História 20 dias: Recovery - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Anne Hathaway, Chaz Somers, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Amor, Anne, Drama, Justin Bieber, Personagens Originais, Romance
Exibições 180
Palavras 2.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bem vindos ao quinto dia da semana abençoada <3

Olá amores, como estao? :)

Bem vindas leitoras novas, espero que gostam tanto daqui quanto eu <3

Vou ser sincera, eu queria ter feito um capítulo maior, mas aconteceu algumas coisas, como por exemplo, a minha dor no estômago voltar, mais uma ansiedade que eu to por causa de um jogo, que mds. Mas, acho que esse vai ser o menor capítulo dessa season, okay? Okay.

Boa Leitura amores <3

Capítulo 18 - 20 Dias: Recovery - XVII


Fanfic / Fanfiction 20 dias: Recovery - Capítulo 18 - 20 Dias: Recovery - XVII

Um pequeno erro pode gerar uma grande e boa mudança.

                        -   Philippe Silleb

 

            Terminei de ler o livro preferido de Cathy, olhando para a mesma que já dormia. O dia hoje tinha sido um tanto cansativo para os pequenos. Coloquei o livro sobre o criado mudo, cobrindo mais Cathy. O tempo não estava um dos melhores. Dei um beijo na testa dela tomando cuidado para não acorda-la, pegando o livro de cima do criado mudo.

            Depois de guardar o livro, decidi dar uma passada no quarto de Jack. Entrei silenciosamente no mesmo, percebendo o mesmo dormindo. Senti um vento gelado, junto com um pouco de água me fazendo perceber a anela aberta. Me apressei para fechar a mesma antes que a chuva molhasse mais o quarto de Jack.

            Com um suspiro, me sentei ao lado de Jack, me lembrando das palavras de Jason. “Um filho, o qual atrasou os estudos dela, acabou com qualquer sonho e curtição que ela poderia querer...” eu duvidava muito que Anne achou isso, além do mais ela sempre pareceu tão feliz e grata com tudo o que nos aconteceu. Passei uma das minhas mãos sobre o cabelo de Jack suavemente, tentando não acordar ele.    

            Era como se a minha cabeça estivesse cheia de dúvidas desde aquela conversa. Anne também pareceu ter percebido, pois em cada momento, eu sentia ela me observando, procurando algo que estivesse errado. Se esse era o plano de Jason, deu muito certo por sinal. Me levantei da cama de Jack, decidindo ir para o quarto.

-Pai? –Escutei a voz sonolenta de Jack, antes que eu chegasse na porta. Me virei, olhando para o mesmo, que coçava os olhos. Ele apertou os olhos, olhando na minha direção. –Aconteceu algo? –Ele perguntou, bocejando logo em seguida. Eu apenas sorri, me aproximando dele, voltando a me sentar do lado dele.

-Não é nada, pode voltar a dormir. –Falei, acariciando os cabelos dele. Jack olhou para o meu rosto, parecendo analisar tudo minuciosamente, assim como Anne. –É sério. –Falei, enquanto ele parecia não acreditar. Jack não era bobo, não era possível enganar ele sempre.

-Você pode me contar pai. –Jack falou, me olhando nos olhos. –Posso não entender, mas posso tentar. –Dei um sorriso, pegando na mão dele. Jack não era um atraso nem na vida de Anne, quanto na minha. Ele era um presente. –Você está estranho desde o parque, a mamãe está preocupada. –Jack falou, me fazendo dar um sorriso de lado.

-O passado voltou para me assombrar. –Falei para ele, acariciando os seus cabelos. –Se eu pudesse voltar para fazer as coisas de uma forma completamente diferente, eu faria. –Falei, suspirando no final. Olhei para Jack, que parecia lutar contra o sono para me escutar.

-Mas pai, qual a graça de uma vida sem arrependimentos? –Ele perguntou me fazendo sorrir. –A mamãe sempre falou isso. –Jack falou, me fazendo dar um sorriso pequeno enquanto assentia com a cabeça, compreendendo o que ele falava. É através dos erros que aprendemos.

-Mas e se meu passado magoar outra pessoa? –Perguntei baixo, mais para mim mesmo do que para Jack. Suspirei, parando de fazer cafuné em Jack. –É melhor irmos dormir, não sabemos o que vamos fazer amanhã. –Dei um beijo na testa de Jack, me dirigindo para a porta logo em seguida.

-Pode pedir desculpas, pai, e esperar que essa pessoa o perdoe. –Escutei Jack falar antes que eu chegasse na porta. –Boa noite papai. –Olhei para Jack, enquanto ele se virava na cama, se arrumando para dormir. Pedir desculpas... Será que a Anne me perdoaria por todo o mal que eu fiz a ela?

(...)

