História 2008 Year teenager - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~Lin_k-trouxa

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Changkyun, Drama, Hyungwon, Jooheon, Kihyun, Kpop, Minhyuk, Monsta X, Shownu, Wonho
Exibições 254
Palavras 3.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii amores, aqui está mais um capítulo, estavam ansiosas? Eu particularmente estou em love com esse capítulo, acho que foi o meu favorito, não sei por que.

Beijão, boa leitura. :3

Capítulo 13 - Capítulo 13


Minhyuk

Joguei minhas mochilas nas costas e olhei novamente a hora, meu motorista estava atrasado, pensaria no caso dele, deveria demitir? Talvez.

-Estava procurando você –Hyungwon falou sem nenhuma expressão, sorri

-Notícia boa?

-Me aturar por algumas muitas horas, não sei se seria bom.

-Sua companhia é algo bom –Olhei nos olhos

-Vamos pegar um ônibus? –Falou inocentemente

-Ônibus? O que é isso?

-Minhyuk, vai dizer que não sabe o que é um transporte público?...

-Meu motorista chegou, vamos –O puxei dali, o levando até o carro.

Ficamos em silêncio o caminho todo, talvez porque tinha uma presença a mais no carro, ou porque, de algum motivo, estávamos tensos. Eu era o tipo de cara que ficava descontraído e que parecia não ligar para nada, mas bem, certas coisas me deixavam nervoso. E uma delas se chamava Hyungwon.

-Bem vindo ao meu refúgio!

Havíamos chegado em casa, fui direto ao meu lar 2, conhecido como meu quarto. Aquele era o meu mundo, onde eu era o rei. E agora existiam duas pessoas nesse reino, eu não estava mais tão solitário.

-Nossa o seu quarto –Parou por alguns minutos observando novamente –É muito grande!

-Eu sei, vantagens de ser um mimadinho –Sorri, colocando um braço envolta de seu pescoço

-Pensando bem, to começando a sentir um pouco de inveja.

-Eu estou é sentindo o seu fedor, vai tomar um banho cara –Empurrei ele para o banheiro.

Não o arrastei muito longe, o banheiro era no quarto, joguei a toalha no rosto dele e o esperei sair do banho. Arrumei algumas coisas que estavam bagunçadas – do tipo cuecas jogadas no chão e restos de pizza da noite passada. Queria causar uma boa impressão para aquele garoto idiota.

Saiu do banho apenas com uma toalha enrolada na cintura.

-Por que está andando por ai pelado?

-Somos homens, não é como se nunca tivesse visto um pênis na vida –Falou tranquilamente passando pela minha frente

-Você não tem cheiros de rosa como o Wonho

-Mas ainda assim sou cheiroso –Cheguei próximo dele, tentando adivinha qual cheiro ele tinha.

-Biscoito

-Biscoito? Sério? Sai, para de me cheirar! –Falou rindo um pouco tímido

-Que? Agora tá com vergonha? –Pulei em cima dele, o derrubando na cama

-Sai daqui seu obeso tarado!

-Você que é magro demais -Levantei, tirei minha camisa na tentativa de mostrar meus músculos

-Bom porte físico –Falou dando uns tapinhas na minha barriga, passando por mim para pegar suas roupas –Pelo menos eu sou mais alto que você!

                             ***
-Filho?

-Sim mãe? –Falei, prestando atenção na porta que acabava de ser aberta.

-Amigo novo?

-Chae Hyungwon, prazer.

-Mais que bonito –Minha mãe se aproximou –Você é modelo?

-Não senhora –Falou tímido

-Meu filho só tem amigos bonitos, não é mesmo?, Hoseok, Kihyun também é uma graça

-Ta bom mãe, você está me deixando envergonhado –Falei a tirando do quarto

-Vocês devem fazer o maior sucesso com as garotas –Hyungwon começou a rir envergonhado, mandei um olhar mortal pro mesmo -Desçam para o jantar.

-Ele vai ficar aqui por alguns dias, tudo bem? As provas estão se aproximando e...

-Não tem problemas, diga ao Hoseok que senti falta dele

-Irei dizer, tchau mãe.


