meu ventre.  O frio que eu sentia antes já tinha se ido desde o momento que meu corpo encostou ao dele.

-Becca? – Ele olha para noiva.

-Eu quero dormir. – Ela sorri para Marcus. – Tem um hotel aqui perto, eu adoraria deitar naquele coxão macio, agora!

-Então vamos!

 

Em menos de 10 minutos havíamos chegados. Marcus e Sean fora até o balcão para pagarem por três quartos, três quartos sim, eu não me atreveria a dormir ao lado dele.

-Tem preferencia? – Quebro o silencio, e Rebecca olha para mim desconfiada. – Entre menina ou menino.

-Não mesmo!

-O que aconteceu para você começar a ser legal comigo assim do nada? – Pergunto sem fazer enrolações e indo direto ao que me interessava.

-Hormônios eu acho. Mas não estou sendo legal com você. Estou sendo educada, há uma grande diferença nisso. – Concordo com a cabeça. Torço meus lábios e meus olhos vão até Sean, ele estava de costas e eu o analiso dos pés até a cabeça. E dou um suspiro sem ao menos perceber. – O que você sente por ele? – Volto a olhar para Rebecca.

-Eu... eu não sei. Culpa, vontade, medo... arrependimento. É muita coisa! – Dou um sorriso leve para ela. – Obrigada por cuidar dele quando eu fui embora.

-Não fiz por você. Fiz por ele.

-Eu sei! Mas, mesmo assim obrigada. Ele é importante.

-E mesmo assim o deixou.

-É complicado e já conversamos sobre isso. Eu gosto dele, mas gosto mais de mim.

-Ele te fez algo? – Respiro fundo.

-Ele roubou meu coração como ninguém, eu só não consegui aguentar.

-O amor? Isso é um absurdo. – Rebecca revira os olhos.

-Absurdo pra mim e você amar mais uma pessoa que amar mais a si mesma.

-Você esta errada! O amor... – Rebecca para de falar assim que Marcus e Sean se aproximam. – Cama. – A ruiva se levanta de uma vez.

-Amor, primeiro um banho! – Marcus a entrelaça pela cintura.

-Nos dois? – Ela morde os lábios.

-Mais é claro! – Dou um leve sorriso, não sei, mas ela e Marcus juntos passou a ser agradável de ser ver. – Nos vemos amanhã? – Sean concorda com a cabeça e eu também.

 

Assim que eles entram no elevador, sinto os olhos de Sean em mim.

-Se não for pedir muito, quero me deitar, será que...

-Só tem um quarto vago. – O olho de imediato.

-Não acredito em você!

-Fique a vontade para perguntar.

 

É exatamente o que faço, ir até a balconista e exigir um outro quarto, mas a insolente me diz que não pode fazer nada. Sinto ele se aproximar e eu me viro rápido para que ele não me abraça por trás e me faça de alguma maneira louca dormir com ele.

-Olha, você pode ficar com o quarto. Eu vou ficar bem lá no carro. Posso ouvir música, cantar e...

-Não precisa. Eu fico no carro. – Vou em direção ao estacionamento, mas ele me segura pelo cotovelo.

-Não vamos começar com isso. Está tudo bem, pode ficar com o quarto eu não faço questão dele. – Sean me entrega a chaves.

-E você? – Minha voz sair mais em tom preocupado demais, o fazendo sorrir.

-Já disse, irei curtir alguma rádio, ou posso dar algumas voltas por ai.

-Você vai sair?

-Talvez, para o tempo passar. – O vejo se afastar e começar a ir em direção do estacionamento. Balanço minha cabeça negativamente e corro até ele. Eu simplesmente não podia deixa-lo ficar naquele carro.

-Espera! – Ele se vira. – Se o quarto tiver um sofá, não vejo nada demais se você dormir nele.

-Tem certeza? – Concordo com a cabeça e lhe entrego a chave.

 

Assim que entramos, meus olhos buscam um sofá marrom de canto.

-Espero que aquele esteja perfeito para você?

-Perfeito estaria se eu pudesse dormir com você, mas está bom. Confesso que é melhor que o carro.

 

Sorriu fraco para ele, vou até o banheiro e tomo um banho rápido. Agradeço por sempre ter ouvido os conselhos da dona Dolores e sempre levar uma pequena mala de roupa para qualquer lugar que fosse.

