História 2030 - Cyberpunk - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Cyberpunk, Ficção Cientifica, Futurista, Sci-fi
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Palavras 471
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Mutilação, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Token mental é um aparelho que cópia um parte do cérebro para que sejam feitas certas ações, abertura de cofres, de empresas, normalmente se o usuário for sequestrado o token continua funcionando, mas um token que detecta stress não funcionaria nesse estafo

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction 2030 - Cyberpunk - Capítulo 4 - Capítulo 4

Ainda não sei se foi boa ideia ter salvo ela,.. Ela com certeza vai me ferrar muito.

-Como chegou a este ponto garota?

-Meu pai, ele me mandou fazer isso, a Crossoft acabou de criar o protótipo de um token mental que consegue detectar estado de stress e nervosismo, sendo assim nenhum usuário do token seria roubado novamente.

-Seu pai me mandou aqui, eu deveria te matar é matar ele... Mas vamos

Ela se aproxima de mim e toca no meu ombro:

-O seu braço... Eu posso ajudá-lo com isso, fique parado

Ela pressiona meu braço junto ao corpo e empurra meu ombro pra cima, isso dói momentaneamente mas logo passa.

Eu subo na Flyercicle e durante o trajeto ela tenta puxar assunto. Pensei que seria uma criança, essa mulher tem mais de vinte anos. Essa história não me cheira bem

-Então... Como me encontrou? Existem sete filiais da Crossoft aqui.

-Fui ao lugar mais improvável onde você poderia estar, considerando que esse não é o tipo de ato da Crossoft, o artefato que carrega deve ser perigoso e almejado...

-Sim, e meu pai me mataria se eu perdesse isso...

Como assim? Ele tinha planejado o roubo. Eu deveria mata-lo, sinceramente

-Bom você vai voltar para o seu pai agora. Arthur, onde aquele velho escroto está agora

-Meu bom Harald, está esperando você perto de seu prédio, parece que ele está tramando algo.

Eu acelero preciso chegar o mais rápido possível. Cerca de vinte minutos numa velocidade arriscada chego perto do apartamento e ela se prepara para descer e eu a impeço com a mão e falo com uma voz clínica para o pai dela

-Sua filha está livre

-Otimo, obrigado, obrigado.

E na primeira chance de quebrar o ânimo daquele velho eu novamente cínico digo:

-Mas o token fica.

-O que? O  que?! Minha vida depende desse token, você não pode, isso não era o acordo.

-Não, o acordo era eu liberto sua filha e discutiriamos o preco depois, bem, esse é meu preço

- Você não vai ficar com isso.

Eu desço da moto saco a pistola e coloco na cabeça dela, ao mesmo tempo ele me aponte a pistola

-Voce não sabe com quem está se envolvendo garoto, o token fica comigo, ou você morre

Respondo calma e cinicamente

-Não será a primeira nem a última vez que alguém me dirá isso, mas se eu atirar nela o token já era...

Ela leva a mão à cabeça e saca um objeto, cerca de três centímetros quadrados, tem um processador em cima unido à uma placa de quartzo por pequenos soauetes e seis pernas para prender à cabeça, e me entrega. A expressão do pai dela é de pavor, ele sai correndo e dispara, o tiro acerta meu antebraço, nem me darei ao trabalho, aqui ele morre logo, espero que não afete a garota...

-Voce quer entrar?

-Aonde?

-Aqui- Aponto com o dedo para meu predio- Eu moro aqui...

Ela concorda, em um gesto com a cabeça nós entramos.


Notas Finais


Vejo que tem gente gostando da história, obrigado pelo apoio galera :)


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