-Ela é engraçada

-Ela me mata de vergonha

-Acredite, a minha é pior –Sentei ao seu lado, logo senti seu braço pelo meu pescoço

-Vamos continuar, qual é a próxima matéria?

-Química
 

Rukia

A aula havia acabado, e a única certeza que tinha é que queria conversar com a Yuri. Por mais que estivesse sorrindo e se divertindo ultimamente, ainda era uma garota fraca, e apoio e carinho nunca são demais não é? Eu não posso falar todos os meus problemas para a Yuri porque ela não tem condições de me apoiar. As feridas são profundas demais para uma adolescente... Penso que se a mesma fizesse uma biografia , iria chocar a todos que lessem.

Jooheon foi o primeiro a sair indo em direção do Changkyun, respirei fundo, pensando duas vezes antes de fazer algo. Mas não adiantou muito. Sempre agia por impulso. E lá estava eu, indo em direção aos três, com um grande sorriso falso no rosto.


-Oii

-Olá –A garota foi a primeira a falar, enquanto o Changkyun olhava assustado e o Jooheon se segurava para não rir

-Oi Rukia, essa é minha amiga, Suzy –Falou primeiro o I’m. Por algum motivo eu fiquei nervosa de repente.

-Que bom que estão se dando bem –Sorri –Como a gente não é mesmo?

-Sim, você é quase a minha irmã menor –Falou enquanto vinha ao meu lado  e bagunçou de leve os meu cabelos, dando um sorriso

-Vejo que vocês estão se dão bem também –Acho que eu não era a única falsa ali

-Alguém tinha que tomar conta dele enquanto eu estou festejando não é mesmo? – JooHeon falou, mas o clima pesou mais ainda por conta disso

-Tenho que ir –Falei, me despedindo dos três
 

Não que eu não tenha gostado dela, mas eu me sentia estranha ao lado deles, devia ser só besteira minha, é claro.


Sentei no pátio, pegando o meu celular que estava na bolsa, mandando uma mensagem para Yuri

“Onde você está?”

“No ônibus indo para o trabalho, esqueceu?”

Realmente havia esquecido que ela trabalhava hoje, bufei, realmente desanimada

“Claro, onde anda a minha cabeça?
Bom trabalho, fighting!”

“~(°-°’)~”

-Por que está sentada aqui sozinha?-

Primeiro tomei um susto deixando o meu celular cair, depois que me recompus, lembrei que era só o Minhyuk.

-Que susto, não posso ficar sozinha?

-Estava aprontando não é? –Sorriu e pegou o celular, me devolvendo após olhar a mensagem –Não precisa ser grossa.

-Eu não fui grossa, eu só falei normalmente –Sorri –Não leia minhas mensagens, é pessoal!


Levantei saindo dali o deixando sentando, mas o mesmo não permaneceu, me acompanhando logo depois

-Desculpa, prometo não ler mais…- falou levantando o dedinho -Você está estranha…

Olhei para ele e depois de um longo suspiro eu resolvi falar

-Você e eu somos apenas só palhaços tristes, domesticados e roteirizados.

-Mas está tudo bem, nós temos amigos, não é?

-Sabe quando você abraça alguém e sente que encontrou a pessoa certa? Sabe quando você olha dentro dos olhos de uma pessoa e começa a imaginar o seu futuro com aquele olhar sempre ao seu lado? Sabe quando você percebe que pode se entregar de corpo e alma, porque tem certeza de que não vai quebrar a cara?

-Você é realmente rápida, eu estava pensando em algo diferente.

-Você é como eu Minhyuk, você também cansou de chorar, então começou a sorrir

-Dizem que meu sorriso é bonito -O encarei,ele matinha o sorriso no rosto e uma das mãos no meu ombro

-Tudo em você é bonito, eu já disse isso.

-Gosto mais quando você me chama de idiota e me bate -Falou enquanto me abraçava –Se você me falasse isso alguns meses atrás eu não te entenderia, mas agora, bem, agora eu sinto algo estranho no meu coração, algo que nunca havia sentindo antes, mas eu também tenho medo, é isso que me deixa de cabelos em pé.