Uma blusinha e shorts de algodão estava mais que perfeito para que eu pudesse me jogar naquela cama. Me retiro, vejo Sean sentado com uma toalha na mão.

-Minha vez!

 

Ele passa por mim, quase me levando junto com ele e me fazendo tomar outro banho, apesar que não sei se seria muito bem tomar banho, já que possivelmente faríamos algo melhor que isso.

Me deito, chego a gemer com o toque macio dos lençóis. Olho em direção da porta do banheiro, ela esta entreaberta. Me viro para o outro lado da cama, não quero pensar nisso... nele ali tomando banho.

Sou muito maldita, me odeio!

Quando me dou por conta o estou bisbilhotando, mesmo com a fumaça da água quente eu consegui ver seu corpo nu, tão lindo e gostoso. Desligo meu olhar sobre seu abdômen descendo até seu membro relaxado. Minha boca se enche d’água, me fazendo me apoiar na porta entreaberta. Fecho meus olhos e tento me lembrar de todas as vezes que aquele membro esteve dentro de mim. Como eu sinto falta de ser fodida por ele.

Por um impulso forte contra a porta, acabo caindo para dentro, bem ao pés dele.

-Bisbilhotando? – Ele pergunta com a maior naturalidade do mundo. Subo meu olhar, até os olhos dele, mas não chego nem na metade já que fiquei presa olhando para seu membro.

-Eu... eu tropecei. – Sean me da a mão para que eu me levante mais não aceito, me levanto sozinha e corro até a cama, me cobrindo da cabeça aos pés.

 

Alguns minutos se passaram e eu o ouço abrir a porta do quarto, descubro minha cabeça e o vejo se retirar. Me levanto e corro até ele antes que o mesmo feche a porta.

-Aonde você vai? – Eu estava sendo a mesma possessiva que fui, querendo saber os passos dele.

Se isso me preocupava?

Sim, e muito!

-Preciso de um ar. Quer vir?

-Não! Mas... não quero que vá. – Ele olha pra mim sem entender. Então reviro meus olhos e seguro sua mão. – Durma ao meu lado essa noite. – O corpo que antes ameaçava a se retirar, agora estava de volta ao quarto.

 

Pouso minhas mãos em seu peito nu.

-Sean... ao mesmo tempo que eu quero, eu também não quero. – Roço meu nariz ao meio de seu peito.

-Não farei nada do que você não queira.

-Eu sei. Por isso que eu... que eu... – Dou um beijo em seu peito. Os braços dele me acolhem.

-Se isso não der, quero que me deixe cuidar de você. Assim como eu fiz hoje, como eu fazia.

-Eu quero que dê... eu quero que isso de certo. Mas estou com medo.

-Não precisa ter.

 

Nos aproximamos da cama, ele se deita primeiro e eu me deito sobre ele, no calor de seu corpo.

-Me faça não ter!

-Só me permita entrar novamente. – Ele coloca a mão rumo ao meu coração.

-Você nunca saiu para entrar novamente.

-Lana...

-Sean... – Sussurramos o nome um do outro.

 

Ele acaricia minha pele, a cada minuto que se passava meus lábios depositavam um beijo no peito dele. Meu coração estava doendo. A cada momento que eu passo sozinha com ele, é como se quiséssemos recuperar o tempo perdido, mas isso jamais será recuperado. O que podíamos fazer era criar novos momentos. Ele sempre foi o tipo do homem super protetor. Cuidava de mim até quando eu sentir um misero resfriado. Ele vivia sim por mim, exatamente como eu vivia por ele. E quero voltar a viver.

-Sean?

-O que?

-Somos concorrentes no trabalho, se nossos superiores descobrem que dormimos juntos... Podemos perder nosso emprego.

-Não me importo em perder meu emprego, se você estiver ao meu lado. Eu posso arrumar outro empego, mas não posso encontrar outra mulher para amar.

-Você me ama?

-Mais que ontem e menos do que amanhã.

 

Meu desejo era de beija-lo, de fazer amor com ele pela eternidade, mas quando isso voltar a acontecer, quero que seja o mais longe possível de qualquer pessoa, pois quero fazer amor com ele por cada centímetro de onde estivermos.

Me levanto um pouco para olha-lo nos olhos.

-Me perdoe por ficar te bisbilhotando.

