História 20 e Poucos Anos - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 1940, 20epoucosanos, Ateliê, Homossexualidade, King, Lesbicas, Lgbt, Londres, Passado, Samanta, Sexo, Susan
Visualizações 29
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


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Capítulo 3 - Terceiro


Antonella apareceu ao pé da escada e gritou como fazia costumeiramente:

- Sam! Vá buscar outro barril de vinho! O daqui já está acabando!

“Vá rápido!”

Samanta levantou-se mais que depressa e foi para a dispensa pegar o barril.

De tanto ajudar a carregar mercadorias, Sam acabara ficando mais forte que as moças de sua idade, no entanto, ela só precisava rolar o barril até um carrinho e de lá levar até o salão onde alguns homens a ajudariam a coloca-lo sobre a mesa. Enquanto ela o empurrava, o sorriso de Carina não saia de sua cabeça.

- O que está acontecendo com ela hoje? – pensou.

Levou o barril cheio para a festa e botou o vazio no carrinho. Entrou na dispensa e quando estava arrumando o barril em seu lugar a porta fechou. Ela virou-se rapidamente e se deparou com Carina passando a chave na fechadura e depois a tirando para pôr dentro de seu vestido, entre seus seios.

- O que você está fazendo? – Perguntou Sam.

- Há tempos percebi como você me olha, Sam. Você não é uma garota normal. – disse Carina se aproximando devagar.

Involuntariamente, Sam começou a andar para trás.

- Do que você está falando? Sou uma garota assim como você. Visto-me assim apenas pela necessidade...

- Não, você não é. Você se veste como um garoto porque precisa e porque gosta. Enquanto as meninas estão a observar os rapazes, você está a observar as garotas, ou ­melhor, a observar a mim.

“Já tinha percebido você olhando para os meus seios mais vezes do que te puxei a orelha, Sam. Não era com inveja de garota, mas com admiração de garoto. Vindo dos moleques, eu ficava bem irritada, mas de você sempre achei engraçado.”

“Hoje você olhou de um jeito que alguns deles o faziam e me deixava enojada...”

- Desculpe! Eu...

- ...mas por incrível que pareça, eu gostei.

Sam estava perplexa. Ela encostou em uma estante que denotava o fim da linha. Não tinha mais para onde ir. Carina continuou a avançar e a falar:

- Gostei e não quis que você apenas olhasse. Eu quis que você tocasse. -Carina olhou fundo nos olhos de Samanta e então perguntou - Você quer tocar, Sam?

- A-acho que você bebeu muito vinho, Carina. M-melhor nós sairmos daqui. – disse Sam olhando na direção da chave que estava no decote da loira.

Samanta estava assustada, mas ao mesmo tempo tinha seu corpo inteiro vibrando de excitação.

- Você quer sair? Pegue a chave! – disse Carina interrompendo seu avanço com ar de “xeque-mate”.

Sam engoliu em seco, respirou fundo e chegou perto de Carina. Olhou para seu vestido que ia até o pescoço e ficou analisando como faria para pegar o que precisava, quando Carina abriu o primeiro botão. A respiração de Sam acelerou, seu coração começou a bater mais rápido que o ritmo da música que dançavam do lado de fora, mas para sua surpresa, ela conseguiu se mover em direção à Carina e abrir os botões restantes, revelando um corpete que fazia um decote maior que o formado pelo vestido florido.

A chave estava exatamente entre os seios dela. Sam analisava uma forma de pegá-la sem tocar a pele de Carina, mas sua razão a estava deixando. O corpo de Sam estava sedento de algo que ela desconhecia até então.

- Pega a chave....Samanta.

‘ Ouvir seu nome saindo da boca de Carina, naquele tom sensual, foi o suficiente para apagar qualquer vestígio de razão que ela ainda pudesse ter.

Samanta tocou a parte exposta do seio de Carina e ela suspirou. Aos poucos, Sam foi colocando sua mão dentro do corpete da italiana, até que sentiu o bico rijo do seio esquerdo dela na palma de sua mão. Ela acariciou e apertou todo o volume até que Carina gemeu de prazer e esse pareceu ser o sinal que Sam precisava para deixar seus impulsos dominarem o momento.

Samanta abaixou o corpete com força fazendo os seios de Carina saltarem para fora.

A chave caiu.

Ela voltou a apertar o seio que estava em sua mão, agora com mais liberdade. Carina deu um passo em falso para trás e Samanta passou seu braço esquerdo por trás dela para apoia-la. A proximidade de seus corpos despertou uma vontade em Sam, que quando se deu conta, já estava acariciando o seio de Carina com a língua.

Os gemidos se intensificaram ainda mais, quando Samanta colocou o que pode do seio de Carina dentro de sua boca e começou a chupá-lo intensamente. Aos poucos, ela foi levando Carina para a lateral e assim que a colocou contra a parede, utilizou a mão esquerda para acariciar o seio direito da italiana, enquanto o outro seio permanecia em sua boca, sendo sugado, lambido e beijado nem sempre nessa ordem.

As duas gemiam juntas a cada movimento da mão e da cabeça de Samanta.

Carina entrelaçou seus dedos por entre os cabelos curtos e negros de Sam e começou ela mesma a mover a cabeça desta de encontro a seu corpo.

Aqueles movimentos, a língua molhada de Samanta, a pressão sobre seu seio direito começaram a deixar Carina num estado de prazer que ela nunca tinha experimentado antes e, quando deu por si, um êxtase se formou e se desfez como uma bolha que estoura e ela ficou sem voz.

Seu corpo inteiro sentiu aquela eletricidade deliciosa e quando ela abriu os olhos se deparou com Samanta de olhos fechados, com feições que ela imaginou serem iguais às dela, e estava certa. Depois de toda aquela reação de Carina, Samanta percebeu uma agitação diferente entre as pernas e, ao apertá-las, sentiu uma sensação maravilhosa que a fez gemer em silencio. Ela abriu os olhos e viu que Carina a observava. Então, desceu as mãos para a cintura da loira e esta continuou com as suas mãos nos cabelos lisos de Samanta, mas agora os acariciando. As duas se olhavam ofegantes.

A jovem italiana olhou para a boca de Sam e seu corpo se moveu, impelido pelo desejo de sentir o gosto daqueles lábios nos seus...quando bateram na porta.


Notas Finais


Gorni Kramer / Natalino Otto - No, no, no, no (Italian Swing 1941):

https://www.youtube.com/watch?v=nP5DOsukAyI


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