-Encare a sua realidade, os seus desafios, os seus medos. Pare de sentir medo de fracassar! Pare de sentir medo do novo! Pare já de sentir medo do desconhecido, medo de errar! Você é melhor do que o medo que sente.

-E você tem o coração muito grande pra tão pouco tamanho

-Você quer morrer, vou te bater! –Sai correndo atrás dele, na tentativa de acerta-lo mas o mesmo corria muito rápido, sentei cansada.
-Desisto!

-Finalmente, eu já estava começando a ficar cansado –Falou rindo –Me dê o seu celular.

-O que você está fazendo? –Tentei olhar o que ele mexia no meu celular
-Esse é o meu número, somos amigos lembra?

-Amigos –Sorri, por mais que fale com qualquer um, por mais que eu seja considerada extrovertida, eu ainda não confiava nas pessoas, mas Minhyuk, eu confio em você.

****
Cheguei em casa, um pouco depois do horário de sempre, apenas ia me jogar na cama e comer algo por lá mesmo. Mas é claro, meus planos não dão certos.

-Vamos comer todos juntos –Falou a minha mãe

-Estou sem fome –Continuei andando

-Rukia -Congelei, eu ficava paralisada toda vez que meu nome saia pela boca dele- Ela pediu para comermos juntos, sente-se.

-Não estou com fome…

-Eu não perguntei se estava, sente-se –Levantou-se, puxando a cadeira.


Após tomar meu banho, enxugava meu cabelo recém-molhado, me olhei no espelho. Você é linda, caramba, você é incrível! Sorri, mesmo com uma lágrima querendo descer. Todo o dia me enchia de palavras boas, já que nunca podia escuta-las. Meu celular apitou chamando minha atenção.

“Use meias, cicatrizes não são tão legais “

Olhei para minha perna que agora tinha uma cicatriz. Tinha razão, olhei o nome. Minhyuk, sorri por ser ele.

“Por que estava olhando para minhas pernas?”

“São bonitas”

“Tarado”

“Eu só gosto de observar. Para compreender as pessoas devo tentar escutar o que elas não estão dizendo, o que elas talvez nunca venham a dizer”

“Está andando demais com o Hyungwon, você não faz o tipo filósofo”

“Está com ciúmes? É claro que faço, eu tenho vários lados, você precisa conhecer todos”

“Claro que estou. Hyungwon é exatamente o meu tipo. ㅋㅋㅋㅋ.”

O mesmo não me respondeu mais, apenas ignorei, jogando o meu celular em cima da cama. Sentei-me à mesa de estudos, colocando os meus livros lá, resolvendo as primeiras contas de uma grande apostila.

Ocupada?”

“Claro Minhyuk, existe uma coisa chamada estudos”

“Eu sei, você pode fazer isso outra hora, vamos conversar”

“Pensando bem… isso está realmente chato, mas preciso terminar, espere”

Desliguei meu celular, voltando a resolver as contas. Já era tarde da noite, estava completamente cansada e meus olhos doíam. Desliguei a luz, me deitando, puxei o travesseiro para mim.

...Obrigada Minhyuk, por se importar.

Yuri

–Bom...Mais um dia cansativo de trabalho. –Falei baixo, enquanto limpava o suor em minha testa. Meu horário havia acabado, peguei um café e estava preparada para sair.

-Um americano por favor

-Acabou meu horário peça para outra pessoa

-Você não é da minha escola?

-Talvez


Sai andando sem ligar para o garoto de cabelos loiros que havia acabado de deixar falando sozinho.

**
Caminhei pelos becos escuros quando ouvi uma pequena confusão.

-Você é mesmo uma garota do interior –A mais alta empurrou a menina

-Da até nojo topar minhas mãos nela –A outra deu leves chutes na garota, como se estivesse vendo alguma coisa estranha.

-Hey deixem ela em paz –Não sei o que acontecia, mas eu sempre chegava nesses momentos para dar uma de heroína, já estava começando a ficar chato.
Oh destino, me ajuda aí!

-E quem você acha que é para se intrometer? –Falou agora uma garota com uma marra estampada na cara, parecia ser a líder delas.