-Gostou do que viu pelo menos? – Ele deixa um sorriso safado sair e eu sorriu tímida.

-Você não faz ideia de o quanto.

Ele passa o polegar sobre meus lábios, eu o abocanho e o chupo sutilmente, até deixa-lo tirar e escorregar o dedo húmido pela minha face.

-Promete que não vai partir?

-Eu prometo.

 

Os braços fortes dele me puxam, ele me aperta tão forte contra seu corpo que consigo sentir as batidas de seu coração.

-Nada e nem ninguém voltará a tocar em você. Cuidarei de você por toda eternidade e... serei seu por toda eternidade.

-Serei sua por toda eternidade.

 

Ele me vira sobre a cama, ficando ao meio de minhas pernas.

-Me perdoe em relação a Rebecca, eu estava totalmente errada, eu fui uma estupida.

-Não, você não foi!

 

A lingue dele desliza pela maçã de meu rosto e passa por meu pescoço.

-Para de babar em mim! – Digo gemendo praticamente.

-Eu quero gozar em você!

-Aceito! – Mordo meus lábios, desço minhas mãos até o traseiro dele e o pressiono contra minha intimidade.

-Quero te deixar louca... quero te deixar no cio, Lana Parrilla. Sabe por que?

-Não! – Digo manhosa, pois ele começou a se esfregar em mim, meu corpo ia e vinha debaixo do corpo dele.

-Por que eu quero fazer amor com você como nunca fizemos antes. Quero te sentir latejando por mim e quero sua vagina ansiando para que eu a foda.

-Eu já estou assim.

-Não é o suficiente!

Quando ele morde minha orelha sinto minha calcinha ficar mais molhada que o normal. Os músculos de minha vagina doerem e meu abdômen se retorceu. Fazendo com que um gemido agudo saísse.

-Isso não é possível. – Digo e o afasto.

-O que foi?

-Eu... eu acho que gozei.

-É mesmo! – Vejo um olhar cínico nele.

-O que? – Me levanto e vou até o banheiro ele vem logo atrás de mim.

-Fique sabendo que é sim possível.

-Foi proposital?

-Não tenha duvida!

-Como?

-Uma mulher não precisa ser penetrada para ejacular. Eu só precisava te tocar em seu ponto vulnerável.

-E qual é?

-Outra calcinha? – Ele não irá me responder... perfeito.

-Por favor. – Assim que ele tira minha ultima calcinha limpa da mala, o vejo levar até o nariz e inala-la com vontade. – Se quiser pode cheirar o lugar que é predestinado a ela.

 

Sorrimos maliciosamente.

-Quem sabe em outra ocasião!

 

Encosto a porta para tirar e vestir outra calcinha, passo mão em minha vagina e ela esta encharcada, maldito e não maldito.

Me retiro e logo sinto os braços dele me puxarem, caímos sobre a cama e ele sob mim, seu membro ainda esta duro e pulsando.

-Quer passar o resto da semana comigo? – Ele pergunta sob meus lábios.

-Eu vou gostar?

-Não tenha duvidas disso. – Deixo um sorriso escapar de meus lábios, arqueio minha sobrancelha quando o sinto voltar e ir de encontro a minha intimidade.

-Eu não tenho outra calcinha!

-Você pode tirar se preferir. – A língua dele passa em minha garganta.

-Adoraria tira-la... mas, vamos deixar para o resto da semana! – Sussurro tão próximo ao seus lábios que eles se tocaram em questões de milésimos. – Eu estou cansada e preciso dormir.

 

Me deito de lado e ele se molda atrás de mim, me acolhendo em seu corpo. Eu amava quando dormíamos de conchinha, me sentia que ali eu estaria sempre protegida. Sinto um beijo em meu ombro, meu corpo se arrepiar, ele me aperta mais contra seu corpo. Minhas mãos ficam sobre as suas, nossas pernas uma sobre a outra.

Fazia muito tempo desde que tive um sono tão bom, a ultima vez foi a quatro anos. Agora que voltamos a dormir juntos isso passara a ser rotina e eu não irei fazer nada para mudar isso. Eu não preciso de proteção, eu preciso dele.

 


Notas Finais


Bom, até o próximo capitulo monas!
Prometo atualiza-la semana que vem novamente!
Mwah! 😘


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