            Escutei o toque do meu celular me fazendo resmungar. Sem abrir os olhos, comecei a tatear o criado mudo atrás do mesmo. Assim que eu o encontrei, deslizei o dedo pela tela, colocando o celular no ouvido.

-Justin? –Abri os olhos de imediato quando escutei a voz de Becky. Fazia tempo desde que eu não conversava direito com Becky, depois que ela teve o seu filho e se casou com o pai biológico do filho. –Será que podemos nos encontrar? –Escutei ela perguntar, me deixando totalmente confuso. Ela não estava na Itália?

-Você não esta na Itália? –Perguntei com a voz grogue por ter acabado de acordar. Me espreguicei, olhando para o lado vazio da cama, me deixando curioso sobre onde Anne poderia estar. Olhei para o teto claro do quarto, sentindo os meus olhos arderem por causa do sono. Ontem, não foi fácil dormir com aquelas palavras ecoando na cabeça.

-Eu descobri que Anne acordou, e decidi voltar para o Canadá. Eu quero me desculpar com ela. –Escutei um barulho de algo quebrando do outro lado. –Meu Deus, espera um segundo Justin. –Becky falou me fazendo rir imaginando o que o pequeno havia feito. Me levantei da cama com um tanto de preguiça, indo em direção ao banheiro. –Ainda bem que eu tenho o Cameron na minha vida. –Escutei Becky do outro lado assim que cheguei na porta o banheiro. –Então, eu queria pedir desculpas a Anne por tudo o que eu fiz com ela, será que eu posso? –Mordi os lábios, sem saber o que falar.

-Becky, Anne perdeu as suas memórias. –Eu falei, enquanto pegava a minha escova de dentes. Apoiei o celular com o ombro, enquanto pegava a pasta, colocando um pouco na escova de dentes. –Ela está tentando recuperar, mas John não deu certeza que é algo que vai acontecer. –Assim que terminei de falar, comecei a escovar os dentes.

-Não acredito. –Escutei Becky falar cheia de tristeza. –Como você está com isso? Está tudo bem? –Ela perguntou com a voz preocupada. –Quer dizer, ela não se lembra de você não é? –Ela perguntou, parecendo confusa. Escutei ela balbuciar algumas palavras, como se estivesse tentando entender.

-Posso te ligar depois? Ai eu te explico tudo... –Falei com a boca cheia de espuma. Escutei Becky responder um “sim” baixo, ainda confusa. –Tchau. –Falei, desligando o celular. Eu entendia Becky, Anne era alguém especial para ela, e ela fez isso com Anne, provavelmente a culpa deve estar a perturbando. Por essa razão, eu preciso pedir desculpas logo a Anne, a culpa não foi só de Becky. Terminei de escovar os dentes, saindo do quarto. Eu precisava falar com alguém, alguém não, John. Ele poderia me ajudar a pensar no que eu poderia fazer.

            Peguei o celular, discando o número de John. Como nesses cinco anos eu mandava mensagens, ou ligava para ele toda hora para saber de Anne, acabei por decorar o seu número.

-Justin? –Escutei a voz de John preocupada do outro lado. Não era sempre que eu ligava para ele, e eu reconhecia isso. –Aconteceu algo? Precisa que eu faça algo por você? –Ele perguntou, me fazendo abrir um sorriso pequeno. John era um homem bastante gentil com todos ao seu redor.

-Quero conversar um pouco. –Falei mordendo os lábios. –Mas não pode ser aqui. –Não queria correr o risco de Anne escutar antes mesmo que eu pudesse explicar. Era um assunto complicado, que infelizmente precisava ser tratado, e quanto mais cedo melhor.

-Eu estou no meu consultório agora, quer vir para cá? –Ele perguntou com a voz um tanto preocupada. –O que você quer falar é algo sério? –John perguntou curioso. Molhei os lábios, entrando no closet. Quanto mais rápido eu falar com John, mais fácil vai ser de concertar.

-Eu vou levar uma pessoa comigo. –Falei assim que me lembrei de Becky. Eu precisava explicar tudo para ela, e também pensar em uma forma de falar com Anne. –Depois conversamos, John. Acho que tem alguém vindo. –Falei, assim que escutei vozes se aproximando do quarto. Nem esperei John falar nada, desliguei na cara dele. Depois eu me desculpava.

-Papai? –Escutei a voz de Cathy. –Ele já acordou. –Ela gritou, me fazendo colocar a cabeça para fora do closet, olhando para a pequena. –Bom dia, papai. –Cathy veio na minha direção com os braços abertos. Sai de dentro do closet, pegando ela e a girando no ar. –Vamos descer, a mamãe fez um café da manhã especial para você. –Cathy falou me puxando com ela assim que eu a coloquei no chão.

           Desci junto a Cathy, encontrando todos sentados na mesa repleta de comida, como um verdadeiro banquete. Tinha uma pilha de panquecas, omelete, até o meu cereal preferido que eu sempre comia estava ali. Olhei para a minha mãe, em seguida para Anne, que limpava o rosto de Isa.