-Alguém que vocês deveriam ter medo –Sorri, olhei o uniforme dela. Como eu pensava, eram da minha escola, essas [email protected] metidas…

-De você? –Todas elas começaram a rir, levantei a garota que estava no chão e mandei ela sair dali, a mesma não pensou duas vezes e fez o que eu pedi

-Por favor cresçam, estou cansada de garotas mimadas no meu pé, toma um cafezinho –Dei o café na mão da mais alta, a provocando

-Então você é engraçadinha –Falou me empurrando –Você aguenta a pressão? Você quer morrer?

-Quero. –Sorri ironicamente

-Que divertido garotas, temos nosso novo brinquedinho, vamos brincar bastante com ela

-Não vejo a hora –Falou a mais alta agora jogando o café em mim

-Poxa, se fosse para jogar me avisava, a mãe de vocês não ensinaram a não desperdiçar comida? –Falei irônica, limpando a minha roupa.

-Nos vemos depois –Falou a líder, saindo e sendo seguida pelas cadelinhas. Elas são estranhas

-Podem me odiar, eu também me odeio. Acho que isso é bastante fácil –Falei baixo depois que elas saíram, parecendo um sussurro

-Mas, hey, às vezes eu também me odeio –Ouvi alguém falar, tomei um susto, achava que estava sozinha ali – Quando estou me odiando, eu venho até aqui.

-Aqui não é um bom lugar para se odiar

-Eu apenas fico de pé e observo o nada. É em relação a escuridão, bom, com a escuridão eu estou acostumado -Não levei a sério aquelas palavras, provavelmente ele não sabia o que wra odiar a si próprio tanto, ao ponto de não conseguir olhar o seu próprio reflexo

-Sinceramente, com muita frequência eu realmente me odeio - falei - Às vezes fico com medo de mim mesmo também.

Eu não sei porque estava falando com ele uma coisa tão pessoal. Teve algumas pessoas que me conheceram a anos, mas mesmo assim eu nunca me dei o trabalho de conversar sobre minha situação.

-Eu não consegui proteger quem eu amava, bom, eu ainda não consigo proteger o que ela me deixou. Eu sabia que ficar sozinho era triste, mas eu não sabia que não poderia suportar.

Ao que me parece, ele estava fazendo o mesmo que eu. Talvez galar com desconhecidos nos deixem mais seguros, pois você tem um percentual menor de chances para revê-la.

-Eu nunca experimentei a solidão, mas ela deve cheirar a sangue, bem, eu nunca soube o que é ter muita companhia, logo não posso dizer ser solitária, mas eu me sinto assim o tempo todo -Me encostei na parede, olhando a silhueta a minha frente, era um homem, alto, ele era forte também.

-Eu encaro a vida de frente, me esforço todos os dias, sabe, eu tenho um sonho, e não irei desistir dele por nada, eu continuo firme e forte todos os dias, eu tenho um sonho, e iriei alcança-lo, é ele que me faz forte e preenche o meu vazio.

-O tempo todo eu falo algo do tipo “Eu não dou a mínima, eu não ligo pra essa porr@” -Parei por alguns segundos -Todas essas palavras, todas, são ditas para esconder meu lado fraco.

-E por que você esconde? É normal ser fraco às vezes, ninguém é forte sempre.

-Eu… Eu cansei de ser fraca, cansei de depender das pessoas, eu não preciso disso, eu sou independente -Falei me virando -Afinal, por que estou conversando com você?

-Por que gostou de mim -Sua risada baixa foi ouvida -Prazer, Shownu. Já nos vimos antes

-Yuri... Então por que está se apresentando, se já nos vimos antes? - Andou alguns passos, agora podia ver seu rosto -O garoto da piscina.

-Lembre-se do meu nome.

-Por que eu lembraria?

-Porque eu gostei de você, não irá ficar mais só. –Falou saindo do beco e indo para algum lugar que não fiz questão de saber.

“Que louco” pensei. De qualquer forma, foi bom falar com ele. Voltaria para a minha patética casa, uma boa noite de sono era tudo que eu precisava.

Kihyun

Estava sentado naquela velha praça. Um sorriso forçado enradiava em meu rosto. Ela sorria tranquilamente, me contando como foi o seu dia, me contando uma nova história, mas porque eu não prestava atenção a mais nenhuma palavra que saia de sua boca? Queria saber quando tudo se tornou tão chato em relação a nós.

-Kihyun? Você está me ouvindo?

-Hum, sim, o que foi?

-Você está tão distante - Fez uma carinha fofa, vindo me abraçar

-Eu só estava pesando, está com frio?

-Estou -Tirei meu casaco colocando nela –Você é tão romântico, eu te amo tanto –Aquelas palavras deveriam me fazer feliz, mas elas me sufocavam. Eu não podia dizer que a amava também, aquilo não seria verdade.

-Vamos, eu vou te levar para casa, está tarde.

-Oppa, você não vai se cansar?

-Não –Sorri –Preciso te deixar em segurança.

-Você é o melhor namorado do mundo -Falou animadamente sorrindo para mim, caminhávamos de mãos dadas

Hae soo, eu não quero te machucar, mas eu preciso te dizer essas palavras, eu necessito acabar com essa dor. Não é fácil mentir para o coração, e bem, eu sei como é ser enganado. Mas você sorri tão lindamente. Não quero te ver chorar por mim, mas terei que fazer pela última vez, escorrer lágrimas pelo seu rosto.

-Kihyun, porque está me olhando tanto? Vou ficar envergonhada -Falou colocando as mãos no rosto

-Eu estou tão feliz olhando você sorrir, seu sorriso é lindo, eu já disse isso hoje?

-Tão fofo –Me deu um selinho, saindo correndo um pouco na frente, sorri indo atrás dela.


Durante todos os dias e todas as noites, eu podia viver feliz ao lado dela, eu estava tão feliz, eu sentia alegria ao ouvir cada palavra que vinha da mesma. Agora eu acho que o nosso tempo esgotou, acho que o nosso amor é igual ao dos outros. Infelizmente Soo, o meu amor chegou ao fim, me desculpe... Eu queria falar todas aquelas palavras enquanto a observava,mas eu não tinha coragem, eu era um grande covarde

-Durma bem -Acenei sorrindo

-Eu vou dormir com o seu casaco, ele ainda tem o seu cheiro, tchau -Entrou fechando a porta.

*
Por mais que ela já tenha entrado por alguns minutos eu continuava a observar a porta, talvez me arrependendo por não ter conseguido falar nada, ou por ser um completo idiota. Eu só não queria machucar ninguém, me desculpa querida. Eu devia falar honestamente? Deveria olhar nos olhos dela e falar que não sinto mais nada? Que todas aquelas borboletas que haviam no meu estômago, voaram para longe?.

-Ela já foi, quanto tempo continuará parado aí? -Falou uma voz masculina atrás de mim

-Hyunwoo, não havia visto você chegar

-Me chame de Shownu. Já somos próximos. Aconteceu alguma coisa?,

-Não na verdade –Sorri

-Você está tenso, quer que eu chame a Soo?

-Acabei de deixar ela aí, está a salva –Falei saindo

-Ahr vocês se amam mesmo não é? –Senti um pouco de ironia na frase dele, o que me fez parar por um tempo –É difícil achar um casal tão meloso como vocês, usam até roupas iguais

-Eu amei muito a Hae Soo

-Não ama mais? -Falou levantando uma sombrancelha. Sorriu sem ouvir minha resposta e entrou para dentro da casa.
Ela tinha um irmão completamente estranho.


Notas Finais


Foi issoooo.
E aí? Estão gostando do rumo da história? Espero q sim *-*

Tenho q agradecer a vcs pelos 170 favoritos tbm, eu n esperava tanto em tão pouco tempo(PQP, TAVA COM 110 AMIGA. VC FEZ MACUMBA CARAÍ? -Lin)

Sobre a capa da fanfic, de novo eu mudei, por que? Porque eu não consigo fazer uma capa descente. Não me julguem. ( Claro, nem foi pq vc esqueceu de pôr a foto do Kihyun neh? Shushsus :v... Mas eu gostei mais dessa aí - Lin)


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