-Espero que o café da manhã, papai. –Cathy falou me fazendo olhar para ela. Ela soltou a minha mão se sentando na cadeira ao lado de Jack, deixando o lugar ao lado de Anne livre. –A mamãe fez a maioria das coisas, até saiu para comprar o cereal que a vovó falou. –Olhei para Anne, que me olhou no mesmo momento, com as bochechas coradas.

-Ontem você estava estranho, até demorou para dormir. –Ela falou, enquanto eu me aproximava dela. –Pensei que poderia te animar, mas eu não fiz tudo isso sozinho, cada um deles me ajudou. –Anne falou sorrindo, enquanto olhava para cada um que sorria para mim. –Eu não sei o que aconteceu, mas pode sempre contar comigo. –Anne pegou em minha mão, apertando a mesma me fazendo sorrir.

-Obrigado. –Agradeci, sem saber ao certo o que falar. Olhei para a minha mãe, que sorria para mim. –Então já que vocês fizeram tudo isso, vamos comer! –Falei, começando a me servir. Olhei para Anne, que me olhava com um sorriso. Eu tinha tanta sorte de tê-la. Eu tinha a família dos sonhos.

(...)

           Parei em frente ao hotel que Becky disse que estava hospedada, esperando por ela. Pedi para Anne me esperar, para conversarmos todos juntos, mas primeiro era melhor falar com John. Precisava da opinião dele. Avistei Becky se aproximando, ela estava totalmente diferente. Seu cabelo estava preso em um coque, ela estava sem maquiagem, com uma roupa normal, sem transparência, decotes.

-Quanto tempo. –Ela comentou com um sorriso. De alguma forma, ela parecia mais bonita agora do que quando saiamos. Uma vez li, que o amor deixa as pessoas mais bonitas, e era o que aconteceu a Becky. Era ótimo que ela tenha seguido. –Será que vai demorar? Prometi a Cameron voltar a tempo de escolhermos um restaurante para jantarmos essa noite, até já achei uma baba. –Ela falou sorrindo.

-Não sei. Quero te levar primeiro a alguém que vai te explicar sobre tudo. –Falei, enquanto ligava o carro, saindo da frente do hotel. –Como está a vida de casada? –Perguntei, prestando atenção na rua.

-Melhor impossível. Cameron é um marido amável, e um pai presente. Ele sempre tenta ficar em casa, ainda mais que ele é o presidente, então ele sempre tenta resolver tudo em casa. –Olhei para Becky enquanto ela falava, notando algo completamente diferente nela. –Cameron me fez entender coisas das quais eu não entendia. Por isso preciso me desculpar por tudo o que eu fiz a sua família, eu fui longe demais para uma vingança. –Beky falou, me fazendo morder os lábios nervoso.

-Anne acordou do coma a pouco tempo. –Falei assim que ela terminou de falar. –Ela não se lembra mais de nada, as memórias dela começam antes dela me conhecer. Nem dos nossos filhos ela se lembra. –Falei, apertando um pouco o volante. –No começo, admito ter pensado que talvez fosse uma segunda chance para ela, por eu ter feito coisas ruins a ela, mas... Uma parte de mim não queria desistir do amor por Anne. –Ri, olhando para Becky, que me olhava com um sorriso. –Então decidimos recomeçar, mas eu sei que isso não vai ficar sempre escondido, sei que uma hora ela vai descobrir, quero tentar contar a ela antes que ela descubra sozinha. –Becky prestava atenção em todas as minhas palavras.

-Não foi só você que errou. Eu sabia que você era casado, eu sabia que era com ela. –Becky falou, colocando a mão sobre o meu ombro, mas eu apenas apertei mais o volante, sentido a insegurança voltando a mim. –Todos cometemos erros, o importante é sermos capazes de reconhecermos eles, e tentarmos corrigirmos. E é isso que vamos fazer. –Becky falou, parei no semáforo vermelho olhando para ela. –Vamos contar a Anne sobre a traição, e só Deus sabe o que vai acontecer. –Becky falou, me fazendo assentir. O semáforo abriu, me fazendo acelerar, indo em direção ao hospital.


Notas Finais


Chegamos ao climax da fic :o

Obrigada a todos pelos comentários, favoritos e tudo mais <3 Sem voces eu nao sou nada, talvez nem conseguisse escrever algo assim, muito obrigada.

Como nao estou muito bem, nao vou enrolar muito aqui, me desculpem </3 O que acharam? O que acham que vai acontecer? Becky realmente mudou? Qual vai ser a reaçao de Anne a essa noticia chocante? :o Desculpem o capítulo pequeno, nao me abandonem, please.

Até o próximo no sábado ou domingo <3 <3


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